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terça-feira, 25 de setembro de 2012

JUÍZA DE ISRAEL DETERMINA VITÓRIA DE DUPLA LÉSBICA CONTRA JUDEUS MESSIÂNICOS


Julio Severo 
Quem disse que no Oriente Médio gays e lésbicas só são perseguidos, torturados e mortos? Não em Israel, o único país da região que não tem maioria islâmica e o único que segue os padrões ocidentais de política e leis esquerdistas.
No que depender do Estado de direito socialista de Israel, os seguidores de Jesus Cristo estão abaixo dos seguidores do sexo homossexual.
De acordo com o site The Times of Israel, Yael Biran e Tal Yakobovitch, uma dupla lésbica que vive em Londres ganhou na “Terra Prometida” uma indenização de 60.000 shekels (pouco mais de R$ 31 mil) por ter tido sua festa de casamento cancelada por um salão devido à “orientação sexual” — um termo tão ideológico e vago que tem abrangido até pedófilos.
A decisão foi dada pela juíza Dorit Feinstein, da Corte de Magistrados de Jerusalém, que determinou que o salão de casamento em Yad Hashmona, localidade próxima à “Cidade Sagrada”, não podia se recusar a realizar a festa para as lésbicas. Os proprietários, que são judeus messiânicos, também foram condenados a pagar todas as despesas do processo. Judeus messiânicos são judeus que se convertem ao Cristianismo, mas mantêm práticas judaicas. Eles reconhecem Jesus como Filho de Deus e o prometido Messias esperado pelos judeus.
“A lei é realmente progressista”, disse uma das lésbicas, Yael Biran. “Ela diz que nenhum negócio ou provedor de serviços em um local que é aberto ao público pode discriminar com base em sexo, religião, cor, raça ou orientação sexual — mas é a primeira vez que a lei foi posta em prática para gays e lésbicas”.
Yael, 38 anos, e Tal, 34, que nasceram em Israel, se conheceram em 2005, quando Tal, hoje diretora de teatro, viajou a Londres a negócios. Yael vivia no Reino Unido desde 1994, primeiro como estudante e depois como animadora.
A dupla se casou na Inglaterra em 2008 numa cerimônia civil e desejaram que a festa, para seus parentes e amigos, fosse em Israel. A dupla procurou o salão para reservar data. Quando os proprietários perceberam que a festa de casamento era para uma dupla lésbica, informaram que o salão não realizava eventos para homossexuais e cancelaram a reserva.
Em sua defesa, os proprietários, argumentaram que o fechamento do salão a duplas gays e lésbicas era uma questão religiosa.
“As relações homossexuais e lésbicas são contra a vontade de Deus [...]. Tanto o Antigo Testamento quanto o Novo Testamento tratam esse fenômeno como abominação [...]. Esta é a nossa crença estrita e com a qual estamos comprometidos”, escreveram os proprietários em sua defesa, argumentando que se tratava de questão de fé, e não financeira.
A juíza Feinstein aceitou o argumento de que havia um choque entre liberdade de culto e direito à igualdade. No entanto, determinou que o salão de casamento não era um local religioso, mas um negócio público, de maneira que não podia discriminar, de acordo com a lei de orientação sexual aprovada no ano 2000 em Israel. A juíza também considerou que certas expressões bíblicas dirigidas à dupla lésbica se constituíram em assédio sexual.
Grupos gays do mundo inteiro estão aplaudindo o “avanço” progressista de Israel. Mas mesmo com toda a sua adulação ao esquerdismo ocidental, Israel pouco consegue agradar às exigentes lideranças ocidentais, que parecem enxergar eternamente Israel como lembrete de Deus e Sua Palavra.
É verdade, como está dizendo a mídia internacional, que o caso das lésbicas que derrotou os judeus messiânicos diferencia enormemente Israel dos países islâmicos vizinhos.
Contudo, ao colocar o “direito” à perversão homossexual acima do direito religioso Israel se junta aos países islâmicos na perseguição aos seguidores de Cristo.
É fácil perseguir, multar e prender os seguidores de Cristo. Quando eles ou seu Mestre são insultados, eles não saem às ruas matando ocidentais, destruindo suas embaixadas e ameaçando de morte os insultantes.
Se a dupla lésbica tivesse escolhido como alvo de seu ataque ideológico proprietários muçulmanos, nenhuma juíza daria ganho de causa para elas.
Adaptado do site homossexual A Capa com informação do site Rua Judaica.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

O MUNDO TODO VIROU GAY?

5 de julho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um marciano que visitasse os Estados Unidos de hoje poderia muito bem achar que metade da população é homossexual, e que a outra metade deseja ser homossexual.
Isso é bizarro, principalmente quando olhamos para as reais estatísticas que mostram que um número insignificante de 2% da população geral se identifica como “gay”.
Escrevendo em maio no jornal USA Today, Michael Medved, apresentador de um programa de rádio conservador, comentou: “O Instituto Williams de Direito e Políticas Públicas sobre Orientação Sexual ofereceu uma nova estimativa de identificação homossexual, concluindo que 1,7% dos americanos dizem que são gays, e um grupo levemente maior (1,8%) se identifica como bissexual…
Apesar dos números pequenos (e Medved cita um estudo diferente que coloca o número numa percentagem de apenas 1,4), essa questão parece estar na vanguarda em todas as partes.
Quando o enredo dos Flintstones cantou de alegria pela primeira vez “teremos um tempo como nos tempos velhos e gays [gay em inglês costumava significar ‘feliz’]”, teria sido difícil imaginar como o sentido dessa frase mudou e virou um fenômeno que está varrendo o país inteiro.
Junho pode ter sido o mês do casamento do ano passado nos EUA, mas em junho deste ano o presidente declarou: “Agora, pois, eu, Barack Obama, presidente dos Estados Unidos da América, pela virtude da autoridade garantida a mim pela Constituição e leis dos Estados Unidos, proclamo por meio desta junho de 2011 Mês do Orgulho Lésbico, Gay, Bissexual e Transgênero”.
Olhe para os programas de TV. Em setembro de 2010, o jornal [esquerdista] The New York Times comentou que havia um número recorde de personagens homossexuais de televisão.
Olhe para as escolas, onde as crianças poderiam aprender fatos básicos de história e matemática, mas estão lendo livros que valorizam famílias com duas lésbicas como mães.
De ponta a ponta do país, as pressões a favor do casamento de mesmo sexo estão nas manchetes. A Proposta 8, que foi o polêmico referendo na Califórnia para os eleitores defenderem a definição do casamento como entre um homem e uma mulher, foi derrubada num tribunal federal (anulando os votos de sete milhões de pessoas) e está sob recurso. Em Nova Iorque, a assembleia legislativa acabou, mediante votação, de legalizar o casamento de mesmo sexo. Historicamente, essas coisas estão sendo impostas, por um ativismo judicial, contra a liberdade do povo decidir.  
O primeiro casamento oficial de mesmo sexo nos Estados Unidos foi entre duas lésbicas de Massachusetts em 2004, ocasionado por uma ação judicial da ACLU. Graças ao ativismo judicial nesse estado, a constituição de 1780, escrita em grande parte por John Adams, foi torcida pelo mais elevado tribunal desse estado para impor o casamento de mesmo sexo.
Incidentalmente, esse primeiro casamento legal de mesmo sexo já terminou em divórcio.
O que aconteceu em Massachusetts como consequência da legalização do casamento de mesmo sexo?
Para os principiantes, a agenda da militância homossexual começou a dominar. A Igreja Católica, que durante séculos ajudou a colocar órfãos em lares amorosos, já não pode mais trabalhar em Massachusetts porque a Igreja Católica não pode, em sã consciência, colocar essas crianças em lares homossexuais. Assim, as crianças acabam azaradas.
Enquanto isso, os alunos do primeiro grau de Massachusetts têm acesso a camisinhas nas escolas públicas. Conforme Peter Sprigg do Conselho de Pesquisa da Família comenta: O que é que crianças do primeiro grau poderiam fazer com camisinhas, a não ser talvez brigar jogando balões de água umas nas outras?
Penso que tudo isso é muito trágico, pois coloca outro prego no caixão da família americana. O estado da sociedade reflete o estado da família.
Por outro lado, uma das mais importantes, mas uma das menos divulgadas, histórias sobre homossexuais nos EUA é uma história de redenção.
Como produtor de alto escalão e apresentador do programa de televisão A Verdade que Transforma (que no passado era chamado de A Hora da Igreja de Coral Ridge), tive o privilégio de entrevistar mais de vinte cinco ex-homossexuais. Em vez de descrever vidas de felicidade, eles descreveram uma vida cheia de sofrimento, amor condicional e rejeição (apesar de que a sociedade os estava abraçando totalmente).
Como um deles me disse: “Se você separá-los, um a um, há algumas pessoas bastante miseráveis, que estão sofrendo profundamente”.
Mas por meio do poder do Evangelho, esses ex-homossexuais foram libertos de seu estilo de vida do passado.
Alguns até chegaram a se casar (com alguém do sexo oposto — suponho que hoje em dia temos de esclarecer essas coisas). Um dos que entrevistei estava casado há uma década, e agora tinha três belos filhos.
Eles são eternamente gratos pela transformação em seus corações e são parte de uma associação chamada Exodus International.
Um ex-homossexual me disse: “Nunca senti felicidade de ser gay, porém ninguém nunca me ofereceu uma saída”. Mas quando alguém realmente me ofereceu uma saída, ele a aproveitou e foi transformado de dentro para fora.
Como outro ex-gay explicou: “Nunca sonhei que a orientação fosse embora, que mudaria, que me levaria ao ponto na minha vida em que não mais seria uma tentação… Nunca é tarde demais para mudar — porque eu mudei quando decidi que não ia mais me envolver com a homossexualidade”.
Há alguns ex-gays que voltaram aos velhos hábitos? Claro que sim. Esses casos me fazem recordar de ex-fumantes. Só porque alguns ex-fumantes voltam a fumar não significa que outros não tenham a capacidade de abandonar a homossexualidade para sempre.
Eu só desejaria que, ao visitar a terra, o marciano ficasse sabendo de ex-gays e ex-lésbicas, pois eles são uma parte importante desse quadro.
Esta coluna apareceu originalmente no ChristianPost.com
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/all-gay-all-the-time
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

terça-feira, 5 de julho de 2011

CASAMENTO GAY EM NOVA YORK É UM TAPA NA CARA DE DEUS

   Um pastor de Nova York deixou claro para sua congregação que a legalização do casamento gay em Nova York não é um evento em que os Cristãos podem simplesmente ignorar ou não ser afetados.
   A passagem de um projeto de lei pelo Senado, permitindo que gays e lésbicas se casem, nesta sexta-feira, de fato, os Cristãos devem ficar de luto - luto, pois "o nosso Deus tem sido ofendido... um estilo de vida teve um selo de aprovação colocado pelo nosso governo em Albany e que realmente é um estilo de vida extremamente perigoso", disse o Pastor Art Kohl da Igreja Faith Bible Baptist Church.
   O pastor do Eden, NY, tinha um sermão totalmente diferente planejado para domingo, mas dado o evento recente, sentiu que não podia ignorar a questão, apesar da distância que mantém normalmente de qualquer coisa política.
    Nas semanas que antecederam a votação do projeto de lei do casamento gay na assembléia estadual e, em seguida, no Senado, Kohl esteve em oração, jejum e entrando em contato com legisladores e enviando folhetos de discussão contendo às passagens da Bíblia que aborda a homossexualidade .
   Infelizmente, do outro lado, havia clérigos liberais - ou falsos profetas, como os descreveu Kohl - senadores convincentes de que Deus fez os homossexuais de maneira que eles têm o direito de se casar.
   A lei foi aprovada no Senado na sexta-feira com quatro votos republicanos "sim". O Governador Andrew Cuomo imediatamente assinou a lei. A medida entrará em vigor em 24 de julho.
   Falando a partir do púlpito de sua Igreja batista independente, Kohl lamentou: "O que aconteceu em Albany esta semana... não era foi uma afronta a mim, mas foi também uma afronta a um Deus santo".
   "Foi um tapa na face, um duro tapa na face de Deus pelos homens e mulheres em Albany que votaram pela lei dos senadores", afirmou claramente. "Eles cuspiram na face de um Deus santo o único que pode definir o que é o casamento."
    Kohl prefaciou seu sermão com uma nota que os cristãos não devem odiar ninguém.
    "Parece que odiamos e ficamos com raiva de certos pecados, o amamos e acariamos outros pecados e tornamos parte deles se não formos cuidadosos", disse ele. "Não devemos odiar o pecador, mas devemos odiar o pecado."
   Ele também enfatizou a santidade da instituição do casamento.
   "Acreditamos que isso é sagrado. Acreditamos que isso é santo, pelo menos eu acredito e mais importante, Deus acredita. Deus instituiu o casamento. Foi Sua primeira instituição na terra".
   Dito isso, enfatizou que essa não era a vontade de Deus como alguns ponderaram.
    "Quero registrar e dizer que isso não era a vontade de Deus. Esta foi a vontade do homem. Foi um grupo de senadores e de uma assembléia de homens e mulheres que tem se afastado de... Deus e da Palavra de Deus".
   Embora lamentando o evento, Kohl disse que não diminuiu sua fé. Em vez disso, ele está mais triste pois "o nosso Deus tem sido ofendido".
   Com a aprovação do casamento gay em seu estado, o pastor batista está ainda mais convencido de que o fim do mundo está se aproximando.
   "Os acontecimentos de sexta à noite entristeceram meu coração, mas reforçaram a minha fé na profecia bíblica, porque nosso Senhor disse que seria assim, pouco antes que ele venha", pregou.
   "O tempo está próximo", disse ele, a pregação do Apocalipse 1.
   Não há nada obscuro no último livro da Bíblia, apontou. Não é um livro de mistérios ou parábolas, mas de "revelação" e não é nenhum mistério que eventos iriam acontecer nos últimos dias, observou ele.
   "O que aconteceu em Nova York esta semana pode ser apenas anedótico. Não estou tentando promover... que interpretemos a Bíblia da perspectiva de um nova-iorquino, mas certamente New York tornou-se como uma Sodoma e Gomorra... com a aprovação da assembleia de homens e mulheres, senadores e o governador agora".
   O que tem desnorteado Kohl é que o governo está aprovando um comportamento que é obviamente perigoso. O pastor apontou estatísticas mostrando que a maioria das pessoas que estão infectadas ou que morreram de AIDS são homens gay.
   "Isso é perigoso. Isso é insalubre. Isso é mortal", afirmou. "Temos que instruir cada professor, cada pastor ..., ... todos os senadores, ... temos levar todo mundo começar a chorar e dizer" não tem nada a ver com esse comportamento. '
   "É assim que eu penso."
   No entanto, Kohl não está confuso sobre o que vai acontecer como resultado da aprovação do casamento gay. Apesar da disposição de proteção religiosa, Kohl está convencido de que as consequências "vão ser horríveis".
   "Já foram emitidos avisos sobre ações judiciais grande discriminação no estado de Nova York", lamentou. "Qualquer homem de negócios conservador ou cristão ou a mulher que deve objeto em razão da sua religião para prestação de serviços está se preparando para os processos de discriminação."
   "Você não acreditaria o quão complexo é que isto vai ser".
   "Veja, as pessoas pensaram na sexta-feira que conseguiram o que [queriam]. Não, não chegaram perto de conseguir o que querem. Este é apenas o pé na porta".
    Juntamente com processos judiciais, Kohl espera que muitos Cristãos sejam testados por esta questão "e cedem a pressão”.
    "Algum dia, Deus vai ter a última palavra", o pastor disse "amém". "Algum dia, eles não vão falar mais nada."
    "Guarde minhas palavras, Deus terá a última palavra."
FONTE: CREIO

segunda-feira, 20 de junho de 2011

JUIZ DESAFIA ILEGALIDADE DE DECISÃO DO STF E ANULA “CASAMENTO” GAY

Arriscando sofrer a fúria cega da militância gay e seus aliados na mídia, corajoso juiz disse que o STF não tem competência para alterar normas da Constituição Federal.
Comentário de Julio Severo: A notícia abaixo é do site pró-sodomia UOL.
Mesmo com decisão do STF, casal gay tem união estável cancelada em Goiás
O primeiro casal gay de Goiânia a registrar sua união depois da decisão de reconhecimento do STF (Supremo Tribunal Federal) perdeu o direito de permanecer em união estável. O juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública Municipal e Registros Públicos de Goiânia, Jeronymo Pedro Villas Boas, cancelou de ofício (ou seja, sem nenhum pedido) o contrato.
O magistrado contestou a decisão do Supremo, e disse que a Corte não tem competência para alterar normas da Constituição Federal. O artigo 226 traz em seu texto que, “para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão”. Esta seria a norma que o juiz entendeu inviolável.
A decisão que cancelou o contrato também determinou a comunicação a todos os Cartórios de Registro de Títulos e Documentos e do Registro Civil da comarca de Goiânia para que nenhum deles faça a escrituração de declaração de união estável entre pessoas do mesmo sexo. Segundo a ordem, só terá validade o ato entre pessoas do mesmo sexo se houver decisão judicial prévia.
O casal Liorcino Mendes e Odílio Torres registrou a união em 9 de maio. Procurados pelo UOL Notícias para comentar a decisão judicial, eles afirmaram que foi uma medida escandalosamente ilegal e desrespeitosa. “O Poder Judiciário não pode criar um ambiente de insegurança jurídica no país. E mais do que isso: não podemos aceitar que cidadãos homossexuais paguem impostos e altos salários de juízes para que estes, de forma discriminatória e preconceituosa, desrespeitem até as decisões da maior Corte do país.”
Documento ao CNJ
Mendes, que é jornalista e bacharel em direito, encaminhou um documento ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça). Em um dos trechos, afirmou que a união foi um dos momentos de maior felicidade da vida do casal. “Nos sentimos como pessoas dignas de direitos e não mais cidadãos de segunda categoria, onde éramos obrigados apenas a cumprir deveres como pagar impostos, votar, mas sempre tendo nossos direitos como pessoas naturais negados.”
Mendes utiliza várias normas jurídicas para fundamentar o pedido e contestar a decisão do juiz, que, segundo ele, não poderia proferir uma decisão como esta. E pede ao ministro Cezar Peluso, presidente do CNJ, que o conselho mova uma ação para pedir o afastamento imediato do juiz, e manter a união.
Na próxima segunda-feira (20), o casal vai pedir ajuda à comissão da diversidade sexual da OAB de Goiás, ao Conselho Nacional de Justiça e a Corregedoria do Tribunal de Justiça de Goiás, para que sejam garantidos os direitos adquiridos.
“Este foi o maior momento de frustração em nossas vidas. Um sentimento de descrédito sobre as instituições públicas, sobre a Justiça do nosso Estado”, finalizou Mendes.
Fonte: UOL
Divulgação: www.juliosevero.com

sábado, 18 de junho de 2011

LANNA HOLDER E ROSANIA, PASTORAS LESBICAS, FARÃO “EVANGELISMO” NA PARADA GAY DE SÃO PAULO

Três semanas depois de inaugurar uma igreja inclusiva e voltada para acolher homossexuais no Centro de São Paulo, o casal de pastoras Lanna Holder e Rosania Rocha pretende participar da Parada Gay de São Paulo, em 26 de junho, para “evangelizar” os participantes. Estudantes de assuntos ligados à teologia e a questões sexuais, as mulheres encaram a Parada Gay como um movimento que deixou de lado o propósito de sua origem: o de lutar pelos direitos dos homossexuais.
“A história da Parada Gay é muito bonita, mas perdeu seu motivo original”, diz Lanna Holder. Para a pastora, há no movimento promiscuidade e uso excessivo de drogas. “A maior concepção dos homossexuais que estão fora da igreja é que, se Deus não me aceita, já estou no inferno e vou acabar com minha vida. Então ele cheira, se prostitui, se droga porque já se sente perdido. A gente quer mostrar o contrário, que eles têm algo maravilhoso para fazer da vida deles. Ser gay não é ser promíscuo.”
As duas pastoras vão se juntar a fiéis da igreja e a integrantes de outras instituições religiosas para conversar com os participantes da parada e falar sobre a união da religião e da homossexualidade. Mas Lanna diz que a evangelização só deve ocorrer no início do evento. “Durante [a parada] e no final, por causa das bebidas e drogas, as pessoas não têm condição de serem evangelizadas, então temos o intuito de evangelizar no início para que essas pessoas sejam alcançadas”, diz.
Leandro Rodrigues, de 24 anos, um dos organizadores da Parada Gay, diz que o evento “jamais perdeu o viés político ao longo dos anos”. “O fato de reunir 3 milhões de pessoas já é um ato político por si só. A parada nunca deixou de ser um ato de reivindicação pelos direitos humanos. As conquistas dos últimos anos mostram isso.”
Segundo ele, existem, de fato, alguns excessos. “Mas não é maioria que exagera nas drogas, bebidas. Isso quem faz é uma minoria, assim como acontece em outros grandes eventos. A parada é aberta, e a gente não coíbe nenhuma manifestação individual. Por isso, essas pastoras também não sofrerão nenhum tipo de reação contrária. A única coisa é que o discurso tem que ser respeitoso.”
Negação e aceitação da sexualidade
As duas mulheres, juntas há quase 9 anos, chegaram a participar de sessões de descarrego e de regressão por causa das inclinações sexuais de ambas. “Tudo que a igreja evangélica poderia fazer para mudar a minha orientação sexual foi feito”, afirma Lanna. “E nós tentamos mudar de verdade, mergulhamos na ideia”, diz Rosania. As duas eram casadas na época em que se envolveram pela primeira vez.
“Sempre que se fala em homossexualidade na religião, fala-se de inferno. Ou seja, você tem duas opções: ou deixa de ser gay ou deixa de ser gay, porque senão você vai para o inferno. E ninguém quer ir para lá”, diz Lanna.
A pastora afirma que assumir a homossexualidade foi uma descoberta gradual. “Conforme fomos passando por essas curas das quais não víamos resultado, das quais esperávamos e ansiávamos por um resultado, percebemos que isso não é opção, é definitivamente uma orientação. Está intrínseco em nós, faz parte da nossa natureza.”
Igreja Cidade de Refúgio
Segundo as duas mulheres, após a aceitação, surgiu a ideia de fundar uma igreja inclusiva, que aceita as pessoas com histórias semelhantes as delas. “Nosso objetivo é o de acolher aqueles que durante tanto tempo sofreram preconceito, foram excluídos e colocados à margem da sociedade, sejam homossexuais, transexuais, simpatizantes”, diz Lanna. Assim, a Comunidade Cidade de Refúgio foi inaugurada no dia 3 de junho na Avenida São João, no Centro de São Paulo. Segundo as pastoras, em menos de 2 semanas o número aumentou de 20 fiéis para quase 50. Mas o casal ressalta que o local não é exclusivo para homossexuais. “Nós recebemos fiéis heterossexuais também, inclusive famílias”, diz Rosania.
Apesar do aumento de fiéis, as duas não deixaram de destacar as retaliações que têm recebido de outras igrejas através de e-mails, telefonemas e programas de rádio e televisão. “A gente não se espanta, pois desde quando eu e a pastora Rosania tivemos o nosso envolvimento inicial, em vez de essa estrutura chamada igreja nos ajudar, foi onde fomos mais apontadas e julgadas. Mas não estamos preocupadas, não. Viemos preparadas para isso”, afirma Lanna.
***
Dica do pastor Silas, do Ministério Batista Beréia. Divulgação: Púlpito Cristão

CONSELHO DE DIREITOS HUMANOS DA ONU APROVA DECLARAÇÃO GAYZISTA CONTRA “DISCRIMINAÇÃO”

GENEBRA, Suíça, 17 de junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — O Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas, uma comissão com sede em Genebra, Suíça, aprovou uma declaração que denuncia “discriminações” contra homossexuais e ordenou um estudo mundial acerca do fenômeno.
A declaração também condena discriminações contra as pessoas por sua “identidade de gênero”, que se refere ao sexo que uma pessoa afirma ser, em contraste com seu real sexo biológico.
O Conselho de Direitos Humanos, cujas decisões não são legalmente obrigatórias nas nações que são membros da ONU, aprovou a resolução numa votação estreita de 23 a 19, com três abstenções. Além disso, a Líbia não teve permissão de votar, pois sua condição de membro foi suspensa.
Embora as nações muçulmanas tivessem votado contra a resolução, as delegações de países tradicionalmente católicos votaram a favor dela, apesar do potencial conflito da declaração com o ensino social católico.
Embora a Igreja Católica ensine que os homossexuais não devem ser vítimas de “discriminação injusta”, também reconhece que algumas formas de discriminação podem ser justificadas ou até mesmo “obrigatórias”, principalmente onde homossexuais se envolvem abertamente em conduta homossexual, ou representam uma ameaça para crianças e outros grupos vulneráveis. Esses ensinos, que os políticos católicos muitas vezes desconhecem, foram expressos pelo então Cardeal Josef Ratzinger, hoje Papa Bento 16, numa declaração lançada sob sua autoridade em 1992.
O embaixador mexicano Juan Jose Gomez, nomeado pelo presidente do Partido de Ação Nacional, historicamente pró-católico, apoiou a declaração, afirmando que a proteção dos homossexuais contra discriminações é “exatamente a mesma coisa” que proteger pessoas de discriminação na base de raça, religião e sexo.
O México teve o apoio de nações católicas como Chile, Equador, Polônia, Espanha, Hungria e Uruguai. Um grupo de nações tradicionalmente muçulmanas teve o apoio da Rússia para se opor à resolução.
“Essa questão nada tem a ver com direitos humanos”, disse o embaixador da Mauritânia para os representantes do Conselho. “O que estamos vendo aqui é uma tentativa de mudar o direito natural de um ser humano por um direito que não é natural. É por isso que a Mauritânia exorta todos os membros a votar contra essa resolução”.
A declaração expressa “grave preocupação com atos de violência e discriminação, em todas as regiões do mundo, cometidos contra indivíduos por causa de sua orientação sexual e identidade de gênero” e insinua que uma resolução anterior da Assembleia Geral da ONU sobre direitos humanos se aplica aos homossexuais e pessoas “transgêneras”.
A declaração também pede ao Alto Comissário de Direitos Humanos que “comissione um estudo que seja concluído até dezembro de 2011, para documentar leis discriminatórias e costumes e atos de violência contra indivíduos com base na sua orientação sexual e identidade de gênero, em todas as regiões do mundo, e como as leis internacionais de direitos humanos podem ser usadas para acabar com a violência e violações relacionadas de direitos humanos com base na orientação sexual e identidade de gênero”.
Provavelmente, os resultados do estudo serão usados por ativistas homossexuais para promover medidas para avançar sua agenda política no mundo inteiro.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.
Comentário de Julio Severo: O primeiro presidente a a introduzir uma resolução gayzista na ONU foi Lula. A diferença é que Obama tem muito mais poder e pressão do que Lula. Desde que Lula se tornou presidente em 2003, eu denunciei publicamente, tanto no Brasil quanto no exterior, que ele usou o Brasil para ser o primeiro país a apresentar na ONU uma resolução classificando o homossexualismo como direito humano inalienável. Mas a oposição do Vaticano e dos países muçulmanos deteve a loucura de Lula. Entretanto, Obama retomou a luta de Lula, colocando todo o peso do seu governo para aprovar na ONU o mesmo tipo de resolução pioneira. Para entender a luta gayzista que Lula teve na ONU, veja minhas antigas denúncias:

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Aborto diga não!

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1999 - Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal.

Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX).

Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença".

Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias.

Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

Fonte:www.apocalink.blogspot.com