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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

MISSIONÁRIO brasileiro preso no Egito, diz: "Tive medo de ser torturado!"!


Guia de turismo encontra amigos ao desembarcar em Tive medo de ser torturado, diz brasileiro cristão detido no Egito











Ao desembarcar no Aeroporto Internacional  de Guarulhos, em Cumbica, na região metropolitana de São Paulo, na madrugada desta sexta-feira (27), o guia de turismobrasileiro detido no Cairo, capital do Egito, disse que teve medo de ser torturado. Ele foi deportado para o Brasil na quinta-feira (26). Dagnaldo Pinheiro Gomes foi detido depois de ser acusado de promover atividades religiosas.

Tive medo de sair dali e ir para um lugar de tortura. Estava com prisioneiros que já tinham sido torturados. Eles sempre falavam: você pode ser torturado se a sua embaixada não lhe encontrar rápido”, afirmou Dagnaldo.


Ele disse que comia uma vez por dia, mas negou ter sido vítima de maus tratos. “Tinha direito a um pouco de comida uma vez por dia. Às vezes pedia água e eles não me davam, mas isso eu até entendo porque esse é o mês de jejum deles”, declarou referindo-se ao Ramadã.

Dagnaldo afirmou ainda que o material religioso que foi encontrado no seu carro estava em árabe. Porém, ele negou que fazia promoção de sua religião, o que é proibido no Egito. “No meu carro tinha um material cristão. Essa foi a acusação [para me prender]. É um material que qualquer cristão pode ter”, disse o guia, que morou por mais de sete anos no país. Ele foi informado por autoridades locais de que ele não pode voltar ao Egito.


Na terça-feira (24), o Itamaraty informou que o brasileiro havia sido detido com outras duas brasileiras, que já foram liberadas.

Fonte: G1 / Gospel Prime

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

MISSIONÁRIO brasileiro preso no Egito!

Um guia de turismo brasileiro está preso há uma semana no Egito. A polícia encontrou bíblias e alguns folhetos evangélicos no carro em que ele viajava.




Um maranhense, guia de turismo no Egito, foi preso e está sem fazer contato com os parentes, em Balsas, no sul do Estado, há cinco dias. Dagnaldo Pinheiro Gomes conversou pela última vez com a noiva, Mariângela Pontes Vale, na quarta-feira (18). Ele contou que estava preso porque a polícia teria encontrado bíblias e literatura evangélica no carro dele e que seria deportado para o Brasil.
O brasileiro, que é operador de turismo no Egito, foi preso na cidade do Cairo, durante um passeio às pirâmides, no dia 17 de agosto, quarta-feira passada. Ele estava junto com duas turistas brasileiras. Como transportava folhetos evangélicos no carro, foi detido e levado à delegacia para prestar depoimento. As turistas foram liberadas.

No dia seguinte, na quinta (19), Dagnaldo entrou em contato com a noiva, que mora no Maranhão, informando que seria levado a Mugama (departamento federal do Egito encarregado de deportação de estrangeiros). Mas até agora não foi deportado e a família não tem notícias dele. Já a empresa Orientur, a operadora de turismo paulista para a qual Dagnaldo trabalha, disse que entrou em contato com a embaixada do Brasil no Egito, e que o governo do país informou que não existe nenhum brasileiro detido.
A noiva de Dagnaldo Pinheiro Gomes disse que não conseguiu informações oficiais com a embaixada brasileira no Egito sobre a prisão. Aqui no Brasil, a Assessoria de Comunicação do Itamaraty disse que a embaixada brasileira no Cairo confirma que foi avisada da detenção de três pessoas e que apenas o maranhense continua detido. Eles aguardam o retorno de autoridades do Egito com informações sobre o local onde o brasileiro está e o motivo da prisão.



O Itamaraty confirma a prisão do guia junto com mais duas turistas brasileiras, no dia 17 de agosto
No dia seguinte, as mulheres foram liberadas e uma delas já voltou para o Brasil. 
O governo só não confirma o motivo da prisão.
ASSISTA A REPORTAGEM:

No dia seguinte à prisão, o guia de turismo ligou para a noiva e disse que foi preso quando iria visitar as pirâmides e que foram encontrados no carro dele bíblias e folhetos evangélicos
A noiva teme que a motivação da prisão seja religiosa.
Ele só me falou que haviam apreendido os celulares dele e por isso ele não podia mais falar no celular, mas ele tava esperando ser deportado no dia seguinte. Eu achei até que ele tava tranquilo. Ele disse: olha, encontraram material evangélico no carro, eu acho que vou ser deportado no outro dia”, disse a noiva.
A embaixada do Egito em Brasília informou que o país é um dos mais liberais quando se trata de manifestação religiosa. A noiva do brasileiro.
Fonte: O Diário

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Aborto diga não!

Aborto diga não!
1999 - Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

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Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX).

Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença".

Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias.

Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

Fonte:www.apocalink.blogspot.com