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terça-feira, 26 de julho de 2011

O CASO DO ATIRADOR NORUEGUÊS E O ÓDIO DA IMPRENSA SECULAR

Dr. Fábio Blanco
O caso do norueguês que matou mais de oitenta pessoas em uma ilha de seu país é emblemático, porém, menos pelomodus operandi do atirador e pelas motivações que parecem tê-lo conduzido ao feito, do que pela reação midiática ante a tragédia.
É impressionante como praticamente todos os órgãos de imprensa afirmaram que o assassino era um “fundamentalista cristão”, posicionando-o em uma suposta ala do cristianismo onde estariam os mais perigosos seres humanos que podem existir. Como se os tais fundamentalistas cristãos fossem idênticos aos fundamentalistas islâmicos. Mais ainda, como se existissem esses tais fundamentalistas cristãos apontados por eles.
A tática é antiga: todos aqueles que são radicais, violentos, segregacionistas, xenófobos e não socialistas, se não forem islâmicos, logos são encaixados dentro da denominação de cristãos fundamentalistas. Ainda que eles não frequentem uma igreja, ainda que não sigam absolutamente nada do que as Escrituras Sagradas ensinem, ainda que sequer se digam cristãos, os meios de comunicação correm para estigmatizá-los como malvados cristãos conservadores.
Isso, com efeito, é apenas a demonstração de como o cristianismo é odiado. Quando a mídia chama de cristão um terrorista, ela apenas está projetando o seu próprio ódio, deixando claro quem é o seu inimigo, exteriorizando o seu rancor. Ela age como uma criança que tem seu lanche furtado da mochila e corre para denunciar aquele garoto estranho que senta na última fileira, apenas por que ele é diferente. 
E fazem isso lançando mão de uma associação estúpida entre cristianismo e nazismo, ou neo-nazismo. Quem estudou um pouquinho de história sabe que o nacional socialismo não tem nada a ver com o cristianismo e se alguma vez usou palavras usurpadas do vocabulário cristão, não fez nada diferente do que o próprio socialismo ateu já não tinha feito. Aliás, o nazismo, como seu próprio nome indica, tem seus fundamentos sociológicos e políticos muito parecidos com os do socialismo, como pode ser bem visto nas páginas dos livros de Jonah Goldberg: Liberal Fascism e Viktor Suvorov: O Grande Culpado.
E se não bastasse a mídia secular para culpar o cristianismo de todos os males da sociedade, ainda há os próprios senhores ditos cristãos para teminar de jogar a porcaria no ventilador. Por exemplo (e mais uma vez), o senhor Hermes Fernandes trabalha em favor das linhas inimigas, como um agente infiltrado, fingindo ser o verdadeiro defensor de seus pares, quando, na verdade, apenas cria mais embaraços para ele. Em seu artigo Terroristas Cristãos, ele, a despeito de parecer defender os verdadeiros cristãos, na verdade, quando critica o cristianismo do norueguês, o que ele faz é o jogo do inimigo. Quando assume que o atirador é um cristão, ainda que de tendência radical, ele confessa o que a crítica secular afirma: que há uma ala do cristianismo que é perigosa e criminosa.
Claro que o senhor Hermes Fernandes não faz parte dessa facção, afinal ele é um representante do cristianismo bonitinho, pacífico e inclusivo. E quem faz? Os fundamentalistas conservadores, é óbvio. Segundo Hermes Fernandes, o atirador norueguês, como é de se esperar, é um típico fundamentalista, que não é cristão somente porque não se encaixa no perfil considerado correto pelo próprio crítico.
Ora, ora, isso não é exatamente o que a mídia faz? Quando aponta o assassino como fundamentalista cristão ela está, na verdade, segregacionando uma parte do cristianismo, não negando que seja cristã, ainda que nominal, mas como se fosse um lado podre dessa religião. Ao invés de, como seria o correto, negar veementemente qualquer ligação entre o norueguês e o cristianismo, o que eles fazem é colocá-lo em uma suposta facção cristã, a qual, obviamente, incluirá muitos outros radicais, inclusive os odiosos conservadores.
Acontece que o norueguês não era cristão e nem se dizia cristão. O ótimo texto traduzido pelo Julio Severo, em seu site, mostra isso claramente. Não havia qualquer traço de cristianismo nos escritos dele, mas, sim, algo mais ligado às ideias nazistas que, como já disse, nada têm de cristãs. Por que não o chamam de extremista nazista simplesmente ou outro nome que lhe caiba melhor? Por que cristão? Não parece óbvia a razão?
É notório que há um ódio em relação ao cristianismo disseminado por toda a sociedade secular e bem estampado, principalmente, nos órgãos de imprensa. Quando há a mínima chance de condenar, de expor, de rebaixar, a mídia, os críticos e articulistas seculares não se detém, e atiram, contra seus inimigos, com tamanha virulência com palavras quanto o terrorista norueguês o fez com balas.

TERRORISTA NORUEGUÊS EM UM DE SEUS MANIFESTOS AFIRMA QUE O BRASIL É UM EXEMPLO CATASTRÓFICO DE MISCIGENAÇÃO QUE NÃO DEVE SER SEGUIDO...

Em seu manifesto de 1.518 páginas divulgado na Internet, o atirador norueguês Anders Behring Breivik, 32 anos, citou o Brasil como um "catastrófico" exemplo de miscigenação que não deve ser seguido.
No texto "A European Declaration of Independence - 2083" (Uma declaração de Independência Europeia - 2083, na tradução livre), Brejvik defende que os conservadores europeus se unam através de uma combinação de "luta armada e democracia" para combater o avanço da miscigenação nos próximos 70 anos. Caso contrário, o continente seguiria um modelo de "bastardização, muito similar ao do Brasil".
Segundo Brejvik, a miscigenação cultural brasileira resultou em uma falta de coesão nacional, o que teria tornado o País "permanentemente disfuncional" e seria responsável pelos altos índices de corrupção, falta de produtividade e eterna disputa entre "culturas conflitantes". O manifesto também afirma que o Brasil jamais poderá alcançar um grau de coesão social e harmonia similar aos dos países escandinavos, da Alemanha, do Japão e da Coreia do Sul.
No manifesto, Brejvik conclui que se a Europa adotasse uma abordagem similar ao Brasil em termos de miscigenação, o resultado seria "devastador" e contribuiria para o "genocídio" e "aniquilação" do que ele chama de "povos indígenas nórdicos". O atirador ainda afirma que o resultado só seria pior se o "Islã fosse adicionado à mistura".
Anti-comunista e de extrema-direita assumido, Brejvik diz que a miscigenação brasileira é um resultado da "Revolução Marxista" e também afirma que os marxistas europeus que defendem a mistura de raças devem ser confrontados.
O manifesto ainda cita o acidente com Césio-137 em Goiânia, o golpe militar de 1964, que ele afirma ter contado com a intervenção americana, e a proclamação da República em 1889. No total, o Brasil foi citado 12 vezes durante o texto.
Fonte: Terra Notíciais

Comentários: Como se corrupção não existisse em outros Países inclusive nos Países Nórdicos... Basta ler as estatísticas mundiais para ver que nos Países nórdicos também estão aumentando os índices de aborto, gravidez entre adolescentes, crimes violentos, overdoses fatais, estupros, roubos e máfias agindo em rede com máfias de outros Páises (máfia russa, etc). Isto sem falar que antes do assassino cometer os crimes contratou duas prostitutas para um banquete regado a vinho, chocolates, etc. E o seu advogado, compatriotas políticos e de sociedades secretas ainda querem livrar o belíssimo "ariano nórdico" de ser penalizado alegando que ele está louco!!!!...

ATIRADOR DA NORUEGA AFIRMA PERTENCER A UMA NOVA ORDEM DOS TEMPLÁRIOS “NOVOS POBRES CAVALEIROS DE CRISTO”

O autor dos ataques no centro de Oslo e na Ilha de Utoya, Andres Behring Breivik, organizou um “manifesto” de 1.500 páginas, publicado antes da tragédia de sexta-feira. Nele, o atirador afirma pertencer a uma nova Ordem dos Templários de Cristo que prega o fundamentalismo católico e tem membros e diversos países da Europa.
Breivik confessou os crimes e disse que planejou o atentado por 18 meses sem contar com a ajuda de colaboradores. O documento foi chamado de Declaração Europeia de Independência – 2083, o texto tem na capa uma cruz dos templários, símbolo da extinta ordem religiosa e militar da Igreja que participou das Cruzadas.
De acordo com ele, a organização foi fundada em Londres, em abril de 2002, por militantes de nove países. A milícia teria sido batizada de “Novos Pobres Cavaleiros de Cristo” com o objetivo de lutar pela formação de uma frente de combate na Europa Ocidental nos próximos 20 anos.
O norueguês a descreve como uma “ organização pan-europeia”, parte do “movimento patriótico nacional dos países da Europa”. “A ordem é uma manifestação inicial da luta, fase de uma guerra civil na Europa Ocidental.” Segundo Geir Lippestad, advogado do atirador, seu cliente queria que os ataques causassem um “revolução anti-islâmica” na Noruega.
Ainda no documento, Breivik critica o multiculturalismo e a imigração. “Um alvo prioritário é a reunião anual do Partido Trabalhista”, escreveu ele, antecipando o ataque à Ilha de Utoya.
O criminoso revelou que a ação vinha sendo planejada desde 2009. Breivik usou munição de expansão, que se fragmentam em contato com o alvo. Tinha total conhecimento sobre o poder destrutivo do armamento, porque foi treinado em um clube de tiro da Noruega. Médicos que atenderam as primeiras vítimas disseram que nunca haviam visto ferimentos tão graves.
Ele também detalhou os planos do atentado, informando como montou uma empresa de fachada para comprar agrotóxicos e como usou fertilizantes para fabricar explosivos, com os quais pretendia matar 4.848 pessoas na Noruega.
Breivik sabia que seria lembrado como uma pessoa má, mas para ele o “terrorismo é um meio de despertar as massas”. “Serei lembrado como o maior monstro nazista desde a 2.ª Guerra”, disse. No fim, ele termina de maneira profética. “Acho que será minha última anotação”, menciona Breivik, ao lado da hora (12h51) e da data (22 de julho) – três horas antes da explosão em Oslo. Embora tenha dito que agiu sozinho, a polícia ainda investiga a ação de um cúmplice.

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Aborto diga não!

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1999 - Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

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Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias.

Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

Fonte:www.apocalink.blogspot.com