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quinta-feira, 25 de outubro de 2018

BRASILIA (DF) - Do Quadrilátero Cruls ao Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade

Foto: Arquivo Público
EQUIPE DA MISSÃO CRULS, QUE NO FINAL DO SÉCULO XIX DEMARCOU A ÁREA DA FUTURA CAPITAL
Sonhada por dois séculos, a criação de Brasília – inaugurada no dia 21 de abril de 1960 – começou com projetos esboçados desde o período colonial. No século 18 o governo português já cogitava a possibilidade de transferir a capital do Brasil para o interior – medida que foi defendida em outros momentos históricos. Em 1892, a proposta começou a se consolidar, quando o então presidente Floriano Peixoto determinou que uma comissão de cientistas explorasse o Planalto Central e demarcasse a área que seria destinada ao Distrito Federal.

A Comissão Exploradora do Planalto Central, composta por 21 pessoas e chefiada pelo astrônomo e geógrafo belga Louis Ferdinand Cruls – conhecida como Missão Cruls –, demarcou uma área de 14.400 Km², considerada adequada para a futura capital, que ficou conhecida como “Quadrilátero Cruls”. A partir daí, a construção de Brasília foi ganhando corpo em diversos momentos históricos, culminando com sua inauguração, pelo presidente Juscelino Kubitschek, até ser tombada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) como patrimônio histórico e cultural da humanidade, em 1987.

A equipe de Cruls era composta por pesquisadores, geólogos, geógrafos, botânicos, naturalistas, engenheiros e médicos, entre outros, e realizou estudos científicos até então inéditos na região, mapeando aspectos climáticos e topográficos, além de estudar a fauna, a flora, os cursos de rios e modo de vida dos habitantes.

Posteriormente, em 1955, outra comissão, chefiada pelo marechal José Pessoa, realizou estudos e fez nova demarcação para o local, cuja área foi fixada em 52 mil Km², aprovada pelo presidente Café Filho. Em 1955, no famoso comício realizado na cidade de Jataí (GO), como candidato à presidência da República, Juscelino prometeu transferir a capital do país para o Planalto Central, caso fosse eleito.

Promessa cumprida, apesar de resistências de setores políticos que queriam manter a capital no Rio de Janeiro, Juscelino construiu a cidade e a inaugurou em 1960, concretizando um sonho de dois séculos. O nome Brasília, adotado por Juscelino, havia sido sugerido em 1823, durante a Constituinte do Império, por José Bonifácio.

Abaixo, a cronologia sobre acontecimentos que precederam a construção da capital federal e os ocorridos após sua inauguração:

1750 – O cartógrafo genovês Francisco Tossi Colombina elaborou a chamada Carta de Goiás, sugerindo a mudança da capital do Brasil para essa região. Há ainda registros históricos atribuídos ao Marquês de Pombal, segundo os quais o estadista português defendia a mudança da sede do governo para o vale do Amazonas.

1763 – O Brasil passou a ter nova capital: o Rio de Janeiro (RJ), que sucedeu Salvador (BA).

1810 – Já existia a proposta de fixar a sede do governo no interior do país, longe dos portos, por questões estratégicas de segurança, o que dificultaria ataques de conquistadores.

1823 – Ano da Constituinte do Império, quando José Bonifácio – conhecido pelo epíteto de “Patriarca da Independência” – apresentou projeto para mudar a capital do país, sugerindo o nome “Brasília” para a nova cidade.

1852 - O parlamentar pernambucano Holanda Cavalcanti apresentou projeto ao Senado, dando continuidade à proposta de José Bonifácio.

1853 – O senador piauiense João Lustosa da Cunha Paranaguá – segundo Marquês de Paranaguá – também apresentou projeto sobre o tema. Na ocasião, discursou defendendo a mudança da capital.

1877 – Francisco Adolfo de Varnhagen, o visconde de Porto Seguro, militar, diplomata e historiador brasileiro, fez a primeira viagem ao Planalto Central para localizar a futura capital. Oficializada pelo Ministério da Agricultura, a aventura, feita em lombo de burro, era para indicar regiões propícias à colonização europeia no Brasil. Varnhagen sugeria o nome de Imperatória para a nova capital, que seria a sede do Império.

1883 – Ano do famoso sonho de São João Bosco – Dom Bosco –, italiano fundador da Congregação dos Salesianos. Em seu sonho, ele viu o surgimento de uma nova civilização, entre os paralelos 15° e 20° do hemisfério sul, numa região onde se formava um lago. Brasília está localizada no mesmo espaço geográfico delimitado pelo sonho, erguida às margens do Lago Paranoá – por esse motivo, Dom Bosco é o padroeiro da cidade, ao lado de Nossa Senhora Aparecida.

1891 – A primeira Constituição da República estabelece, em seu artigo 3º, a área de 14 mil Km² no planalto central, a ser demarcada para a transferência da futura capital.
FONTE: http://www.senado.gov.br/noticias/especiais/brasilia50anos/not02.asp

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

MAPEAMENTO ESPIRITUAL EM BRASÍLIA


Publicado neste blog em 07.10.2007
Depois de estudar Brasília por inteiro durante seis anos, a Egiptóloga Iara Kern levou à frente a sua teoria: "Desde Akhenaton (um faraó que reinou entre 1375-1358 AC) até JK (Juscelino Kubitscheck) - das pirâmides até Brasília". Ela apóia a tese de que tudo relacionado à Brasília está ligado aos números e às letras cabalísticas dos Judeus, assim como o tarô egípcio. Iara Kern aponta algumas coincidências:

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No dia 21 de abril deste ano (2007) quando a cidade de Brasília completou 47 anos, o Senhor após colocar em meu coração o desejo de ir até Brasília me concedeu o privilégio de poder conferir "in loco" as afirmações acima!
As fotos de Brasília que vocês encontram aqui foram feitas nesta viagem.
Plano Piloto
Memorial JK

A estrutura da construção lembra uma pirâmide inacabada. (Vista da parte de trás)
Memorial JK - Entrada

Juscelino Kubitschek, idealizador da nova Capital, tirou do papel o projeto da cidade inspirada em sonhos. Para homenagear este homem prodígio foi inaugurado, em 1981, o Memorial JK, que além de fotos, medalhas e artigos pessoais de Juscelino,guarda seus restos mortais depositados na "Câmara Mortuária do Salão Circular", um ambiente sombrio e mágico. Logo na entrada, um pedestal de 28 metros de altura com a estátua do presidente com 4,5m de altura e 1.500 kilos saúda os visitantes. Há quem pense que o que cobre a estátua seria algo como uma mão, mas na verdade a idéia é lembrar o G da Maçonaria!



Memorial JK e os espelhos dágua.

Um pequeno monumento de granito negro, reproduz lapidar frase do Presidente Juscelino: "Tudo se transforma em alvorada nesta cidade que se abre para o amanhã." Três bandeiras, hasteadas em mastro de ferro, tremulam acima do Memorial, emprestando-lhe conotação de permanente solenidade. São as Bandeiras do Brasil, do Distrito Federal e de Minas Gerais. À entrada do Memorial, 4 espelhos d'água, em diferentes níveis, cascateiam, dando-lhe extraordinária beleza e dimensão.



Cúpula protetora do vitral.


No dia 21 de abril, aniversário de Brasília, surge uma paisagem única desse dia. Todos os anos, a festividade é comemorada com o nascer do sol exatamente dentro do "H" do Congresso Nacional. O mesmo espetáculo acontecia no Antigo Egito, quando no aniversário do Faraó, o sol nascia em cima de seu sarcófagoAqui vemos o sol poente, por tráz da cúpula protetora, através de um vitral embaixo desta cúpula, o sol ilumina a Câmara mortuária e o sarcófago do ex-presidente JK. Será só mais uma simples coincidência? (Esta foto não foi feita por mim)

Memorial Jk - Câmara mortuária circular.


Câmara mortuária do Memorial JK, totalmente em trevas, só recebe a luz do sol no dia 21 de abril através do vitral no teto! Este vitral está protegido pela cúpula de concreto que possui uma abertura através da qual a luz do sol só entra no dia 21 de abril conforme a foto anterior!
Detalhe do vitral sobre o sarcófago de JK na câmara mortuária!


O Sacófago do fundador. (Faraó).


Sarcófago de JK na câmara mortuária do salão negro circular, em seu memorial! O faraó egípcio Akenaton e Juscelino não só tiveram os mesmos ideais como compartilharam uma maneira trágica de morrer 16 anos após a inauguração de suas respectivas cidades.
A Catedral de Brasília 

O monumento de 40 metros de altura é sustentado por 16 arcos de concreto armado, circundados por um espelho d'água
Numa coincidência inexplicável , esse número de colunas corresponde ao valor da carta "Templo" no Tarot e na Cabala Hebráica, reforçando a teoria de a que a obra foi concebida dentro da simbologia do Egito Antigo. (Esta foto não foi feita por mim!)

Entrada da Catedral. (Pirâmide).


Quem quiser entrar na Catedral e chegar até à sua nave circular, que fica no subsolo, terá de dar alguns passos sob um túnel de chão e paredes negras. Trata-se da mesma configuração das antigas piramides egípcias! E de fato a nossa capital é a cidade das pirâmides! E nós imaginamos que em Brasília apenas os rumos políticos de nosso país são definidos! E o que dizer de toda essa influência espiritual?


Os quardiães da pirâmide.


Os 4 evangelistas de Alfredo Ceschiatti guardando a entrada subterrânea da cadetral, três à esquerda e uma à direita. João (com minha garrafinha de água aos pés), Lucas, Marcos e Matheus. O que significa este sinal na mão de João?


Os guardiães e eu


As estátuas de bronze, de três metros de altura, estão dispostas na frente da catedral, respeitando a concepção dos templos egípcios com estátuas de deuses perfilados à sua entrada.


A pirâmide da Legião da Boa Vontade.


Está é outra das pirâmides de Brasília! O Templo da Boa Vontade simboliza o que há de mais forte nomisticismo e sincretismo religioso de Brasília. A imensa estrutura de mármore em forma de pirâmide foi inaugurada em outubro de 1989. Possui sete faces e um cristal puro encaixado no ápice. A pedra possui 14 centímetros de altura e 21 quilos.


Espiral no interior da pirâmide


Na nave no interior da pirâmide as pessoas encontram um espiral no solo onde caminham buscando energização do cristal no topo! Misericórdia!


 Brasília ou Egito?


Sarcófago semelhante (réplica) aos encontrados nas pirâmides egípcias! Hall de entrada para a sala egípcia na pirâmide da LBV.
A torre de TV

Os 224 metros de altura da Torre de TV chamam a atenção e atraem turistas encantados com as 378 toneladas de peso que compõem a estrutura. O mirante, com capacidade para recepcionar 150 pessoas, está assentado numa base em forma de triângulo (pirâmide deitada). A construção representa o Triângulo das Comunicações e o Tríplice do Poder. A particularidade passa despercebida aos olhos dos visitantes seduzidos pela feira de artesanatos, organizada na área em torno da base da torre todos os finais de semana.


Palácio do Itamaraty e o meteorito.


O Meteoro, uma escultura em mármore de Bruno Giorgi, fica localizado em frente ao Palácio do Itamaraty (relações exteriores) e possui cinco partes representando os cinco continentes. A escultura está em um espelho d'água representando divinamente os três estados da matéria: sólido, líquido e gasoso.


Teatro Nacional de Brasília


A maior estrutura da cidade, que é o Teatro Nacional de Brasília, tem um formato de pirâmide (inacaba). Obra de Oscar Niemeyer, o teatro, por causa de suas formas, pode ser considerado parente muito próximo da Pirêmide Keóps, no Egito. A grande pirâmide de Keóps é a maior estrutura em pedra do Egito e do mundo.

Por do sol do dia 21 de abril.


O aniversário de Brasília, no dia 21 de abril, é o único dia do ano em que os raios do sol nascente e poente atingem o meio entre as colunas que forma o H do prédio do Congresso Nacional (o mais alto da cidade) e que os brasilienses têm para contemplar o pôr do sol. (Foto feita por mim por ocasião do aviversário da cidade 47 anos no dia 21/04/2007
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1999 - Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

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Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias.

Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

Fonte:www.apocalink.blogspot.com