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domingo, 29 de janeiro de 2012

A CHOCANTE DIMINUIÇÃO DOS CRISTÃOS NOS ESTADOS UNIDOS

Comentário de Julio Severo: Este artigo, escrito por um evangélico americano, poderá provocar reações de dúvidas em muitos leitores: “Mas os EUA não são a nação mais cristã do mundo? Os EUA não são o país mais evangélico do mundo?” Afirmativamente. Mas a igreja evangélica americana está em crise. Por exemplo, a maior denominação presbiteriana dos EUA (conhecida pela sigla PCUSA) está agora oficialmente ordenando pastores gays e lésbicas. A PCUSA é a mãe da Igreja Presbiteriana do Brasil.
Revoltados com os rumos da PCUSA, presbiterianos representando 500 congregações, conforme relatou o Rev. Augustus Nicodemus em seu blog O Tempora! O Mores!, se reuniram para fundar uma denominação presbiteriana conservadora. 500 é um número grande, mas o total de congregações da PCUSA soma 11.000! Portanto, os dissidentes conservadores são menos de 5% desse total, deixando para a vasta maioria presbiteriana dos EUA os sinais inconfundíveis não de uma apostasia periférica, mas de uma apostasia de proporções colossais.
Com esse quadro apocalíptico diante dos nossos olhos, não é difícil entender no artigo abaixo quando o autor americano menciona evangélicos que falam com “mortos” e creem em reencarnação. Eis o artigo americano:
Nas décadas recentes, a percentagem de cristãos nos Estados Unidos está diminuindo sem parar, principalmente entre os jovens.
Os Estados Unidos foram fundados principalmente por cristãos que estavam buscando escapar de perseguição religiosa. Para esses primeiros colonizadores do que são hoje os Estados Unidos, a fé cristã era o próprio centro de suas vidas, e influenciou profundamente as leis que eles fizeram e as estruturas governamentais que eles estabeleceram.
No mundo inteiro, o Cristianismo é de longe a maior religião. De acordo com o Pew Forum on Religion & Public Life, há atualmente 2,2 bilhões de cristãos no mundo, de modo que tão cedo o Cristianismo não está em perigo de desaparecer. Aliás, em algumas regiões do globo o Cristianismo está experimentando crescimento explosivo.
Mas nos Estados Unidos, o quadro é diferente. As igrejas estão diminuindo, o ceticismo está aumentando e a apatia acerca de questões espirituais parece estar no apogeu de toda a história americana.

De acordo com Dave Olson, diretor de plantio de igrejas da Igreja Evangélica Covenant, somente 18,7 de todos os americanos frequentam regularmente uma igreja.
Mas o que está acontecendo com a fé dos jovens americanos é ainda mais alarmante.
Grande número de jovens americanos que iam a igreja enquanto estavam crescendo estão hoje abandonando as igrejas completamente. Um recente estudo do Grupo Barna descobriu que aproximadamente 60 por cento de todos os cristãos entre as idades de 15 e 29 anos não têm mais nenhum envolvimento com igrejas.
Esses jovens não só abandonaram a igreja, mas também abandonaram todas as formas de espiritualidade cristã.
Uma pesquisa do LifeWay Christian Resources entre jovens deu os seguintes resultados:
* 65% raramente ou nunca oram com outros e 38% quase nunca oram sozinhos.
* 65% raramente vão a reuniões de adoração.
* 67% não leem a Bíblia ou nenhum texto religioso regularmente.
Mas os jovens não estão rejeitando apenas a igreja.
A realidade é que eles estão também rejeitando os princípios fundamentais da fé cristã.
Uma pesquisa conduzida pelo Grupo Barna revelou que menos que 1 por cento de todos os americanos entre as idades de 18 e 23 têm uma cosmovisão cristã.

O Grupo Barna perguntou aos participantes da pesquisa se eles concordavam com as seguintes seis declarações:
1) Crer que existe uma verdade moral absoluta.
2) Crer que a Bíblia é completamente precisa em todos os princípios que ensina.
3) Crer que Satanás é considerado um ser ou força real, não meramente simbólica.
4) Crer que não dá para uma pessoa ir ao Céu tentando ser boa ou fazendo boas obras.
5) Crer que Jesus Cristo viveu uma vida sem pecado na terra.
6) Crer que Deus é o Criador onisciente e onipotente do mundo e que Ele governa o universo hoje.
Menos de 1 por cento dos participantes concordou com todas essas declarações.
Isso é simplesmente assombroso.
Mas não são apenas os jovens que estão rejeitando os princípios fundamentais da fé cristã.
Números ainda maiores de “evangélicos” estão rejeitando esses princípios.
Uma pesquisa revelou que 52 por cento de todos os evangélicos americanos acreditam que “pelo menos algumas religiões não-cristãs podem levar à vida eterna”.
Outra pesquisa revelou que 29 por cento de todos os evangélicos americanos afirmam que já tiveram contatos com os mortos, 23 por cento acreditam em astrologia e 22 por cento creem em reencarnação.
Sem dúvida, o panorama religioso dos Estados Unidos está mudando.
Nas recentes décadas, a frequência à igreja vem diminuindo sem parar, a percentagem de americanos que se consideram cristãos está caindo e o número de pessoas que têm convicções cristãs conservadoras está despencando.
O que tudo isso significará para o futuro dos Estados Unidos?
Tradução e adaptação: www.juliosevero.com

terça-feira, 27 de setembro de 2011

ACHADO MATERIAL DA IGREJA PRIMITIVA COM FACE DE JESUS

Por Marco Antonio L.
Do Daily Mail
DESCOBERTOS LIVROS DE BRONZE PRODUZIDOS POR CRENTES DA IGREJA PRIMITIVA
Achado pode ser uma das maiores descobertas dos últimos tempos, pois traz relato sobre Jesus e primeira representação de seu rosto, antes de 70 d.C. Numa gruta de Saham, Jordânia, localizada em uma colina com vista ao Mar da Galiléia, foram encontrados 70 livros do primeiro século da Era Cristã que, segundo as primeiras avaliações de especialistas, contém as mais antigas representações do Cristianismo.
Os livros têm a peculiaridade de serem gravados em folhas de bronze presas por anéis metálicos. O tamanho das folhas vai de 7,62cm x 50,8cm a 25,4cm x 20,32cm. Em média, cada livro tem entre oito e nove páginas, com imagens na frente e no verso de cada uma delas.
Segundo o jornal britânico "Daily Mail", um dos primeiros a divulgar o achado, 70 códices de bronze foram encontrados entre os anos 2005 e 2007 e as peças estão sendo avaliadas por peritos na Inglaterra e na Suíça.
A cova fica a menos de 160km de Qumran, a zona onde se encontraram os rolos do Mar Morto, uma das maiores evidências da historicidade e da fidedignidade do texto bíblico do Antigo Testamento. Importantes documentos cristãos do mesmo período já haviam sido encontrados na mesma região. No local, teriam se refugiado os primeiros cristãos de Jerusalém no ano 70d.C. durante a destruição da cidade pelas legiões de Tito, que acabaram de forma sangrenta com uma revolução de judeus que queriam a independência.
Segundo o jornal "Daily Mail", os acadêmicos que anunciaram a descoberta estão convencidos da autenticidade dos livros e julgam que é uma descoberta tão importante quanto a dos rolos do Mar Morto em 1947, porque neles há imagens, símbolos e textos que se referem ao Senhor Jesus Cristo e á Sua morte e ressurreição.
David Elkington, especialista britânico em Arqueologia e História Religiosa Antiga, foi um dos poucos que examinaram os livros. Para ele, trata-se de "uma das maiores descobertas da história do Cristianismo".
"É uma coisa de cortar a respiração pensar que nós encontramos esses objetos deixados pelos primeiros santos da Igreja", disse ele.
A História de Simeão
Na época da rebelião judaica, o bispo de Jerusalém era Simeão, irmão de Jesus, que é mencionado nos livros se bronze encontrado. Ele havia sucedido Tiago, também irmão de Cristo, à frente da Igreja de Jerusalém, pois este havia sido martirizado. A Igreja Católica, porém, por não aceitar que Maria teve filhos com José, afirma que os quatro irmãos de Jesus - Tiago, Simeão, José e Judas - eram primos, sendo Simeão, segundo crêem, filho de Cleofás (suposto irmão de José) e de uma irmã de Maria.
Simeão estava com os 120 no cenáculo, que receberam o batismo no Espírito Santo no Dia de Pentecostes (Atos 1 e 2). Diz a tradição cristã que quando o Apóstolo Tiago, cujo ossuário foi encontrado há alguns anos (e cuja inscrição foi finalmente reconhecida, no ano passado, como absolutamente legítima), foi assassinado pelos judeus, alguns dos apóstolos ainda vivos escolheram Simeão como sucessor de Tiago à frente da Igreja de Jerusalém.
Outro detalhe é que os primeiros cristãos em Jerusalém lembravam das palvras de Jesus de que o Templo e Jerusalém seriam destruídos e, mesmo sem saber a data certa, esperavam o desastre a qualquer momento, lembrando constantemente dessa promessa, que se cumpriu no ano 70 d.C. Diz a tradição cristã que Simeão foi informado em uma revelação de que isso aconteceria e, algum tempo antes da investida do exército romano, alertou os crentes em Jerusalém de que deveriam abandonar a cidade sem demora. Simeão, inclusive, conduziu os primeiros cristãos à cidade de Pella, na atual Jordânia, como narra Eusébio de Cesárea, um dos Pais da Igreja, em sua clássica obra "História Eclesiástica", publicada pela CPAD.
Após a destruição do Templo, Simeão voltou com os cristãos a Jerusalém, e se estabeleceram sobre as ruínas. Conta-se que houve muitas conversões de judeus ali após o desastre. Porém, o imperador romano Adriano mandou arrasar os escombros da cidade e seus sucessores pagãos Vespasiano e Domiciano mandaram matar a todos os descendentes de Davi. Simeão fugiu. Mas, durante a perseguição de Trajano, foi crucificado aos 120 anos de idade pelo governador romano Ático.
Ilustração de Cristo
Alguns dos primeiros cristãos judeus diexaram para a posteridade o testemunho de sua fé inscrito nesses livros trabalhados em bronze.
Philip Davies, professor emérito de Estudos Bíblicos da Universidade de Sheffield, disse ser evidente a origem cristã dos livros que incluem um mapa da cidade de Jerusalém. No mapa, é representada o que parece ser a balaustrada do Templo, mencionada nas Escrituras.
"Assim que vi, fiquei estupefato", disse. "O que me impressionou foi ver uma imagem evidentemente cristã. Há uma cruz na frente e, detrás dela, há o que deve ser o sepulcro de Jesus, isto é, uma pequena construção com uma abertura, e mais no fundo ainda os muros de uma cidade. Em outras páginas desses livros, também há representações de muralhas que quase certamente reproduzem as de Jerusalém. E há uma crucifixão cristã acontecendo fora dos muros da cidade", acrescentou.
O descobridor e dono dos códices de bronze é Hassan Saida, um caminhoneiro beduíno que vive na aldeia árabe de Umm Al-Ghanim, Shibli. Ele se negou a vender as peças e só cedeu amostras para que sejam analisadas no exterior. Entrentato, há toda uma disputa pela propriedade e posse dos livros. O dono alega que pertencem à sua família há um século, fato contestado por outros, segundo o jornal britânico "The Telegraph".
O governo jordaniano apóia as investigações porque, segundo Ziad al-Saad, diretor do Departamento Jordaniano de Antiguidades, os códices "realmente se comparam, e até são mais significativos que os rolos do Mar Morto, pois podem constituir a mais importante descoberta na história da Arqueologia". Ziad afirma isso porque enquanto os rolos do Mar Morto foram feitos em pergaminho ou papiro, esses códices estão organizados em formato de livros, uma forma associada com o cristianismo nascente. Porém, é óbvio que os escritos do Mar Morto são de relevância inigualável, já que contém as mais antigas versões dos livros do Antigo Testamento, muitas delas datadas antes de Cristo.
O Rosto de Jesus
Ziad al-Saad acredita que os autores dos livros de bronze foram seguidores de Jesus Cristo que trabalharam poucas décadas após a crucificação, já que o livro tem datação anterior à destruição de Jerusalém no ano 70 d.C., e Cristo foi crucificado no ano 30 d.C. Logo, é possível que pelo menos um dos autores do livro tenha visto Jesus pessoalmente. Portanto, o rosto de Cristo reproduzido nos livros de bronze pode muito bem ser a mais próxima descrição da face de Cristo. Já é, pelo menos, a tentativa de reprodução da face de Jesus Cristo mais antiga e feita por um contemporâneo de Jesus.
As partes escritas estão criptografadas em caracteres hebreus e gregos antigos para serem indecifráveis, segundo o jornal "Daily Mail". Uma das imagens mais impressionantes, e que julga-se ser a reprodução do rosto de Jesus, apresenta um homem jovem, na força da vitalidade, com cabelo solto e cacheado, e levando na cabeça aquilo que parece ser uma coroa de espinhos. É essa a imagem que seria a mais antiga reprodução do rosto de Cristo, feita por alguém que o conheceu ou o viu pessoalmente. A imagem tem relevo, dando a impressão tridimensional de uma cabeça humana, que um lado é apresentada pela frente e do outro por trás. Em volta dos dois lados há inscrições criptografadas, mas uma parece conter as palavras "Salvador de Israel", uma das poucas inscrições até agora decifradas.
Uma palmeira parece simbolizar a Casa de Davi (a Casa Real de Israel de quem Jesus era descendente) acompanhada por linhas que formam cruzes. Sucessivas estrelas representariam a Árvore de Jessé, ou seja, a árvore genealógica de Cristo.
A Dra. Margaret Barker, ex-presidente da Sociedade de Estudos sobre o Antigo Testamento, apontou que o judaísmo proíbe as imagens com feições humanas. Os livros, portanto, só poderiam ser de cristãos. David Feather, especialista em metalurgia e nos rolos do Mar Morto, propôs que amostras dos livros fossem examinadas pela Universidade de Oxford, o que aconteceu. As amostras também foram analisadas pelo Swiss National Materials Laboratory, de Dubendorf, Suíça. Os resultados dos dois laboratórios concordam que a época de fabricação dos livros metálicos remonta ao período romano, provavelmente antes do ano 70 d.C., e foram trabalhados na área do Mediterrâneo. Uma peça de couro encontrada junto com os livros metálicos foi submetida aos testes de datação de carbono, que apontaram uma idade pouco menos de 2 mil anos. Dessa maneira, viriam de uma época muito vizinha à do ministério terreno de Jesus.

domingo, 9 de janeiro de 2011

SEIS TENDÊNCIAS DO CRISTIANISMO NOS EUA

       O instituto Barna Group publicou há poucos dias o resumo das principais pesquisas realizadas pela instituição nos Estados Unidos durante o ano de 2010. O resultado fornece um retrato de como o ambiente religioso nos Estados Unidos está se transformando em algo novo e também perigoso.
       A matéria fornece seis tendências principais. Vejamos:
       1. A Igreja Cristã está se tornando menos alfabetizada teologicamente

       As pesquisas apontaram que o que costumavam ser verdades básicas e universalmente conhecidas sobre o cristianismo, são agora mistérios desconhecidos para uma grande e crescente parte de norte-americanos. Os estudos revelaram que enquanto a maioria das pessoas consideram a Páscoa como um feriado religioso, apenas uma minoria de adultos a associam com a ressurreição de Jesus Cristo. Outros exemplos, relata a matéria, incluem a constatação de que poucos adultos acreditam que sua fé é para ser o ponto focal de sua vida ou ser integrados em todos os aspectos da sua existência. Além disso, uma crescente maioria acredita que o Espírito Santo é um símbolo da presença de Deus ou do poder, mas não é uma entidade viva. A teologia livre para todos que está invadindo as igrejas protestantes em todo o país sugere que a próxima década será um momento de diversidade teológica incomparável e inconsistência.

       2. Os cristãos estão se tornando mais isolados dos não-cristãos

       Os cristãos estão cada vez mais espiritualmente isolados dos não-cristãos do que era há uma década. Exemplos dessa tendência incluem o fato de que menos de um terço dos cristãos tem convidado qualquer pessoa para se juntar a eles em um evento da igreja durante a época da Páscoa. Os adolescentes são menos inclinados a discutir o cristianismo com seus amigos do que acontecia no passado.
       3. Um número crescente de pessoas estão menos interessadas em princípios espirituais e desejosos de aprender mais soluções pragmáticas para a vida.
       Quando perguntado o que mais importa, os adolescentes norte-americanos disseram priorizar a educação, carreira, amizades e viagens. A fé é importante para eles, mas é preciso primeiro um conjunto de realizações de vida. Entre os adultos, as áreas de importância crescente são o conforto, estilo de vida, sucesso e realizações pessoais. Essas dimensões têm aumentado à custa do investimento em fé e família. O ritmo corrido da sociedade deixa as pessoas com pouco tempo para reflexão. O pensamento profundo que ocorre normalmente refere-se a interesses econômicos. As práticas espirituais como a contemplação, solidão, silêncio e simplicidade são raras. (É irônico que os mais de quatro em cada cinco adultos dizem viver uma vida simples.
       4. Entre os cristãos, o interesse em participar da ação da comunidade é cada vez maior
       Os cristãos estão mais abertos e mais envolvidos em atividades de serviço comunitário do que no passado recente. No entanto, conforme alerta a matéria, apesar dessa tendência, as igrejas correm o risco desse engajamento diminuir, a menos que abracem uma base espiritual muito forte para tal serviço, e não por estímulo momentâneo.
       5. A insistência pós-moderna de tolerância é de conquistar a Igreja Cristã
       O analfabetismo bíblico e a falta de confiança espiritual fez com que os americanos evitassem escolhas baseadas na exigências bíblicas, com medo de serem rotulados de julgadores (ou preconceituosos). O resultado é uma Igreja que se tornou tolerante com uma vasta gama de comportamentos moralmente e espiritualmente duvidosos. A idéia de amor foi redefinido para significar a ausência de conflito e confronto, como se não existem absolutos morais que vale a pena lutar. Isso não pode ser surpreendente em uma Igreja na qual uma minoria acredita que existe uma moral absoluta ditada pelas escrituras.
       6. A influência do cristianismo na cultura e na vida individual é praticamente invisível
       O cristianismo é sem dúvida a cosmovisão que mais influenciou a cultura americana do que qualquer outra religião, filosofia ou ideologia. No entanto, isso não tem corrido nos últimos tempos.
       Comentário de Valmir N. Milomen:
       Acredito que essas “tendências” não são novidades. Já que há muito tempo temos falado sobre esses temas aqui no blog, sobre a influência da pós-modernidade na igreja cristã. De qualquer forma, as pesquisas servem como alerta para os cristãos, tanto dos Estados Unidos como do Brasil.

       “E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” ( Rm 12:2 )
***
       Valmir Nascimento Milomen, no blog Como Viveremos, com informaçoes do Barna Group
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Aborto diga não!

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1999 - Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal.

Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX).

Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença".

Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias.

Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

Fonte:www.apocalink.blogspot.com