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domingo, 25 de novembro de 2012

PRESIDENTE DE UGANDA SE ARREPENDE DE PECADOS PESSOAIS E NACIONAIS


Michael Carl
Será que um presidente deveria conduzir os cidadãos numa oração nacional de arrependimento?
O presidente evangélico de Uganda pensa que sim.
De acordo com uma reportagem do site ugandense New Vision, o presidente Yoweri Museveni celebrou o aniversário de 50 anos de independência de Uganda da Inglaterra no evento Orações Nacionais do Jubileu, se arrependendo publicamente por seus pecados pessoais e pelos pecados da nação.
“Estou aqui hoje para encerrar o passado de malignidade, e principalmente os últimos 50 anos de nossa história de liderança nacional, e entrarmos numa nova dispensação na vida desta nação. Estou aqui em favor de mim mesmo e dos presidentes anteriores, para demonstrar arrependimento. Pedimos teu perdão”, orou Museveni.
“Confessamos esses pecados, que têm causado grandes impedimentos para nossa harmonia nacional e atrasos para nossa transformação política, social e econômica. Confessamos os pecados de idolatria e bruxaria que são abundantes em nosso país. Confessamos os pecados de derramamento de sangue inocente, pecados de hipocrisia política, desonestidade, intriga e traição”, disse Museveni.
“Perdoa-nos os pecados de orgulho, tribalismo e sectarismo; pecados de preguiça, indiferença e irresponsabilidade; pecados de corrupção e suborno que estão provocando erosão em nossos recursos nacionais; pecados de imoralidade sexual, alcoolismo e devassidão; pecados de falta de perdão, amargura, ódio e vingança; pecados de injustiça, opressão e exploração; pecados de rebelião, insubordinação, brigas e conflitos”, orou Museveni.
Em seguida, o presidente dedicou Uganda a Deus.
“Queremos dedicar esta nação a ti de modo que tu sejas o nosso Deus e guia. Queremos que Uganda seja conhecida como uma nação que teme a Deus e como uma nação cujos alicerces estão firmemente enraizados na justiça para cumprir o que a Bíblia diz no Salmo 33:12: ‘Feliz a nação cujo Deus é o SENHOR, o povo que Ele escolheu para lhe pertencer!’ (KJA)” orou Museveni.
Uganda ganhou sua independência da Inglaterra em 8 de outubro de 1962. 
Milton Obote, líder da resistência, foi o primeiro primeiro-ministro de Uganda.
O Rev. Scott Lively, pastor e ativista de Massachusetts, crê que Museveni é um modelo para outros líderes nacionais.
“A oração de Museveni é um modelo para todos os líderes cristãos no mundo inteiro. O declínio dos líderes do Ocidente está ocorrendo em proporção ao grau de rejeição que eles demonstram a Deus”, disse Scott.
Scott também acredita que Uganda vai se erguer como uma grande potência africana, enquanto os EUA continuam a decair. Ele usa a Inglaterra como exemplo.
“Quando honrava a Deus, exatamente como o presidente de Uganda acabou de fazer, a Inglaterra estava em seu auge como potência mundial. De forma semelhante, a grandeza dos EUA está diminuindo, pois os EUA passaram de nação cristã para uma nação humanista e secularista. Mas fique de olho em Uganda, pois Deus os abençoará muito por quererem ser uma nação dedicada a Ele”, disse Scott.
Scott acrescentou que Museveni está claramente fazendo um contraste entre Uganda e o Ocidente.
“Este incidente é também importante como um contraste no quadro que está sendo pintado pela esquerda ímpia que retrata Uganda como uma nação atrasada, violenta e selvagem pronta para assassinar homossexuais”, disse Scott.
“Pelo contrário, com calma e confiança Museveni está estabelecendo o rumo de sua nação mediante a orientação da Bíblia, de um jeito que também mostra grande coragem e determinação”, disse Scott.
Os grupos de militância homossexual estão criticando o governo de Uganda e Museveni por aprovarem leis que criminalizam a conduta homossexual. Um projeto de lei atualmente no Parlamento de Uganda aumenta as sentenças de prisão para atos homossexuais e inclui penas criminais para os que incentivam ou promovem a homossexualidade.
O projeto havia incluído a pena de morte para os que cometem múltiplos atos de conduta homossexual, mas a cláusula foi removida, conforme reportagens da BBC Notícias.
Scott disse que não concorda com a cláusula de pena de morte, mas apoia a forte postura de Uganda contra a conduta homossexual.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: Ugandan president repents of personal, national sins
Leitura recomendada:

terça-feira, 31 de julho de 2012

RECONQUISTE SUA CIDADE PARA DEUS por John Dawson


Qual a razão de nossa cidade estar localizada onde esta? Seria essa localização resultado apenas de causas geográficas e comerciais, ou Deus tem um plano de redenção para ela?
Nossa cidade pertence a Deus. Seus habitantes são pessoas criadas à imagem dEle. Satanás é um intruso, um usurpador, que atua em território que nos pertence. Deus não concedeu aos demônios nenhuma autoridade sobre nossa cidade. Eles infestam a atmosfera terrestre desde antes da criação do homem, mas só podem exercer autoridade sobre uma cidade ou instituição através do pecado daqueles que as constituem.
Se examinarmos a história de nossa cidade, poderemos encontrar vários dados que nos levarão a identificar a origem dos males que oprimem seu povo no presente.
Ao estudar a história da fundação de uma cidade da Califórnia, descobri o momento mais provável em que, Satanás teve a oportunidade de se apoderar dela. Os anos iniciais de um lugar são muito importantes, porque uma das principais táticas do inimigo é interferir no processo de nascimento. “E o dragão se deteve em frente da mulher que estava para dar à luz, a fim de lhe devorar o filho quando nascesse.” (Ap. 12:4)
Naquela cidade ainda na fase de ocupação do lugar, os crentes se uniram para construir um pequeno templo que seria utilizado alternadamente pelos luteranos, metodistas, presbiterianos e batistas. Tudo estava correndo muito bem, até que um dia dois cidadãos importantes tiveram um conflito de personalidade. E essa dissensão causada por questões insignificantes acabou provocando uma divisão da comunidade evangélica em duas facções. Passaram-se cem anos e a cidade continua dividida por controvérsias religiosas.
O que fazer para sanar esse mal no presente? A Bíblia dá a resposta. Ela nos exorta a preparar o caminho do Senhor removendo as pedras que constituem empecilhos. “Passai, passai pelas portas; preparai o caminho ao povo; aterrai, aterrai a estrada, limpai-a das pedras; arvorai bandeira aos povos.” (Is. 62:10)
Então, pelo arrependimento, pela reconciliação e oração, a atual geração pode reedificar as muralhas derrubadas de sua cidade.
“Os teus filhos edificarão as antigas ruínas; levantarás os fundamentos de muitas gerações, e serás chamado reparador de brechas, e restaurador de veredas para que o país se torne habitável.” (Is. 58:12)
Um importante aspecto da reedificação das muralhas é a restauração da união entre as igrejas da cidade.
Quando as igrejas de uma cidade se unem, recebem grande poder para destruir o reino de Satanás em toda a localidade.
Ao estudar a história de uma cidade, é comum descobrirmos também as mágoas que sua população abriga. Algumas localidades guardam sentimentos de rejeição ou complexos de inferioridade por terem perdido a disputa para se tornarem a capital do estado. Outras são ofuscadas por cidades próximas que se desenvolveram mais que elas. É possível até todo um povo ter esse tipo de ferida moral, que pode tornar-se uma grande barreira à pregação do evangelho.
Quando analisamos nações relativamente novas, como é o caso das americanas, devemos focalizar a primeira geração dos que nasceram no país. Vejamos o caso do México, por exemplo. Os mexicanos são resultado da união de espanhóis com índios.
Pensemos um pouco na situação da primeira geração de mexicanos. Em muitos casos, o pai era espanhol e a mãe índia. Os filhos se encontravam no meio das duas culturas. Um menino, por exemplo, desejaria ser igual ao pai, um altivo e forte conquistador. Mas a afeição e o calor humano lhe vinham da mãe, que era índia. Esse aspecto da formação da nacionalidade tem prejudicado bastante o crescimento do reino de Deus naquele país, pois a imagem que têm de Deus Pai é distorcida.
De posse deste conhecimento podemos direcionar melhor nossas estratégias evangelísticas. Se censurarmos a indevida devoção do povo à Virgem Maria – uma prática de muitos mexicanos – não obeteremos sucesso, a não ser que descubramos maneiras de revelar o caráter de Deus Pai, ressaltando seu amor e sua graça. Esse povo geralmente vê Jesus como um bebê ou como uma vítima. O Pai é alguém sempre ausente, e Maria é a única figura “paterna” a que eles têm acesso.
O grande número de imagens de Maria com o menino Jesus talvez se deva mais ao fato de a cultura ter feridas morais, do que a um doutrinamento nesse sentido. Em vez de irmos logo orando contra os espíritos religiosos, será melhor procurarmos saber antes como Deus vê e sente essa situação.
Na medida que estudamos a história do lugar é de extrema importância estarmos atentos à “voz” do Espírito Santo! Este é um dos, se não o melhor e mais gratificante recurso para se estabelecer um ministério em determinado lugar.
Deus pode nos revelar raízes profundas de servidão a um deus pagão – como no caso do templo de Mitras, edificado pelos romanos, e que foi encontrado no subsolo de Londres – ou fatores mais simples, como o significado de um nome.
Ao fundar o Rio de Janeiro, em 1565, Estácio de Sá expressou assim seu sonho para a cidade:
“Levantamos esta cidade como memorial e exemplo de valor e heroísmo às vindouras gerações, e para ser a rainha das províncias e o império das riquezas do mundo”
Um belo propósito, porém bastante desvirtuado hoje na vida da conhecida como “cidade maravilhosa”.
Fonte: Reconquiste sua cidade para Deus, pg. 71 a 77. Autor John Dawson

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

IGREJA DO MÉXICO É CHAMADA AO ARREPENDIMENTO

Em uma Reunião Nacional de Oração na Cidade do México, Leslie Kiegel, presidente da Aliança Nacional Cristã Evangélica do Sri Lanka, entregou sua mensagem profética ao México e aos líderes cristãos da nação.
       Esta mensagem pode explicar o porquê de diferentes ataques a líderes de ministérios, como sequestros e extorsões aos pastores e aos seus familiares, já que a mensagem explica que esta é uma prova e que a igreja está sendo purificada.
Leslie Kiegel afirma, como profeta, que muitos não resistirão a prova e que a solução será manterem-se unidos. A dura mensagem fala de desavenças e divisões que levaram à mesma divisão na sociedade, na economia e, consequentemente, nos ministérios.
       “Dentro das principais causas que impedem a unidade no Corpo de Cristo estão as fortalezas sectaristas. É o orgulho nas crenças doutrinárias, denominacionais, e o sistema de governo, que provoca que a Igreja se torne partidarista e só aceite aqueles que estão de acordo com suas próprias crenças e sistemas. Algumas das razões pelas quais os líderes não dispõem seus corações para buscar a unidade são:
Orgulho doutrinário e denominacional
Menosprezo aos demais
Idolatria denominacional
Temor de perder membros
Insegurança
Ciúmes e um espírito competitivo
Estão edificando seu próprio reino
Falta de tempo
Esgotamento

       “Se, como povo de Deus, estivermos num mesmo sentimento e decisão, poderemos responder a Deus levando a responsabilidade pelos nossos próprios pecados de orgulho e falta de unidade, e as nossas orações serão respondidas em favor de nossa nação. Como disse a palavra profética, nossa nação foi sacudida violentamente até suas raízes, e a corrupção em todas as suas formas esteve se manifestando. Neste processo, a Igreja está sendo purificada e refinada para que tudo o que não é de Deus seja completamente destruído…”
       Algumas igrejas já tomaram a iniciativa de unir seus esforços. Foi dado origem à “Rede Nacional de Oração pelo México”, e desde o dia 01 de janeiro deste ano, com a duração de quarenta dias, estará ocorrendo um jejum pelo país, que terá a participação de igrejas da República de El Salvador.
Tradução e Edição: Gospel Prime
Com Informações Noticia Cristiana

terça-feira, 3 de agosto de 2010

SAIBA PORQUE O dEUS DA CABANA NÃO É O DEUS DA BÍBLIA!

“The Shack” (A Cabana) tem ocupado o primeiro lugar na lista de bestsellers do New York Times, sendo uma narrativa de ficção, que ocupou durante nove meses o número sete em preferência no Amazon e o número seis no Barnes & Noble.
Até o mês de janeiro deste ano, cinco milhões de cópias haviam sido vendidas. O livro está sendo traduzido em 30 línguas e um filme está sendo produzido.
[N.T. - O povo evangélico emergente adora qualquer coisa que possa diluir o Evangelho verdadeiro, para continuar sentindo-se à vontade com os seus pecados de estimação].
Embora o autor do livro, William Paul Young, não seja membro de igreja alguma e até evite ser chamado cristão, e embora suas doutrinas sobre Deus sejam grosseiramente heréticas, a novela está sendo apresentada como se tratando de um livro de auxílio cristão.
“A Cabana” tem sido endossado pelo Club 700 de Pat Robertson, pelo artista da CCM, Michael W. Smith, por Eugene Peterson (professor do Regente College e autor da Bíblia “The Message”), Mark Baterson (pastor sênior da National Community Church, Washington, D.C.), Wayne Jacbson, autor da obra “So, You Don’t Want to Go to Church Anymore”), Gayle Erwin, da Calvary Chapel, James Ryle, do movimento Vineyard Churches, Greg Albrecht, editor da revista “Plain Truth”, dentre muitos outros.
Young foi um dos preletores na Convenção dos Pastores Nacionais, em San Diego (CA), patrocinada pela Zondervan e pela InterVarsity Fellowship. Os 1.500 que freqüentaram a Convenção eram pastores e obreiros cristãos. Outros preletores foram Bill Hybels, Leighton Ford, Brian McLaren e Rod Bell .
[N.T. -Todos eles são líderes na igreja emergente].
Young teve sua própria vez na Conferência e foi entrevistado em uma das sessões gerais por Andy Crouch, um editor sênior da “Christianity Today”
[N.T. - Uma revista totalmente posicionada em favor da igreja emergente].
Dizem que 57% dos que assistiram à Conferência haviam lido “A Cabana” e Young foi ali entusiasticamente recebido. Crouch tratou Young como um companheiro crente e não deu o menor sinal de que houvesse no livro algum problema prejudicial de teologia pela maneira como Deus é retratado no livro.
Quando Young disse: “Não me sinto responsável pelo fato de que ele (o livro “A Cabana”) esteja indo contra os paradigmas das pessoas” , ou de como as pessoas pensem a respeito de Deus, a multidão respondeu com palmas, aprovação e risos.
A igreja emergente adora contradizer as doutrinas bíblicas tradicionais, sem sentir o menor temor de Deus, quando faz isso.
Young nasceu em Alberta, em 1955, mas passou os primeiros dez anos de sua vida em Papua, Nova Guiné, com os seus pais missionários, os quais estavam ministrando ao remanescente do grupo tribal chamada Dani. Ele se graduou no Warner Pacific College, o qual é filiado à Igreja de Deus (Anderson, Indiana), com um diploma em religião.
Em “A Cabana”, Young apresenta o tradicional Cristianismo Bíblico como sendo hipócrita e injurioso.
O personagem principal do livro cresce sob “rígidas regras” e seu pai, que ocupava o ofício de ancião na igreja, era um “bêbado às ocultas” e tratava a família com crueldade, quando estava bêbado. (p. 7).
A hipocrisia é muito prejudicial à causa de Cristo, mas a hipocrisia da parte dos cristãos não desmerece a Bíblia.
“Seja Deus verdadeiro e mentiroso todo homem” (Rom. 3:4).
Mais que frequentemente, esse tipo de coisa é usado como uma desculpa pelos rebeldes.
Sei disso por experiência pessoal. Em minha juventude, eu me aproveitava de certas circunstâncias nas igrejas batistas, a fim de desculpar minha rejeição pela igreja.
Contudo, o problema principal não era a hipocrisia dos outros, mas a minha própria rebelião e amor pelo mundo.
Quando me arrependi da minha iniquidade, aos 23 anos, voltei para Cristo e recebi a Bíblia como sendo a santa Palavra de Deus, deixei de censurar os outros e assumi minha responsabilidade diante de um Deus Todo Poderoso.
Regras e obrigações sob a graça de Deus não são errôneas. Elas fazem parte integral do Cristianismo bíblico.
Somos salvos pela graça, sem as obras, mas somos salvos para operar boas obras (Efésios 2:8-10).
As epístolas do Novo Testamento estão repletas de regras e obrigações que os crentes devem observar e cumprir, com admoestações contra a desobediência.
A legítima graça de Deus não nos permite viver como bem desejamos.
Em vez disso, a Bíblia nos ensina que: “… a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens, ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, e justa, e piamente…” (Tito 2:11-12).
Existe hipocrisia dentro das igrejas e também falsos evangelhos embasados na Lei, em vez de na graça de Deus; mas a solução não é rejeitar a interpretação literal da Escritura, nem criar um novo Deus.
O nosso Deus é admiravelmente compassivo e amoroso e comprovou esta verdade na Cruz; mas Ele também é Santo e Justo, exigindo obediência.
Ele odeia e castiga o pecado, um lado de Deus que não pode ser ignorado, sem que seja criado um novo Deus.
A carne se ressente muito da santidade de Deus.
Posso dar testemunho a respeito disso. Vez por outra, em minha vida cristã, eu me desencorajava a respeito de Deus.
Não é fácil reconciliar o amor e a graça de Deus com a Sua tremenda santidade e justiça.
De um lado, o Novo Testamento nos diz que o crente é perdoado, redimido, justificado, aceito, amado e “abençoado com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo” (Efésios 1:3), mas por outro lado, o NT nos diz que o crente deve ter o máximo cuidado sobre como viver diante de Deus. “… pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus” (2 Coríntios 7:1), sendo este o modelo admissivelmente mais elevado.
O crente que não se esforça neste sentido corre o perigo de ser julgado (Ver 1 Coríntios 3:13-17; 9:26-27; 11:27-32; Hebreus 13:4; 2 João 8-11; Apocalipse 2:4-5, 16, 22, 23; 3:15-16).
Existe até um pecado para a morte (1 João 5:16-17; Atos 5:1-11; 1 Coríntios 11:30).
Desse modo, deve haver muitas admoestações sobre a vida cristã (Atos 20:31; Colossenses 1:28; 2 Timóteo 4:2; Tito 1:13; 2:15).
Estas coisas parecem contraditórias à carne decaída e ao homem natural, mas elas constituem os dois lados do mesmo Deus compassivo, três vezes Santo, e rejeitar qualquer uma delas é rejeitar o verdadeiro Deus, substituindo-O por um ídolo.
Numa entrevista ao Club 700, em fevereiro de 2009, Young descreveu um “enorme fracasso pessoal” em sua vida de 38 anos de idade. Ele contou: “Minha vida desmoronou e acabou; precisei resolver um certo assunto de ser um menino no campo missionário, junto com outro assunto de minha vida”. 
Ele falou de “segredos” que guardou desde a infância e da culpa que carregou. Ele não forneceu detalhes, mas parece que era culpado de não obedecer a Deus e chegou a ponto de apelar à psicoterapia. Ela falou continuamente de dor, prejuízo, cura de memórias infelizes e coisas assim.
REDEFININDO DEUS
“A Cabana” tenta redefinir Deus. Young tem dito que o livro se destina aos que têm “um anseio de que Deus seja bondoso e amoroso, conforme desejamos” (Entrevista com Sherman Hu, 04/12/2007).
Aqui ele se refere ao desejo do homem natural por um Deus que ame “incondicionalmente”, não exija obediência alguma, nem arrependimento, não condene o pecado, nem faça com que os homens se sintam culpados pelos seus atos.
Na mesma entrevista, Young disse que certa mulher lhe escreveu, contando que sua filha de 22 anos chegou para ela, após ter lido o livro, e perguntou: “É correto eu me divorciar de Deus para me casar com o novo?”
Desse modo, Young admite que o Deus de “A Cabana” é diferente do Deus que “do lugar da sua habitação contempla todos os moradores da terra” (Salmo 33:14), sendo uma versão cristianizada do deus mitológico Zeus.
Isto me faz lembrar o modernista G. Bromley Oxnam, que chamou Deus “um rufião sujo”, em seu livro de 1944, “Preaching in a Revolutionary Age” (Pregando numa Era Revolucionária).
“A Cabana” explora o assunto da razão pela qual Deus permite a dor e o mal.
Trata-se de uma narrativa de ficção muito amarga, contra Deus, da parte do personagem principal, cuja filha mais jovem foi assassinada. Ele volta à cena do crime, uma velha cabana no meio da floresta, onde tem um encontro com deus e uma mudança de vida. 
Contudo, o Deus que ele encontra não é o Deus da Bíblia.
O DEUS SARAYU
Young descreve o Deus Trino como uma jovem mulher asiática chamada “Sarayu” (supostamente o Espírito Santo); um carpinteiro oriental que ama a boa vida (supostamente Jesus) e uma mulher negra e idosa chamada “Elousia” (supostamente Deus Pai).
Este Deus Pai é descrito como tendo uma cauda de pônei ou um ursinho (O nome Sarayu provém das escrituras hinduístas representando um mítico rio da Índia, em cuja margem teria nascido o deus Rama).
O DEUS DE YOUNG É O DEUS DA IGREJA EMERGENTE.
Ele é frio; gosta de rock, não julga pessoa alguma; não se ira contra o pecado, nem envia os incrédulos para o fogo eterno do inferno; não exige arrependimento, nem o novo nascimento; não impõe obrigação alguma sobre as pessoas; não gosta das igrejas bíblicas tradicionais, nem aceita a Bíblia como a infalível Palavra de Deus e nem mesmo se incomoda que os primeiros capítulos de Gênesis sejam vistos como um “mito”.
Vejamos algumas citações do deus de “A Cabana”:
“Não se sinta obrigado a coisa alguma. Isto não conta ponto algum por aqui. Continue fazendo o que você quer fazer” (p. 89).
Isto entra em contradição com a 1 Coríntios 4:2, com Isaías 13:11 e Efésios 5:5-6.
“Existe uma porção de gente que imagina que ele (o Éden) foi apenas um mito. Ora, este erro não é fatal. Rumores da glória estão muitas vezes ocultos no interior do que muitos consideram mitos e contos” (p. 134).
Isto contradiz a 2 Pedro 1:16.
”[Seu coração] é bravo e belo e perfeitamente em progresso” (p. 138).
Isto contradiz Jeremias 17:9 e Marcos 7:21-23.
“Impor minha vontade sobre alguém é exatamente o que o amor não faz”… O verdadeiro amor nunca força” (pp. 145, 190).
Isto contradiz João 8:31-32; 14:15; Tito 2:11-12; Hebreus 12:5-11; Apocalipse 2:14-16, 20-23; 3:3, 16-19).
“Nosso destino final não é a imagem do céu que se tem na cabeça… Você sabe, a imagem de portões de pérolas e ruas de ouro”. (p. 177).
Isto contradiz Apocalipse 21-22.
“Minha igreja se preocupa demais com as pessoas e a vida se resume em relacionamentos. … Você não pode construí-la. Eu não crio instituições… nunca, nunca, farei isto” (pp. 178. 179).
Isto contradiz Atos 2:41-42, 13-14.
“Aqueles que me amam vêm de cada sistema que existe. São budistas ou mórmons; batistas ou muçulmanos; democratas, republicanos e muitos que não votam nem fazem parte de qualquer manhã dominical ou de instituições religiosas… Não tenho pretensão alguma de torná-los cristãos” (p. 182).
Isto contradiz Atos 4:12; 26:28.
“Pela sua morte e ressurreição, agora estou totalmente reconciliado com o mundo… O mundo inteiro… Em Jesus, perdoei todos os humanos dos seus pecados contra mim… Quando Jesus perdoou os que o cravaram na cruz, eles já não tinham mais dívidas, nem eu” (pp. 192, 225).
Isto contradiz João 3:36; Atos 17:30-31; 1 João 5:12, 19; Apoc. 20:11-15.
“A Bíblia não nos ensina a seguir regras… forçando regras, especialmente em suas expressões mais sutis, como responsabilidade e expectação; esta é uma vã tentativa de criar certeza ou incerteza… É por isso que não se encontra a palavra responsabilidade nas Escrituras … Porque não tenho expectações, ninguém me decepciona” (pp. 197, 203, 206).
Isto contradiz a 1 Coríntios 4:2; 2 Coríntios 5:18. Somente em Efésios 4-6, existem pelo menos 80 obrigações específicas, as quais os crentes são exortados a cumprir.
“Não pratico humilhação, nem culpa, nem condenação”. (p. 223).
Isto contradiz Isaías 2:11; 5:15; João 3:19; Romanos 3:19, 1 Coríntios 11>27; Tiago 3:1; Judas 4; Apocalipse 11:18; 20:11-15.
O deus de “A Cabana” é emergente e novaerense
O deus de “A Cabana” não apenas é supostamente semelhante ao deus descrito no ramo liberal da igreja emergente (exemplo: Rod Bell, Donald Miller, Brian McLaren), como tem ainda um forte parentesco com o deus da Nova Era promovido por John Lennon e Oprah Winfrey.
A popularíssima canção “Imagine” de John Lennon (1971) proclama:
“Imagine que não existe céu sobre nós, nem inferno sob nós, mas sobre nós apenas o firmamento… Também religião nenhuma./ Você pode dizer que sou um sonhador, mas não sou o único”.
William Young pensa do mesmo modo em “A Cabana”:
“Se existe um Deus, Ele não é juiz. Não existe inferno. Deus só deseja que as pessoas ajam conforme desejam e sejam felizes”.
Oprah Winey prega o mesmo evangelho a milhões de pessoas:
“O homem não é um pecador; Deus não é juiz; tudo vai bem no universo; preciso apenas me render ao fluxo”.
Sua mensagem é a celebração do EGO. Ela cresceu numa igreja batista tradicional, mas reinterpretou a Bíblia no que esta se refere às restrições.
Ela diz: “Quando estudei o Movimento Nova Era, todo ele diz exatamente o que a Bíblia tem dito por tantos anos. Porém, muitos de nós fomos educados numa compreensão restrita, limitada, do que a Bíblia diz” (O Evangelho Segundo Oprah Winey, Vintage Point, julho 1998).
NEGANDO A INFALIBILIDADE DA BÍBLIA
Outro problema fundamental com “A Cabana” é a negação da Bíblia como sendo a absoluta e exclusiva autoridade.
Observem a citação abaixo:
“No Seminário, a ele (Mack, o personagem principal) foi ensinado que Deus havia cessado completamente qualquer comunicação com os modernos, preferindo que estes sigam somente a Escritura Sagrada, devidamente interpretada, é claro. A voz de Deus ficou reduzida ao papel e até mesmo esse papel precisou ser moderado e decifrado pelas devidas autoridades e pelos intelectuais. Ninguém deseja que Deus fique dentro de uma caixa, nem dentro de um livro, especialmente dentro de uma caixa encadernada em couro com extremidades brilhantes, ou que não sejam brilhantes” (pp. 65-66).
Crer que a Bíblia é a infalível Palavra de Deus e a única autoridade de fé e prática, não significa “colocar Deus dentro de uma caixa”.
Significa honrar a Deus, aceitando a Escritura pelo que ela afirma ser e tem comprovado ser.
Quando um pai de família viaja e deixa uma declaração escrita de sua vontade para a família, durante sua ausência, a família que verdadeiramente o respeita, submete-se ao seu registro escrito.
Rejeitar a Bíblia como sendo a infalível Palavra de Deus é atirar-se às profundas, turbulentas e subjetivas águas do misticismo [gnóstico]. Isso permite que o homem se torne sua própria autoridade e viva conforme ele deseja, sendo este um objetivo tanto da Nova Era como da igreja emergente: [“É assim que Deus disse?”].
VIDAS TRANSFORMADAS?
O autor de “A Cabana” costuma apontar vidas transformadas como evidência da verdade do livro e da graça de Deus em favor de quem usa o livro.
Na Conferência Nacional de Pastores, William Young disse a Andry Crouch que o livro está mantendo as pessoas libertas “da escravidão e dependência da doutrina”. Ele falou: “Até mesmo pessoas que se manifestaram verbalmente contra o livro tiveram pessoas curadas em suas famílias”.
CURADAS DE QUE E PARA QUE?
O que está acontecendo é que as pessoas que não gostam do Cristianismo Bíblico, não querem se sentir culpadas dos seus pecados e rejeitam o Deus “irado” da Escritura estão respondendo entusiasticamente ao ídolo fabricado pelo homem, o qual é apresentado em “A Cabana”.
O que vem a seguir é típico do que tem sido colocado no site MySpace de Young pelos seus leitores.:
“Seu livro – A Cabana – é surpreendente! Ele mudou a idéia de muita gente a respeito de quem Deus realmente parece ser. Ele tornou livres alguns amigos meus”.
Milagres não comprovam que uma coisa proceda de Deus.
Existe alguém que a Bíblia chama “o deus deste século” (2 Coríntios 4:4), o qual pode operar milagres e responder orações.
Vi milagres e respostas experimentadas e respostas às orações, quando era membro de uma sociedade de meditação hinduísta, entes de ir a Cristo.
Milagres não são uma prova da verdade; somente a Bíblia é a prova.
O profeta Isaías disse: “À lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, é porque não há luz neles” (Isaías 8:20).
CONCLUSÃO
“A Cabana” é mais uma pedra fundamental da Torre de Babel, nestes dias de tremenda apostasia da verdadeira fé.
A Bíblia nos adverte: “Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia. Porque, se pecarmos voluntariamente, depois de termos recebido o conhecimento da verdade, já não resta mais sacrifício pelos pecados…” (Hebreus 10:25-26).
O pecado voluntário (verso 26) descrito neste verso é mencionado no verso 29: “pisar o Filho de Deus”.
É o pecado de considerar o sangue da salvação como algo profano. É a rejeição pessoal da salvação através do sangue de Cristo.
Isto é o que muitos na igreja emergente estão fazendo.
Ninguém será salvo se rejeitar o valor do sangue remidor de Cristo.
No dias de hoje, precisamos continuar firmes na Bíblia, em doce comunhão com Cristo, confessando os nossos pecados e andando na luz (1 João 1:9,7).
Precisamos ganhar a próxima geração e educá-la, a fim de que ela não se torne cativa das armadilhas do diabo e do engodo dos falsos mestres.
“The Shack´s Cold God” – David Cloud, 03/03/2009.
Traduzido por Mary Schultze

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1999 - Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

LIBERDADE DE EXPRESSÃO

É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal.

Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX).

Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença".

Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias.

Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

Fonte:www.apocalink.blogspot.com