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terça-feira, 28 de agosto de 2012

NÃO EXISTE DIÁLOGO COM BOKO HARAM, DIZ PASTOR NIGERIANO


Na última quarta-feira (22), o presidente nacional da Associação Cristã da Nigéria (CAN, sigla em inglês), pastor Ayo Oritsejafor, afirmou que não há base de diálogo entre o Governo Federal e a temida seita Boko Haram e repreendeu o Ministro de Estado das Relações Exteriores, Mohammed Nurudeen, por categorizar a Nigéria como nação islâmica, de maioria cristã, no mundo. 

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O presidente da CAN falou com jornalistas em Akure, capital do Estado de Ondo, após reunião da associação do Conselho Executivo Nacional (NEC) e disse que a única condição de conversa é que Boko Haram pare imediatamente os ataques aos cristãos. O pastor defendeu ainda que seria errado que o governo tentasse qualquer negociação com os extremistas enquanto a morte de inocentes continuasse a acontecer.
Em suas declarações à imprensa, disse: “O diálogo faz parte da vida, não chegaremos a lugar algum sem conversarmos. A guerra não pode resolver o problema, por isso deve existir base para negociações pacíficas. Porém, estou um pouco confuso sobre o diálogo que está sendo discutido. Antes que possamos falar em diálogo, tem de haver regras. Pessoas estão morrendo todos os dias, como resultado dos ataques do Boko Haram; mas o governo federal está optando por diálogo somente, isso é muito intrigante para mim”, disse.
"Boko Haram nunca escondeu suas exigências para que a paz reine na Nigéria. Membros radicais intimaram o presidente cristão Goodluck Jonathan para que renunciasse ou aceitasse o Islã como sua religião. O grupo se baseia em um fundamentalismo religioso que não condiz com a Constituição da Nigéria. A questão não é que alguns são contra o diálogo, mas sim, se houver diálogo com os insurgentes, Boko Haram deve primeiro suspender suas ações de violência. Desde o início, todo o conceito está errado”, completou.
O presidente alertou, no entanto, que esforços devem ser feitos para que ataques do grupo contra a população cheguem ao fim. Para ele, uma vez que é evidente que os radicais acreditam e agem baseados em uma ideologia religiosa extrema, há a necessidade de uma mudança na orientação dos membros do grupo. Isso, segundo Oritsejafor, poderia ser feito por líderes árabes que estão pregando e ensinando em várias mesquitas em todo o norte do país.
“Há um problema causado pela ideologia de alguns pregadores que ensinam ideias contra a unidade do país. A situação poderia ser amenizada se líderes relevantes ligassem para os xeques e imames respeitados pelos membros do Boko Haram e lhes pedisse para falar aos extremistas sobre a importância da paz e do progresso da nação", argumentou. 
Oritsejafor também sugeriu apoio militar, dizendo que as agências de segurança do país devem trocar informações sobre ameaças e sugeriu que a formação e treinamento dos profissionais para que estes possam combater os terroristas no país. 
País islâmico de maioria cristã
Ao citar depoimentos dos membros da Organização dos Países Islâmicos pela Nigéria, Ayo Oritsejafor se mostrou preocupado com a afirmação do ministro que considerou a Nigéria como uma nação islâmica. Segundo o pastor, tal colocação não é correta.
Ele explicou que nunca houve um censo da população em que muçulmanos e cristãos fossem declarados no país. Oritsejafor expressou decepção com a afirmação, dizendo que o ministro deve explicar aos nigerianos a fonte de sua informação.
“Eu não estou falando contra os muçulmanos, mas esses extremistas estão difamando a religião muçulmana, então algo deve ser feito, devem ser estabelecidas condições antes de o governo dialogar com eles”, defendeu.
Atualizações sobre o caso
Segundo a agência de notícias AngolaPress, na mesma quarta-feira (22), governadores de 19 Estados do Norte da Nigéria instalaram uma Comissão de Reconciliação, Paz e Segurança, em Abuja, a fim de abrir o diálogo com grupos identificados como provocadores da violência na região, dentre os quais, o extremista Boko Haram. O relatório com os resultados da comissão ainda não foi divulgado.
Saiba mais sobre a Nigéria,país que mais persegue os cristãos no mundo. 

terça-feira, 7 de agosto de 2012

PASTOR E 19 FIÉIS MORTOS IGREJA CRISTÃ NA NIGÉRIA EM ATAQUE DE GRUPOS RADICAIS


Criminosos de grupos radicais nesta segunda-feira(06/07) cortaram a energia do templo no horário em que os cristãos estavam em reunião de estudo da Palavra e abriram fogo contra os fiéis por pelo menos 20 minutos, vitimando o pastor da igreja e pelo menos 19 membros. 
Pelo menos 19 pessoas foram mortas em um ataque contra uma igreja na noite de segunda-feira (6), na Nigéria. Uma dezena de homens armados invadiram uma igreja cristã pentecostal na cidade de Okene, a 250 km da capital, Abuja, e abriram fogo. O Pastor Kumuyida (foto) da igreja está entre as vítimas.
O comandante da Força de Intervenção Conjunta (JTF, em inglês) que atua na área, Gabriel Olorunyomi, apontou que “o número de vítimas pode aumentar, levando-se em conta que alguns dos feridos estão em estado grave”.
Os terroristas chegaram de ônibus à Igreja Bíblica da Vida Mais Profunda enquanto os fiéis praticavam o estudo semanal. Os criminosos então cortaram a energia do templo e bloquearam todas as suas saídas antes de disparar indiscriminadamente contra os fiéis durante pelo menos 20 minutos.
Embora nenhum grupo tenha assumido a autoria do atentado, a seita radical islâmica Boko Haram é a provável responsável por ele, uma vez que essa organização vem produzindo massacres contra cristãos nos últimos meses. A Boko Haram, cujo nome significa na língua local “a educação não islâmica é pecado”, luta para instaurar a lei islâmica (sharia) na Nigéria, um país onde a população da metade norte é predominantemente muçulmana, enquanto a da metade sul é cristã.
A organização terrorista matou mais de 1.200 pessoas em ataques armados ou atentados com explosivos desde 2009.
NOTA: Ore pelos familiares do pastor e de todos que tiveram a sua vida ceifada nesta atitude terrorista por parte destes homens que não tem temor de Deus no coração. 
MENSAGEM
PARTE 1
PARTE 2


post inforgospel.com.br – com informação R7.com/internacional
FONTE: O DIARIO

GRUPO ISLÂMICO EXIGE QUE PRESIDENTE CRISTÃO “CONVERTA-SE OU RENUNCIE”


Nigéria, o país mais populoso da África, continua vendo o massacre de cristãos. A nação se divide entre um Norte de maioria muçulmana e um sul com maior percentagem de cristãos. Na noite desta segunda-feira, homens armados abriram fogo em uma igreja evangélica matando 19 pessoas.
O incidente ocorreu na igreja ‘Deeper Life Bible Chuch’. “Sim, posso confirmar 15 mortes”, afirmou o porta-voz do governo do estado de Kogi, Jacob Edi. Entre os que morreram na hora estava o pastor e quatro fieis morreram depois, em conseqüência de seus ferimentos, explica o tenente-coronel Gabriel Olorunyomi, chefe da Força de Tarefa Conjunta do Estado de Kogi.
O grupo islâmico Boko Haram, já decretou sua intenção de exterminar o cristianismo do país e matou centenas de pessoas. Os membros deste grupo também atacam regularmente representantes do Estado, principalmente a polícia e o exército. Algum tempo atrás atacaram o prédio da ONU na capital do país, Abuja.
Um vídeo postado recentemente na internet mostra Abubakar Shekau, chefe do grupo radical, chamando Barak Obama de ‘terrorista’, e criticou a decisão do governo americano em acrescentar seu nome à lista dos terroristas procurados pelos Estados Unidos. No mesmo vídeo, a Boko Haram exige que o presidente da Nigéria, Goodluck Jonathan, converta-se ao Islã ou renuncie ao cargo.
“Quando a maioria dos nigerianos votaram em Jonathan na eleição presidencial de 2011, sabiam que estavam elegendo um cristão… como presidente, Jonathan é líder dos cristãos e dos muçulmanos do país”, declarou Reuben Abati, o porta-voz da presidência, no domingo. Ele afirma ainda que o presidente classificou a exigência como uma tentativa de “chantagem” e que ninguém pode esperar dele esse tipo de decisão. Segundo o presidente, o objetivo do grupo extremista é provocar uma crise religiosa no país, na tentativa de desestabilizar seu governo.
Embora o Boko Haram tenha sido criado em 2002, sua campanha violenta começou em meados de 2009, depois que seu fundador, Mohammed Yusuf, morreu sob custódia da polícia.
No início de 2010, o presidente Umaru Musa Yar’Adua faleceu e o então vice-presidente Jonathan assumiu a presidência e concorreu para a eleição no início de 2011.
Os objetivos declarados do Boko Haram, cujo nome significa “a educação ocidental é proibida”, são impor a sharia (lei islâmica) como regra na Nigéria. Atualmente, os muçulmanos já conseguiram fazer isso nos 12 estados do norte. Como somam 60% de toda a população, continuam exigindo mais representatividade. Eles fizeram recentemente incursões armadas em aldeias cristãs e o grupo já anunciou que os cristãos “não terão paz novamente” se não aceitarem o Islã.
O secretário de Estado adjunto para assuntos africanos dos EUA, Johnnie Carson, disse que existem “relatórios sobre os contato e as relações crescentes entre membros do Boko Haram e outros grupos extremistas da África, incluindo a al-Qaeda no Magreb Islâmico”.
Traduzido de CNS News

sábado, 21 de julho de 2012

50 CRISTÃOS QUEIMADOS VIVOS NA CASA DE UM PASTOR NA NIGÉRIA


O país se transformou em um campo de extermínio; muçulmanos declaram “convertam-se ou morram”
Michael Carl
Cinquenta membros de uma igreja no norte da Nigéria foram queimados vivos na casa do pastor.

O ataque, realizado por homens armados, foi apenas o primeiro de uma onda de violência que se espalhou por 12 vilas e deixou mais de 100 mortos no estado nigeriano de Plateau, região que anteriormente estava fora da área de atuação do grupo islâmico terrorista Boko Haram e é a terra natal da etnia fula, majoritariamente islâmica.
Apesar disso, o Boko Haram assumiu responsabilidade pelos ataques e prometeu mais violência.
O porta-voz americano da Missão Portas Abertas, Jerry Dykstra, alerta que a recente onda de ataques está rapidamente se transformando em um funesto campo de batalha religioso, onde o Boko Haram declara que os cristãos devem se converter... ou morrer.
A Nigéria está se transformando em um campo de extermínio para os cristãos. Centenas deles já foram brutalmente assassinados pelo Boko Haram, incluindo mulheres e crianças”, explica Dykstra. “Ainda esta semana o grupo afirmou que todos os cristãos deveriam buscar o islamismo ou ‘nunca teriam paz novamente’. O objetivo deles é transformar toda a Nigéria em um país governado e dominado pela lei islâmica da sharia”.
Os líderes da Igreja de Cristo da Nigéria relatam que todas as igrejas da denominação foram totalmente queimadas durante a destruição em 12 cidades.
O estado de Plateau é a terra natal dos fulas, grupo nômade e majoritariamente muçulmano, originalmente apontados pelas autoridades de segurança nigerianas como responsáveis pelo ataque.
Segundo uma reportagem local, o consultor criminal nigeriano Innocent Chukwuni teria dito que a logística sugere que o Boko Haram não poderia ter agido sozinho.
“Não acredito que o Boko Haram teria condições de atacar essas vilas tão de repente. Não conseguiriam sem apoio e cooperação local”, ponderou Chukwoma, segundo a reportagem.
O porta-voz dos fulas negou responsabilidade e não respondeu sobre a possível aliança com o Boko Haram.
A analista da Heritage Foundation na África, Morgan Roach, não acredita no envolvimento do Boko Haram devido ao histórico de violência dos fulas.
“Ataques a povoados cristãos não são novidade no estado de Plateau, uma vez que se sabe que os fulas já atacaram comunidades cristãs no passado”, sustenta Roach.
Ela afirma que, como o estado de Plateau é fora do território do Boko Haram, ela tende a concordar com as autoridades nigerianas. Ela também acredita que as queimas de igrejas são um desvio dos métodos do grupo terrorista, tipicamente mais avançados.
“Caso eles sejam responsáveis, isso seria um desvio das suas táticas anteriores, que tendem a ser mais sofisticadas”, questiona Roach.
“Acredito que convém fazer duas perguntas: O Boko Haram está tentando tirar vantagem da instabilidade de Plateau e se aliar aos fulas? Talvez, mas é preciso mais provas”, opina. “Se for confirmada a ligação do incidente ao Boko Haram, seria um caso preocupante para a segurança do país”.
Mas Michael Rubin, analista de Oriente Médio e Terrorismo do Instituto Empresarial Americano, diz acreditar que o Boko Haram é responsável pelos ataques.
“Ninguém iria se surpreender se o campo de ação do Boko Haram estiver se expandindo. Os jihadistas não podem ser aplacados; são expansionistas”, declara.
Roach teme pelas consequências caso o Boko Haram esteja realmente avançando sobre Plateau e sobre o território fula.
“Será que eles estão buscando expandir sua influência para outras partes do território? Provavelmente", constata Roach. “Certamente iria ao encontro do seu objetivo maior de criar um estado muçulmano”.
Dykstra acredita que a maior prioridade da Nigéria é proteger seus cidadãos cristãos e reforçar a segurança nacional.
“O governo nigeriano precisa se posicionar e proteger os fieis cristãos”, defende. “O Departamento de Estado Americano precisa reconhecer que o que está acontecendo na Nigéria não é apenas devido à pobreza e à injustiça”.
Dykstra estava se referindo a uma reportagem da Reuters de 11 de julho sobre um relatório sobre a Nigéria elaborado pelo Conselho Mundial das Igrejas.
“A pobreza, a desigualdade e a injustiça estão ameaçando desencadear um conflito sectário na Nigéria, explicou uma força-tarefa cristã-muçulmana na quarta-feira”, dizia a Reuters, citando o relatório. “O relatório identificou dezenas de problemas distintos, cuja resolução poderia contribuir para a paz de maneira geral”.
Ainda citando o relatório do CMI, a Reuters prosseguia: “A disparidade de riqueza entre os estados produtores de petróleo do sul e os países pobres em recursos do norte é um dos principais fatores para as tensões regionais, como são também as disputas por terra, como a falta de terra de pasto reconhecida para os pastores de gado do grupo nômade fula”.
O relatório também cita o príncipe Bola Ajibola, ex-ministro da justiça, dizendo, “Na Nigéria, três coisas são entrelaçadas: religião, política e etnia; e as três são ofuscadas pela corrupção, a pobreza e a insegurança”.
Dykstra questiona as conclusões do relatório, inclusive a afirmação que joga a culpa em “missionários bem financiados tanto do islamismo quanto do cristianismo” por aumentar as tensões.
“É ridículo”, critica.
Dykstra ressalta também que os cristãos precisam orar pelos seus irmãos e irmãs perseguidos.
Rubin alerta que terríveis consequências irão se seguir se o governo da Nigéria não colocar um fim na guerra civil auto-anunciada Boko Haram.
“Se não for contra-atacado e derrotado, o Boko Haram pode transformar a Nigéria no maior estado falido do mundo”, lamenta.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “50 Christians burned to death in pastor's home

terça-feira, 17 de julho de 2012

CINQUENTA CRISTÃOS SÃO QUEIMADOS VIVOS NA NIGÉRIA


Os ataques a cristãos na Nigéria continuam e cada vez mais cruel. Diferentes fontes compartilharam vários relatórios sobre o número de vidas perdidas nos massacres, que vêm ocorrendo em uma base semanal nos últimos meses.
Na semana passada, o grupo extremista islâmico Boko Haram, assumiu a responsabilidade pela morte de mais de 100 pessoas em uma série de 12 aldeias. Mas um caso divulgado pela Imprensa Batista causou espanto e indignação pela sua crueldade.
A publicação confirmou que cerca de 50 membros da Igreja de Cristo na Nigéria, na aldeia de Maseh foram queimados vivos depois que eles se refugiaram na casa de seu pastor, na sequência de um ataque terrorista.
Corpos de cristãos que foram queimados vivos na Nigéria
"Cinquenta por cento dos membros de nossa igreja foram mortos no edifício da igreja onde tinha ido para se refugiar. Eles foram mortos ao lado da esposa do pastor e as crianças", disse o Rev. Dachollom Datiri, vice-presidente da Igreja de Cristo na Nigéria.
"A Nigéria está realmente se tornando o novo campo de morte para os cristãos. Centenas de cristãos já foram brutalmente assassinados, incluindo mulheres e crianças, pelo Boko Haram", disse o porta-voz da Portas Abertas, EUA Jerry Dykst.
"O Boko Haram no início desta semana disse que todos os cristãos precisam voltar-se para o Islã ou eles nunca terão a paz novamente. Seu objetivo é fazer toda a Nigéria um país governado e dominado pela lei sharia".
Cidadãos da Nigéria têm criticado a resposta do governo aos ataques sequenciados, e pediram que mais seja feio para combater as atividades Boko Haram que aterrorizam as cidades.
O pastor Ayo Oritsejafor, presidente da Associação Cristã da Nigéria, afirmou que o Boko Haram é uma organização terrorista e pediu que a comunidade internacional lute contra o grupo como faz com a Al Qaeda.
Há certos extremistas muçulmanos que acreditam que a Nigéria deve ser uma nação islâmica e o Boko Haram é o principal órgão desse grupo de pessoas (…). O país sempre teve uma população muito bem dividida entre as duas grandes religiões, Cristianismo e Islamismo, então não é possível simplesmente islamizar a Nigéria”, acrescentou o pastor.

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Fonte:www.apocalink.blogspot.com