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quarta-feira, 18 de julho de 2012

O PECADO CORPORATIVO por Neuza Itioka


Faço parte de uma nação chamada Brasil. Um dia tive que pedir perdão a uma colombiana. Ela me enfrentou e me acusou, dizendo que o Brasil era exportador de sexo desavergonhado e explícito através de músicas e novelas.
       Eu me calei diante da acusação e não pude fazer outra coisa a não ser pedir perdão por aquilo que a nossa nação tem feito.
       É muito sério e profundo tudo isso.
       Temos que admitir que, como Nação, pecamos através da nossa sexolatria, idolatria, feitiçaria, corrupção; prostituição infanto-juvenil, baixa qualidade na educação e a endêmica situação da saúde; e ainda através da pobreza e da condição de miséria que há em certas regiões do Brasil. Além disso, quantas coisas mais?! Seria uma lista infindável!
       Podemos afirmar, sem medo de errar, que esses são "pecados corporativos" da Nação brasileira. Ainda que você e eu individualmente não cheguemos a cometer esses pecados, como Nação fazemos parte desses atos e condutas. E somos culpados por eles.

PECADOS CORPORATIVOS NO ANTIGO TESTAMENTO

       Vejamos alguns exemplos bíblicos dos pecados corporativos no Antigo Testamento. Dentro do contexto dos pecados abomináveis, em Levítico está escrito: "Voltar-me-ei contra esse homem, e o eliminarei do meio do seu povo, porquanto deu de seus filhos a Moloque, contaminando, assim, o meu santuário e profanando o meu santo nome." (Lv 20:3) Deus chama o seu povo de "meu santuário". É uma posição muito privilegiada, como todos nós sabemos, mas da qual se requer também muita responsabilidade. Fica claro que a prática de alguns tipos de pecados, pecados de abominação — levam à contaminação de todo o povo. O lugar da habitação de Deus, o seu povo, torna-se sujeito às penalidades como um todo por causa do pecado de alguns. Isso fica mais evidente no início do texto, com relação ao sacrifício a Moloque. Depois, embora não se mencione especificamente, depreende-se que toda a listagem de pecados tem as mesmas conseqüências espirituais de profanar o nome do Senhor e o seu povo. No contexto do Antigo Testamento observamos que nessa lista, por exemplo, encontram-se lado a lado vários tipos de práticas. O sacrifício humano, a necromancia, a feitiçaria, o amaldiçoar dos pais pelos filhos, o adultério, o incesto, o homossexualismo, a bestialidade, o sexo com mulheres durante o período menstrual, a questão de animais puros e imundos. Naturalmente esta lista tem um contexto histórico que levava em consideração costumes e práticas da época e que Deus, em sua sabedoria e prudência, advertiu o seu povo a que não fizesse as mesmas coisas. Ele é bem claro em dizer que o seu povo devia ser santo porque ele mesmo é Santo (Levítico 20:7-8; 26).
       O Senhor diz que foram essas práticas, costumeiras entre os povos da vizinhança, que o fizeram "aborrecer-se deles" (Cf. Levítico 20:23). E por causa disso agora seriam lançados fora de diante dos filhos de Israel.
E o Senhor adverte: "Não andeis nos costumes dessa gente".
       Seu mandamento é bem claro: "Guardai, pois, todos os meus estatutos e todos os meus juízos e cumprios, para que vos não vomite a terra para a qual vos levo para habitardes nela. Não andeis nos costumes da gente que eu lanço de diante de vós... Eu sou O SENHOR, vosso Deus, que vos separei dos povos... Separei-vos dos povos, para serdes meus." (Lv 20:22-24,26)
       Quem deixasse de cumprir esses mandamentos seria apedrejado, e o seu sangue cairia sobre si; seria eliminado do meio do povo (Levítico 20:27)
       Neste trecho, por causa da linguagem usada, entendemos que Deus não preparou para si um povo cuja única obrigação fosse viver uma vida individual de fé.
       Denota-se assim que não somos responsáveis apenas pelos nossos próprios atos, pela nossa própria vida com Deus. Desde o Antigo Testamento fica implícito que estamos conectados uns com os outros. Existe algo que podemos chamar de "solidariedade corporativa"; isto é, temos responsabilidades que transcendem a nossa vida individual no sentido de família, de antepassados, de povo e nação.
       Ainda que muita coisa tenha sido completada por Cristo, e o Novo Testamento tenha uma outra maneira de dizer e expressar-se, uma coisa é certa: Deus nos quer hoje muito mais unidos uns aos outros do que no Antigo Testamento.
       Isso é tão claro quanto a água porque, como já vimos, a figura que Paulo emprega mostra que a nossa ligação agora é como um organismo vivo.
       Isso dispensa quaisquer outras palavras.

O exemplo de Acã

       Uma outra história de um pecado cometido por um indivíduo e que foi considerado um pecado corporativo foi o pecado de Acã. Na verdade ele criou um problema horrível para ao povo de Deus. "Prevaricaram os filhos de Israel nas coisas condenadas; porque Acã, filho de Carmi, filho de Zabdi, filho de Zera, da tribo de Judá, tomou das coisas condenadas. A ira do Senhor se acendeu contra os filhos de Israel. "(Is 7:1)
       Os planos para a tomada da cidade de Ai foram se estabelecendo. Os espias foram ver a terra. E com a constatação de que a cidade de Ai era relativamente fácil de ser conquistada; disseram que bastariam apenas uns 2000 ou 3000 homens para aquela peleja. "Não fatigueis ali todo o povo, porque são poucos os inimigos." (Josué 7:3).
       Mas o exército de Israel e o seu grande comandante saíram derrotados. E o autor do livro de Josué diz que "o coração do povo se derreteu e se tornou como água" (Josué 7:5).
       Quando Josué, em prantos, perguntou a Deus por que ele permitiu que o seu povo sofresse aquela humilhação terrível, sendo derrotados daquela forma diante de um inimigo tão fraco, a resposta de Deus foi:
"Levanta-te! Por que estás prostrado assim sobre o rosto? ISRAEL PECOU, e violaram a minha aliança, aquilo que eu lhes ordenara, pois tomaram das coisas condenadas, e furtaram, e dissimularam, e até debaixo da sua bagagem o puseram. Pelo que os filhos de Israel não puderam resistir aos seus inimigos; viraram as costas diante deles, porquanto Israel se fizera condenado; já não serei convosco, se não eliminardes do vosso meio a coisa roubada." (Is 7:10-12)
       Um só homem tinha pecado e o seu pecado foi considerado por Deus não um pecado pessoal, mas sim de toda a nação, corporativamente. E então veio a derrota.
       Foi Acã quem pecou, mas o Senhor declarou de maneira clara, para não deixar nenhuma dúvida: "Israel pecou". E esse pecado teve conseqüência em todo o povo.

O exemplo de Neemias

       Dentro das promessas de bênção e maldição, Deus havia dito a Moisés que, se o povo não levasse a sério os seus mandamentos, além de todas as maldições prenunciadas em diversos textos da Bíblia, o povo e o rei que, no futuro, seria constituído, seriam levados para uma terra longínqua. E ali seriam obrigados a adorar deuses de pedra e pau (Deuteronômio 28:36).
       Isso acabou acontecendo. Os antepassados de Neemias, desobedecendo os mandamentos de Deus, provocaram uma situação de tanta rebeldia a ponto de obrigar Deus a levantar nações inimigas para subjugar Israel e Judá.
       E o povo de Deus foi levado cativo, ao exílio. Judá foi levado à Babilônia; e Israel foi para a Assíria.
       Estando Neemias no exílio, apesar de estar servindo ao Rei Artaxerxes como copeiro, o seu coração anelava em ver a cidade amada, Jerusalém. Foi quando ele ouviu o relato de que o povo que escapou do cativeiro vivia num estado miserável de abandono e pobreza, e que a cidade estava com os seus muros caídos e as portas queimadas, sem nenhuma sombra da sua glória passada, que tinha sido o orgulho de muitos israelitas.
       Neemias, que além de copeiro do rei era profeta de Deus, passou dias de angústia, lamentando e sofrendo pela realidade do seu povo e da cidade amada.
       Levado a jejuar e orar, em sua angústia ele confessou diante de Deus, assumindo os pecados corporativos dos seus antepassados:
       "Ah Senhor Deus dos céus, Deus grande e temível, que guardas a aliança e a misericórdia para com aqueles que te amam e guardam os teus mandamentos! Estejam, pois, atentos os teus ouvidos, e os teus olhos, abertos, para acudires à oração do teu servo, que hoje faço à tua presença, dia e noite, pelos filhos de Israel, teus servos; e faço confissão pelos pecados dos filhos de Israel, os quais temos cometido contra ti; pois eu e a casa de meu pai temos pecado. "(Ne 1:5-6)
       Esta confissão de Neemias acerca da iniqüidade do seu povo e dos seus antepassados abriu-lhe a porta para uma viagem a Jerusalém. Uma vez removida a culpa por meio da confissão, o próprio Deus passou a empenhar-se em fazer mudar a sorte de seu povo. Neemias foi vitorioso em reconstruir os muros e as portas de Jerusalém, completando o trabalho que já tinha sido iniciado na época de Esdras, o qual tinha reconstruído o templo.

O exemplo de Daniel

       Uma outra pessoa que fez a confissão do pecado corporativo diante de Deus pedindo, na terra do exílio, perdão pelas iniqüidades dos seus antepassados, foi Daniel. Ele tinha sido levado cativo à Babilônia para servir ao rei Nabucodonosor, Dario e outros.
       Esse grande estadista de Deus levava uma vida irrepreensível nas terras do cativeiro e orava todos os dias, com as janelas voltadas para Jerusalém. Mas quando percebeu, pelos livros de Jeremias, que o tempo do cativeiro deveria findar depois de 70 anos, começou a interceder perante Deus.
       Daniel foi então levado a pedir perdão pelos pecados dos seus antepassados, cuja conseqüência foi eles terem sido banidos para a terra do exílio. A confissão do pecado corporativo feita por Daniel é longa, mas podemos ver apenas alguns versículos no capítulo 9 do livro do profeta:
       "Ah! Senhor! Deus grande e temível, que guardas a aliança e a misericórdia para com os que te amam e guardam os teus mandamentos; temos pecado e cometido iniqüidades, procedemos perversamente e fomos rebeldes, apartando-nos dos teus mandamentos e dos teus juízos;... Ó Senhor, a nós pertence o corar de vergonha, aos nossos reis, aos nossos príncipes e aos nossos pais, porque temos pecado contra ti. Ao Senhor, nosso Deus, pertence a misericórdia e o perdão, pois nos temos rebelado contra ele ... Ó Senhor, segundo todas as tuas justiças, aparte-se a tua ira e o teu furor da tua cidade de Jerusalém, do teu santo monte, porquanto, por causa dos nossos pecados e por causa das iniqüidades de nossos pais, se tornaram Jerusalém e o teu povoopróbrio para todos os que estão em redor de nós. (Dn 9:4-5,8-9,16)
       Assim como Neemias, Daniel não havia pecado, nem cometido contra Deus nenhuma ofensa. Mas colocou-se na brecha para interceder como se ele próprio houvesse praticado aquelas iniqüidades.
       Os pecados corporativos podem ser pecados da atualidade ou terem sido herdados dos antepassados, como neste caso.
       Assim, aprendemos que Deus não fala a nível individual quando trata de alguns assuntos. Por exemplo, mandamentos, promessas, bênçãos, julgamentos, profecias também são dados para o povo como um todo. Ou seja, Deus se refere todos, levando em conta uma "responsabilidade corporativa" ou "comunitária".
       Quanto a isso, observe o seguinte texto, e veja que sua linguagem é quase sempre no plural:
       "Se andardes nos meus estatutos, guardardes os meus mandamentos e os cumprirdes, então, eu vos darei as vossas chuvas a seu tempo; e a terra dará a sua messe, e a árvore do campo, o seu fruto ... Estabelecerei paz na terra; deitar-vos-eis, e não haverá quem vos espante; farei cessar os animais nocivos da terra, e pela vossa terra não passará espada. Perseguireis os vossos inimigos, e cairão à espada diante de vós. Cinco de vós perseguirão a cem, e cem dentre vós perseguirão a dez mil; e os vossos inimigos cairão à espada diante de vós. Para vós outros olharei, e vos farei fecundos, e vos multiplicarei, e confirmarei a minha aliança convosco. (Lv 26:3-4,6-9)

PECADOS CORPORATIVOS no Novo TESTAMENTO

Se a questão da responsabilidade corporativa no Antigo Testamento está
muito clara, como está ela no Novo? É o que vamos ver agora.

A visão do apóstolo Paulo

Sabemos que, no Novo Testamento, o apóstolo Paulo declara que o conjunto de todos os crentes é o Corpo de Cristo. E Paulo também considera que os casos de pecados individuais afetam toda a comunidade. Por exemplo, quando Paulo fala de dissensões entre os irmãos, ele entende que é uma falha que afeta a todos:
       "Eu, porém, irmãos, não vos pude falar como a espirituais, e sim como a carnais, como a crianças em Cristo. Leite vos dei a beber, não vos dei alimento sólido; porque ainda não podíeis suportá-lo. Nem ainda agora podeis, porque ainda sois carnais. Porquanto, HAVENDO ENTRE VÓS ciúmes e contendas, não é assim que sois carnais e andais segundo o homem? " ( 1 Co 3:1-3)
       Paulo exorta duramente a igreja, e diz explicitamente que "um pouco de fermento leveda toda a massa" (Gálatas 5:9). E não há como a igreja ter associação com a impureza daquela forma, e nisso o apóstolo não está falando da impureza do mundo, mas da que existe dentro do próprio Corpo de Cristo.
       Da mesma forma, quando Paulo se referiu à igreja de Gálatas com
respeito à questão do legalismo, ele o fez corporativamente. "Admira-me que estejais passando tão depressa daquele que vos chamou na graça de Cristo para outro evangelho, o qual não é outro, senão que há alguns que vos perturbam e querem perverter o evangelho de Cristo. "(Gl 1:6-7)
       O ponto de que, como corpo, somos então todos ligados, uns aos outros, fica muito claro quando Paulo escreve à igreja de Cristo em Corinto:
       "Porque, assim como o corpo é um e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, constituem um só corpo, assim também com respeito  Cristo. Pois, em um só Espírito, todos nós fomos batizados em um corpo, quer judeus, quer gregos, quer escravos, quer livres. E a todos nós foi dado beber de um só Espírito. Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos." (1 Co 12:12-14)
       Diz ele ainda, enfatizando como todos sofrem pelo problema de um dos membros desse corpo:
       "... para que não haja divisão no corpo; pelo contrário, cooperem os
membros, com igual cuidado, em favor uns dos outros. De maneira que, se um membro sofre, todos sofrem com ele; e, se um deles é honrado, com ele todos se regozijam. Ora, vós sois corpo de Cristo; e, individualmente, membros desse corpo. "(1 Co 12:25-27)

Um exemplo prático: o caso de João

       Vou contar um exemplo prático: João era um estudante crente que estava muito animado. Percebia o poder da oração e da intercessão gerada no meio do grupo de universitários agindo entre os colegas que ainda não conheciam Jesus.
       Muitos deles sucumbiam diante do poder de Deus, da inquestionável presença dele, do mover do seu Espírito nas reuniões e estudos bíblicos de evangelização.
       E convertiam-se. O próprio João tinha sido alcançado por um colega evangélico que estudava na sua escola. Que coisa mais tremenda! E ele havia trocado a su luta ideológica marxista para seguir uma pessoa viva, Jesus de Nazaré. Estava apaixonado pelo novo Senhor.
       Ele notou que, enquanto havia unidade no meio dos irmãos do grupo, agora discípulos de Jesus, o Espírito Santo fluía para converter os colegas (João participava de um grupo da Aliança Bíblica Universitária).
       As mensagens compartilhadas, pela ação do Espírito, convencia do pecado, do juízo e da justiça os que as ouviam. Mas quando havia problemas e conflitos não resolvidos entre eles, João sentia o testemunho enfraquecer muito, deixando de produzir o efeito esperado. Com isso aprendeu, na prática, verdade bíblicas a respeito de como o pecado de alguns pode influenciar o bom desempenho do grupo todo. Parecia que as desavenças "tolhiam" o mover do Espírito e da Palavra em todos.
       Mas, sem dúvida, o que mais o surpreendeu foi o estado da igreja cristã na sua terra natal. Voltando em férias para a sua cidade, João verificou que a igreja evangélica de seus pais não vibrava como aquele grupo de evangelização na faculdade.
       Intrigado, procurou conhecer um pouco da história daquela igreja. E descobriu que, havia onze anos, aquela comunidade não via uma única alma converter-se. Curiosamente notou também que fazia exatamente onze anos que duas esposas de presbítero tinham brigado feio, e não mais conversavam entre si.
       Domingo após domingo as duas estavam presentes no culto da igreja, mas com o coração endurecido, e fincadas cada uma em suas próprias razões. E nunca mais trocaram uma só palavra.
       João, apesar de seu pouco tempo de conversão, começou a relacionar uma coisa com a outra. Como ele já tinha visto e sentido algo semelhante na faculdade, então ele pôde entender o que estava acontecendo naquela igreja. No seu grupo, logo as desavenças eram contornadas; mas no caso da igreja de seus pais, o pecado das duas havia se tornado o pecado da comunidade evangélica daquela cidade. Porque muito embora todos fossem conhecedores do evangelho, parece que ninguém havia se posicionado de maneira correta para tentar resolver aquele impasse que já perdurava por onze anos. E isso era o que devorava toda a vitalidade espiritual, tirando a força e a autoridade diante de qualquer testemunho.
       A igreja, assim, estava se tornando quase um sepulcro caiado.

Um outro caso: uma igreja com pecados históricos

       Um certo pastor, vendo que havia problemas de ordem espiritual, pois era muito difícil haver conversões, resolveu então pesquisar a história da igreja. E ele ficou muito preocupado com o que descobriu. Constatou que tinha havido sérios comprometimentos com as trevas no passado daquela igreja. E que muitos maçons tinham sido membros e chegaram a ter um papel preponderante na liderança da igreja, em décadas passadas.
       Há algum tempo ele tinha se convencido de que a maçonaria é um braço do Satanismo, e ele não se conformava por que a igreja tinha permitido que tais pessoas comprometidas com as trevas tivessem tomado a liderança. Por isso as coisas eram tão amarradas e não fluíam, como ele gostaria de ver. Parecia que Jesus não tinha lugar naquela igreja. Resolveu ele então convidar o nosso ministério para um seminário de libertação, a nível individual e a nível de cura da igreja. E esperou com muita ansiedade o seminário. Nesse tempo convocou os membros da igreja para orar e buscar a face do Senhor, o que é inclusive um dos requisitos para a sua realização.
       Finalmente aconteceu o seminário. No último dia do seminário, além de todas as bênçãos que já tinham ocorrido, e no meio de um quebrantamento geral, quando toda a igreja ajoelhou-se e chorou na presença de Deus, reconhecendo os seu pecados corporativos, alguns diáconos e membros foram à frente para publicamente confessar os seus pecados.
       Houve pedidos de perdão coletivos. O pastor tomou a iniciativa para confessar os pecado históricos da igreja, com respeito à participação da maçonaria no passado. E, logo em seguida, muitos diáconos e líderes foram à frente e pediram perdão uns aos outros e reconciliaram-se entre si.
       Mas, o que mais encheu de alegria o povo foi quando um homem muito bom, com espírito de servo e que estava sempre à disposição do povo daquela igreja, foi à frente e publicamente renunciou a sua lealdade à maçonaria para dizer que na ignorância ele havia feito aquele pacto, mas que naquele momento ele o estava desfazendo!
       Deus levou a sério a confissão que foi feita e, assim, a saúde espiritual voltou, e houve uma explosão de crescimento. Em pouquíssimos meses a igreja cresceu mais do que mil por cento, e o pastor não sabia o que fazer, pois o local ficou abarrotado de gente e abriram-se várias congregações de trabalho!
       Quando se arrepende dos pecados corporativos para limpar o Corpo local e se leva a sério a confissão e a reconciliação, Deus se move de maneira extraordinária!

FONTE: A NOIVA RESTAURADA, Cap. 9 – O Pecado Corporativo, Neuza Itioka

terça-feira, 21 de junho de 2011

CONGRESSO BATALHA ESPIRITUAL NEUZA ITIOKA 2011

Será um grande privilégio para nós receber o Dwayne Roberts!


XIX Congresso de Batalha Espiritual
# O Poder da Ressurreição e da Vida

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28 a 31, Julho, 2011

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PRELETORES
- Dwayne Roberts [EUA]
- David Rebollo [Chile]
- Neuza Itioka
- Hudson Medeiros
- José Ildson
- Lamartine Posella
- Arles Marques
- Francisco Nicolau
- Rina Seixas

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Este é um tempo de grandes batalhas, mas será também um tempo de grandes vitórias!!

A maior guerra cósmica jamais vista aconteceu na cruz do Calvário: a morte foi derrotada, o poder do pecado foi vencido. O diabo, principados, potestades, enfermidades e todas as contradições da humanidade foram desbaratados.

Não importa que a nossa nação tenha feito pacto com a morte. Foram as autoridades que nos empurram para a cova e a sepultura? As leis contra a família e vida estão para serem aprovadas, colocando o Brasil debaixo do julgo da morte e da violência nunca dantes visto.

Não podemos ser enganados pela aparente liberdade, pois o governo do anticristo está se estabelecendo cada dia mais.

Portanto, este é o momento do verdadeiro governo posicionar-se. Como igreja, vamos combater o poder da morte, exercendo a autoridade espiritual que nos foi entregue por Jesus, declarando vitória sobre todos esses inimigos. A igreja é o único corpo que pode decretar vida e ressurreição sobre a nação brasileira. 

Pactuados estamos com o poder da ressurreição e da vida. A vida que adquirimos em Cristo é uma vida em plenitude. O poder da morte e do inferno já foi tragado pela vitória da cruz.
Arrependimento, amor, oração ininterrupta e unidade são armas para esta temporada.

Esteja conosco no XIX Congresso de Batalha Espiritual para buscar o Senhor, receber revestimento do alto e a estratégia de Deus para concretizar a vitória prometida e um Avivamento nunca visto antes na Terra.

É fundamental a tua participação!

Neuza Itioka 

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LOCAL
Bola de Neve Church
Rua Clélia, 1517, Lapa
São Paulo / SP
INSCRIÇÕES - (11) 3672-6010
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PROGRAMAÇÃO
28 - QUINTA
14h, 16h, 20h

29 e 30 - SEXTA E SÁBADO
9h, 11h, 14h, 16h, 20h

31 - DOMINGO
9h, 11h

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INSCRIÇÃO
depósito bancário,
Bradesco - Ag. 2855-0 c/c 7999-5
IMPORTANTE - apresente o comprovante de depósito juntamente com seus dados na recepção do evento
[ Nome / Congregação / Endereço / Cidade / CEP / telefone / e-mail ]
R$ 20,00

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RELAÇÃO DE HOTÉIS PRÓXIMOS
Hotel Plaza Inn/American Loft   -  11 2125-1800
Rua Turiassú, 1836, Perdizes

Transamérica Flat Perdizes   -  11 3866-1250
Rua Monte Alegre, 836, Perdizes

Ibis Expo  -  11 3393-7373
Rua Eduardo Viana, 163, Barra Funda

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sábado, 8 de janeiro de 2011

NEUZA ITIOKA PREVÊ A VOLTA DE JESUS


Por Renato Vargens

Quando eu penso que as coisas estão mais calmas nos arraiais evangélicos, eis que surge uma profeteira marcando a volta de Jesus. Quem afirmou isso, foi a "apóstola" brasileira Neusa Itioka. Neusa é Fundadora e presidente do Ministério Ágape Reconciliação e foi "consagrada" ao denominado ministério apostólico em Agosto de 2002. Ela possui o bachareado em Teologia (Faculdade Metodista Livre), é também formada em Pedagogia pela USP e doutora em Missiologia pelo Seminário Teológico Fuller e desde 1988 vem atuando na área de Libertação, Cura Interior e Batalha Espiritual.


Bom, isto posto, a profeteira em questão, em carta enviada de Campo Grande, Mato Grosso, aos Cristãos, afirmou que após assistir a um filme vendido na internet, se preocupou a cerca do que seria uma Nova Ordem Mundial supostamente criada pelas 13 famílias mais ricas do mundo, estes seriam os Iluminates que junto com a ONU estariam trabalhando para acelerar a vinda do anti-cristo. Segundo ela, nos próximo 6 anos teremos tempos difíceis para os Cristãos, até a volta de Jesus em 2017 ou 2018, quando Cristo inauguraria “seu reinado do milênio”. Neusa Itioka também previu para os próximos anos a eliminação de 90% da população mundial.


A teoria de Neuza a cerca da volta de Jesus se baseia na profecia do Rabino Ben Samuel, morto em 1217, que teria dito que 2017 seria um ano especial para Israel.

A fundadora do Ministério Ágape também pediu muitas orações e jejuns, recomendou ler 20 vezes os dois livros de Tessalonicenses e alertou que muitos evangélicos não irão ter com o Pai devido a suas condutas, mudanças de opinião ou pouca dedicação a Deus.

Confira a carta na integra:


Amados no Senhor Jesus Cristo. Viemos para esta cidade, passar alguns dias como férias merecidas. Mas, na realidade, Deus tem nos direcionado a buscá-Lo. Estamos lendo a Palavra, para ouvi-Lo e nos fortalecendo em jejum e oração. Neste ano que está passando, 2010, uma das diversas coisas que fizemos foi de orarmos e trabalharmos para que princípios do reino fossem estabelecidos, através do novo governo. Mas, aparentemente o que se vê, é a tendência da iniqüidade se multiplicar. E assim como Igreja e como nação, teremos de enfrentar uma situação difícil aos olhos dos servos de Deus. Mas, mesmo assim glorificamos a Deus, por que Ele está em controle!! O Senhor reina, como diz o salmista. No meio de aparente caos, o Senhor está em perfeito controle. E, assistindo aos DVDs da NOVA ORDEM MUNDIAL, apregoado por vários líderes, especialmente, as 13 famílias mais ricas e poderosas do mundo, famílias essas que se colocam como dominadores do mundo, entendemos claramente, que o Brasil caminha a passos largos, pela agenda da Elite Mundial. O nosso governo adotou a agenda da Elite Mundial, chamada Iluminates, agenda essa adotada pela ONU, Organização das Nações Unidas. E, isto está acontecendo para acelerar a vinda de Anti Cristo. Assim, entendemos que tudo contra o que lutamos está dentro do programa deles: a dissolução de família; a aprovação do aborto; o infanticídio; agenda homossexual; a pedofilia; a educação sexual pervertida das crianças; a adoção da feitiçaria como uma das nossas raízes – cultura africana; eliminação de símbolos religiosos de toda repartição pública da nação; a tentativa de fazer do Brasil, um modelo light de socialismo; imposição de imposto às igrejas evangélicas; a supressão da liberdade religiosa e liberdade de expressão. E, esta insistência de se alinhar com nações que têm como alvo, a eliminação de Israel do mapa também está dentro desta visão. Perguntávamos, por que o nosso governo estava se conduzindo de maneira tão louca e irracional, desrespeitando a visão e a convicção mais conservadora da grande população brasileira e apresentando um programa diametralmente oposto ao povo evangélico que cresce cada dia, a despeito de todos os problemas que apresentamos. Hoje, entendemos que de fato está acontecendo. O nosso governo juntamente com outros é apenas marionetes na mão dos dominadores deste mundo. Diante de tudo isto, o que Deus tem falado é que neste futuro próximo, á partir de 2011, teremos momentos difíceis de tristeza, sofrimento e dor. E, para enfrentarmos esta situação, temos que buscá-Lo, em jejum e oração. Se até agora, trabalhamos muito, e, vamos ter de trabalhar mais. E, os verdadeiros guerreiros descobrirão o descanso espiritual, em meio a luta, pois a guerra é do Senhor. Ele nos deu armas: a espada do Espírito, com Palavra de Deus que se transforma em decretos poderosos; a tocha flamejante que se constitui de mãos ungidas que se levantam para guerrear; a revelação da estratégia de Deus. E, como apóstolo Paulo diz aos Tessalonicenses que conservemos a fé e confiança absoluta em Deus, na sua bondade ilimitada e no seu grandioso poder, em todas as circunstâncias, sejam de perseguição ou injustiça; que a nossa esperança na salvação prometida por Deus, seja constantemente renovada; e a nossa perseverança em seguir a Jesus Cristo, em meio ao sofrimento seja inabalável; e que o amor a Deus e para uns pelos outros seja algo transbordante nas nossas vidas. Recomendamos ao povo mais próximo que lesse 20 vezes a epístola, I e II. Deus nos disse, em recado pessoal que, para este tempo, a arma mais poderosa é o amor. Devemos receber o amor renovado de Deus, cultivá-lo, para que a força dele nos una, destruindo toda barreira entre os irmãos, para confrontamos o inimigo. A crise, a perseguição, as dificuldades vão mostrar, verdadeiramente, quem somos. Muitos continuarão a lutar e apregoar os valores do reino: a santidade, a obediência a Deus, a honra a Palavra, a verdade, a vida plena em Cristo; a expansão do reino, a missão da Igreja; a guerra espiritual, a libertação e a cura. Mas outros vão se conformar tanto com a Nova Ordem Mundial que vão se alistar ao programa de eliminação de 90% da população mundial, quer através de guerras, quer através de disseminação ilimitada das drogas; quer através do holocausto silencioso e imperceptível de milhões de abortos, sacrifício dos fetos no altar de Moloque; quer por destruição paulatina da família. Deus já nos ordenou que temos de nos arrepender, pela Igreja que dorme o seu sono da última hora, antes do aparecimento do Noivo. Este arrependimento consiste em chorar, agonizar e confessar por identificação os pecados dos líderes da Igreja que traíram a Noiva de Cristo: arrependemo-nos por aqueles que venderam a igreja; que a conduziram ao engano, que estabeleceram alianças direta e indiretamente com Nova ordem Mundial, através das alianças. Devemos nos arrepender pelo povo, idólatra dos seus líderes, ignorante da Palavra, que está sendo conduzido para o inferno, sem saber. O nosso arrependimento inclui também arrependimento por milhares de crentes que estão se direcionando ao inferno, estão brincando como seguidores de Jesus Cristo. O evangelho de Jesus Cristo que iniciava com o negar a si mesmo, foi substituído pelo Evangelho de engorda do EU e da prosperidade barata, de construir os seus impérios e a busca do paraíso na terra. O arrependimento pela idolatria do ministério, da reputação, da fama e do sucesso a qualquer preço, está deixando o povo susceptível ao engano e a cegueira espiritual que o leva a seguir falsos pastores, mestres, profetas e apóstolos, o que Jesus Cristo havia nos advertido, há muito tempo. É bom lembrar das revelações que o Senhor trouxe a 7 jovens da Columbia, USA, em 1996, de que no inferno, no pior lugar de maior tortura, quem se encontram são os que, um dia conheceram a Deus e que pregaram uma coisa, mas viveram outra, se contradizendo. De acordo com alguns estudiosos e profetas e incluindo o rabino Ben Samuel que profetizou, que provavelmente, em 2017 ou 18, o Messias Jesus estaria inaugurando o seu reinado do milênio. Sim, de acordo com os acontecimentos, a figueira que representa Israel floresceu em 1947 e o Senhor disse que, a geração que assistiu o florescimento não passaria, até que todas estas coisas acontecessem. Uma geração dura 70 anos. De 1947 mais 70 anos corresponde a 2017. ( Lc. 21; 29-33) Aparentemente, o Messias está para voltar, logo e logo. Você e eu poderemos estar no meio desta igreja que sobe ou fica. Pois uma parte participou da boda do cordeiro, mas a metade não, de acordo com a parábola de dez virgens (Mt. 25:1-12) e de acordo com Apocalipse 12, a mulher , a Igreja deu a luz um menino que foi arrebatado e a mulher teve que ir para o deserto. Seremos a igreja que vai para o deserto ou faremos parte do filho que vai ser arrebatado, por Deus. Portanto, quando virmos estas coisas acontecendo, devemos levantar as nossas cabeças por que estará próxima a nossa redenção. E, de acordo, com a sua Palavra, continuamos a trabalhar muito, orando e profetizando a transformação das nossas famílias, igrejas, vilas, bairros, cidades e nações. Que você seja vitorioso, segundo os planos de Deus, neste 2011. Veremos a bondade de Deus, o seu poder e a sua misericórdia pelo povo de Deus, em meio aparente caos. Pois Ele Reina.

Comentando o TEXTO:


Sinceramente eu não sei como essa senhora consegue criar tantas bobagens e heresias. Ora, fundamentar suas percepções em profecias descabidas e alucinógenas é de uma sandice inigualável.


Lamentavelmente alguns dos denominados evangélicos são profissionais na arte de fabricar mitos e lendas. Aliás, vamos combinar um coisa? Essa senhora precisa de acompanhamento pastoral. Ao afirmar que o inferno está lotado de crentes, Neusa por si só propaga a velha heresia de que o crente em Jesus pode cair da graça. Além disso, fundamentar a volta de Cristo em achismos esquizofrênicos é demais da conta. Para piorar a situação a profeteira tem a cara de pau em afirmar que a base para sua visão escatológica se encontra na profecia de um rabino.


Pois é cara pálida, parece que alguns dos evangélicos têm vocação para ghostbusters, mesmo porque, vêem o diabo em tudo que é lugar. Alias, assusta-me o fato de que o adversário de nossas almas receba tanta atenção por parte dos cristãos.


Caro leitor, creio veementemente que boa parte dos nossos problemas eclesiásticos se devem ao fato de termos abandonado as Escrituras. Ora, não tenho a menor dúvida de que somente a Bíblia Sagrada é a suprema autoridade em matéria de vida e doutrina; só ela é o árbitro de todas as controvérsias, como também a norma para todas as decisões de fé e vida. Soma-se a isso o fato de que para os cristãos a autoridade da Escritura é superior à da Igreja, da tradição, bem como das experiências místicas adquiridas pelos profetas e profetisas desta geração.


Isto posto, faço minhas as palavras do reformador alemão Martinho Lutero: "Fiz uma aliança com Deus: que Ele não me mande visões, sonhos, nem mesmo anjos. Estou satisfeito com o dom das Escrituras Sagradas, que me dão instrução abundante e tudo oque preciso conhecer tanto para esta vida quanto para o que há de vir"


Renato Vargens é amigo do Genizah


Danilo comenta:

Se beber, não profetize. KKKKK

Esta doida é a maga madrinha da Bola de Neve. Ela é a responsável por boa parte da doutrina da igreja que está virando seita. Quero ver agora os irritadiços que comentaram aqui terem a cara de pau de defenderem esta doida de pedra.

E ai Rina, vai passar a virada do fim do mundo no Hawai? Não duvido nada que ele começe a vender ingresso para o fim do mundo...

Genizah, por outro lado pode dormir tranquilo, afinal, como muitos sabem e a barra de pesquisa do blog não nega, aqui somos todos iluminatis... Uahraaaaaaa! Bruuuuu!

Titulo Original Alterado

FONTE:
GENIZAH
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Aborto diga não!

Aborto diga não!
1999 - Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

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Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias.

Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

Fonte:www.apocalink.blogspot.com