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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

GANÂNCIA DAS GRANDES EMPRESAS FARMACÊUTICAS ESTÁ MATANDO DEZENAS DE MILHARES DE PESSOAS NO MUNDO INTEIRO: PACIENTES SÃO EXAGERADAMENTE MEDICADOS E MUITAS VEZES RECEBEM DROGAS LUCRATIVAS QUE TÊM POUCOS BENEFÍCIOS COMPROVADOS



Anna Hodgekiss e Ben Spencer
 Sir Richard Thompson
O ex-médico da rainha da Inglaterra pediu uma urgente investigação pública das práticas “sombrias” das empresas farmacêuticas.
Sir Richard Thompson, ex-presidente da Sociedade Real de Médicos da Inglaterra [equivalente ao Conselho Federal de Medicina do Brasil] e médico pessoal da rainha da Inglaterra por 21 anos, alertou que muitos medicamentos são menos eficientes do que se pensa.
O médico faz parte de um grupo de seis eminentes médicos que hoje está avisando acerca da influência das empresas farmacêuticas na prescrição de drogas.
Os especialistas, liderados pelo Dr. Aseem Malhotra, cardiologista do Serviço Nacional de Saúde da Inglaterra, afirmam que um grande número de pacientes recebe drogas inúteis — e muitas vezes prejudiciais — que eles não precisam.
Eles argumentam que as empresas farmacêuticas estão desenvolvendo medicamentos para dar lucro, em vez de terem probabilidade de dar benefício.
E eles acusam o Serviço Nacional de Saúde de cometer irresponsabilidade ao não enfrentar os gigantes farmacêuticos.
Sir Richard disse: “Chegou a hora de uma investigação total e pública do modo como se obtém e revela a evidência da eficácia das drogas.”
Escrevendo para o MailOnline, o Dr. Malhotra diz que conflitos comerciais de interesse estão contribuindo para uma “epidemia de médicos mal-informados e pacientes desinformados na Inglaterra e outros países.
Além disso, ele acrescenta que o Serviço Nacional de Saúde está dando “tratamento exagerado” para seus pacientes, e afirmou que os efeitos colaterais de medicação excessiva estão levando a inúmeras mortes.
O Dr. Malhotra disse: “Não há dúvida de que uma cultura de ‘mais remédio é melhor’ está no coração do sistema de saúde, agravada por incentivos financeiros dentro do sistema para prescrever mais drogas e realizar mais procedimentos.”
Ele acusou as empresas farmacêuticas de “se aproveitarem do sistema” gastando em comercialização o dobro do que gastam em pesquisas.
O Dr. Malhotra diz que as drogas de prescrição muitas vezes fazem mais mal do que bem.
E nos EUA, estima-se que um terço de toda a atividade do sistema de saúde não traz nenhum benefício aos pacientes.
Essa estatística foi apoiada também por uma afirmação feita pela  
Dra. Marcia Angell, ex-editora do New England Journal of Medicine (Revista de Medicina da Nova Inglaterra).
Numa palestra dada na Universidade de Montana, em 2009, ela revelou que das 667 novas drogas aprovadas pela FDA nos EUA entre 2000 e 2007, só 11 por cento eram consideradas inovadoras ou melhorias de medicamentos existentes.
E três quartos eram essencialmente apenas cópias dos medicamentos antigos.
Considerando o fato de que a principal responsabilidade das empresas farmacêuticas é dar lucro para os acionistas — em vez de dar saúde para os pacientes —, isso está longe de causar surpresa.
Uma pessoa que tem sido franca sobre os perigos da medicação moderna é Peter Gotzsche, professor de projeto e análise de pesquisas na Universidade de Copenhague.
Ele estima que as drogas de prescrição sejam a terceira causa mais comum de morte depois de doenças do coração e câncer.
O problema com a administração de medicação excessiva é que quanto mais drogas você toma, mais probabilidade há de que você experimentará efeitos colaterais que são interpretados incorretamente por um médico ou enfermeira como sintoma de doença que precisa ser tratada com medicamentos adicionais.
Entre 2007 e 2012 a maioria das dez maiores empresas farmacêuticas pagou multas consideráveis por contravenções que incluíam comercializar drogas por usos fora do rótulo, interpretação incorreta dos resultados de pesquisa e esconder dados sobre malefícios.
Mas se tais multas funcionam como um impedimento é algo controverso quando a obtenção de lucro é o motivador principal.
Em 2012 a empresa GlaxoSmithKline recebeu uma multa de 3 bilhões de dólares — o maior acordo de fraude da história dos EUA — por comercializar ilegalmente drogas que incluíam um antidepressivo, uma droga de diabete e outra para epilepsia.
Mas no período coberto pelo acordo, essa empresa contabilizou lucros de mais de 25 bilhões pela venda dessas drogas.
As revistas médicas e os meios de comunicação podem também ser manipulados para servir não só aos meios comercializadores da indústria farmacêutica, mas também ser cúmplices em silenciar os que pedem maior transparência e análises mais independentes dos dados científicos.
Pouco mais de 10 anos atrás, John Ioannidis, professor de medicina e políticas de saúde na Universidade de Stanford, publicou um documento histórico explicando por que a maioria das pesquisas médicas que são publicadas provavelmente é falsa.
Ele chegou ao ponto de afirmar que “quanto maiores são os interesses financeiros em determinada área, menos probabilidade há de que os resultados das pesquisas serão verdadeiros.”
A ciência médica está voltando às trevas.
E a luz do sol será seu único desinfetante.
Leitura recomendada:

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

TRÊS EVIDÊNCIAS DE QUE O ZIKA VÍRUS É UMA “OPERAÇÃO PANDEMIA” MIDIÁTICA



FONTE:http://apocalink.com.br/?p=13678
Fica cada vez mais evidente que a grande mídia possui uma pauta pré-estabelecida e que ciclicamente ela é “enriquecida” com a, por assim dizer, “Pandemia da Temporada”: SARS, Gripe Aviária, Gripe Suína, Ebola… e agora a pandemia Zika. Com o terrível surto de casos de nascimentos de bebês com microcefalia. Apesar de estudos científicos contrários, a mídia e Governo se apressam em estabelecer ligação inequívoca entre o zika e os casos de má formação. Evidências contrárias são imediatamente rotuladas como “teorias conspiratórias” diante da inquestionável “emergência sanitária internacional”. A Crise Zika seria mais uma “Operação Pandemia” midiática? O objetivo dessa suposta operação seria esconder da opinião pública três outros fatos envolvidos na Crise Zika: o uso intensivo de pesticidas, a vacina TdaP e mosquitos geneticamente modificados.
Desde que o ano iniciou, o jornalismo da grande mídia brasileira parece engessado em uma pauta recorrente de cabo a rabo da sua programação diária: no Brasil, Operação Lava-Jato, corrupção e crise econômica; no Exterior, a catástrofe econômica da Venezuela (que substitui a da Argentina, agora supostamente rediviva após a vitória de Macri), o combate anti-terrorismo e a crise dos refugiados na Europa – o que para a pauta “investigativa” dos correspondentes no velho continente, sempre apressados em buscar “conexões”, terroristas e refugiados quase sempre são a mesma coisa.
Uma pauta pré-estabelecida e urgente, que obriga os jornalistas a correrem atrás de notícias que a alimente. Na pressa ocorrem as inevitáveis “barrigas” como a mais recente: portais brasileiros (UOL, VOX Internacional etc.) noticiaram uma suposta declaração da ministra da Saúde da Venezuela de que as pastas de dentes estariam faltando no país devido ao insistente hábito da população de escovar os dentes três vezes ao dia.

Na verdade a “notícia” partiu de um site de humor venezuelano, que estressados jornalistas brasileiros leram como verdadeira pela imperiosa necessidade diária de alimentar a pauta e agradar seus editores-chefes.
Mas essa pauta engessada é também “enriquecida” por um tema que periodicamente visita as reuniões dos editores-chefes em seus “aquários”: a Pandemia da Temporada.

As pandemias de cada temporada

Só nesse século, as redações da grande mídia já foram visitadas pela SARS (Severe Acute Respiratory Syndrome) que ameaçou espalhar-se da China para o mundo entre 2002 e 2003; a Gripe Aviária, onde novamente um surto asiático ameaçava espalhar-se para o mundo (2005); Gripe Suína, onde médicos midiáticos viravam do avesso na TV para tentar diferenciar dos sintomas de uma gripe comum (2009); Ebola, dessa vez a África ameaçando o mundo (2014); e agora o Zika Vírus.
Em todas essas pandemias, a OMS (Organização Mundial de Saúde) se apressa em decretar “emergência sanitária internacional” e a grande mídia em fazer previsões sobre milhões de vítimas potenciais aguardadas em poucos meses.
Por exemplo, o jornal Folha de São Paulo em 2009 antecipou-se em seu espírito patriótico de alertar a nação e, na primeira página, estampou números alarmantes – 53 milhões de brasileiros seriam atingidos pela gripe suína em dois meses, com 4,4 milhões hospitalizados. Nada disso se realizou.

De onde jornalistas tiram notícias?

Mas os jornalistas não tiram isso das suas cabeças estressadas: baseiam-se em digestos de revistas científicas sobre pesquisas em andamento e modelos matemáticos usados por ministérios da Saúde. Eliminam o contraditório, extrapolam os números, destacam números relativos e ignoram os absolutos e temos a Pandemia da Temporada.

Um exemplo é como a cada final de semana, jornais e revistas alertam os incautos leitores sobre a descoberta de novas “doenças”. Em 20/08/2006 a Folha colocou na primeira página da edição de domingo “Pesquisa liga vírus a obesidade” – a obesidade poderia ser também contagiosa! No meio do texto explicava-se que as pesquisas nos EUA “não eram conclusivas”. Mesmo assim mereceu primeira página e nada mais se falou a respeito.
Diante desse modus operandi midiático, fica difícil não ficar com um pé atrás diante de mais esse fenômeno de “urgência sanitária internacional” alertado pela grande mídia, dessa vez sobre o zika vírus.
O que chama a atenção é como a grande mídia e o Ministério da Saúde rapidamente estão confirmando a associação entre o aumento de casos de microcefalia com o zika. Um vírus que existe desde antes de 1948 e que nunca foram relatadas quaisquer conexões com nascimentos e mortes. O histórico do efeito do vírus é que uma em cada cinco pessoas sempre apresentaram leves sintomas de gripe comum.
O fato é que desde novembro de 2015, 4.000 bebês nasceram com microcefalia no Brasil, país que normalmente apresenta 150 casos dessa má-formação em cada ano. Assombroso aumento de 13 mil por cento. Rapidamente culpa-se a zika vírus transmitido pelo Aedes Aegypti, espécie dominante no mundo dos mosquitos.
Médicos e repórteres investigativos independentes como Jim Stone, Dr. Kathy J. Forti, Jim West e Jon Rappoport, além de artigo na revista científica Nature dos pesquisadores Ieda Orioli e Jorge Lopez-Camelo vêm questionando essa conexão – diagnósticos errados e o impacto midiático poderiam ter aumentado a atenção ao problema de má formação – clique aqui. Previsivelmente, são contestados por órgãos internacionais e governo brasileiro e ganham pouquíssimo espaço nos veículos noticiosos.
Abaixo três evidências apontados pelos autores acima, levantando suspeitas de que poderíamos estar diante de mais uma “Operação Pandemia” com o objetivo de esconder efeitos perversos de vacinas, interesses de grandes laboratórios e políticas de controle populacional em países emergentes – sempre tendo em vista que os setores de armamentos, farmacêutica e tabaco são os que mais investem em táticas de agenda setting para pautar a mídia mundial.

1. Uso de pesticidas no Brasil

Apontado como centro da crise zika (o zika teria chegado ao país com turistas asiáticos na Copa de 2014 – sempre os asiáticos…), o País usa mais pesticidas do que qualquer nação do planeta. Muitos deles proibidos em 22 outros países. Aqui está um trecho de um artigo da Environmental Health Perspectives de 01/07/2011 Urinary Biomarkers of Prenatal Atrazine Exposure:
A presença versus ausência de níveis quantificáveis do pesticida atrazine ou um metabólito atrazine específico foi associado à restrição do crescimento fetal… e redução do perímetro cefálico… O perímetro cefálico foi também associado à presença do herbicida metolacloro”.
Atrazina e metolacloro são ambos usados no Brasil.

2. A vacina TdaP
No final de 2014 o ministro da Saúde anunciou que a vacina TdaP (contra coqueluche acelular reduzida, tétano e difteria toxicoide) em gestantes seria obrigatória a partir de 2015.
Em 2011 o CDC (Centro de Controle de Doenças) não conseguiu provar que o uso da vacina era seguro durante a gravidez. Na verdade, a TdaP é classificada pela FDA como droga de Classe C, indicando que não é uma escolha segura durante a gravidez como informa o National Vaccine Information Center: testes adequados ainda não teriam sido feitos com humanos para demonstrar a segurança em mulheres grávidas e nem totalmente avaliados os efeitos adversos potenciais genotóxicos.
O que nos leva a Bill Gates, conhecido como um entusiasta das vacinas, eugenia e controle populacional seletivo. Em 2015 a Fundação Bill & Melinda Gates doou 307 mil dólares para o Programa de Pesquisa de Vacinas Vanderbilt para estudar a resposta das mulheres grávidas ao TdaP. Mas não houve nenhum dado publicado dessa suposta pesquisa.
O aumento de casos de microcefalia no momento em que a TdaP foi implementada em mulheres gravidas brasileiras será mera coincidência? As consequências dessa vacina estariam sendo varridas para debaixo do tapete da “Operação Pandemia”? E agora laboratórios dos EUA estão implementando estudos para o desenvolvimento de uma vacina para o zika. Mais vacinas lucrativas? Laboratórios criam primeiro a doença para depois venderem a cura?
 3. Mosquitos geneticamente modificados
Em parceria com municípios brasileiros, a empresa britânica Oxitec, com unidade em Campinas/SP (Mais uma vez, financiada pelo eugenista Bill Gates), vem desenvolvendo pesquisa com mosquitos geneticamente modificados para combater a dengue.
A hipótese científica: mosquitos transgênicos que, quando cruzam com as fêmeas selvagens, geram descendentes que morrem antes de chegar à fase adulta, diminuindo, portanto, a população de insetos adultos. Esses insetos geneticamente modificados não picam, não colocam ovos e nem transmitem a doença.
Em abril do ano passado a Oxitec recebeu aprovação da CNTBios do Ministério da Ciência e Tecnologia brasileiro para a liberação comercial dos mosquitos geneticamente modificados.
Os testes começaram em 2011 em Juazeiro/Bahia e em 2015 se estenderam para Piracicaba/SP.
O Dr. Kathy Forti e outros investigadores rotulados como “teóricos da conspiração” acusam que por trás dessas pesquisas não há ciência, apenas “garantias tranquilizadoras”. Não haveria nenhuma maneira de dizer que elementos tóxicos esses mosquitos transgênicos poderiam estar abrigando, além daqueles que os pesquisadores da Oxitec afirmam.
Suspeitam que em vez de neutralizar a potencialidade nociva do mosquito transmissor da dengue, essa mutação genética traria novas doenças para os brasileiros.

Forti é mais enfático: notoriamente adepto das vacinações forçadas e controle populacional seletivo, Bill Gates teria a realização do seu projeto que vem trabalhando desde 2003 – mosquitos geneticamente modificados produziriam a necessidade de vacinas uma vez libertados no ambiente. Gates é um forte defensor da tese do controle populacional através de vacinação em massa como solução para as pandemias – leia “With Vaccines, Bill Gates Changes The World Again” in Forbes 02/11/2011.
Sem falar que toda essa experimentação em larga escala ocorreria em grandes populações que sequer foram consultadas. Tudo sendo feito através do governo e editais corporativos. “Experimentação humana em larga escala”, acusa também Jon Rappoport da Activist Postclique aqui.

Operação Pandemia

Todas essas suspeitas são reforçadas pelo documentário da TV espanhola Operação Pandemia (2009) que na oportunidade apontava uma estranha “coincidência”: por trás do processo de produção da vacina Tamiflu para combater a pandemia da gripe suína (que nunca aconteceu) estava Donald Rumfeld, que foi secretário de Estado da Defesa do governo Bush, membro da direção da Biofarmacêutica Gilead Science (detentora da patente do Tamiflu) desde 1968 e que se tornou presidente da companhia ao fazer um acordo com a Roche para fabricar e distribuir a vacina até 2016. Ao lado da histeria midiática da suposta pandemia da gripe suína, o Tamiflu era apontado como a única cura para o vírus H1N1 – assista ao vídeo abaixo e reflita.
Não esqueçamos que os Jogos Olímpicos do Rio estão chegando. Há vários cenários possíveis que poderiam ser criados para serem exibidos a uma audiência de TV global atemorizada. O zika vírus como uma pandemia mundial e uma vacina magicamente descoberta no auge da crise sendo produzida às pressas.
O medo induz à conformidade cega a ordens médicas e governamentais com uma gigantesca estrutura de companhias biofarmacêuticas por trás. Um vírus transformado em micro-terrorista, personagem perfeito para a atual pauta da grande mídia – a ameaça constante do terrorismo e de refugiados sujos, feios e malvados.
FONTE:http://apocalink.com.br/?p=13678

terça-feira, 17 de abril de 2012

INFLUENZA A H1N1 PRIMEIRO CASO CONFIRMADO EM MACAPA


FONTE: ALCINEIA
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), através da Coordenadoria de Vigilância em Saúde (CVS) e Divisão de Epidemiologia do Estado, divulgou por nota a confirmação do primeiro caso de influenza A (H1N1) na Capital. O paciente foi uma criança de cinco anos atendida no Pronto Atendimento Infantil (PAI). Assim que foi confirmado o fato, técnicos da Divisão Epidemiológica tomaram todas as precauções, bem como, o monitoramento do paciente e de seus familiares.
O paciente queixava-se de febre, tosse, calafrio, dor de garganta, dores nas articulações, musculares, conjuntivite, coriza, dor de cabeça, dor ao redor dos olhos. Os sintomas iniciaram-se no dia 31 de março, e em 04 de abril a criança recebeu atendimento no Pronto Atendimento Infantil, depois foi transferida para o Hospital da Criança e do Adolescente (HCA), por apresentar sintomas de Influenza A (H1N1).
Assim que houve a suspeita da Influenza A, a criança foi isolada e submetida aos exames que foram encaminhados para o Instituto Evandro Chagas, sendo confirmado pelo Instituto a Influenza A/H1 Linhagem suína, no dia 12 de abril.
“Antes mesmo dos resultados, a criança passou por tratamento e já se encontra em casa e passa bem”, comenta o chefe da Divisão Epidemiológica, Patrício Almeida.
O H1N1 é como uma virose comum hoje em dia, porém sofre mutações constantes, por isso o cuidado em registrar todos os casos da doença, para que sejam submetidos a estudos nos Institutos competentes, com objetivo de aprimorar as próximas vacinas.
Patrício explica, ainda, que o Ministério da Saúde irá intensificar a campanha nacional contra a Influenza A no próximo mês.
“A campanha acontecerá no período de 05 a 25 de maio. Serão imunizadas crianças de 6 meses a menor de 2 anos, gestantes, idosos a partir de 60 anos, profissionais de saúde e população indígena. Mas algumas atitudes podem prevenir a pessoa contra a gripe como: cobrir a boca ao espirrar, lavar as mãos com água e sabão, evitar contatos com pessoas gripadas, usar lenços descartáveis e antissépticos ou mesmo o álcool, entre outros hábitos de higiene saudáveis, além de uma boa alimentação”.
Para o secretário de Estado da Saúde, Lineu Facundes, a população deve ficar tranquila, pois toda a rede de saúde está acionada para os eventuais casos de influenza A.
“A rede de serviços de saúde está preparada para identificar precocemente os casos e realizar o tratamento com as medicações devidas, pois as temos em estoque na Central de Medicamente”, concluiu.
(Alieneu Pinheiro/Sesa)


FONTE: ALCINEIA
SE VOCÊ TOMOU OU ESTÁ PENSANDO EM TOMAR A VACINA ASSISTA A REPORTAGEM ABAIXO
LEIA TAMBÉM:
A FARSA DA H1N1
O CONTO DA VACINA SUÍNA
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Aborto diga não!

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1999 - Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal.

Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX).

Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença".

Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias.

Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

Fonte:www.apocalink.blogspot.com