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domingo, 25 de julho de 2010

AS BRUXAS ANDAM SOLTAS - REVISTA W.I.T.C.H.


Revistas especializadas em bruxaria fazem sucesso entre crianças e jovens

Depois do ‘carro-chefe’ Harry Potter, a bruxaria teve um crescimento no meio das crianças e até mesmo no meio pedagógico, em vista que muitas professoras têm orientado seus alunos a lerem os livros do pequeno Bruxo. 
O caderno ZH, do jornal ZERO HORA, de 02/06/03, traz uma matéria com o título “As bruxas andam soltas na educação”, provando que o tema tem sido tão sedutor, que já virou tese de doutorado de uma socióloga da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFGRS), baseando-se no poder de encantamento das bruxas.
Nas bancas de jornais qualquer criança pode ter acesso a revistas especializadas em bruxaria, uma delas que está fazendo o maior sucesso é a WITCH, publicada pela Disney em vários países.
Ela chegou ao Brasil com o objetivo de ser a “melhor amiga das meninas”. 
O próprio site da editora Abril, que comercializa a revista, define que a revista pretende ajudá-las a viver esse período da vida mais preparadas, confiantes e capazes de superar as dificuldades comuns da fase da adolescência.
Trazer matérias como astrologia, esoterismo, rituais do mês, seria preparar adolescentes de 9 a 13 anos para a vida? 
Este é o perfil dos leitores da Witch.
A matéria “Pactos – O Poder e a Inconsciência”, da revista Sexto Sentido, ano 3, nº. 36, tem uma definição que pode fazer alguns pais pensarem antes de colocar a revista Witch nas mãos de suas crianças. 
“Para ser um bruxo, a pessoa precisa ter a bruxaria como propósito de alma, já que é um caminho sem volta. 
Significa não ser movido por uma necessidade urgente de momento, o que não quer dizer que um bruxo não possa ter as suas necessidades e problemas”.
A revista Witch tem ensinado às meninas o que a Bíblia diz para ficarmos longe. 


Essa revista em seus ‘rituais do mês’, tem levado a criança a ter contato com magias e encantamentos. 
O ‘ritual do mês’ de novembro de 2002 (imaginem agora em 2010 como anda a coisa) enfocava o uso do incenso, uma prática religiosa, onde os indianos acreditam que cada incenso reúne energias e contém as forças do elemento terra e que seu cheiro e sua fumaça são meios de falar com os deuses.


O ritual chamado “Fumaça Mágica” tem o objetivo de levar uma resposta à garota nas suas decisões importantes. 
Veja o texto colocado como dica: “O incenso pode ajudar você a tomar decisões importantes, sabia? 
Imagine que você está a fim de um garoto e não sabe o que fazer.
Daí é só pegar um pedaço de papel e escrever nas quatros bordas opções de coisas que você poderia fazer para se aproximar dele como ligar, mandar um e-mail ou um bilhete, esperar ele vir até você ou pedir para uma amiga falar com ele. Coloque seu incensário em cima do papel e acenda o incenso. A direção que a fumaça tomar vai indicar o que você deve fazer”. 
Qual é a menina que no período da adolescência não fica gostando de um garoto? Além destas informações, na compra da revista vem o incensário e o incenso. Existem ainda dicas de qual hora é boa para acender o incenso, o que ele pode trazer como bons fluidos e bons sonhos. Esta é uma revista totalmente dedicada às meninas, com intuito claro de levar o conhecimento de práticas de bruxaria, sabendo que esta tem sido uma religião matriarcal.

VODU CONTRA QUEM QUISER

Isso mesmo, a criança pode ter uma iniciação em uma religião que também é politeísta. Mais uma vez a criança descobre que jogar um feitiço no outro para obter um resultado esperado, não é tão ruim assim. Dentre muitas lojas de esoterismo, entrei em uma delas quando do lado de fora pude ver bonequinhos (as) sendo vendidos por R$10,00 e que tinham o título bem grande “VOODU – professor”. A embalagem ainda traz a informação que existem bonequinhos para fazer o VOODU para irmã, irmãos, nora, SOGRA, pai, mãe, chefe, companheiro de trabalho e cunhado(a).
Tem de tudo quanto é gosto e o que mais sai você já sabe. O pacotinho contém o bonequinho, uma plaquinha para colocar o nome da pessoa, as fitas para amarrar o boneco conforme a necessidade e as informações necessárias de como proceder conforme a situação. Tudo muito bem explicado para que qualquer criança entenda. Veja as situações que são colocadas: “ Para o vodu representar seu professor, proceda da seguinte maneira. Escreva o nome dele no papel, enrole-o e amarre-o na mão esquerda do VOODU. Assim tudo o que você fizer para o VOODU, afetará a pessoa representada. Conforme o comportamento do seu professor, proceda da seguinte maneira:
Se seu professor te der bronca na frente de todo mundo, amarre a fita verde em volta da boca do seu Voodu. Assim, ele pensará melhor antes de te dar uma bronca da próxima vez. Se seu professor não deixar você sair mais cedo da aula, enforque o voodu com a fita verde, assim ele deixará você entrar e sair da sala a hora em que você desejar.
Se seu professor te mandar para a diretoria, amarre a fita em volta da perna direita do Voodu e pendure-o, assim ele vai parar de pegar em seu pé”. Estas informações estão dentro do “Kit Voodu” e existem mais situações de como agir. Depois de fazer inúmeras recomendações de como usá-lo, no ultimo parágrafo o fabricante avisa que é uma brincadeira ironizando o personagem do professor. “Lembre-se, tudo não passa de uma grande brincadeira. Por isso, você também pode dar o Voodu de presente para o seu professor com um bilhete escrito que você o `adora´”.
No entanto, esta é uma brincadeira muito perigosa, porque o Vodu é um boneco que representa uma pessoa, à qual é dirigida o encantamento. O que mais chama a atenção é que no VOODU a representação se baseia na lei da similaridade, o boneco representa a pessoa a ser dirigida uma magia para obter o resultado esperado, anulando a ação de uma pessoa, esperando a reação invocada. Em um dos comerciais de TV, o Voodu já está presente, uma garota faz Voodu para o seu namorado ou ex-namorado.
Vodu não é brincadeira de criança. Por mais que alguns dizem que cabe ao manipulador do boneco utilizar corretamente o poder do Voodu, qualquer criança que detesta o seu professor vai usar as informações para obter os seus objetivos. No Voodu verdadeiro o boneco necessita ter corpo (tronco, membros e cabeça) e o que mais me chama a atenção é que ele precisa ter a representação sexual. Nos bonecos masculinos é necessário o pênis e na mulher os seios; os que estão chegando às crianças não possuem os órgãos genitais, mas são definidos claramente se é masculino ou feminino. Você não compra um boneco e escolhe a quem ele vai representar, ele possui um direcionamento – professor, professora, irmão ou irmã etc…
No ano de 1959, o diretor de uma escola primária no Alabama/EUA, pediu demissão de seu cargo quando recebeu queixas de que a escola estava ensinando práticas Vodu. Em 1962, uma mulher assassinou o marido em Fênix, no Arizona/EUA, enquanto estava “sob encanto do Vodu”. A revista “NEWSWEEK” trouxe a seguinte notícia : ” Os artigos do dia incluem sangue de morcego, pó de cemitério para afastar mau-olhado, velas queimadas para dar fim nos inimigos. O local onde esses artigos eram vendidos não eram posto perdido no meio da selva africana, mas em uma banca do bairro do HARLÉM, na cidade de Nova York. Alarmada com a venda pública e próspera dos objetos VOODUS, a prefeitura de Nova York decidiu fechar todos os pontos desse comércio”. A prática do Vodu é feitiçaria e bruxaria pura .
 FONTE:www.reporterdecristo.com
Adaptado com imagens escaneadas por Adson Lins

sexta-feira, 4 de junho de 2010

MAPEANDO A CIDADE DE RESISTÊNCIA


Compreendi que Deus queria que eu fizesse pesquisas quanto à cida­de de Resistência, e também eu estava dolorosamente consciente de que me faltava treinamento ou experiência para fazer tais pesquisas.
Minha única ferramenta era aquele livro de John Dawson, Taking Our Cities for God.1
Armei-me com as perguntas feitas por Dawson e dirigi-me à biblioteca da cidade.
Depois de ter examinado, durante quatro dias, centenas de páginas, eu estava totalmente frustrado.
E tive de admitir que embora agora eu dispusesse de muitas informações exatas, eu não havia ainda descoberto uma única coisa que pare­cesse importante para a tarefa que tínhamos à frente.
Humilhado por essa experiência, dediquei-me novamente à ora­ção. Implorei que o Espírito Santo me desse novas revelações, mos­trando-me o caminho à minha frente.
Quando cheguei de volta à mi­nha casa, minha esposa, que não tinha conhecimento dos detalhes daquilo que eu estava fazendo, sugeriu que eu visitasse uma exposi­ção local de arte nativa; e, embora eu não tivesse entendido direito por qual motivo deveria ir, eu sentia que, se seguisse a sugestão dela, eu encontraria algumas respostas.
Foi dito e feito. Quando fui ver a exposição, encontrei cinco pro­fessores universitários que se mostraram mais do que dispostos a com­partilharem de suas informações comigo.
Eles concordaram que era importante compreender a identidade espiritual da cidade de Resis­tência.
Deram-me uma informação que constituía total novidade para mim. Durante dez dias, e de uma maneira absolutamente incrível, aque­les cinco eruditos confiaram a mim tudo o de que eu precisava.
Eu estava admirado da poderosa mão de Deus, que estava agindo quanto a tudo aquilo. Era difícil de acreditar que aqueles cinco homens, bem conhecidos e respeitados por toda a cidade, estivessem realmente tra­balhando para mim!

OS PODERES QUE DOMINAVAM A CIDADE

Mediante as informações que recebi através do folclore da cidade, fui capaz de identificar quatro potestades espirituais, a saber: San La Muerte (espírito de morte), Pombero (espírito de medo), Curupí (es­pírito de perversão sexual) e Pitón (espírito de feitiçaria e bruxaria).
Munido desses informes, mas não sabendo exatamente o que fa­zer com eles, pedi ao Senhor, uma vez mais, que me mostrasse o caminho.
Dessa vez, a resposta do Senhor foi: "Espera".
Esperei por um mês e meio.
E, então, Cindy Jacobs visitou a Argentina pela pri­meira vez.
A Harvest Evangelism a estava enviando para ajudar a instruir líderes evangélicos e intercessores quanto à guerra espiritual.
Acompanhada por Dóris Wagner, Cindy ministrou em Buenos Aires com extraordinário poder, e então chegou a Resistência para dirigir um seminário de dois dias. Logo no primeiro dia compartilhei com ela das informações que havia recolhido.
Falei-lhe sobre quatro grandes murais pintados em arte moderna na praça central da cida­de, que eu pensava poderia apresentar-nos um tipo de mapa espiri­tual da cidade.

O mapeamento espiritual combina pesquisas, revela­ções divinas e evidências confirmatórias, provendo-nos informes completos e exatos acerca da identida­de, das estratégias e dos métodos empregados pelas forças espirituais das trevas, a fim de influenciarem os habitantes e as igrejas de uma dada região.

Quando Cindy examinou os painéis, naquela tarde, o Senhor, atra­vés do dom de discernimento de espíritos que havia dado a ela, mos­trou-lhe claramente o que era invisível por detrás do que era visível, conforme Peter Wagner discute no segundo capítulo deste livro.
Ela confirmou a presença dos quatro principados sobre Resistência, e tam­bém discerniu a presença de mais dois principados.
Eram principados de elevada patente que ela havia encontrado primeiramente em Buenos Aires, e acerca dos quais ela suspeitava que exerceriam jurisdição nacional - o espírito da Maçonaria e a Rainha do Céu.
Durante o seminário, Cindy, que foi habilidosamente interpretada por Marfa Cabrera, compartilhou de profundos e reveladores discernimentos.
Ela conduziu-nos a uma compreensão muito mais ampla sobre a guerra espiritual, ao mesmo tempo que orientava os líderes das igrejas quanto a maneiras práticas de conquistar territó­rios, em nome de Jesus.

A BATALHA NA PRAÇA

No dia seguinte, nossa equipe foi até à praça, na companhia dos pas­tores das igrejas evangélicas de Resistência, um grupo de intercessores treinados e Cindy Jacobs.
Lutamos ferozmente contra os poderes in­visíveis que dominavam a cidade, pelo espaço de quatro horas.
Atacamo-los naquilo que sentíamos ser a ordem hierárquica deles, de baixo para cima.
Primeiro desfechamos um ataque contra Pombero, e então contra o Curupí, em seguida contra San La Muerte, então o espírito de Maçonaria, e, então a Rainha do Céu, e, finalmente contra Pitón, o qual, conforme suspeitávamos, atuava como coordenador de todas as forças malignas da cidade.
Ao terminarmos, descera sobre todos nós, que tínhamos participado, um senso quase tangível de paz e liberdade.
Tínhamos a confiança de que essa primeira batalha havia sido ganha e que a cidade agora podia ser reivindicada para o Senhor.
Depois disso, a igreja em Resistência estava preparada para iniciar uma campanha de evangelização em plena escala.
Os incrédulos co­meçaram a corresponder ao evangelho como nunca antes tinham feito.
E em resultado de nossa campanha de evangelização de três anos, a freqüência à nossa igreja aumentou em 102%.
O efeito foi sentido em todas as camadas sociais da cidade. Agora podíamos realizar projetos comunitários como prover água potável para os pobres.
A imagem pú­blica das igrejas evangélicas melhorou sensivelmente, obtendo elas res­peito e aprovação da parte de líderes políticos e sociais.
Fomos convida­dos a usar os meios de comunicação para propalar a nossa mensagem.
A guerra e o mapeamento espirituais que pudemos realizar abriram, na cidade de Resistência, novas portas para o evangelismo, para a melhoria social e para a colheita espiritual de almas.

 Fonte: Destruindo as Fortalezas, Cap. 7 – C. Peter Wagner
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Aborto diga não!

Aborto diga não!
1999 - Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

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Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX).

Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença".

Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias.

Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

Fonte:www.apocalink.blogspot.com