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domingo, 31 de agosto de 2014

APÓS PRESSÃO DO PÚBLICO EVANGÉLICO, MARINA SILVA EXCLUI CASAMENTO GAY E CRIMINALIZAÇÃO DA HOMOFOBIA DE SEU PLANO DE GOVERNO

Roldão ArrudaO Estado de S.Paulo
Comentário de Julio Severo: Depois que repostei ontem artigo da mídia secular (http://bit.ly/1rFcmOw) em que Jean Wyllys louva o programa de governo de Marina, muitos internautas se queixaram: “Não pode ser! Isso não é verdade! Você está mentindo.” Sim, é verdade. A matéria do Estadão que estou publicando agora mostra que Marina mandou remover o trecho sobre “LGBT” somente DEPOIS de sentir a pressão do púbico. O mesmo fenômeno ocorreu na eleição presidencial de 2010. Quando Dilma sentiu a pressão pró-vida e pró-família da população evangélica e católica, ela mudou o discurso. Da noite para o dia a petista pró-aborto se transformou em devota católica pró-vida! Mudança em época de eleição SEMPRE é presságio de futuras decepções. Não foi diferente com Dilma. Por que seria diferente com Marina, que vem da mesma base? O escritor russo Fyodor Dostoevsky disse: “O socialista que é cristão deve ser mais temido do que o socialista que é ateu.” Ele temeria mais uma Dilma ateia do que uma Marina evangélica? Uma coisa é clara: Marina leu o programa de governo dela antes do povo. Por que ela esperou a reação do público evangélico para mudar? Falta-lhe valores para tomar atitudes coerentes com o Evangelho sem precisar da nossa pressão? O Estadão só não mencionou que Marina alterou a seguinte declaração: “precisamos superar o fundamentalismo incrustado no Legislativo e nos diversos aparelhos estatais, que condenam o processo de reconhecimento dos direitos LGBT e interferem nele.” “Fundamentalismo” é o termo que a esquerda em geral e o movimento homossexual usam para designar os cristãos e seus esforços pró-família. Por ora, depois da reação evangélica, esse ranço anticonservador foi removido. Eis o artigo do Estadão:

Comitê da candidata do PSB à Presidência afirma ter havido ‘falha processual na editoração’ do programa lançado e divulga ‘errata’.
Decorridas menos de 24 horas do lançamento oficial de seu programa de governo, a candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, emitiu nota oficial para retificar o que havia prometido em relação à defesa dos direitos da população homossexual.
Alegando "falha processual na editoração do texto" divulgado, ela recuou em relação aos pontos mais polêmicos e rejeitados pelos pastores de denominações evangélicas, onde se abriga parte considerável de seu eleitorado.
Ontem, após a divulgação do programa, ao mesmo tempo que as redes sociais registravam manifestações de apoio da comunidade LGBT, pastores e políticos da bancada evangélica disparavam críticas, insinuando que Marina perderia o apoio do eleitorado de suas igrejas.
Um dos pontos que mais deixam evidente o recuo da candidata, que pertence à igreja Assembleia de Deus, é a supressão da promessa de "articular no Legislativo a votação da PLC 122". O objetivo desse projeto de lei, que tramita desde 2006, é equiparar o crime de homofobia ao racismo, com a aplicação das mesmas penas previstas em lei.
Desde que surgiu, ele tem sido combatido pela bancada evangélica, com o argumento de que pastores que atacarem a homofobia em seus programas de rádio e TV também poderão criminalizados, o que seria uma restrição do ponto de vista da liberdade religiosa.
Outro recuo dos mais notáveis se refere à união entre pessoas do mesmo sexo. Na versão original, Marina prometeu "apoiar propostas em defesa do casamento civil e igualitária com vistas à aprovação dos projetos de lei e da emenda constitucional em tramitação, que garantem o direito ao casamento igualitário na Constituição e no Código Civil". Na proposta modificada, ela diz que vai "garantir os direitos oriundos da união civil entre pessoas do mesmo sexo".
Em outras palavras, ela vai se limitar a cumprir determinações legais já existentes, que surgiram do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que reconhecem a união civil entre pessoas do mesmo sexo e obriga os cartórios a registrar essas uniões. A promessa, portanto, apenas informa que a determinação do Supremo será cumprida. O que os gays reivindicam é uma lei que garanta o direito à união na Constituição. Isso os deixaria livres de mudanças nas interpretações do STF e do CNJ. Em outras palavras, teriam mais segurança.
Kit escolar. Marina se igualou à atual presidente Dilma Rousseff ao suprimir do programa a promessa de "desenvolver material didático destinado a conscientizar sobre a diversidade de orientação sexual e as novas formas de família".
Em 2011, pressionada pela bancada evangélica no Congresso, Dilma interrompeu a distribuição de material didático que se destinava justamente a combater a intolerância nas escolas, afirmando que seu governo não faria divulgação de nenhum tipo de orientação sexual. De la cá para cá, Dilma tem sido duramente criticada pela comunidade LGBT por essa decisão. Na sexta-feira, com a divulgação de seu programa, Marina ganhou elogios de quase toda a comunidade, que voltou a se lembrar da atitude de Dilma.
O terceiro ponto mais notável é o que trata da aprovação do Projeto de Lei da Identidade de Gênero Brasileira, mais conhecida como Lei João Nery. Seu objetivo é regulamentar o direito à troca de nomes de transexuais e travestis, dispensando a enorme burocracia que são obrigados a enfrentar hoje. Marina havia prometido mobilizar a bancada de governo no apoio à lei. No texto divulgado ontem, ela suprimiu a intenção de trabalhar pela aprovação.
Fonte: Estadão

Divulgação: www.juliosevero.com

sábado, 20 de julho de 2013

FUNDADORES DO PARTIDO DE MARINA SILVA APOIAM ABORTO, MACHONHA E "CASAMENTO GAY"

Julio Severo
De acordo com reportagem do GospelPrime, 70% dos fundadores da Rede de Sustentabilidade são a favor da união civil entre homossexuais, do aborto e da legalização da maconha. A Rede Sustentabilidade é o partido de Marina Silva, membro da Assembleia de Deus em Brasília.
Marina comentou sobre aborto, maconha e “casamento” gay na quarta-feira (17 de julho) ao participar de um debate em São Paulo.
“A Rede tem mais ou menos 350 fundadores, eu posso te dizer que pelo menos 70% deles são a favor dessas bandeiras que estão aqui. A favor literalmente falando,” disse a assembleiana progressista, não mostrando constrangimento pela maioria de seus apoiadores que têm posições anticristãs.
Os restantes 30% dos fundadores do partido de Marina, supostamente contrários às bandeiras radicais da maioria, são provavelmente o resultado de uma intensa campanha por parte de alguns líderes evangélicos que, mesmo contrariando o bom senso, acreditam que Marina é uma pessoa indicada por Deus para ocupar a presidência do Brasil.
Valnice Milhomens é uma das que estão empenhadas nessa visão. Ela acredita que uma visão recebida por seu grupo é evidência de que Marina é a escolhida de Deus. Então, como Abraão fez com Hagar, ela vai trabalhar para que essa visão se cumpra.

Valnice e Ana Paula Valadão com retrato de Marina
Em recente visita a Dilma Rousseff com cantoras gospel, Valnice posou ao lado do retrato de Marina. Ao lado, estava Ana Paula Valadão, uma das muitas pessoas evangélicas que Valnice espera arrastar para sua visão de Marina como presidente.
Se não fosse a atuação de Valnice e líderes evangélicos da Teologia da Missão Integral, a Rede Sustentabilidade não teria nem mesmo uma minoria diferente da maioria esmagadora que é a favor da cultura da morte. Essa minoria foi conquistada suadamente à custa de muitas assinaturas de evangélicos.
Valnice e outros esperam, com suas visões equivocadas, mudar o Brasil, mas nem conseguiram mudar o partido de Marina.
Aliás, nem conseguiram mudar Marina, que além de Valnice, tem como assessores espirituais Caio Fábio e Leonardo Boff (http://youtu.be/ZGvsIXajiVs).
Marina também é conhecida por ficar em cima do muro nas questões importantes defendidas pelos fundadores de seu partido. Ela tem mostrado apoio cada vez maior ao “casamento” gay e tem sido ambígua sobre o aborto. Ela jamais aceitaria um plebiscito para decidir o destino da Amazônia e das florestas brasileiras, porque ela julga a vida ecológica como de suprema importância e acima das decisões do povo.
Mas, na visão dela, a vida de um bebê em gestação pode se decidida no voto popular. E o que o povo decidir, ela “respeitará.” Ela só não coloca a vida ecológica na mesma balança porque, sendo um ativista ambientalista há anos, se o povo decidir contra os interesses ambientalistas dela, ela não respeitará.
Tendo Boff e Caio Fábio como orientadores, dificilmente Marina vá mudar. Ou, dificilmente ela mesma queira mudar.
Contudo, se Valnice e outros se esforçarem muito, colhendo assinaturas nos templos evangélicos e usando o púlpito para fazer propaganda pró-Marina, talvez consigam fazer crescer a minoria evangélica na Rede Sustentabilidade. Mesmo assim, isso não é garantia de que Marina vá mudar suas posições progressistas e intenções não declaradas.
O exemplo de Abraão com Hagar está na Bíblia para todos verem e aprenderem.
Quem não tem paciência para esperar o Isaque de Deus, acaba trabalhando com Hagar.
Com a impaciência de alguns líderes evangélicos, o Brasil pode acabar ganhando uma Ismaela na presidência, que, a semelhança da terrorista que hoje é prezidenta, também terá políticas hostis para com Israel.
Leitura recomendada:


terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

MARINA SILVA AMARELA EM QUESTÃO DE “CASAMENTO” GAY COBRADA POR JEAN WYLLYS



Julio Severo
A eleição presidencial de 2014 nem começou, e os embates políticos estão pegando fogo. Vários sites noticiosos, inclusive o Portal RIUS, destacaram o apoio velado de Marina Silva ao chamado “casamento” gay no último final de semana.
Tudo começou quando Marina, que é a fundadora do Rede Sustentabilidade, não gostou de uma tuitada do deputado federal Jean Wyllys, do PSOL do Rio. Na mensagem de Twitter, o deputado supremacista gay acusou-a de ser a favor de um plebiscito para o povo decidir a união civil gay no Brasil.
Wyllys também a acusou de “velho conservadorismo”. Marina, que detesta ser chamada de “conservadora”, disparou: “Eu sou a favor que todos os brasileiros tenham os mesmos direitos. Essa questão não demanda plebiscito”.
Para não deixar nenhuma dúvida, em nota pública o Rede Sustentabilidade explicou: “Em nenhum momento Marina defendeu a realização de plebiscito sobre o casamento homoafetivo”.
“Homoafetivo” uma ova! Esse tipo de relação é simplesmente homoerótica. Homoafetividade é a relação normal de amizade e afeto entre um pai e seu filho e um homem e seu amigo, conforme mostra meu artigo “Sou Homoafetivo”.
Apesar da posição confundindo “homoafetividade” com homoerotismo, a ex-militante do PV, que luta para consolidar o Rede Sustentabilidade e se lançar candidata presidencial em 2014, aposta numa imagem “pró-vida”, torcendo para que o público se esqueça de que em 2010 ela foi criticada pelo movimento pró-vida por ter condenado a onda conservadora contrária ao aborto e ao homossexualismo que se levantou na eleição presidencial daquele ano.
O problema desta semana surgiu quando ela foi criticada por defender a realização de plebiscitos populares para decidir a regulamentação da utilização de drogas como a maconha e até para decidir o aborto — posição não diferente de alguns setores evangélicos. Foi aí que Jean Wyllys entrou na briga, afirmando que o novo partido de Marina faria um plebiscito sobre “casamento gay”.
Para o socialista gay, a socialista verde deixou claro: A questão do “casamento” gay não pode ser decidida em plebiscito.
Wyllys pode, pois, descansar tranquilo. Marina não negocia valores para ela inegociáveis, inclusive meio-ambiente e “casamento” gay. Podem colocar em plebiscito aborto e drogas, mas aquelas duas questões sagradas, jamais.
Não sei o que mais pesa nesses valores. O passado dela como militante comunista, ou seus conselheiros espirituais: o ex-católico Leonardo Boff e o ex-presbiteriano Caio Fábio.
Seja como for, a imagem “pró-vida” não cai bem nela. O título de “conservadora” (alguém que se opõe à cultura da morte em sua totalidade) lhe cai muito pior, pois o histórico dela nada tem a ver com conservadorismo.
Mesmo assim, os marqueteiros e estrategistas de Marina estão trabalhando duro para vender a imagem dela como “pró-vida” entre cristãos desavisados. E entre evangélicos, alguns líderes fazem questão de promover a imagem de uma Marina piedosa. Na eleição presidencial passada, a líder neopentecostal Valnice Milhomens tentou fazer propaganda dessa imagem no púlpito de uma igreja, mas foi cortada pelo Apóstolo Hudson Teixeira, um líder neopentecostal internacional, que pontuou que púlpito não era lugar para propaganda eleitoral gratuita.
Por que não usam nos púlpitos a imagem dela como militante comunista? Não. Preferem o quadro da Marina (supostamente) piedosa.
Ouvi dizer que ela estava, tempos atrás, dando aulas de escola dominical numa igreja Assembleia de Deus em Brasília. Se for da mesma denominação do bispo Manoel Ferreira, o amigo do Rev. Moon, não é de assustar ninguém. Mas se não for, o pastor dessa igreja deveria ter seu registro pastoral cassado e, como castigo, sentar no banco para ouvir o Evangelho.
Para Marina, deveriam dar a escolha: sentar no banco para conhecer o verdadeiro Evangelho, ou apodrecer no falso evangelho de Leonardo Boff e Caio Fábio. Mas desgraçadamente, para ela, a Teologia da Libertação é o único “evangelho” da vida dela, conforme documentado neste vídeo de Caio Fábio: http://youtu.be/CvyaYNI6dbo
Questões como “casamento” gay e aborto são, para os seguidores de Jesus Cristo, inegociáveis. Quer o nazismo ou o comunismo imponham esses valores estatais sobre a sociedade, a defesa do verdadeiro casamento e da vida é missão do cristão. Ele não defenderia o tal “casamento” gay, ou adoção de crianças por duplas gays, ou o aborto nem que isso lhe custasse a vida.
Evidentemente, os valores inegociáveis de um militante de ideologia marxista não são os mesmos valores inegociáveis de um seguidor de Jesus Cristo.
Se Jean Wyllys tivesse tido um confronto comigo ou outro cristão conservador, seria muito fácil responder: “Defendo o casamento normal e o ‘casamento’ gay é contra a família natural”.
De forma igual, é muito fácil dar uma resposta sobre pedofilia ou adoção de crianças por duplas gays.
É fácil e simples.
Simples porque o cristão não tem ideologias e mestres estranhos a quem agradar. Para o cristão verdadeiro, estando ele atuando na política ou não, só há um Mestre a quem servir. Na política, ele faz como Daniel e seus colegas Sadraque, Mesaque e Abednego: ele não se prostra diante dos ídolos estatais, ainda que se chamem aborto e “casamento” gay.
Entretanto, para Marina, não é tão simples assim. Apesar de sua fachada verde, ela nunca conseguiu ser menos vermelha do que cristã. E não dá para mudar isso da noite para o dia.
Leitura recomendada:

domingo, 24 de fevereiro de 2013

MARINA SILVA E HELOÍSA HELENA COMO ESQUERDISTAS “PRÓ-VIDA”. VOCÊ VAI ACREDITAR?


Klauber Cristofen
Recebi de um leitor uma matéria publicada na Gazeta do Povo, de Curitiba, intitulada “De esquerda e Pró-vida? Sim, eles existem, e são bem-vindos”. Estamos mesmo em dias em que os fakes estão à solta!
No texto, seu autor, Jônatas Dias Lima, estende um tapete vermelho para as ex-senadoras Heloísa Helena e Marina Silva, afirmando que a defesa da vida não pode ser monopólio de uma "suposta direita política, necessariamente religiosa, e omissa em relação aos direitos das mulheres", ainda mais quando "alguém se declara pró-vida, necessariamente também adere a uma série de outras convicções apresentadas com uma forte carga negativa".
Para se ter uma compreensão exata deste artigo, recomenda-se ao leitor valer-se dos conhecimentos trazidos pelo livro "Como vencer um debate sem precisar ter razão", de Arthur Schopenhauer, prefaciado pelo filósofo Olavo de Carvalho: com as lentes certas, lê-se mais propriamente: "você não precisa mais ser taxado de direitista por ser pró-vida: seus problemas acabaram! Apresentamos a ex-senadora Heloísa Helena e levando ela, você recebe também a ex-senadora Marina Silva, duas legítimas políticas de esquerda pró-vida!"
Será mera coincidência destacar este suposto lado pró-vida de Marina Silva, justo neste momento em que esta política está fundando um novo partido, que não leva o nome de partido e que se afirma como não-político - em que pese ser assumidamente de esquerda?
Ora, ora! Ambas as políticas são militantes aguerridas da doutrina marxista, a ideologia que espalhou mais de cem milhões de cadáveres pelo mundo, e nem sequer estamos falando aqui de fetos. 
De acordo com as novas diretrizes ditadas pelo partido comunista soviético, ambas abraçaram formas modernas de militância ideológica, tal como denunciadas pelo dissidente Anatoli Golitsyn, por meio do seu livro "New Lies for Old" ("Novas Mentiras Velhas"), quais sejam, respectivamente, a causa ambientalista, para Marina Silva, e a infiltração marxista da religião pela Teologia da Libertação, por Heloísa Helena.
Vale citá-lo: 
A adoção da nova política do bloco e a estratégia de desinformação envolveu mudanças organizacionais na União Soviética e por todo o bloco. Na União Soviética, como em outros países comunistas, foi o Comitê Central do partido que reorganizou os serviços de segurança e de inteligência, o ministério de relações exteriores, outras seções do governo e aparatos político-governamentais, além das organizações de massa, a fim de adequá-las todas à implementação da nova política e torná-las instrumentos desta. (p. 45) (grifos meus)
Sobre Marina Silva e a Teologia da Libertação, veja este rápido e informativo vídeo postado por Julio Severo:http://youtu.be/ZGvsIXajiVs
Um papagaio pode se apresentar como um ativista pró-vida. Como todos sabem, este simpático animal possui a habilidade de imitar os sons humanos, porém, falta-lhe a compreensão sobre os significados das palavras, e especialmente sobre os fundamentos de conceitos. 
Não pode, sem chance de alternativa, haver um ativista, militante ou político socialista que seja pró-vida sob um fundamento mais profundo que o da imitação dos papagaios. Como podem, a não ser imitando os papagaios, que estas senhoras se apresentem como ativistas "pró-vida" enquanto defendem tiranias que condenam milhares de pessoas ao morticínio pelos motivos mais injustificáveis?
Sob a concepção socialista, o homem serve à sociedade, esta sim considerada um fim em si, tal como uma engrenagem que pertence a um maquinário qualquer e que, uma vez imprestável, cumpre-lhe a substituição. 
Ser pró-vida significa defender o caráter transcendental e finalístico do indivíduo. Sob uma sociedade livre e cristã, a sociedade serve ao homem, que buscará por si próprio as respostas para a sua existência, fazendo de si mesmo o único e intransferível responsável por ela, conduzindo-a ao norte que achar melhor segundo seu próprio juízo. 
Em uma sociedade livre, a sociedade existe para as pessoas realizarem seus projetos de vida. Em uma sociedade socialista, as pessoas existem para realizar o projeto do grande líder do momento, daí a efemeridade de sua vida, que pode ser sumariamente descartada ao menor sinal de mostrar-se inútil. Em uma sociedade socialista, em última instância, as pessoas não vivem. Como pode então haver políticos de esquerda reivindicando a posição de serem pró-vida?
Ademais, posições individuais contam nada ou muito pouco para os grupos políticos e partidos de esquerda. Assim, tanto faz que Marina Silva e Heloísa Helena sejam autênticas defensoras de bebês e fetos. O abortismo é uma diretriz dos partidos de esquerda, e não uma causa individual. Na hora oportuna, uma vez tomado o poder, será empossada uma aborteira cruel e sanguinária tal como fez a atual mandatária Dilma Rousseff, que se dizia cristã às vésperas de sua eleição, ao nomear Eleonora Menicucci para a Secretaria de Políticas para as Mulheres. Para elas, se ou quando assumirem a faixa presidencial, será muito fácil dizer: "- foi uma escolha do povo" (isto é, do partido). 
O aborto é uma política absolutamente necessária aos partidos de esquerda. Estes não podem abrir mão deste múltiplo instrumento de controle populacional, de empregos, de seleção racial, de criminalidade e de eventuais dissidências. O socialismo é o regime que se caracteriza por controlar variáveis na saída dos processos, e não nas causas. Ilustrativamente, é o regime onde havendo dez cabeças e nove chapéus, opta preferencialmente por decepar uma cabeça. Ou duas ou três.
Divulgação: www.juliosevero.com
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sábado, 18 de agosto de 2012

SILAS MALAFAIA ENGAJARÁ PARA DERROTAR HADDAD NO 2° TURNO: ‘VAMOS CAIR EM CIMA DELE’


O pastor Silas Malafaia, famoso pregador da Assembléia de Deus Vitória em Cristo, afirmou que vai ajudar qualquer candidato que seja contra Fernando Haddad (PT), caso o petista chegue ao segundo turno.
A comunidade (evangélica), os líderes não vão dar refresco (para Haddad). Vamos cair em cima dele”, disse o líder, segundo o Terra.
Sua posição com relação a Haddad vem depois que ele articulou no Ministério da Educação a produção do conhecido Kit Gay, polêmico material contra homofobia que seria distrubuído nas escolas mas foi barrado pela presidente Dilma Rousseff.
O pastor, que tem boa relação com o senador Lindherbergh Farias (PT-RJ) esclareceu ainda que não tem nada contra o partido, o PT, mas sim contra o candidato.
Quem tem ideologia política é candidato e eu não sou candidato a nada”.
Apesar da declarações, Silas Malafaia mostrou rejeição ao PT em outros momentos.
Nas eleições de 2010, ao declarar o porquê não votaria à candidata Marina Silva, ele escreveu uma carta onde afirmou que ela não tem postura coerente com a sua fé em Cristo, referindo-se à questões do aborto e do uso da maconha e lamentou dizendo, "infelizmente, Marina não nega suas raízes petistas."
Silas Malafaia ainda criticou o PT em um vídeo que mostra seu apoio a Serra, por causa de posturas como o esforço de aprovar a PL 122, cuja autora é a deputada petista Iara Bernardes.
O pastor, no entanto, ressalta que não sataniza partido mas as posturas dele, e que pode hoje pode não votar mas depois pode ser que sim, dependendo de qual postura o partido for adotar.
Malafaia afirmou que não terá um candidato neste primeiro turno das eleições em São Paulo. Apesar disso, ele foi sondado por representantes das campanhas de José Serra (PSDB) e Gabriel Chalita (PMDB), de acordo com o Terra.
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Aborto diga não!

Aborto diga não!
1999 - Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

LIBERDADE DE EXPRESSÃO

É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal.

Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX).

Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença".

Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias.

Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

Fonte:www.apocalink.blogspot.com