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terça-feira, 16 de agosto de 2011

FOME NA SOMÁLIA SE AGRAVA; SAIBA COMO AJUDAR

Diversas ONGs estão atuando no Chifre da África e aceitam doações em dinheiro e trabalho voluntário. 3,2 milhões de pessoas precisam de ajuda imediata para sobreviver.
A divulgação do primeiro relatório sobre o número de mortes provocadas pela crise alimentar na região do Chifre da África revela que mais de 29 mil crianças com menos de 5 anos já morreram de fome nos últimos três meses na Somália - uma média de 300 por dia, quase 15 por hora.
Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), 640 mil crianças somalis estão subnutridas e 3,2 milhões de pessoas - de uma população total de 7,5 milhões - precisam de ajuda imediata para sobreviver.
Nesta semana, a ONU declarou situação de fome em mais três regiões do sul da Somália, elevando a cinco o total de áreas atingidas. A ONU calcula que dezenas de milhares de pessoas tenham morrido em decorrência do atual período de seca, o pior a afetar a Somália em 60 anos.
O alto índice de crianças somalis com desnutrição aguda indica que o número de óbitos entre crianças pequenas aumentará ainda mais. Conheça algumas das formas de ajudar a Somália a combater a fome. E participe divulgando a hashtag #ajudeasomalia no Twitter.
Doações em dinheiro para ajudar a Somália

É necessário escolher a operação de destino antes de prosseguir com a doação. Há opções de transferência bancária ou postal.

Doações únicas ou mensais, em dólares e via cartão de crédito. Com apenas US$ 7 (cerca de R$ 11), já é possível comprar um kit de alimentação para uma criança desnutrida.

A agência filiada à ONU permite doações em seis moedas diferentes (R$ não incluso) e o direcionamento da ajuda - para a África ou o local "onde a necessidade for maior".

Care
O doador pode optar entre as sugestões ou doar um valor desejado. A doação é feita em dólares. A entidade informa o que pode ser feito com o valor doado.


Opção de pagamento via boleto bancário ou débito automático, em reais. A ONG também informa o que pode ser adquirido com a quantia. Com R$ 30, por exemplo, é possível ajudar uma criança desnutrida por um mês.

Unicef
O órgão do ONU aceita doações em dólares. O valor é automaticamente direcionada para ações nos países do Chifre da África.


Para doações específicas para o Quênia, somente via cartão de crédito.

Save the Children
Doações feitas em dólares e somente via cartão de crédito. O valor é livre, mas a ONG indica que basta doar US$ 1 (pouco mais de R$ 1,50) por dia durante 100 dias para salvar uma criança da fome.

A instituição criou uma página específica para doações para a região. Além de opção de cartão de crédito, a página oferece endereço e telefone para quem está nos EUA e quer ajudar.

Agência tem página simples para as doações. Basta preencher os dados, estipular o valor e contribuir.

Segundo a ONG, cada dólar doado por um indivíduo é somado a US$ 30 oriundos de doações corporativas. Doações podem ser únicas ou periódicas, apenas via cartão crédito.
Voluntariado
Algumas agências, como as Nações Unidas e o Voluntariado Mundial, oferecem programas de voluntariado, local ou à distância.
Fonte: Estadão
VIA: FOLHA GOSPEL

sexta-feira, 22 de julho de 2011

SEM AJUDA, 780.000 CRIANÇAS MORRERÃO DE FOME NA SOMÁLIA


O número de crianças em situação de 'desnutrição severa', se consideradas aquelas que vivem no Quênia e na Etiópia, é de 2,3 milhões neste momento


O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) elevou, nesta sexta-feira, para 780.000 o número de crianças somalis que correm o risco de morrer de fome se não receberem ajuda imediata. "Estamos falando apenas da Somália", ressaltou em entrevista coletiva a porta-voz do Unicef em Genebra, Marixie Mercado. Ela acrescentou que o número total de crianças em situação de "desnutrição severa", se consideradas também aquelas que vivem no Quênia e na Etiópia, é de 2,3 milhões neste momento.

O dado supera o divulgado na última terça-feira pelo
Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), que cifrou em 500.000 a quantidade de crianças que enfrentam "um iminente risco de morte" no país africano. A ONU decretou, na quarta, que duas regiões do sul da Somália, Bakool e Lower Shabelle, estão em situação de crise de fome - circunstância que não era observada no país desde 1992.

Rombo - Nas últimas horas, as Nações Unidas frisaram que se trata da "
pior crise alimentar" dos últimos anos e redobrou seus esforços para que a comunidade internacional contribua com os recursos financeiros necessários para combatê-la.
A organização internacional solicitou a seus membros 1,9 bilhão de dólares (quase 3 bilhões de reais) para ajudar Etiópia, Quênia e Somália - mas por enquanto só recebeu menos da metade dessa quantia. "Temos um rombo de um bilhão de dólares", disse na quinta-feira a subsecretária geral para a Coordenação de Assuntos Humanitários da ONU (Ocha), Valerie Amos, que advertiu que a crise vai ser longa.

Esforços - Neste contexto, o
Unicef anunciou nesta sexta-feira que deve iniciar um plano especial para aumentar de maneira maciça suas operações humanitárias no Chifre da África (Somália, Etiópia, Djibuti e Eritreia). "Estamos preparando nossa capacidade logística para entregar provisões de alimentos suplementares sem precedentes por toda a região", declarou Shanelle Hall, diretora de provisões do Unicef. "Se quisermos salvar vidas, temos que atuar agora. Temos que fazer chegar quantidades enormes de remédios, vacinas e provisões nutricionais na região o mais rapidamente possível e entregá-los às crianças que mais necessitam", declarou Hall.

Desde o início de julho, o Unicef conseguiu fazer chegar 1.300 toneladas de provisões às áreas do sul da Somália mais afetadas pela seca e o conflito armado, os causadoras dessa catástrofe humana. Mas o esforço é claramente insuficiente, visto que a previsão é de que apenas 240.000 crianças sejam beneficiadas pela ajuda do Unicef, que deve precisar de 100 milhões de dólares (cerca de 156 milhões de reais) até o final do ano para executar a operação com sucesso.
(Com agência EFE)
FONTE: Veja

quinta-feira, 14 de julho de 2011

NA ÁFRICA, MAIOR CAMPO DE REFUGIADOS DO MUNDO SOFRE COM SUPERLOTAÇÃO, FALTA DE COMIDA E ÁGUA

RIO - Construído há 20 anos para abrigar 90 mil pessoas vindas da guerra civil da Somália, os acampamentos de Dadaab, no Quênia, são considerados o maior campo de refugiados do mundo, abrigando hoje mais de 350 mil somalis. De acordo com uma previsão do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), até o final deste ano Dadaab será a residência de 450 mil pessoas, o equivalente à duas vezes a população de Genebra. Nos primeiros quatro meses do ano, foram mais de 41 mil novas chegadas.
Além de conflitos internos, a Somália e outros países da África Oriental, como Etiópia e o próprio Quênia, passam pela pior seca dos últimos 60 anos. Nesta terça-feira, a ONU chamou a atenção para a crise humanitária na região, onde a temporada sem chuvas atinge cerca de 11 milhões de pessoas, e fez um apela a comunicada internacional.
- O custo humano desta crise é catastrófico. Nós não podemos nos dar o luxo de esperar - disse o secretário-geral da ONU, Ban ki-moon - Nós admitimos que temos que fazer de tudo para evitar que essa crise se aprofunde.
Um relatório divulgado em maio deste ano pelo Médicos Sem Fronteiras mostra como a realidade dos campos de Dadaab - composto por três acampamentos Dagahaley, Hagadera e Ifo, onde 9% das crianças chegam desnutridas e 60% das famílias vem com pelo menos um familiar doente.
Para receber a porção de comida - três quilos por quinzena, as famílias devem esperar, em média, 12 dias. Os utensílios de cozinhas e roupa de cama demoram mais de um mês. Durante este período, os recém-chegados precisam se virar em temperaturas médias de 50 graus, buscando alimentos no deserto e fugindo de animais selvagens, principalmente de ataques de hienas, frequentes na região.
- Cheguei com seis parentes. Temos um pedaço de terra na área dos recém-chegados, mas não temos nada para construir um abrigo. Não temos plástico, nem tendas. Temos apenas os nossos cartões de registros, mas ainda esperamos por nossa porção de comida. É muito perigoso aqui. Temos medo que animais selvagens comam nossas crianças durante a noite - contou Fatima a funcionários do Médicos Sem Fronteiras, 15 dias após chegar ao Quênia, fugida de Mogadishu, na Somália.
Como os acampamentos estão lotados, recém-chegados devem esperar do lado de fora dos campos ou procurar abrigo em casa de parentes, como é o caso de Hassan, de 39 anos, que, ao lado da mulher e cinco filhos, divide tenda com a irmã outros oito parentes. Segundo o Médicos Sem Fronteiras, cerca de 25 mil pessoas vivem do lado de fora dos acampamentos.
A ONU tinha um projeto de abrir um novo campo de refugiado no local, uma extensão do complexo de Ifo, com mais instalações, que serviriam para acomodar 40 mil pessoas, mas a obra foi suspensa em janeiro deste, depois de muitas negociações com autoridades quenianas. Até o momento, não há sinais de avanço nas conversas com o governo.
Há 20 anos, a Somália não tem um governo central e milícias islâmicas al-Shabbab impediram a entrada de ajuda humanitária nos locais dominados por ele. Segundo os extremistas, a ajuda encorajaria a dependência. Desde de o ano passado, a agência de alimentos da ONU desistiu de ajudar somalis, com medo de colocar seus funcionários em risco diante de "condições de trabalhos inaceitáveis".
FONTE: YAHOO 
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Aborto diga não!

Aborto diga não!
1999 - Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

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Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença".

Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias.

Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

Fonte:www.apocalink.blogspot.com