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quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Filme "Espelhos do Medo" - Não é Terror, é Controle Mental

Resultado de imagem para espelhos do medo
O filme "Espelhos do Medo" é um filme de terror/suspense que oferece basicamente duas coisas aos espectadores: tensão e ilusão. Em meio a muitos estilhaços de espelhos, uma narrativa confusa, cenas impróprias para menores de 18 anos e corpos sendo horrivelmente esquartejados por espelhos possuídos por possíveis entidades malignas, o filme "Espelhos do Medo", que ganhou também uma continuação, esconde uma história perturbadora quando o analisamos por olhos mais críticos. Talvez, apenas "olhos críticos" não seria ainda o suficiente para entender esse enredo em específico. O filme "Espelhos do Medo" na verdade mostra o mundo interno de uma vítima de controle mental que se dissociou da realidade para escapar do trauma intenso da programação de controle da mente. Este artigo analisa o significado oculto e simbolismo de "Espelhos do Medo".

Dirigido pelo francês Alexandre Aja (Piranha 3D) e estrelando Kiefer Sutherland, o filme descreve a história de Ben Carson, um ex-policial que se separou recentemente de sua esposa (situação de trauma) e arrumou um emprego como vigia noturno de uma luxuosa loja em Nova York, a Mayflower, cujo prédio ainda continua queimado por causa do incêndio que causou seu fechamento. No entanto, em meio a muitos objetos queimados que ainda se encontram no prédio da loja, apenas algumas coisas permaneceram praticamente intactas - uma delas, os espelhos. Ben descobre que os espelhos irão matar tanto a ele quanto sua família se ele não realizar uma tarefa que esses espelhos o pediram. Embora o filme tenha ido bem nas bilheterias, as críticas foram bastante negativas, provavelmente por conter um final confuso e ilusório, pois o filme oferece uma realidade alternativa e um final de duplo sentido. Porém, quando colocamos o filme à luz do Controle Mental, torna-se mais fácil entender seu significado subjacente.

A Premissa

Para muitos, "Espelhos do Medo" é apenas mais um filme de terror ou de carnificina, sem graça e confuso, que não foge muito do gênero. Muitos não entenderam o que aconteceu no final do filme pois lhes faltaram um conhecimento que deixa o filme mais coerente: o filme contém vários elementos de programação de controle mental. Os produtores do filme pegaram elementos do Controle Mental Monarca a adicionaram elementos de filmes de terror para criar a narrativa. O resultado é um filme que é por si só todo uma ilusão. A história não é real; ela se passa na psique da vítima (pois foi criada por ela), que neste filme seria o ex-policial Ben Carson, que recentemente passou por um trauma (separou-se de sua esposa e perdeu seu emprego). Lembre-se que trauma é o ingrediente fator nesse tipo de programação da mente.

Na continuação desse filme, em "Espelhos do Medo 2", o protagonista, que também vive no filme um mundo dissociativo, tinha recentemente passado pelo trauma de ter perdido sua noiva em um acidente de carro. A partir desse trauma, esses protagonistas são medicados, e começam a se dissociar da realidade criando um mundo de terror, sangue e ilusão (é a partir daí que tudo começa). É sempre dessa forma: o protagonista sofre algum tipo de trauma que o deixa predisposto a se dissociar com mais facilidade e daí o mundo dissociativo toma conta do filme.

Escravos monarcas primeiramente passam por algum tipo de trauma e 
então são frequentemente dopados a fim de facilitar sua programação.

 O filme "Espelhos do Medo" pode ser bastante enganoso pois nele nada é real - não houve morte, não houve tiro, não houve sangue, não houve nada - tudo foi uma criação da mente do protagonista. Aliás, um filme de terror é uma ótima maneira de se retratar o que se passa na mente de uma vítima de controle mental. "Espelhos do Medo" retrata a confusão vivida por escravos MK; o filme mostra as distorções mentais (engano, ilusão etc.). Os profundos segredos sombrios do controle mental MK que nunca são explicitados nas telas foram deixados por meio de simbolismo por todos os lados.  Muitos dirão que tudo isso é apenas uma característica dos filmes de terror de Hollywood, mas o filme ganha um outro significado à luz da interpretação de seu simbolismo, logo na introdução do filme.

Espelhos do Medo

 O filme começa com um vigia da loja Mayflower, que foi incendiada, correndo dos espelhos em uma estação de metrô, pois ele não havia conseguido realizar a tarefa que os espelhos o pediram. Porém, ao entrar em um vestiário, ele descobre que há espelhos por todas as partes e não pode mais correr. O espelho se quebra e o reflexo do vigia pega um estilhaço e corta seu próprio pescoço, fazendo com que o "vigia real" tenha o seu pescoço também cortado. Na verdade essa cena, assim como as outras, já é uma criação da mente dissociada do protagonista. Os espelhos do filme, que parecem conter vida, são na verdade os manipuladores e o terror que eles colocam na mente dessas vítimas de controle mental.

Espelhos quebrados têm um significado profundo em controle mental. O terror que é 
provocado pelos espelhos é apenas uma representação do terror provocado pelo abuso dos manipuladores. Tudo é irreal na verdade; esses espelhos, que contêm vida, (no filme) são de 
fato a representação dos manipuladores de controle mental e o terror que eles 
causam na psique de suas vítimas.

O chão quadriculado preto e branco revela que a cena é simbólica. Essa 
dualidade é utilizada em controle mental para criar uma divisão de personalidade.
 O espelho quebrado e o piso xadrez nesta cena revelam que uma dualidade 
está acontecendo dentro da vítima.

Depois dessa introdução, vemos Ben Carson (Kiefer Sutherland), um detetive policial suspenso, começando seu primeiro dia como o guarda de segurança no Mayflower, uma loja de departamento de luxo que foi destruída por um incêndio e fechada por cinco anos. Afetado por um trauma violento (a separação de sua esposa e a perda do emprego), ele escapa de seu próprio mundo para ser capaz de continuar sua vida. A dissociação mental está de acordo direto com o propósito do controle mental baseado no trauma, que é a base da programação Monarca (veja o artigo Origens e Técnicas do Controle Mental Monarcapara mais informações). A Programação Monarca utiliza vários métodos, incluindo a violência, drogas e abuso para induzir trauma violento e fazer a vítima se dissociar - um mecanismo de defesa natural do cérebro. A fratura da personalidade que resulta do processo é então explorada pelos manipuladores de controle mental para programar dentro da mente uma nova personalidade.
 
A frente da loja, com vários pilares. No simbolismo esotérico, pilares guardam a entrada 
de lugares místicos, que aqui é sua própria mente. A loja, assim como toda a narrativa, é 
uma criação de sua mente. Sua psique criou um mundo interior, onde ele pudesse escapar e 
sobreviver mentalmente. Isso é exatamente o que acontece com os escravos MK, que, 
enquanto se dissociam em seu mundo de fantasias, são programados
 pelos seus manipuladores.

O Mundo Interno da Vítima

Na realidade de Ben Carson, ele encontrou um novo emprego em um lugar sombrio e desafiador, que também reflete a sua própria mente (aterrorizante) e o mundo interno que ele criou. As imagens horripilantes refletidas nos gigantescos espelhos chocam Carson. Além de projetarem imagens hediondas do passado, os espelhos parecem também manipular a realidade. Quando Carson vê seu próprio reflexo sendo torturado, ele sofre os efeitos físicos de suas visões fragmentadas. De repente, o ex-policial se descobre lutando contra seus próprios "fantasmas e os demônios" que sequestraram seu reflexo, atormentando-o com convulsões, hemorragia espontânea e um estado de quase sufocamento. Na primeira noite trabalhando como vigia, Ben encontra um espelho que parece estar coberto de marcas de mãos, mas apenas no lado refletido no vidro. Ele vê uma porta aberta no reflexo enquanto na verdade está fechada. Com o tempo, Ben começa a ter visões mais intensas, que inicialmente ele considera como alucinações. Ele percebe que os espelhos refletem uma ilusão da realidade.

O seu reflexo pega fogo enquanto em sua realidade isso não acontece. Ilusão, confusão, alucinação. Os manipuladores (os espelhos) controlam tudo na mente de Ben e podem programar tudo. Isso faz com que o escravo torne-se um estranho em sua própria mente, visto que seus
 pensamentos são meticulosamente programados e controlados.

O edifício além de conter inúmeros espelhos da loja deixados intactos, também contém outros objetos como manequins. Os manequins também são outros símbolos clássicos de programação monarca e representam os escravos MK, sem vida e desumanizados; facilmente controlados pelos seus manipuladores.

É impressionante os manequins terem sobrevido a um incêndio infernal 
de uma loja inteira. Eles não foram deixados nas cenas ali por acaso.

Enquanto Ben passeia pelo prédio, tendo suas alucinações horripilantes, as camêras mostram uma parte da decoração da loja e podemos notar o símbolo caduceu com cenas de pessoas aparentemente sendo torturadas.

Cenas de pessoas aparentemente sendo torturadas (bem apropriadas para um filme 
de controle mental) e o símbolo hermético do caduceu - as duas serpentes entrelaçadas.

O símbolo Caduceu, frequentemente confundido com o símbolo 
da medicina, é um simbolismo hermético da elite oculta.

Segundo Fritz Springmeier, autor de "The Illuminati Formula to Create a Mind Control Slave", os programadores trabalham com magia hermética:


"[...] alguns dos programadores são profundos na magia hermética.
Ben Carson logo encontra a carteira de Gary Lewis, o guarda da noite anterior (que morreu no início do filme). Dentro, há uma anotação que diz "Esseker". Depois de pesquisar sobre o crime de Gary, e ver fotos, Ben fica convencido de que os espelhos mandam pessoas fazerem coisas que essas pessoas não estão conseguido fazer. Enquanto isso, a irmã de Ben, Angela, é morta pelo seu próprio reflexo quando ele agarra o maxilar dela e puxa lentamente sua boca, fazendo-a sangrar profusamente.

A irmã de Ben é morta pelo seu reflexo no espelho em uma cena
 horripilante. A morte de sua irmã é implantada na mente de Ben pelos
 seus manipuladores para fazer com que ele faça o que eles querem.

Ben fica perturbado quando vê o corpo de sua irmã. Na raiva, ele tenta destruir os espelhos no Mayflower, mas eles são imunes a danos. Ele exige saber o que os espelhos quer, e as rachaduras aparecem em um dos espelhos, soletrando a palavra "ESSEKER".

O Controle Mental
Ben entra na parte inundada do Mayflower e encontra uma pequena placa indicando "Estudos Psiquiátricos" e "Hospital São Mateus" abaixo. Ele vai para o local do vazamento e começa a puxar os azulejos e tijolos da parede e encontra uma sala com uma cadeira rodeada de espelhos em torno dele, um Psychomanteum.

 Instituições de sáude mental eram locais onde a CIA realizava experimentos 
de controle mental. Esse hospital funcionava nos anos 50, exatamente quando 
esses experimentos eram realizados. A imagem acima parece muito mais com
um local onde torturas e traumas eram provocados na vítima. Espelhos são
usados para criar várias personalidades em controle mental.

O hospital antigo e desativado que Ben descobriu possue todas as características de um hospital psquiátrico no qual experimentos MK-Ultra eram realizados. Percebendo que o Mayflower foi construído no local de um hospital antes, Ben pergunta a seu amigo policial Larry para ajudá-lo a localizar as informações sobre os pacientes desse hospital e encontra o nome "Esseker". Depois, Ben visita um hospital psiquiátrico para buscar mais informações e ao conversar com um psiquiatra, ele recebe informações sobre o controle mental monarca, só que em outras palavras. Apenas quem conhece esse procedimento consegue identificá-lo. 

O médico conta a Ben como uma personalidade é dividida 
e nos lembra muito os procedimentos de controle mental.


"Sabe, Senhor Carson, quando uma pessoa percebe sua própria zona de reflexo como uma batida completamente separada, ela sutilmente confronta com dois egos separados, dois mundos completamente separados. Isso pode acontecer a qualquer momento. Sentindo-se odiado, geralmente acionado pelos choques psicológicos, dividindo a personalidade em duas. Isso cria duas ou mais personalidades, mas o estado da memória e o padrão de comportamento continuam o mesmo no indivíduo. O paciente então tem a falsa percepção da existência de dois mundos distintos. O mundo real e o mundo dentro do espelho."


Larry encontra o nome de Anna Esseker, uma paciente do hospital psiquiátrico. Ela tinha doze anos na época e sai à procura dessa mulher, hoje, para levá-la de volta ao Mayflower, assim como os espelhos haviam requisitado. Filmes de controle mental sempre mostram a vítima em busca de alguma coisa. Essas histórias são colocadas nas mentes das vítimas pelos seus manipuladores para que elas cheguem no local correto dentro de suas próprias mentes.

 Ben localiza a casa de infância de Anna Esseker. No endereço, podemos ver três '6' formando 666.

Anna Esseker também possuía todas as características de uma vítima de controle mental,  quando criança ela era violenta e incontrolável, e com diagnóstico de esquizofrenia grave. Ela foi recolhida por um médico do Hospital São Mateus, que acreditava que ela estava sofrendo de um distúrbio de personalidade rara.
 Distúrbio de personalidade é causado por uma infância abusiva e 
traumatizante e é a característica nº1 das vítimas de controle mental. Tudo
 leva-nos crer que os produtores do filme quiseram passar a ideia de que 
Anna Esseker era uma vítima dos experimentos MK nos anos 50. 

Ao mesmo tempo que o filme retrata a natureza do controle metanl, mencionando uma garotinha, nos anos 50, com distúrbio de múltipla personalidade, possivelmente vítima de um experimento psiquiátrico que acabou deixando-a possuída por demônios, ele confirma a natureza satânica ritualística do controle mental que podemos ver no livro de Fritz Springmeier.

Elementos-Chaves 

Quando Ben finalmente consegue levar Anna Esseker de volta ao antigo hospital debaixo do Mayflower, a camêra nos deixa ver um "olho" em meio aos objetos queimados da loja. Estranho, né?

O símbolo da elite, e nesse caso dos manipuladores, foi colocado ali por acaso?

Quando Ben leva Anna Esseker de volta ao Psychomanteum, ele completa a realização da tarefa que os espelhos (manipuladores) estavam pedindo. Nesse momento, todos os espelhos da loja se quebram - um clássico simbolismo de controle mental que mostra sua personalidade sendo fragmentada e a programação monarca obtendo sucesso.

Espelhos quebrados são encontrados em quase todos os filmes de 
controle mental. Nesse em particular, o filme inteiro tem espelhos
 porque o filme inteiro é sobre controle mental.

Outro simbolismo de controle mental - a borboleta - não podia faltar no filme.

Pôster promocional do filme enfatiza o um olho e a personalidade fragmentada.

Na programação Monarca, o uso de espelhos é uma ferramenta básica importante para causar múltiplas personalidades. Os espelhos mentais, que estão programados para a vítima, criam milhares de alter personas (artificiais), que então podem ser programadas em qualquer maneira que o programador quiser. Aqui estão alguns trechos mais do mesmo livro de Sprigmeier que diz respeito aos espelhos:


"Espelhos, e muitos deles, são importantes na programação oculta, porque eles fazem imagens. Eles criam tantas imagens internas que não se sabe para onde ir" - Ibid
 

Estas abaixo são citações diretas do livro de Lena Pepitone, "Marilyn Monroe Confidential: An Intimate Personal Account", que descreve como a casa de Marilyn Monroe era cheia de espelhos e como era a vida de Marylin Monroe, uma vítima de controle mental monarca.



"p.25 - "O quarto de Marilyn definitivamente não era uma câmara de uma rainha ... Não haviapinturas na sala quadrada e apertadaapenas espelhos.


 Marilyn Monroe, a pioneira do controle mental monarca, e seus espelhos.

 Falsa Realidade

No final do filme, o Mayflower explode, mas Ben consegue sair dos escombros e do edifício. Policiais e bombeiros estão em toda parte na rua, e um corpo é visto dentro de um saco por paramédicos, mas ninguém enxerga Ben. Ele olha para todos os lados e vê que tudo está escrito ao contrário (como em um espelho). Ele olha para um vitrine espelhada na cidade e não consegue ver seu próprio reflexo quando ele chega para tocá-lo.

 Ele então percebe que foi esmagado até a morte sob os escombros e agora 
está preso no 'mundo dos espelhos': no mundo dos vivos a mão aparece como 
apenas uma marca de mão na superfície do vidro.

O final do filme apresenta ao espectador um duplo sentido: foi Ben realmente morto ou foi tudo uma ilusão de sua mente? O corpo que encontraram no Mayflower seria o dele? Ele agora é um espírito que vaga pelas ruas? O fato de ele enxergar tudo invertido mostra que agora ele faz parte do "mundo dos espelhos", mas poucos conseguiram captar o verdadeiro significado do filme. 

O Mayflower assim como a maior parte do filme passou-se dentro da mente de Ben. Não existiu loja, não existiu assassinato e não existiu Anna Esseker. Os produtores do filme pegaram elementos de controle mental monarca e adicionaram elementos de filmes de terror para fazerem uma narrativa que passa uma mensagem para poucos e deixa a maioria confusa. A história se passou dentro do mundo interno criado por Ben Carson e todo o terror, e os obstáculos que ele percorreu, foi colocado pelos manipuladores (representando pelos espelhos) para fazer a vítima dissociar-se completamente da realidade e chegar à fragmentação total de sua personalidade. Durante o filme, os produtores adicionaram vários gatilhos e conteúdos relacionados ao controle mental para deixar mais óbvio, a quem eles querem, que o filme é mais uma metáfora de controle mental, enquanto eles assustam a maior parte dos espectadores, que assistem a esses filmes com o intuito de se entreter. No final do filme, com o estilhaçar de todos os espelhos do Mayflower, a personalidade de Ben Carson é fragmentada e já não existe mais. Ele então não é percebido por mais ninguém, pois já não existe mais. Agora ele está sob o controle de seus manipuladores, vivendo no "mundo dos espelhos", que é a representação clássica da mente de um escravo monarca.

Conclusão

O filme "Espelhos do Medo", assim como uma grande parcela das narrativas cinematográficas atuais, descreve basicamente o mundo interno de uma vítima de controle mental. É bastante apropriado fazer um filme de terror em torno dessa temática, visto que "terror" e "horror" fazem parte do cotidiano dessas vítimas. O filme que ganhou uma "continuação" apresenta elementos suficientes que nos permitem o interpretar dessa maneira. Embora os dois filmes estejam relacionados com controle mental, o primeiro filme foca mais esse assunto, enquanto o segundo foca mais o aspecto policial da trama. São essas frequentes incidências de simbolismo que somam nossas certezas de que a elite oculta tem um plano para a sociedade que envolve o controle mental. Será que vamos ter um estado em que as crianças serão levadas a centros psiquiátricos, assim como Anna Esseker, para ganharem um distúrbio de múltipla personalidade causado pelo controle mental, a fim de serem então controladas por manipuladores (o estado) opressivos em uma Nova Ordem Mundial? É uma questão para se pensar.
FONTE: http://danizudo.blogspot.com/2012/07/filme-espelhos-do-medo-nao-e-terror-e.html

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

AGENDA SATÂNICA DE HOLLYWOOD: ANÁLISE EM “LABIRINTO – A MAGIA DO TEMPO”, COM DAVID BOWIE


O filme Labirinto de 1986, estrelado por David Bowie e Jennifer Connelly, mergulha os espectadores para um mundo de fantasia e maravilha. Como muitos outros contos fantásticos, o filme encerra em seu simbolismo com um significado subjacente e, neste caso, é bastante perturbador. Labirinto descreve a programação de uma vítima de controle mental nas mãos de um manipulador sádico. Vamos olhar para o significado oculto do simbolismo encontrado em Labirinto.
Labirinto é um filme dos anos 80 por excelência que contém tudo o que amamos dos anos 80: música com sintetizador, efeitos CGI dos anos 80 e um David Bowie nos anos 80 com o mesmo penteado que sua tia Susan tinha nos anos 80. Por que não amar? O filme tem, de fato, tornado-se um “culto clássico ” e ainda é um favorito das crianças.
Mas, como muitos desses filmes de fantasia deliciosa irreal, há mais sobre Labirinto que os olhos podem enxergar. Pela compreensão do simbolismo oculto e referências em Labirinto, o filme se torna uma alegoria grande para o controle mental, onde cada cena se refere a um aspecto particular do processo. O que parece ser uma missão de uma jovem através de um labirinto para encontrar seu irmão bebê, torna-se uma metáfora para o mundo i
nterno de uma vítima de controle mental que está sendo programada por um manipulador. Os obstáculos que Sarah, o heroína da história, deve passar se relacionam com a vida real infligida à mente dos escravos do controle para incitar dissociação. Jogos da mente, tortura, drogas e abuso sexual são todos simbolismos revelados durante o filme, dando a “aqueles que a conhecem” uma história completamente diferente do que é mostrado de primeira. Labirinto é, portanto, construído como a maioria das obras esotéricas na História: ele é usado para esconder o simbolismo das massas, enquanto revela aos iniciados.
Muito pouco conhecimento prévio é necessário para compreender o significado subjacente de Labirinto, no entanto. O filme foi, de fato, mencionado por alguns autores no controle mental que o descreveu como um dos filmes mais flagrantes em programação Monarca. Fritz Springmeier até mesmo declara que Labirinto é usado por manipuladores de controle mental como um script de programação para treinar os escravos. Isso é muito plausível, pois o filme tem muitas semelhanças com Alice no País das Maravilhas e O Mágico de Oz – dois filmes que são conhecidos por serem usadas na programação de controle mental. A única diferença é que Labirinto foi provavelmente construído especificamente para esse fim, enquanto, ao mesmo tempo, expoe as massas a esse tipo de simbolismo.
Já que Labirinto é um projeto para controle mental, é justo que a estrela do show seja um artista que tem servido como um modelo a estrelas pop modernas: David Bowie. Ao longo de sua carreira longa e eclética, Bowie tocou em muitos temas ocultitas e rituais que hoje são utilizados pelas estrelas pop feitas pela indústria. E, por alguma razão, muitos daqueles que tocam esses temas ocultos também integram o controle mental em seus trabalhos. Talvez seja devido ao fato de que o controle mental depende fortemente dos rituais de magia negra e os ensinamentos cabalísticos. Então, antes de olharmos para o simbolismo do filme, vamos dar uma breve olhada em alguns dos simbolismos utilizados por David Bowie.
David Bowie: Aquele que Todos Imitam
Muitos artigos deste site mencionam estrelas pop modernas e o simbolismo oculto embutido em suas obras. Era apenas uma questão de tempo até David Bowie ser mencionado, visto que ele é, aparentemente, uma grande fonte de inspiração para muitos deles. David Bowie é de fato o protótipo do ícone pop-star/oculto cujas obras incorporam conceitos originários de sociedades secretas. De estranho alter-egos, ao conceito ocultista da androginia e, claro, incluindo referências a Aleister Crowley e sua Thelema, Bowie fez décadas atrás o que as estrelas pop estão fazendo agora.
 O alter-ego de Bowie chamado Ziggy Stardust era uma representação do “homem iluminado” que alcançou o mais alto nível de iniciação: androginia (como representado por Baphomet).
Desenho da Árvore da Vida Cabalística
Bowie vestido com trajes egípcios (como Crowley costumava fazer) e exibindo o sinal da mão de “Assim acima, como abaixo”, também conhecido como o signo de Baphomet.
A diferença entre Bowie e estrelas pop de hoje é que ele estava bastante aberto em relação à influência oculta em seu ato e música. Em uma entrevista de 1995, Bowie declarou: “Meu interesse primordial é na cabala e no Crowleyismo. “Aquele lado errado do cérebro todo escuro e bastante temido do mundo do nunca”. Em sua canção Quicksand, 1971, Bowie cantou:
“Estou mais perto da Golden Dawn Imerso no uniforme das  imagens de Crowley”
(Golden Dawn é o nome da sociedade secreta fundada por Crowley). Esses são apenas alguns exemplos da influência oculta sobre o trabalho de Bowie e um livro inteiro poderia ser escrito sobre o assunto.
Uma vez que o principal antagonista de Labirinto é um feiticeiro que também acaba querendo cantar de improviso músicas pop, David Bowie foi um ajuste perfeito para o papel. Será que ele sabia que desempenhou o papel de um manipulador de controle mental?
Labirinto
Este cartaz do filme Labirinto é cheio de imagens de gatilho MK.
Lançado em 1986, Labirinto foi um esforço colaborativo entre George Lucas, Jim Henson (seu último filme) e David Bowie. Usando efeitos incríveis , o filme rapidamente se tornou um clássico no que podemos chamar de “fantasia torcida” do gênero. O enredo do filme é simples: uma adolescente chamada Sarah passa por um labirinto estranho e mágico para recuperar seu irmão bebê que foi raptado por um feiticeiro chamado Jareth e seu exército de duendes.
Alguns críticos não apreciam a natureza aleatória dos eventos do filme. Robert Ebert afirmou que este tipo de filmes “não são tão de suspense como deveriam ser porque eles não têm de seguir qualquer lógica. Qualquer coisa pode acontecer, nada precisa acontecer, nada é como parece e as regras continuam mudando.” Ao descrever o filme dessa maneira, sem saber Ebert descreve o mundo interior de um escravo do controle mental, que é exatamente o que o labirinto representa. Através de trauma, a psique do escravo é reprogramada pelo manipulador, resultando em uma situação onde tudo pode acontecer, nada precisa acontecer, nada é como parece e as regras continuam mudando.
A busca de Sarah por seu irmão bebê é, na verdade, uma busca para recuperar sua persona inocente (seu eu “real”) que foi tomada pelo manipulador. Os vários eventos que acontecem à Sarah são reflexos distorcidos  de trauma de controle mental real – escondido atrás de um véu de fantasia e imaginação.
A Premissa
A trama do filme lembra muito a de O Mágico de Oz e Alice no País das Maravilhas, duas histórias que são por acaso conhecidas por serem utilizadas na programação de controle mental. Uma jovem, entediada e perturbada com a sua vida normal, se encontra em uma terra de fantasia, onde tudo pode acontecer. A fim de voltar para casa, ela embarca em uma perigosa missão para chegar a um grande castelo (não muito diferente da cidade Esmeralda de O Mágico de Oz). Ao longo do caminho, a menina assertiva usa sua inteligência, coragem e força para passar os obstáculos em um mundo onde não há regras estabelecidas.
Labirinto é fortemente simbólico do início ao fim, a partir da primeira cena. Sarah está em um parque, vestida como uma princesa, ensaiando para uma peça sob o olhar atento de uma coruja que está de pé em cima de um obelisco.
Uma coruja está em pé no topo de um obelisco, vigiando Sarah.
Nós rapidamente aprendemos que a coruja é Jareth, o Rei dos Duendes (interpretado por David Bowie). O fato de que Jareth assume a forma de uma coruja no “mundo real” e que ele está no topo de um obelisco é muito revelador sobre o que ele realmente representa: A elite oculta. A coruja é conhecido por ser o principal símbolo dos Illuminati da Baviera e ainda é usado por grupos de elite como o Bohemian Grove. Ela representa “aqueles que agem sob o manto da escuridão”.
 Símbolo do grupo Minerval dos Illuminati da Baviera que é caracterizada por uma coruja vigilante.
A coruja fica em cima de um obelisco, um monumento que está constantemente visível em todo o filme inteiro. O obelisco foi, durante séculos, o símbolo supremo do poder da elite oculta. Encontra-se em pé em lugares mais poderosos do mundo e estranhos poderes ocultos são atribuídos a eles. Estes monumentos de altura originam-se no antigo Egito e é dito representar o falo perdido de Osíris – em outras palavras, a energia masculina. O obelisco é um símbolo fálico, portanto, o fato de que essa jovem encontra muitos deles durante a sua busca pode ser um lembrete do manipulador dominando-a  mentalmente e sexualmente (por meio de abuso).
A coruja assiste à Sarah, que está vestida como uma princesa e ensaiando para uma peça, ilustrando a sua tendência natural para dissociar da realidade e para assumir outras personalidades, uma característica que os manipuladores MK procuram quando recrutam escravos com potencial. Sarah é, portanto, “marcada” pelo sistema sombrio de controle mental Illuminati.
Na casa de Sarah, encontramos várias pistas relacionadas com a sua predisposição ao controle mental. Ela é cercada por brinquedos, livros e cartazes que anunciam a aventura dissociativa que ela está prestes a embarcar. Muitos dos brinquedos de Sarah serão encontradso animados durante sua aventura, que nos diz que tudo o que vai acontecer vai ser um resultado de sua própria imaginação, alimentada pelas coisas que são familiares a ela.
Entre as coisas de Sarah, encontramos uma versão de brinquedo do obelisco cravejado de labirinto, ela está prestes a entrar nos livros do Mágico de Oz e Alice no País das Maravilhas. Ambos os contos de fadas são usados ​​para incentivar as vítimas a dissociar da realidade. Labirinto não é diferente e é, provavelmente, usado em programação real de controle mental.
Logo acima de cama de Sarah está o famoso desenho de Escher com o nome de “Relatividade”.
O desenho “Relatividade”, de Escher, (a imagem com as escadas indo em todas as direções) 
logo acima de cama de Sarah.
As imagens incompreensíveis de Escher contêm características confusas que a mente nunca poderá calcular. Por esta razão, elas são usadas ​​na programação de controle mental real. Essa pintura em particular irá se tornar muito importante mais tarde no filme.
“Se [a criança] tem ondas cerebrais artística, em seguida, o programador irá utilizar o trabalho de arte na programação. O trabalho de arte do artista europeu M.C. Escher é excepcionalmente adequado para fins de programação. Por exemplo, em seu desenho de 1947 “Another World”, o avião de trás que está no centro serve como um muro em relação ao horizonte, um piso em conexão com o ponto de vista através da abertura superior e um limite máximo no que diz respeito à visão em direção ao céu estrelado. Reversões, imagens de espelho, ilusão, e muitas outras qualidades aparecem na obra de arte de Escher que fazem todas as 76 ou mais de suas obras excelentes para a programação . “
Fritz Springmeier, The Illuminati Formula to Create a Mind Control Slave
Então Sarah está com raiva de seus pais, especialmente a madrasta, porque ela tem que ficar em casa e tomar conta de seu irmãozinho chamado Toby, enquanto eles saem. Confrontado com gritos incessantes da criança, Sarah quer que o Rei dos Duendes a leve embora. Uma coruja, em seguida, entra no quarto e transforma-se em Jareth, o Rei dos Duendes.
Jareth oferecendo Sarah “presentes” representado pela bola de cristal.
Jareth levou Toby ao seu mundo e irá transformá-lo em um de seus duendes. Em termos de controle mental, o bebê Toby representa a real personalidade de Sarah que foi levada por Jareth, seu manipulador. Enquanto Jareth detém a real persona de Sarah, ele será capaz de fazê-la atravessar o Labirinto – que representará sua programação.
Quando Sarah pede para Jareth devolver Toby, o Rei Goblin usa suas habilidades de manipulação e persuasão. Ele mostra a Sarah uma bola de cristal e diz a ela que a bola contém “todos os seus sonhos”. Ele adverte que no entanto “não é um presente para uma menina normal, que cuida de um bebê chorão”. Em outras palavras, o presente é só para as meninas que perderam o bebê – vítimas de controle mental. Jareth o manipulador tem o poder para ajudar a Sarah escapar da vida que ela detesta, mas ela deve permitir que ele possua sua personalidade real – para controlar a sua mente. Quando Sarah recusa a oferta de Jareth, que é equivalente com o tema de Fausto de vender a alma ao Diabo, a bola de cristal magicamente se transforma em uma cobra e é jogada a ela. Jareth então ameaçadoramente diz: “Não me desafie”. Vendo que ela não vai esquecer-se sobre o bebê, Jareth diz a Sarah que Toby está em seu castelo e que ela tem 13 horas para encontrá-lo. Ambos são transportados para o Labirinto, que é uma grande imagem representando Sarah em seu mundo interior sob o controle de um manipulador.
Dentro do Labirinto
Sarah deve atravessar um labirinto gigante, a fim de chegar ao castelo, que representa sua persona  compartimentada. O labirinto inteiro é o mundo interno de Sarah e Jareth é o mestre incontestável de tudo que acontece nele. Ele também pode mudar tudo à vontade. Obeliscos são encontrados em todo o labirinto, um símbolo fálico lembrando do controle sexual dos manipuladores têm sobre seus escravos.
Dentro do labirinto, Sarah rapidamente percebe que ela não obedece as regras da realidade. Ela se encontra andando caminhos retos inacabáveis levando a lugar nenhum.
O Labirinto parece ser um caminho infinito em linha reta para lugar nenhum.
Sarah, em seguida, descobre que é só retratando mentalmente uma entrada para o castelo que se irá aparecer uma. Ela deve fazer seu próprio caminho dentro de sua própria mente.
Plantas estranhas com os olhos nas paredes do labirinto nos lembra que Sarah é totalmente monitorada pelo seu manipulador durante todo o processo. O símbolo do olho que tudo vê é muito utilizado em programação real de controle mental.
Ao tentar avançar através do labirinto, Sarah percebe que tudo continua a mudar ao seu redor. Ela conhece criaturas estranhas que dizem enigmas confusos que levam a caminhos inacabáveis de lógica circular. Seu lema parece ser “isso não é justo”, como ela repete isso inúmeras vezes durante o filme. Essa frase resume muito bem a vida de um escravo MK. Não há regras e todo tipo de injustiça pode ocorrer.
Enquanto isso, Jareth está no castelo com Toby,  monitoramento Sarah.
 O trono de Jareth tem características de chifres – como muitas outras coisas no Labirinto – lembrando os telespectadores sobre a natureza satânica subjacente ao processo de controle mental.
As Fortes Experiências
Em seu caminho em direção ao castelo, Sarah passa por todos os tipos de obstáculos, muitos dos quais representam simbolicamente traumas reais vividos por vítimas de controle mental.
Na primeira prova de Sara, ela cai em um poço cheio de “mãos que ajudam”.
 Sarah é mantida e agarrou pelas mãos incontáveis ​​em torno dela. Isto pode se referir às vítimas sendo manipuladas e abusadas por manipuladores ocultos.
Depois, Sarah se encontra em uma floresta e cercada pela Gangue do Fogo, que são criaturas cantantes estranhas que podem remover partes de seus corpos à vontade. O conceito de partes do corpo desmembrando é central para a programação de controle mental.
A performance da Gangue do Fogo logo se transforma em um pesadelo quando eles saltam sobre Sarah e tentam remover sua cabeça.
A Gangue do Fogo tenta remover a cabeça de Sara de seu corpo,representando a dissociação do escravo MK  em relação à realidade.
Após escapar da Gangue do Fogo, Sarah se encontra em um lugar ainda pior, o Piscina do Odor Eterno.
 Sarah e seus amigos são forçados a atravessar o lago nauseabundo, a fim de continuar a busca. Esta cena estranha pode se referir à técnica de controle da mente real para induzir trauma que consiste na imersão dos escravos nas fezes e urina e / ou a consumi-los. Nossa repulsa natural de excrementos e o mau cheiro que começa a partir deles são a forma do nosso corpo para nos dizer para ficar longe deles, porque eles estão infestados com todos os tipos de vermes e parasitas que são tóxicos para nós. Nossos organismos são tão bem feitos que somos instintivamente repulsados pelas coisas que são ruins para nós. O consumo forçado de excrementos é, portanto, particularmente traumático, uma vez que vai contra os instintos mais básicos do corpo humano. O episódio de Sarah na Piscina de Odor Eterno é uma maneira “criativa” para descrever a experiência traumática de Sarah como um escravo MK durante a programação.
Depois de atravessar a piscina, Sarah é dada um presente – um que é envenenado, é claro.
Sarah recebe um pêssego que a faz ter alucinações – uma alusão velada aos medicamentos que são dadas aos escravos Monarca durante a programação
Quando Sarah dá uma mordida no pêssego, ela se sente tonta e começa a alucinar. Escravos monarcas estão constantemente recebendo drogas para amplificar os efeitos da programação e de incitar o medo e terror. Deitado no chão, Sarah vê uma bola de cristal com uma imagem simbólica que a representa.
Sarah vê bonecas em roupas de princesa cercada por grades – uma maneira clássica de retratar escravos controle mental dissociativos .
Sarah é mostrada em uma estranha bola com o convidado usando máscaras de cabras, porcos e aves (comumente chamado de um baile Illuminati) e encontra Jareth, seu manipulador, esperando por ela.
Jareth à espera de Sarah por trás de uma máscara com chifres no baile Illuminati.
Jareth and Sarah encontram um aos outro e começam a valsa juntos, com Jareth dando olhares sugestivos … para uma menina de 15 anos de idade. A cena retrata simbolicamente a união forçada satânica entre o escravo (que se diz ser a princesa de seu mundo) e seu manipulador. As letras da música de David Bowie tocando durante o baile pode ser interpretativo como uma “canção de amor” de um manipulador a um escravo controle mental.
“Como a dor varre
Não faz sentido para você
Toda emoção foi
Não foi muita diversão de verdade
Mas eu estarei lá para você
Quando o mundo cai …
… Está caindo”
O baile, então, rapidamente se transforma em um pesadelo, onde todos os convidados mascarados começam a correr atrás dela (ela está “alucinando”?). Sarah começa a correr, quebra um espelho e passa através dele, outro símbolo clássico de controle mental.
Para escapar do baile, Sarah deve quebrar um espelho – a imagem simbólica que representa a ruptura de sua personalidade.
Confrontando Jareth
Apesar de todos esses problemas, Sarah finalmente chega ao castelo e entra nele. Ela se encontra perdida em uma pintura de Escher em tamanho real com o engatinhante Toby. Jareth magicamente aparece em toda parte dentro da cena, da mesma forma que os manipuladores aparecem no mundo interior dos escravos Monarca.
Pinturas de Escher representam perfeitamente o  o mundo interno  absurdo e totalmente desorientado de escravos monarca.
Então o mundo inteiro em torno de Sarah desmorona, deixando apenas seu manipulador de frente para ela. Sarah pede Jareth para lhe dar de volta o bebê (seu núcleo inocente). Jareth lhe dá uma clássica ambígua – do tipo que os escravos MK recebem de seus manipuladores. Ele diz:
“Eu tenho reordenado  o tempo … Eu tenho virado o mundo de cabeça para baixo … Eu fiz tudo para você. Estou exausto de cumprir suas expectativas sobre mim. Não é isso generoso? “
Ele, então, oferece-lhe a bola de cristal novamente.
Ele diz:
“Olha o que eu estou lhe oferecendo. Seus sonhos. Peço por tão pouco. Apenas me deixe controlar  você, e você pode ter tudo o que você quer. Apenas tenha medo de mim, me ama, faça como eu digo, e eu serei o seu escravo “.
Este é o clássico  “pacto com o Diabo” de Fausto, em que Jareth diz que ele “pede tão pouco”, enquanto ele está realmente pedindo tudo de Sarah: sua mente, corpo e alma.
Sarah, em seguida, começa a recitar os versos que ela estava praticando no início do filme e diz: “Você não tem nenhum poder sobre mim”. Tudo se desintegra, mais uma vez, Sarah deixa seu mundo interno e se vê de volta ao mundo externo, o mundo real, sua casa. Toby está de volta em seu berço e tudo está aparentemente de volta ao normal.
Em seu quarto, vê algumas das criaturas que ela conheceu no Labirinto e está aparentemente feliz em vê-los. Ela diz a eles:
“Eu não sei porque, mas … às vezes na minha vida, por nenhuma razão, eu preciso de você”.
Em outras palavras, Sarah aceitou o mundo interno que foi programada nela pelo seu manipulador. Ele agora pode ser desencadeada por ele a qualquer momento durante sua vida.
Sarah e sua festa de amigos em seu quarto sob o olhar atento de uma coruja, Jareth, que nunca perdeu o controle dela. Ele é realmente o vencedor do duelo com Sarah. Sua programação está completa.
O filme fecha com uma canção de David Bowie “Underground”. A canção tem estilo gospel (com um coro alto evangélico acompanhando-o) e fala sobre um lugar com “nenhuma dor”. Esse lugar não é o céu, mas “Underground”, que pode ser equiparado ao inferno, que, em termos de controle da mente, é a vida cheio de trauma de um escravo MK.
Assim, em perfeita continuidade com o filme, Bowie deixa os telespectadores com uma inversão última de bem e mal, céu e inferno e prazer e dor, com esta canção:
“Ninguém pode culpá-lo
Por caminhar para longe
Muita rejeição (na na)
Nenhuma injeção de amor
A vida pode ser fácil
Não é sempre fantástico
Não me diga que a verdade dói, menina
Porque dói como o inferno
Mas lá no subsolo
Você encontrará alguém verdadeiro
Embaixo, no subterrâneo
Uma terra serena
A lua de cristal, ah, ah
É apenas para sempre
Não muito longo
Perdido e solitário
Isso é subterrâneo
Subterrâneo
Papai, papai, me tire daqui
Ha ha eu estou no subterrâneo
Ouvi falar de um lugar hoje
Nada machuca novamente
Papai, papai, me tire daqui
Ah ha eu estou no subterrâneo
Irmã irmã, por favor leve-me para baixo
Ah ah eu estou no subterrâneo
Papai, papai, me tire daqui “
Enquanto a maioria dos espectadores interpretam a história de Labirinto como um conto sobre “a importância da imaginação” ou algo do tipo, o simbolismo do filme dá-lhe um significado mais profundo. Uma vez que o imaginário e os gatilhos relacionados ao controle da mente são entendidos, o filme torna-se uma vívida descrição do mundo interno de um escravo Monarca durante a programação. Totalmente à mercê de seu manipulador e o mundo distorcido que ele criou em sua mente, o escravo tenta retornar à realidade, onde as coisas fazem sentido. A tarefa é difícil como o manipulador controla o tempo (daí o relógio de 13 horas que continua aparecendo durante o filme) e espaço (passagens secretas no Labirinto). Durante a busca, o escravo se reúne com amigos que parecem estar ajudando ela, mas que estão, na realidade, levando-a a exatamente onde seu manipulador quer que ela esteja. De fato, a inteira “busca pela libertação” de Sarah é na verdade sua manipulação no sentido da aceitação de sua programação. Ao passar pelo labirinto, Sarah passou por todos os traumas necessários para programá-la. O que parece ser a derrota de Jareth é na verdade uma vitória como ele conseguiu programar o mundo interno de Sarah. Ele pode ser usado, em suas palavras “às vezes em sua vida”.
Conclusão
Como O Mágico de Oz e Alice no País das Maravilhas, Labirinto é um conto de fadas imaginativo cuja história pode ser usada como um script na programação controle mental. Ao contrário dos contos mais antigos no entanto, Labirinto poderia ter sido construído especificamente para fins de controle mental. A história, o simbolismo e a música do filme tudo forma sobrecarga sensorial coesa, onde os espectadores estão totalmente imersos no estranho mundo de controle mental. Há no entanto um problema: como o controle mental das vítimas, a maioria dos telespectadores estão completamente enganados pelo filme e sua mensagem. Embora pareça ser sobre o triunfo do espírito de uma menina sobre o mal,  é na verdade o triunfo do mal sobre a mente de uma menina. Nas palavras de Bowie, ‘não me diga a verdade dói, menina’, ‘Porque dói como o inferno’.
FONTE: http://apocalink.com.br/?p=877
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