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quinta-feira, 10 de março de 2011

CARTA ABERTA DO REI MOMO PARA AS IGREJAS

Gostaria de expressar minha gratidão por deixarem a cidade inteiramente entregue ao meu reinado. Acho que refugiar-se num retiro foi a melhor coisa que vocês poderiam fazer durante o período carnavalesco.

Estou muito à vontade. Não se preocupem com as almas perdidas, eu cuidarei de cada uma delas pessoalmente, garantindo-lhes muita folia, seguida de tristeza sem fim. Confetes sucedidos de cinzas, fantasias em vez de vestes de louvor, espírito abatido em vez de alegria perene.

Eu deveria condecorar vocês! Seus pastores são meus heróis. O que seria do carnaval se vocês continuassem por aqui, nos importunando, com suas igrejas abertas para receber meus súditos? Prefiro vê-las com as portas fechadas... assim, pelo menos, tenho a cidade inteira ao meu dispor.

Desejo que vocês se divirtam durante o retiro. Ouço dizer que alguns de vocês aproveitam para aprontar as suas... Já até liberei alguns enviados especiais para garantir certa medida de libertinagem lá.

Meninos... comportem-se! Ou pelo menos, finjam isso.

Às vezes penso que a diferença entre meus súditos e eles é que meus súditos tiram as máscaras durante o carnaval, eles não.

Parabenizem seus líderes! Muitos deles me desdenham, mas servem ao meu primo Mamom. Ou vocês nunca pararam pra pensar que é mais barato pular carnaval do que pagar por um retiro desses?

Ah... já ia me esquecendo. Agradeço também àqueles que montaram seus próprios blocos, segundo eles, com o propósito de evangelizar durante a minha festa. Bobos esses meninos! Eles têm mais de trezentos dias do ano para isso, mas preferem colocar o bloco na rua justamente quando ninguém está disposto a ouvi-los. Muitos deles aproveitam a boa justificativa pra matar saudade do mundo...

Tem uns chatos aqui que insistem em manter a igreja aberta, e ficam de plantão para atender aos foliões... Quem eles pensam que são? Ousam desafiar o meu reinado? Eles caminham pelas avenidas esboçando um olhar misericordioso e um sorriso discreto. Agem como se fossem agentes secretos de outro reino invadindo meu domínio. Preciso tomar cuidado com esses, pois são perigosos, subversivos e extremamente nocivos.


Publicado originalmente em 11/02/2010
Texto de autoria de Hermes C. Fernandes

quarta-feira, 9 de março de 2011

EVANGELISMO NO CARNAVAL

No período de Carnaval festa mais popular do Brasil entre 04 a 08 de março, os jovens cristãos do JOCUM estão trazendo mais de 1000 pessoas à Cristo em Salvador.
       No carnaval de Salvador, cidade que recebe mais de 1 milhão e 500 mil pessoas para o evento, um grupo de Jovens Cristãos da Jovens Com Uma Missão JOCUM (Organização Missionária Evangelística) convocou um exército para fazer o evangelismo no carnaval.
       Saindo e abordando pessoas na rua, eles trazem as pessoas para seus standes abordando temas como família, drogas e depois os levam a uma abordagem mais profunda falando de Cristo.
       Jorge Santos responsável pelo “Impacto de Carnaval” do Ministério de Evangelismo no JOCUM em Salvador estima que irão conseguir converter mais de 1000 pessoas.
       “O Carnaval de Salvador é um dos eventos mais populares do mundo. … Passam por aqui mais de 30 mil pessoas que estarão sendo evangelizadas.”
       Segundo Jorge, são em torno de 400 missionários do JOCUM da região nordeste trabalhando como voluntários para o impacto evangelístico, juntamente com Igrejas locais.
       Apesar do evento atrair grande público em que nota-se aumento do consumo de bebidas alcólicas e índice de gravidez, esse é um período em que muitos jovens saem para trazer as pessoas para Cristo.
       “A expectativa é que Deus esteja abençoando muitas pessoas. Muitos serão alcançados e conhecerão a Jesus Cristo.”
       Ele compartilhou que “um rapaz que estava afastado da Igreja foi abordado por um de nossos minssionários e agora … ele pôde entender o amor, ele não imaginava que iria encontrar alguém que fosse falar de Jesus para ele,” disse Jorge.
       No Distrito Federal, os jovens do JOCUM testemunharam que estão convertendo cada um, 2 pessoas para Cristo por dia, segundo o diretor do JOCUM do distrito federal.
       “Desta maneira, estes 100 jovens evangelistas trazem em média 200 pessoas por dia.”
       Segundo ele o projeto de evangelismo consta de “redimir a cultura e não ir com a postura anti-carnaval… Queremos dar um significado novo ao carnaval… um significado bíblico.”
       Outros grupos cristãos já participam dos desfiles de Carnaval com blocos de carnaval exclusivamente cristãos tais como o Bloco gospel Sal da Terra em Salvador e o Cara de Leão do Rio de Janeiro.
      
       O Cara de Leão, no Rio de Janeiro, formado há 20 anos pelo Pastor Ezequiel Teixeira, dirigente da Igreja Projeto Vida Nova reúne todos os anos na época de carnaval centenas de membros da Igreja que desfilam distribuindo folhetos. Durante a sua passagem, o bloco pára estrategicamente em meio ao carnaval. Os pastores ministram a Palavra e orações específicas, passando mensagens sobre Jesus.
       No ano passado, o Cara de Leão levou cinco mil componentes à Avenida Rio Branco, no centro do Rio de Janeiro.

CARNAVAL - (DES) CASADOS, PROFANAÇÃO DO SAGRADO E O CHORO DE DEUS

A festa da carne, que é a vitrine mais visível do Brasil no exterior, protagonizou cenas inimagináveis neste ano. Para mim, em especial, percebi o quanto as pessoas estão longe de Deus.

       Fiz um pequeno passeio com minha família, onde minhas impressões despertaram minha preocupação. O ambiente, aparentemente familiar, prometia ser próprio para fugir da bagunça que a festa da carne proporcionaria no feriado. Meus filhos, alegres, desfrutaram o melhor do Alto da Serra, no interior paulista: caminhada pela trilha; passeio a cavalo; visita ao Ski Mountain Park, enfim, foi muito divertido!!

       À noite, as famílias se encontravam no restaurante para compartilhar seu dia, as crianças brincavam, a lareira acesa. Tudo de bom!!

       Mas, foi nessas conversas que descobrimos que nem tudo que reluz é ouro. Havia um casal que aparentava possuir entre 50 e 60 anos de idade, na qual creditamos a eles uma longevidade familiar exemplar; quando dissemos que éramos de São Bernardo a mulher do casal afirmou que tinha uma audiência de conciliação de bens nessa cidade. Ops!! Descobrimos que era separada e tinha duas filhas!! Depois, ouvimos um casal que demonstrava bastante desprendimento, alegres, entretanto, ouvimos a mulher dizer ao telefone: “Vai fica com seu pai”. Possivelmente, falando com a filha, que queria estar com a mãe, mas que deveria se contentar em ficar com o pai!! Ops!! Se o pai estava longe, quem era aquele que estava com ela?? Nada a declarar!! 

       Havia um casal que reputamos os mais recatados e tranqüilos, pensei: "Ali está um casal feliz com a herança do Senhor". A herança era uma menininha que, erroneamente, imaginávamos que era do casal até que a ouvimos dizer ao meu filho: “Ele não é meu pai, não; a não ser que se case com minha mãe, mas não sei se vai casar”. Essas impressões pioraram quando vi uma médica dizer à mãe da menininha, “eu tenho uma filha nessa idade, ela está com o pai dela”. Essa mesma médica que procurava descansar do stress da profissão, formou um casal com outro rapaz totalmente desconhecido. As aparências enganam!!
Por trás de cada olhar, cada casal, cada pessoa, há por detrás uma história de dor, lamento, tristeza... Concluímos que os casais são na verdade, (des) casados. Não estamos fazendo juízo de valor a nenhum deles, pois, se o fizéssemos estaríamos sendo desonestos com eles, pois desconhecemos os motivos. Mas, estes são os fatos. Pessoas aparentemente tranquilas e comprometidas com os valores familiares estão, na verdade, vivendo impressionantes dramas familiares e com seus cônjuges originais (ou melhor, com seus ex-cônjuges), cujas consequências não sabemos qualificar como se darão!! 

       Fato: Os casamentos estão sendo desfeitos e reconstruídos com mais freqüência que imaginamos. E, isso tem proporcionado um sem número de dificuldades, pois os cônjuges são diferentes, e os filhos estão sendo formados com dificuldades, diga-se de passagem.

       Naquela mesma noite, antes de deitar-me, vi, pela internet, uma reportagem que afirmava que o Patriarca Abraão seria homenageado no desfile de umas das escolas de samba. Muitos, até mesmo religiosos, elogiaram a empreitada, dizendo da necessidade de popularizar um dos principais personagens bíblicos. Espantei-me, como não era de se surpreender, e exclamei: “Homenagear ou Profanar??”. Profanar seria a expressão mais correta. A vulgarização tem sido freqüentemente utilizada para desconstruir instituições sagradas como a família e a igreja! Até a Bíblia estão vulgarizando, contando a história de personagens de forma a diminuir sua importância, associando à baderna, à carne e aos trejeitos vulgares de mulheres que deveriam valorizar sua pessoa e não ficarem expostas como carnes no açougue, esperando compradores! O que esperar do carnaval, senão mais casais separados, mais conflitos no lar, diante de tanta oferta de prostituição, orgia, descaminhos e pecado?? Lamentável!! 

       Embora Deus permita que caia chuva e venha o sol sobre o justo e o injusto, não significa que o Senhor compactue com as ações equivocadas do ser humano! Deus chorou a miséria humana neste feriado prolongado! Seu choro foi sentido no Brasil inteiro! As pancadas de chuvas não cessaram. Era o choro de Deus!! Tempo nublado, nuvens carregadas, o aspecto tenebroso ameaçava precipitar as águas de março! Era o choro de Deus!! 

       Mas, foi nesta quarta-feira, quando acordamos, já na cidade, com o cantar dos passarinhos, que percebemos como o sol voltava a brilhar! É lindo a alegria dos céus!! O despertar da esperança da reconciliação! Embora, os homens tenham desistido de Deus, o Senhor não desistiu da humanidade! Ele ama, de verdade, o ser humano! Nesta quarta-feira de cinzas (como denominam) é, para muita gente, um dia de ressaca. Mas, para os que confiam no Senhor é o despontar da alegria Celeste. É Deus demonstrando que continua esperando o arrependimento do homem!

       Só posso concluir que o Deus de misericórdia chorou durante este carnaval, demonstrando sua insatisfação com o abandono que as pessoas fazem dele. Objetivamente, as chuvas que caíram durante o feriado refletiam as "frentes" frias, as instabilidades do tempo no fim de verão. Subjetivamente, porém, compreendemos que Deus chorou. Chorou com o que fazem uns com os outros; chorou a vulgarização dos casamentos; chorou a vulgarização de seu amigo (Abraão); chorou a festa da carne!! 

       Mas, assim, mesmo, ainda há tempo de arrependimento! E, nesta quarta-feira, se alegra com o fim dessa vulgaridade toda. Na, verdade, também, chorei ao ver a tragédia humana!! E, fragilizado, peço a Deus, que conserve a mim e a minha família num viver santo, e, honrando ao Senhor e sua Palavra!! 
      
       Alguns comemoram o crescimento dos evangélicos no Brasil! Entretanto, o crescimento não tem feito o Brasil voltar-se a Deus e Sua Justiça. O que nos resta clamar: “Senhor, tenha misericórdia de seu povo!!!” 

       "Quem é injusto faça injustiça ainda; e quem está sujo suje-se ainda; e quem é justo faça justiça ainda; e quem é santo seja santificado ainda" (Ap. 22.11)

Que Deus nos ajude!

Ev Valter Borges 

Pr AD Thelma 

FONTE: TEOLOGIA E SOCIEDADE

domingo, 6 de março de 2011

TEMOS ALGO A APRENDER COM O CARNAVAL?




Por Hermes C. Fernandes


Seria lícito tomar o desfile do Carnaval como analogia de nossa caminhada cristã? Certamente, a maioria dirá que não. Afinal de contas, o Carnaval é a festa pagã por excelência, onde, além de toda promiscuidade, entidades pagãs são homenageadas.


Eu poderia gastar muitas linhas tecendo críticas justas a esta festa em que tantas famílias são desfeitas, e inúmeras vidas destruídas. Porém hoje, quero pegar a contramão.

Por que será que os cristãos sempre enfatizam os aspectos ruins de qualquer manifestação cultural?

Se vivêssemos nos tempos primitivos da igreja cristã, como reagiríamos ao fato de Paulo tomar as Olimpíadas como analogia da trajetória cristã neste mundo?

Ora, os jogos olímpicos celebravam os deuses do Olimpo. Portanto, era uma festa idólatra. Os atletas competiam nus. Sem contar as orgias que se seguiam às competições. Sinceramente, não saberia dizer qual seria pior, as Olimpíadas ou o Carnaval.

Porém Paulo soube enxergar alguma beleza por trás daquela manifestação cultural. A disposição dos atletas, além do seu preparo e empenho, foram destacados pelo apóstolo como virtudes a serem cultivadas pelos seguidores de Cristo.

E quanto ao Carnaval? Haveria nele alguma beleza, alguma virtude que pudesse ser destacada do meio de tanta licenciosidade? Acredito que sim.

Embora jamais tenha participado, talvez por ter nascido em berço evangélico tradicional, posso enxergar alguma ordem no meio do caos carnavalesco.

Destaco a criatividade dos foliões, principalmente dos carnavalescos na composição das fantasias, dos carros alegóricos, do samba-enredo. Eles buscam a perfeição. Diz-se que o desfile do ano seguinte começa a ser preparado quando termina o Carnaval. É, de fato, um trabalho árduo que demanda muito empenho.

Se houvesse por parte de muitos cristãos uma parcela da dedicação encontrada nos barracões de Escolas de Samba, faríamos um trabalho muito mais elaborado para Deus. Buscaríamos a excelência, em vez de nos contentar com tanta mediocridade.

O desfile começa com a concentração. É ali que é dado o grito de guerra da Escola, seguido pelo aquecimento dos tamborins.

A concentração equivale à congregação. Nosso lugar de culto (comumente chamado de “templo” ou “igreja”) é onde nos concentramos e aquecemos nosso espírito. Porém, a obra acontece lá fora, “na avenida” do mundo.

Gosto quando Paulo fala que somos conduzidos por Cristo em Seu desfile triunfal. O apóstolo compara a marcha cristã pelo mundo às paradas triunfais promovidas pelo império romano. Era um espetáculo cruento, no qual os presos eram expostos publicamente, acorrentados arrastados pelas ruas da cidade. Era assim que Roma exibia sua supremacia, e impunha seu poder. Paulo toma emprestada a figura deste majestoso e horroroso evento para afirmar que Cristo está nos exibindo ao Mundo como aqueles que foram conquistados por Seu amor.

Muitos cristãos acreditam ingenuamente que a guerra se dá na concentração. Por isso, a igreja atual é tão em-si-mesmada, isto é, voltada para dentro de si. Ela passou a ser um fim em si mesmo.

A avenida nos espera!

À frente vai a comissão de frente, seguida pelo carro alegórico abre-alas. Compete aos componentes dessa comissão a primeira impressão.

A comissão de frente da igreja de Cristo é formada pelos que nos precederam, que abriram caminho para as novas gerações. Não podemos permitir que caiam no esquecimento. Também são os missionários, que deixam sua pátria para abrir caminho em outros rincões. Grande é sua responsabilidade, e alto é o preço que se dispõem a pagar para que o Evangelho de Cristo chegue à populações ainda não alcançadas. Paulo fazia parte da comissão de frente da igreja primitiva. Chegamos a esta conclusão quando lemos o que escreveu aos coríntios: “Para anunciar o evangelho nos lugares que estão além de vós, e não em campo de outrem” (2 Co.10:16). Ele preferia pescar em alto mar, e não aquário dos outros.

A Escola de Samba é dividida em alas, cada uma com fantasias e carro alegórico próprios. Porém, o samba-enredo é o mesmo. O que é cantado lá na frente, é sincronicamente cantado na última ala da Escola. A voz do puxador do samba, bem como a batida harmoniosa da bateria, ecoando por toda a avenida, garantem esta sincronia. Não pode haver espaços vazios entre as alas. Há harmonia até nas cores das fantasias. Ninguém entra na avenida vestido como quiser. Imagine se as variadas denominações que compõem o Corpo Místico de Cristo se relacionassem da mesma maneira, respeitando cada uma o espaço da outra, porém dentro de uma evolução harmoniosa. No meio do desfile encontramos o casal de porta-bandeira. Eles exibem orgulhosamente o pavilhão da Escola. Seus gestos e passos são cuidadosamente combinados, para que a bandeira receba as honras devidas.

É triste verificar o quanto a bandeira do Evangelho tem sido chacoalhada, pois os que a deveriam ostentar, são os primeiros a desonrá-la com seu mal testemunho.

Os cristãos primitivos se dispunham a pagar com a própria vida para que seu testemunho de fé fosse validado e o nome de Cristo fosse honrado.

Ao término do desfile chega o momento da dispersão. É hora de partir, levando a certeza de que todos deram o melhor de si. Alguns saem machucados, com os pés sangrando, com as forças exauridas. Mas todos saem alegres, esperançosos de que sua escola seja a campeã. Aprenderam a sublimar a dor enquanto desfilam. Ignoram o cansaço. Vencem os limites do seu corpo. Tudo pela alegria de ver sua escola se sagrando campeã. Mas no fim, chega a hora de tirar a fantasia, descer dos carros alegóricos, cuidar das feridas nos pés. Mesmo assim, ninguém reclama.

Todos estamos a caminho do fim do desfile. O momento da dispersão está chegando, quando deixaremos este corpo, nossa fantasia, e seremos saudados pela Eternidade. Que diremos nesta hora? Não haverá novos desfiles. Terá chegado o fim de nossa trajetória? Não! Será apenas o começo de uma nova fase existencial. Deixaremos nossas fantasias, para nos revestirmos de novas vestes celestiais. Falaremos como Paulo em sua carta de despedida a Timóteo:

“...o tempo da minha partida está próximo. Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda” (2 Tm.4:6b-8).

Aproveitemos os instantes em que estamos na avenida desta vida, celebremos a verdadeira alegria, infelizmente ainda desconhecida por muitos foliões, e que não terminará em cinzas.

* Postado originalmente em 13 de Fevereiro de 2010.



FONTE: HERMES FERNANDES
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Aborto diga não!

Aborto diga não!
1999 - Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

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Fonte:www.apocalink.blogspot.com