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quarta-feira, 5 de setembro de 2012

MESSIAS DA DESGRAÇA: COMO O LÍDER DOS MOONIES PASSOU DE SIMPLES CAMPONÊS PARA UM BILIONÁRIO LIDERANDO UMA SEITA QUE FEZ LAVAGEM CEREBRAL EM MILHÕES… ATÉ QUE O JORNALDAILY MAIL O DESMASCAROU COMO FRAUDE


Tom Rawstorne
Já estão em andamento os preparativos para o funeral de Sun Myung Moon, o líder dos moonies que se autoproclamava “messias”.

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Na sede da igreja, cercada de montanhas, em Gapyeong, a leste de Seoul, trabalhadores estão ocupados fazendo uma estrada de duas pistas de quase um quilometro.
Enquanto isso, dentro de um enorme ginásio de esportes, obras estão em andamento para a construção de um altar especial em que os visitantes poderão rezar e se lembrar do líder da Igreja da Unificação, que morreu aos 92 anos.
O falecido Reverendo Sun-Myung Moon acumulou uma fortuna de bilhões de dólares desde que fundou sua polêmica Igreja da Unificação em 1954
Assessores se gabam de que dezenas de milhares de membros da igreja viajarão para a Coreia do Sul para o funeral em 11 dias. “Convidamos o maior número de convidados do Japão, cerca de 30.000 pessoas”, disse um deles.
Quantos realmente estarão presentes é uma estória totalmente diferente, pois embora a igreja alegue ter no mundo inteiro cerca de três milhões de pessoas, a verdade é que sua popularidade chegou ao ponto máximo na década de 1980. Hoje, especialistas estimam que os números minguaram para apenas 100.000.
É claro que, qualquer que seja o número, o fato é que quaisquer lágrimas derramadas em memória de Moon serão apenas uma gota em comparação com o rio de sofrimento e desgraça que sua seita pervertida infligiu.
Ele estabeleceu sua igreja — formalmente conhecida como a Federação da Família para a Paz e Unificação Mundial — em 1954.
Embora tivesse ficado famoso por celebrar casamentos em massa em que milhares de estranhos vestidos com roupas idênticas se casavam uns com os outros em cerimônias realizadas em estádios enormes, o que serve de memória para Moon são suas atividades nas décadas de 1960 e 1970.
Então, à medida que sua rede de missionários se espalhou pelo mundo inteiro, começaram a surgir relatos de rapazes e moças facilmente influenciáveis virando alvos.
Recebendo lavagem cerebral com técnicas como privação do sono e “bombardeios de amor” — adulando e bajulando potenciais novos recrutas — eles seriam separados de suas famílias e escondidos em lugares secretos.
Aí, eles começariam a fazer o trabalho da igreja, vendendo quadros ou flores de porta em porta para levantar dinheiro para os líderes.
Parentes cujos amados haviam sido seduzidos a se tornarem membros da seita falaram de como sua perda foi tão súbita e completa como se o parente tivesse morrido.
A Inglaterra conseguiu escapar das piores consequências do império de Moon em grande parte graças à campanha jornalística do Daily Mail.
Em 1978, este jornal publicou uma matéria devastadora desmascarando as atividades dos moonies sob a manchete “A igreja que separa as famílias”. A igreja processou, mas a audiência resultante do Supremo Tribunal durou 100 dias e finalmente terminou em vitória para o Daily Mail.
60.000 membros da Igreja da Unificação do mundo inteiro participam de uma cerimônia de casamento em massa de Moon no Estádio Olímpico Chamsil em Seoul em 2000
Quase metade dos membros na Inglaterra fugiu para os Estados Unidos, onde a igreja passou a construir uma considerável base de poder — e continuou enchendo os bolsos de Moon.
Além de possuir propriedades luxuosas nos EUA, Moon fundou o jornal Washington Times e se tornou dono de empresas no mundo inteiro que incluíam um resort de ski, um curso de golfe, vários hotéis e uma companhia de balé.
Não é surpresa alguma que os críticos continuem a questionar os motivos dele. “Ele (Deus) vive em mim e eu sou a encarnação dEle”, disse ele certa vez. “O mundo todo está na minha mão”.
Para um menino que nasceu numa família de camponeses coreanos na província de Pyongan, no que hoje é a Coreia do Norte, é uma declaração muito forte. Mas quando tinha 16 anos, Moon afirmou que Jesus havia aparecido para ele e lhe pedido que estabelecesse o reino de Deus na Terra.
Tendo sobrevivido à Guerra da Coreia, em 1954 ele estabeleceu sua igreja, pregando novas interpretações de lições da Bíblia e produzindo seu próprio manifesto. Nele, ele argumentou que tivesse Jesus vivido, ele teria se casado com a esposa ideal e gerado a perfeita família “pura”. Moon jurou que ele mesmo completaria a missão.
Ele rapidamente atraiu seguidores jovens com seu sistema de valores orientado para a família e liderou seu primeiro casamento em massa em Seoul no início da década de 1960.
As “cerimônias de bênção” cresceram em escala durante as duas décadas seguintes, envolvendo no final milhares de casais de uma vez. “As pessoas tinham de casar ultrapassando fronteiras nacionais e culturais de países que elas consideravam seus inimigos, de modo que o mundo de paz chegasse mais rapidamente”, Moon disse numa autobiografia em 2009.
Reverendo Moon e sua esposa abençoam as noivas e os noivos numa cerimônia de casamento em massa em Seoul
Aqueles que ele casava muitas vezes nunca tinham visto um ao outro antes, com Moon unindo indivíduos a partir de fotos. Língua e cultura eram consideradas irrelevantes — um fato que a união de um arcebispo católico africano de 71 anos e uma acupunturista coreana de 43 anos deu testemunho em 2001.
Mas foi a propagação agressiva da seita, primeiro nos EUA, para onde Moon se mudou em 1971, e então na Europa que acabaria envolvendo-a na maior polêmica.
Bispo Manoel Ferreira, da Assembleia de Deus de Madureira, na Coreia do Sul com o Rev. Moon

VEJA VÍDEO:
Rapazes e moças eram persuadidos a aceitar Moon e sua esposa como seus “verdadeiros pais”, e entregar suas posses terrenas à igreja. Eles então rejeitariam seus pais biológicos, recusando todo contato. Para algumas famílias, a única esperança de localizar os filhos “capturados” pelos moonies era estudando as fotos dos casamentos em massa.
Qualquer um que desafiasse o que a igreja fazia acabava sofrendo ações legais de uma organização que estava preparada para processar para proteger sua reputação.
Foi em meio a essas ameaças que em 1978 o Daily Mail publicou uma investigação sobre as atividades dos moonies. A investigação foi feita pelo jornalista Brian Park.
A reportagem revelou que a seita captava potenciais jovens convertidos facilmente influenciáveis, fazia lavagem cerebral neles e então os tirava de suas famílias, impedindo-os de fazer contato e escondendo-os em lugares secretos.
Sir David English, então editor do jornal, havia aprovado a investigação depois de testemunhar pessoalmente a força da seita. Embora estivesse trabalhando nos EUA, o filho de um vizinho havia sido atraído à órbita da seita, cortando todo contato com sua família desolada.
Mais tarde, ele viu uma família britânica passar pela mesma experiência, e se comprometeu a agir depois de receber cartas de leitores implorando que o Daily Mail os ajudasse e ter seus filhos de volta. Assim começou a matéria “A igreja que separa as famílias” do Daily Mail desmascarando a seita.
Desde o início, nossos advogados sabiam que os moonies quase que certamente entrariam com processo de difamação, afirmando que seus seguidores entraram na seita voluntariamente.
Apesar do risco de pagar milhões em despesas legais, a decisão foi publicar. O caso que resultou durou mais do que qualquer outro caso legal por difamação na Inglaterra: mais de 100 dias. O resultado foi triunfo para o Daily Mail.
Em 1 de abril de 1981, o júri deu o veredicto que inocentou o jornal. No ano seguinte, o Tribunal de Apelação sustentou a decisão.
“Os moonies são uma seita maligna”, dizia um líder num artigo no jornal no dia seguinte. “Eles trazem sofrimento para as famílias. Eles alienam filhos de seus pais. Eles fazem lavagem cerebral em rapazes e moças que estão na fase mais vulnerável e influenciável de suas vidas…”
Embora a vitória sufocasse as atividades da seita na Inglaterra, estava longe de ser o fim para Moon. Durante os anos, suas atividades se tornariam cada vez mais comerciais.
Embora tivesse desenvolvido um bom relacionamento com líderes conservadores americanos, inclusive o presidente Nixon, ao qual ele defendeu no escândalo Watergate, ele cumpriu 13 meses de prisão numa penitenciária federal dos EUA entre 1984 e 1985 por evasão de impostos.
Ele também fomentou boas relações com Kim Il Sung, o falecido ditador da Coreia do Norte, em Pyongyang. Depois da morte de Kim em 1994, Moon afirmou que em seu leito de morte o ditador o havia escolhido como o único homem com capacidade de reunificar as duas Coreias.
À medida que foi envelhecendo, Moon discretamente entregou o controle diário de seu império religioso e empresarial de vários bilhões de dólares a seus filhos, dos quais há pelo menos dez.
Sem dúvida, eles estarão entre os enlutados que farão a viagem na nova estrada de Gapyeong para prestar homenagem a seu pai.
Desde que sucumbiu à pneumonia, o corpo dele está deitado com grande pompa numa estrutura de mármore branco numa colina com vista direta para o complexo de prédios de sua seita.
Ao redor do corpo, dizem as autoridades, colocaram em ordem muitos dos presentes que ele recebeu em sua vida, para lembrar o fato, diriam seus críticos, de que Moon era mais materialista do que era um messias.

As tolices de Manoel Ferreira com um anticristo

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

A IGREJA DA UNIFICAÇÃO: O MOONISMO


Introdução:
A Igreja da Unificação tem chamado a atenção de muitos líderes no mundo como uma seita que se espalha rapidamente e que escraviza psicologicamente a mocidade de nossa sociedade. Cristãos em geral encaram-na como uma Igreja Herética e pervertedora do Evangelho de Jesus Cristo. Seu líder se autodenomina um Messias e pretende estabelecer uma nova ordem no mundo com suas "suposta revelações". Esta seita já está instalada no Brasil e já possui uma forte base. veja Jd 11-19. 
1. Breve histórico:
Neste mundo há muitas vozes que se tem levantado profeticamente a fim de proclamar soluções e remédios para as complexidades da vida de hoje. Sun Myung Moon é uma destas vozes, que começando na Coréia e avançando para os Estados Unidos, perseguiu para outros países, inclusive o Brasil. Não é uma coisa rara encontrar com seus seguidores em qualquer uma das principais cidades brasileiras. Veja 2 Pe 2.1-3; 1 Pe 2.6. 
a) Fundador:
De repente, apareceu um homem dizendo-se apto para trazer "novas esperanças" e: "uma nova era". Sun Myung Moon, Koreano, evangelista, milionário, industrial e fundador da Igreja da Unificação. Nascido na Koréia do Norte em 6 de janeiro 1920, de pais presbiterianos, Monn começou pregando "coisas extraordinárias "quando tinha apenas 12 anos. Quando tinha dez anos, sua família se converteu ao cristianismo e se tornou membro duma Igreja presbiteriana. Posteriormente em Seul freqüentava uma igreja pentecostal. Atualmente é chamado de "Pai" ou "Mestre" pelos seus adeptos. Veja Mt 23.8-10 
b) Sua chamada:
Na manhã da páscoa de 1936, numa montanha solitária da Coréia, Moon diz que quando estava orando fervorosamente, teve uma visão de Jesus. Nesta visão, Jesus, supostamente, mandou Moon "completar minha tarefa incompleta". Diante disso Niin hesitou, porque segundo ele, sabia que jamais poderia voltar atrás uma vez que fizesse a promessa de cumprir esta missão diante de Deus e Jesus. Moon também relata que Jesus lhe disse que "ele (Moon) era o único que podia fazê-lo, e que pediu-lhe muitas vezes". Enfim, Moon cedeu aos pedidos de Jesus e aceitou a tarefa, sabendo que não haveria quem pudesse substituí-lo se ele falhasse. Veja Hb 13.8-9; Gl 1.8,9. 
c) Seu preparo:
Durante os próximos nove anos, Moon se preparou para esta missão. Em Seul, gastou a maior parte do seu tempo em oração. Descobriu que Deus estava muito solitário e lamentava os pecados da humanidade. Quando chegou a compreender a vida trágica de Jesus, Moon disse que chorou por muitos dias. Durante este período ele pelejou e lutou em batalhas espirituais e ferozes contra as forças que tentaram afastá-lo de sua missão. Moon uma vez falou, "se alguém soubesse o que eu sofri naqueles anos, seu coração pararia de bater em choque e tristeza. Ninguém é capaz de agüentar esta história. Veja 2 Co 4.4; Rm 12.3

2. Fundação da seita:
Em 1946, Moon viajou ao Sul da Coréia e lá encontrou com Paik Moon Kim, cujo nome significa "cem letras de ouro". Este Senhor, seis anos mais velho que Moon, se considerava um "salvador" e declarava-o publicamente. Naquela região, havia muita expectativa sobre o aparecimento de um "messias coreano". Moon passou seis meses com Kim na cidade de Paju, ao norte de Seul, numa comunidade chamada Israel Soodo Won ( Mosteiro de Israel). Lá aprendeu o que depois se tornaria a base da sua própria teologia como se encontra no Livro O Princípio Divino, que segundo ele é superior a Bíblia. Veja Mt 24.4,5, 23-27. 
a) Data oficial do início da nova seita:
Em 1953, Moon foi a Seul, onde fundou sua nova Igreja em 1954, chamando-a em coreano de "Tong il-kyo, ou seja , a Associação do Espírito Santo para a Unificação do Cristianismo Mundial ( ou mais simplesmente , a Igreja da Unificação). Naquela época havia apenas cinco membros. O único destes primeiros seguidores que permanece membro até hoje é David S. Kim. Os outros ou morreram ou deixaram o movimento. 
b) Os casamentos de Moon:
Segundo a história da seita, a primeira esposa de Moon o acompanhou por dez anos e o deixou porque não concordava com suas práticas poligâmicas. Segundo Moon ela não compreendeu sua "missão". O último casamento de Moon foi com Miss Kim, isto é, seu quarto casamento, uma moça de dezoito anos recém formada. Este casamento é chamado pelos seguidores de "O casamento do Cordeiro". Atualmente, Monn tem doze filhos. Estes são considerados sem pecados, desde que Monn é chamado de "Pai do Universo" e Hak de "Mãe do Universo" ou "mãe verdadeira". O casamento do cordeiro de Ap 19.7, é bem diferente de Moon. 
c) Espalhando a mensagem:
Em 1957, os missionários de Monn já tinham levado sua mensagem para a maioria das cidades do sul da Coréia. Ele começou, então, a receber muita oposição das Igrejas cristãs, que declaravam sua Igreja como não-cristã. Mesmo assim, o movimento continuou a se espalhar, e em 1958 estabeleceu centros no Japão e nos Estados Unidos. Durante os anos 60, outros centros também foram estabelecidos em outros países. O Espírito do erro usa tantos os mensageiros como os ouvintes que prestam atenção em suas mensagens malignas. O Brasil tem sido vítima constante desse satanismo. Veja Mt 24.23. 
3. As Heresias da Seita:
É interessante ressaltar que na maioria das Seitas, as heresias começam com as "visões e revelações" de seus fundadores, denominadas como "experiências especiais" e que eles são chamados à serem os "salvadores", os messias da humanidade. Assim foi com o Monn , outros anteriores e posteriores e tantos quantos surgirem. Eles sempre tem uma nova revelação, além da Bíblia. No caso do Rv Moon o Livro O princípio Divino é a verdadeira revelação.
a) Sobre Deus:
Dizem que a positividade e a negatividade básicas de Deus são os atributos essenciais de seu caráter e forma. Chamam de positividade e negatividade divinas a sua masculinidade e feminilidade, respectivamente. Ou Deus projetou a plenitude de seu valor no objeto criado, ou então não criou nada. Portanto o homem é a forma visível de Deus, e Deus a forma visível do homem. O sujeito e o objeto, em essência, são um só. Deus e o homem são um. O homem é a encarnação de Deus.. A Bíblia ensina claramente que o homem, longe de ser a "encarnação de Deus" é criatura dele, tendo sido criado "menor que os anjos" e ainda mais: transgride as leis estabelecidas por Deus. Veja Hb 2.7; Jo 1.11,12; Is 43.10-13. Normalmente os líderes das seitas se comportam como "deuses". 
b) Sobre a Bíblia:
Dizem: "A Bíblia porém, não é a própria verdade, mas um livro de texto que ensina a verdade. Portanto não devemos considerar o livro de texto como absoluto em todos os detalhes" ( PD. p. 7). Refutação: "Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para repreensão, para correção, para educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda a boa obra". ( 2 Tm 3.16-17); Veja ainda Pv 30. 5-6; Jo 5.39; 1 Jo 4.1; 2 Co 6.7; 1 Ts 2.13; Tt 1.9; Hb 4.12; 5.13; 1 Pe 1.23 etc. 
c) Sobre Jesus:
O Rev. Moon ensina que Jesus fracassou em sua missão. A razão de sua crucificação foi João Batista. Pois João Batista causou tanta descrença em Jesus, que, os Judeus se dividiram. Jesus, reconhecendo a situação, sabia que não seria aceito pela nação judaica. Portanto, ele "resolveu tomar a cruz como indenização para pagar pela realização de, pelo menos a salvação espiritual do homem ( PD. 116). Moon afirma ainda que quando Jesus foi crucificado, "seu corpo foi invadido por Satanás, e foi morto. Assim por mais dedicado que seja o homem de fé, não pode obter a salvação física por redenção apenas através da crucificação de Jesus". (PD. 114). Refutação: veja Rm 16.17-20; Jo 14.6; Mt 28.11; Hb 13.8; Jo 10.41-42; Mt 21.32; Cl 1.13-20 etc.


4. Outras erros doutrinários da seita:
Toda seita que considera como autoridade outras fontes além da Bíblia possui uma coletânea de heresias. Essas heresias estão inseridas nas atitudes de seus adeptos, que normalmente obedecem cegamente o texto "sagrado" de seus líderes. Estão preparados para bombardear qualquer um que se opor às idéias de seus lideres com os seus "decorebas". 
a) Sobre a Trindade:
Além de Jesus não ser considerado como Deus , o próprio Deus é entendido em termos , da doutrina masculina/feminina de Moon. Portanto, deve haver uma "verdadeira mãe" para acompanhar o "Verdadeiro Pai", para gerarem filhos de bondade. Esta "Verdadeira Mãe" seria o Espírito Santo. Refutação: Basta examinar os textos originais no Novo Testamento para mostrar que o Espírito Santo referido em Jo 14.26; e 16.7 na terceira pessoa no masculino nega qualquer associação inventada com uma "Verdadeira Mãe" 
b) Sobre a Salvação:
Dizem: "Precisamos compreender que pela crucificação, Deus e Jesus perderam tudo... No momento da crucificação, não havia nada ali, nada, nem a família, nada, nada, nem o cristianismo. Não houve redenção, nem salvação. E também não ocorreu ali o início do cristianismo. Então, na cruz, não foi efetuada a salvação. (Os Caminhos do mundo de Moon). Existem inúmeras passagens das Escrituras que no ensinam que no Calvário, Cristo realizou plenamente a redenção, que ali se cumpriu a velha aliança e que Jesus fez "a purificação dos pecados" e se tornou a "propiciação pelos nossos pecados" não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro. Veja Hb 1.3; 1 Jo 22 ; Jo 19.30; Hb 10.14; Cl 1.20; 1 Co 1.18,23,25; Cl 1.7 ,13-20; 2.9,10. 
c) Doutrina da criação e queda do homem:
Segundo Moon, Adão fracassou porque teve relações sexuais com Eva fora do mandamento de Deus, gerando filhos queda. O Plano era gerar filhos sem pecados. Adão deveria ter um substituto, que seria Jesus, se este por acaso se casasse e desse origem à nova humanidade, sem pecado. Deveria constituir uma família com filhos perfeitos, mas também fracassou. Agora veio o terceiro Adão como solução para a humanidade. Uma nova geração através do "Papai" e "Mamãe" Moon . Refutação: Segundo a Bíblia a queda do homem foi devido à sua desobediência a Deus e o sexo é um dom de Deus para procriação. ( Gn 1.27,28; Rm 5.12-21; Ef 2.1-10.
Conclusão:
Resumindo, observamos que as doutrinas fundamentais de Sun Myung Moon tem apoio na Bíblia, apenas como um ponto de partida para o aumento ou redução da revelação de Deus. Assim ele cria suas crenças. Quando conveniente, cita a Bíblia para tentar apoiar suas doutrinas. Quando não convém simplesmente muda o sentido claro e completo dela para deduzir o fim que ele já determinou. Além do mais, as grandes verdades da fé cristã quanto ao pecado do homem, à obra de Cristo na Cruz, a trindade, a divindade de Cristo, são grosseiramente ridicularizadas , e enganosamente desvalorizadas. Veja Rm 16.17-20. Sem medo de errar podemos afirmar que o Reverendo Monn é possuído pelo espírito do Anticristo. 
Questionário:
1. Como o Rv Moon recebeu a visão para iniciar sua Igreja?
R: Disse que teve uma visão no qual Jesus mandou-lhe "completar minha tarefa incompleta". 
2. Qual é o livro texto da Igreja da Unificação?
R: O Princípio Divino. 
3. Qual é a posição da Igreja da Unificação sobre a Bíblia?
R: Dizem que a Bíblia não a própria verdade. 
4. O que dizem sobre Jesus?
R: Dizem que Jesus fracassou em sua missão. 
5. Cite algumas referências bíblicas sobre as advertências de Jesus sobre falsos profetas e falsos Cristos?
R: Mt 24.5; Mt 24 11; 24.23, 24 etc. 
6. Qual foi o momento mais importante da lição para você?
R: (Pessoal). 
Sugestão Bibliográfica:
1. Eu Sou o seu cérebro ( Sun Myung Moon). A Sedução da Igreja da Unificação. C. Timotty Carriker. Edição própria. 
2. Seitas Orientais 5a edição, Tácito da Gama Leite Filho, Ed. Juerp 
3. O Império das Seitas Vol III Ed. Betânia. Walter Martin. 
4. O Princípio Divino - Associação do Espírito Santo para unificação do Cristianismo mundial. Obs. Este livro é o referencial de fé dos moonistas.

Suprimentos:
Chamado "Pai" ou "Mestre" pelos seus adeptos, Sun Myung Moon nasceu no dia 6 de janeiro de 1920 na aldeia de Kwangju Sangsa Ro, na província de Pyungan Bukedo no noroeste da Coréia. Ele é o segundo filho de um fazendeiro, tendo um irmão e seis irmãs. Quando Moon tinha dez anos, sua família se converteu ao cristianismo e se tornou membro duma Igreja presbiteriana. Nesta época, Monn tinha a ambição de ser um grande estudioso de obter vários diplomas em vários campos. Depois de completar o primeiro grau, ele fez o segundo grau na escola Tong Yasng San Kong (Engenharia Comercial e Industrial) na cidade sulista de Seul onde freqüentava uma igreja pentecostal. 
O que dizem os discípulos de Moon sobre Sua experiência: Segundo os adeptos de Moon, aos quinze anos suas idéias mudaram quanto ao mundo. Experimentou uma visão semelhante a de Buda. De acordo com esta visão, toda a humanidade, de geração em geração, havia sofrido as mesmas lutas e pecados, e se Moon morresse sem mudar esta situação, gerações futuras também haveriam de sofrer. Desde aquela época, decidiu assumir a responsabilidade de aliviar o fardo de sofrimento da raça humana. 
Ao voltar do Sul da Coréia para seus seguidores em Pyongyang, Moon estabeleceu a Igreja Kang Hei ( Igreja do Mar largo) em 1846, e começou a pregar dinamicamente. Em 1948, Moon foi excomungado da Igreja Presbiteriana da Coréia. 
Mudança de Nome:
Durante estes anos mudou seu nome de Yong Myung Moon para Sun Myong Moon. Para muitas pessoas Iong significa "dragão". Mying quer dizer "brilhante", e Moon é um sobrenome que significa "letra" ou "escrita". Sun significa "prosperidade" ou "bondade". Desde l946, portanto, ele usa um nome que significa : "bondade brilhante" em vez de "dragão brilhante". 
Espalhando a mensagem (O veneno).
Alguns consideram Moon como um preletor simpático, outros acham-no detestável. Sua voz sobe e desce na escala, de gritos repentinos e altos para rugidos baixos e guturais. Suas mãos e seu corpo se agitam constantemente no ar, enquanto ele bate no púlpito com seu punho e gira constantemente a cabeça. Depois de uns vinte segundos, ele para duma vez, enquanto seu tradutor, Coronel Bo Ho Pak, cujo apelido é ö coronel de Deus". traduz. Isto continua até o fim do sermão. 
Salvação.
Segundo a Igreja da Unificação, a salvação não é obtida pela graça, por meio do perfeito sacrifício do Senhor Jesus, mas tem de ser completada através de obras humanas, bem como dos ensinos, revelações e exigências do Rv. Moon. A advertência que o Senhor Jesus nos faz a respeito de falsos Cristos e falsos profetas vem bem a calhar com relação ao Rv. Moon, pois ele, sendo coreano, não pode se apresentar como Messias, já que Cristo disse : "... a salvação vem dos judeus"( Jo 4.22). 
Sobre o casamento:
Além do messianismo de Moon, a seita esta alicerçada sobre a unidade da família. O casamento é decisão de Moon. Uma ou duas vezes por ano todos os jovens solteiros apresentam-se numa grande reunião, onde Moon indica os pares. Têm um período para reconhecimento mútuo e depois devem comunicar o resultado a Moon. O reino dos céus será um reino terrestre, primeiramente por um casamento sem pecados. Esse casamento trará a verdadeira unificação da terra, fundirá todas as religiões, trará harmonia e paz à economia, aos governos, raças e famílias. Antes do casamento público em massa, os casais participam da cerimônia do vinho: devem beber uma mistura de vinho contendo mais de 20 ingredientes, preparados por três anos e contendo pequena quantidade do sangue de Moon e sua esposa. Isso troca a descendência de sangue satânico do casal pela descendência celestial que Adão e Eva possuíam antes da queda. No início da seita, contam alguns que a mulher devia manter relações com Moon antes de tê-las com o marido. 
Contato com os espíritos:
Diz Moon: "Se continua a cultivar tais experiências, alcançará o ponto onde seu coração se alegrará a fim de ser um canal de comunicação com o mundo dos espíritos"(O Mestre fala p 7). Refutação ( Dt 18.10-12) 
Perdão pelos pecados:
"Ao Pai (Moon) é dada autoridade aqui na terra opor Deus para perdoar os pecados". (Manual de treinamentos pp 47). Veja At 5.31. 
O Resultado dos casamentos:
Os membros da Igreja da Unificação acreditam que este casamento alcançará a fase de perfeição depois desta esposa gerar-lhe doze filhos e ser casada com Monn por 21 anos. Portanto, o nascimento no início de l980 do décimo segundo filho é um "sinal" que o alvo de Moon realizar a salvação total já se cumpriu. Juntos, os pais e filhos estão proclamando a vinda da perfeição da humanidade. 
As prisões de Moon:
O Reverendo Monn foi preso várias vezes e também muito perseguido por poligamia e sonegação de impostos etc. No dia 4 de julho de l955, a polícia o prendeu novamente por três meses. Sua acusação no início foi de não apresentar-se para serviço militar, mas, mais tarde foi mudada para "sexo grupal". Naquele tempo, muitos dos seus adeptos eram pessoas que haviam deixado suas esposas e eram parte da nova comunidade da Unificação. Estudantes e professores foram expulsos das suas faculdades pelos "ritos escandalosos da Igreja da Unificação" (Mook, 1974.34) 
Rito Secreto:
No Início da seita havia um rito secreto. Esse rito secreto causou muita controvérsia, pois exigia-se que os adeptos femininos tivessem relações com Moon a fim de serem purificados. Depois, as relações entre estas mulheres e seus maridos purificariam também os adeptos masculinos e seus filhos seriam puros. 
Algumas frases heréticas de Moon:
1. "Eu sou um pensador. Eu sou o seu cérebro". 
2. "Quando você une seus esforços aos meus, pode fazer qualquer coisa em obediência absoluta a mim. Porque o que faço não é por acaso mas o que eu faço é sob ordem de Deus". 
3. Não há nenhuma reclamação, objeção a qualquer coisa sendo feita aqui até que consigamos estabelecer o Reino de Deus na Terra até mesmo o fim! Jamais poderá haver reclamações. 
4. "Quero que todos os membros sobre mim tenham a vontade de me obedecer-me, mesmo que tenham que desobedecer a seus próprios pais e aos presidentes das suas próprias nações. E se eu ganhar uma metade da população do mundo, poderei virar o mundo inteiro de ponta cabeça". 
5. "Você deve começar de novo sua vida, negando sua família, seus amigos, seus vizinhos e seus parentes passados". 
6. "O que eu desejo deve ser o seu desejo". 
7. "A minha missão é fazer novos corações, novas pessoas". 
8. "De todos os santos enviados por Deus acho que sou o mais bem sucedido". 
9. "O tempo virá...quando minhas palavras quase servirão como lei. Se eu pedir tal coisa será feita". 
10. "O mundo inteiro está nas minhas mãos, e vou conquistar e subjugar o mundo". Obs. Citações como estas só podem sair dos lábios de um representante do Anticristo ou do próprio Anticristo
Copiado de http://www.planetaevangelico.com.br/religioes/ . Autor anônimo.
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1999 - Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal.

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Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença".

Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias.

Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

Fonte:www.apocalink.blogspot.com