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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

FORÇA MILITAR DE 25 NAÇÕES ESTÁ NO GOLFO PÉRSICO ENQUANTO ISRAEL PREPARA ATAQUE AO IRÃ


Navios de guerra, porta-aviões, caça-minas e submarinos de 25 países estão reunidos no Estreito de Ormuz, lugar estrategicamente importante em uma demonstração sem precedentes de força enquanto Israel e Irã continuam com ameaça de guerra. Entre as nações estão Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos, e a presença deve durar 12 dias.
Uma armada naval dos EUA e da Grã-Bretanha está parada no Golfo Pérsico, visando prevenir o ataque de Israel contra o programa secreto iraniano de armas nucleares. O Estreito de Ormuz é uma das vias navegáveis internacionais mais congestionadas do mundo. Possui apenas 21 quilômetros de largura no seu ponto mais estreito e faz fronteira com a costa iraniana ao norte e com os Emirados Árabes Unidos ao sul.
Neste domingo, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou durante entrevista a uma rede de televisão americana que o Irã está muito próximo de concluir suas armas nucleares. Ele estima que dentro de “seis ou sete meses” o governo de Teerã terá enriquecido 90% do urânio suficiente para uma bomba.
Netanyahu apelou para que o presidente Barack Obama intervenha com urgência na situação, estabelecendo os “limites” que o Irã não poderia cruzar para assim evitar uma ação militar.
“Vocês (os Estados Unidos) têm que montar essa linha vermelha diante deles agora, antes que seja tarde demais”, afirmou Netanyahu durante um programa de TV na rede NBC. Obama, por enquanto, se recusa a tomar qualquer postura ofensiva, preferindo insistir no bloqueio econômico.
John Sawers, chefe do Serviço Secreto de Inteligência inglesa teria se encontrado com o primeiro-ministro israelense Ehud Barak e, seu secretário da Defesa, há duas semanas, em uma tentativa de evitar uma ação militar contra o Irã. A resposta de Israel foi surpreendente: “O mundo diz a Israel: ‘Espere, ainda há tempo.” E eu digo, ‘Esperar o quê? Esperar até quando?”.
Uma vez que a maioria dos líderes ocidentais está convencida que o Irã vai retaliar qualquer tentativa de ataque de Israel ou seus aliados, a iniciativa de enviar navios para o Golfo Pérsico seria uma forma branda de fazer pressão sobre os dois países.
Trata-se de uma posição estratégica, pois por ali passam cerca de 18 milhões de barris de petróleo por dia, cerca de 35% de todo o petróleo comercializado no mundo por via marítima.
Porém, se o Irã interromper a exportação petrolífera, isso teria efeito catastrófico sobre as economias fragilizadas da Europa, dos Estados Unidos e do Japão, que ainda dependem fortemente do petróleo e gás que passam pelo Golfo.
Essa força multinacional naval no Golfo inclui três porta-aviões norte-americanos classe Nimitz sendo que cada um carrega mais aeronaves do que toda a força aérea iraniana. Eles são apoiados por pelo menos 12 navios de guerra, incluindo cruzadores com mísseis balísticos, fragatas, destróieres e navios que transportam milhares de fuzileiros navais e forças especiais dos EUA.
Em caso de guerra, a principal ameaça contra a força multinacional viria da Guarda Revolucionária Islâmica, que deverá adotar uma estratégia de “negação de acesso”.  Especialistas dizem que o Irã fará grandes manobras militares em seu próprio território, para mostrar que está preparado para defender suas instalações nucleares contra a ameaça de bombardeio aéreo.
Ali Fadavi, almirante da Guarda Revolucionária Iraniana, recentemente afirmou que “quaisquer tentativas dos inimigos” seriam frustradas e um alto preço cobrado.
Com informações VEJA e Telegraph
FONTE: GOSPEL PRIME

domingo, 9 de setembro de 2012

IRÃ PODERÁ USAR CÉLULAS TERRORISTAS NO BRASIL DURANTE GUERRA CONTRA “INFIÉIS”



Grupos terroristas teriam soldados em países como Bolívia, Brasil, Equador, Guatemala, Nicarágua e Venezuela.

O comandante-chefe adjunto da Guarda Revolucionária do Irã advertiu, na semana passada, que qualquer agressão contra o Irã poderá fazer com que a “guerra final” chegue até o território de seus inimigos.
Nossa nação está pronta para esfregar o focinho dos nossos inimigos no pó e enviar milhares de caixões de volta para as suas cidades”, disse o general Hossein Salami.
Qualquer agressão contra o Irã irá expandir a guerra até as fronteiras dos inimigos”, alertou. ”Eles conhecem o nosso poder, e não vamos permitir qualquer agressão contra nossa terra.”
O general citou duas razões para o que chamou de supremacia do regime islâmico: “Uma delas é que o líder supremo, o vice-presidente do Imã Oculto [o messias muçulmano], reinará com poder, conhecimento, penetrando os corações; a outra são os mártires que derramaram o seu sangue para a grandeza do país”.
Ao elogiar os mártires, lembrou: “Allah diz no Alcorão que os mártires estão vivos e não os considera mortos, pois eles trocaram sua vida aqui para alcançar a vida eterna.”
A Agência de Notícias Fars também informou que o general Hassan Firoozabadi, chefe do Estado-Maior do Exército do Irã, acredita que todos os países que apoiarem Israel devem esperar grandes ataques da Al-Qaeda e outros grupos terroristas em breve.
Conforme relatado no início deste ano, suas células terroristas foram colocadas em alerta máximo para responder, caso o Irã seja atacado. Centenas dessas células foram plantadas na América Latina nos últimos anos. Em colaboração com o Hezbollah, elas aguardam ordens para atacar alvos inimigos.
A Força Quds estabeleceu um centro de comando e controle na Bolívia e Venezuela”, revelou recentemente um ex-funcionário iraniano com conhecimento da rede terrorista. ”Embora tenha presença antiga na Europa e outras partes do mundo, seu foco está na América Latina. Existem atualmente milhares de células na Bolívia, Brasil, Equador, Guatemala, Nicarágua e Venezuela.”
Um relatório recente da CIA indica que o Irã estabeleceu uma base de treinamento na região  norte da Nicarágua, onde soldados, incluindo membros do Hezbollah, estão sendo preparados para um ataque iminente.
Hassan Abassi, ex-comandante da Guarda Iraniana e um estrategista, afirmou que muitas das células são de origem latino-americana, inclusive do México, e que várias centenas de alvos já foram identificados para um possível ataque.
Outro comandante importante do regime islâmico, o general Masoud Jazayeri, advertiu recentemente que “em face de qualquer ataque, o Irã oferecerá uma resposta esmagadora. Nesse caso, não só agirão nas fronteiras do Oriente Médio e do Golfo Pérsico, mas todo o continente da América será alvo de nossos ataques “.
Segundo uma fonte que trabalhou dentro da divisão de inteligência e que fugiu para a Europa recentemente, milhares de membros da Guarda Revolucionária e das forças paramilitares irão realizar exercícios nas próximas semanas para celebrar a “semana santa de defesa”, um evento anual que lembra a guerra Irã-Iraque. De acordo com essa fonte, o exercício quer alertar a população iraniana que o regime atual espera a breve deterioração das condições econômicas dentro do país e um ataque dos inimigos antes do final do ano.
Reza Kahlili, pseudônimo de um ex-agente da CIA infiltrado na Guarda Revolucionária do Irã e autor do livro premiado ”Tempo de Trair” (2010), ajudou a traduzir o vídeo abaixo que circula nos países árabes como um alerta e uma convocação para o surgimento em breve do Mahdi, uma espécie de messias islâmico que, segundo a tradição muçulmana, se levantará  no final dos tempos para liderar os seguidores de Allah numa guerra contra todos os infiéis, tendo Jesus Cristo a seu lado.

Traduzido de WND
FONTE: GOSPEL PRIME

terça-feira, 28 de agosto de 2012

ISRAEL PREPARA POPULAÇÃO PARA GUERRA CONTRA O IRÃ


As autoridades israelenses distribuíram folhetos por todo o país, a fim de tranqüilizar mas também de preparar a população para uma possível guerra com o Irã. O texto diz aos cidadãos que eles teriam de 30 segundos a três minutos para se refugiar desde que soassem as sirenes até que se produzisse o impacto dos foguetes.

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O livreto, que tem 15 páginas e foi enviado pelo correio, ensina como preparar uma sala de segurança ou um refúgio para situações de emergência.

Na capa do folheto há um sorridente Moishe Oofnik, a versão israelense do personagem da série infantil de televisão Vila Sésamo, conhecido como Oscar, saindo da lata de lixo onde ele vive. Dentro da circular, Moishe Oofnik aparece pensativo, a cabeça apoiada sobre a mão sob o texto que dá instruções sobre o que fazer quando o soarem as sirenes.
As declarações dadas por vários membros das autoridades israelenses nas últimas semanas sugerem que Israel poderia atacar logo as instalações onde se desenvolve o programa nuclear do Irã, o qual considera uma ameaça à sua existência. Vários ministros disseram que poderiam morerra até 500 civis na guerra que seria desencadeada pelo ataque contra o Irã.
O documento recomenda aos israelenses que tenham uma "conversa em família" sobre como devem se preparar para uma eventual emergência nacional. "Devem encontrar tempo para ter essa conversa, não na hora de comer ou enquanto assistem TV. Também não se deve falar depois de uma discussão familiar ou quando estejam nervosos por qualquer outra coisa que lhes preocupe", diz.
Uma fonte do exército israelense indicou nesta segunda-feira que o folheto é parte de uma campanha de sensibilização que ocorre regularmente e também inclui dicas sobre como atuar se ocorrer um terremoto.
"Há sempre coisas novas que as pessoas devem saber, não significa que algo vai acontecer hoje, amanhã ou no dia seguinte", esclareceu ele. No entanto, há várias semanas, as autoridades do Estado judeu aumentou a distribuição de máscaras de gás e outros materiais de proteção.
O governo iraniano diz que seu programa nuclear não pretende fabricar bombas e advertiu que responderá de forma contundente ante um possível ataque. Israel teme que, nessa situação, grupos aliados a Teerã, como o partido-milícia libanês Hezbolá ou milícias palestinas da Faixa de gaza possa disparar foguetes contra o seu território.
Fonte: CubaDebate
VIA: VERMELHO

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

ISRAEL PODE DESENCADEAR UMA GUERRA RELÂMPAGO CONTRA O IRÃ


Um ataque cibernético para derrubar a internet, comunicação de rádio e televisão. Tudo para que o Irã não possa saber o que acontece dentro de suas fronteiras e permitir a Israel desencadear uma guerra relâmpago.
No documento publicado por Richard Silverstain em sua página na internet, uma das mais respeitadas do mundo, também são identificados alguns alvos sensíveis. Incluindo o “reator nuclear de Arak, que se destina a produzir plutônio. Então a instalações de produção de combustível nuclear em Isfahan e a plantação de Fordow” afirma o jornalista israelense.
Além disso, ele revela a preparação de barragem com centenas de mísseis de cruzeiro “contra centros de pesquisa e desenvolvimento e residências do pessoal do desenvolvimento nuclear e de mísseis. A segunda etapa envolve o uso de satélite azul e branco para tornar mais fácil a marcha das tropas terrestres. Nesta fase usaria armas electrónicas, cuja existência não é sequer a conhecer aos nossos aliados norte-americanos.
O ex-ministro da Defesa israelense Matan Vilnai disse que Israel tem preparado o povo para um possível conflito que poderia durar 30 dias em várias frentes simultaneamente.
– Não há razão para histeria. Quando se sai na frente, é importante estar preparado – diz o ministro.
- Posso garantir à mais alta autoridade que agora todo mundo sabe exatamente o que fazer -, acrescentou, referindo-se à divisão de tarefas entre as diversas instituições responsáveis ​​pela proteção civil, no que respeita à concentração da população fora da zona de combate durante a guerra .
Segundo Vilnai, “Israel tem preparado um cenário de guerra de 30 dias em várias frentes que poderia resultar em cerca de 500 mortes”. Ele também afirmou que existem kits contra ataques químicos e bacteriológicos disponíveis para mais de metade da população israelense. O exército, entretanto, está testando um sistema de alerta para mensagens de texto destinado a avisar as pessoas em caso de ataques de mísseis.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

A GUERRA ENTRE O IRÃ E OS EUA JÁ COMEÇOU

Especialistas militares avaliaram, nesta quinta-feira, que a guerra entre o Irã e os EUA já começou, a julgar pelo movimento de tropas na região e os últimos acontecimentos no cenário montado pelas nações ocidentais no Golfo Pérsico. Fontes ouvidas pela agência espanhola de notícias RicTV atestam que, agora, “é apenas uma questão de horas para o início do conflito armado”. A morte do cientista iraniano em um atentado foi, segundo analistas, um ponto decisivo para o agravamento do quadro de confronto entre as forças norte-americanas, israelenses e do Irã.
A morte de Mostafa Ahmadi Roshan, de 32 anos, engenheiro nuclear iraniano, em um atentado a bomba, nesta quarta-feira, provocou uma onda de revolta em Teerã contra Israel, o principal suspeito, e contra os Estados Unidos, que afirmaram não ter qualquer ligação com o atentado. A edição desta quinta-feira dos principais jornais iranianos pede represálias imediatas contra ambos os países.
Sob a lei internacional é legal executar represálias com o assassinato do cientista nuclear”, afirma o jornal iraniano Keyhan, em um editorial. “A República Islâmica conquistou muita experiência em 32 anos. Portanto, é possível assassinar autoridades e militares israelenses”, completa o texto. O assassinato domina o noticiário naquele país e muitos criticaram o que chamaram de silêncio do Ocidente sobre as mortes. Os jornais mais radicais pedem, inclusive, uma ação secreta contra Israel.
Ainda prudente em seus pronunciamentos, o governo iraniano disfarça a irritação com o episódio mas garante que obteve provas de que “interesses estrangeiros” estavam por trás da morte do cientista Roshan, subdiretor da central de enriquecimento de urânio de Natanz. Ele morreu quando dois homens, em uma motocicleta, pararam ao lado do automóvel do cientista, retido em um engarrafamento em Teerã, e colocaram uma bomba magnética na porta, após o que se ouviu uma forte explosão.
A bomba também matou o motorista e o segurança de Ahmadi Roshan, enquanto um terceiro ocupante do carro, um modelo Peugeot 405, ficou ferido. O ataque foi similar a outros quatro que aconteceram em Teerã nos últimos dois anos. Três cientistas, incluindo dois que também trabalhavam no programa nuclear iraniano, morreram, enquanto outro – que agora dirige a Agência de Energia Atômica do Irã – escapou por pouco tempo de um atentado.

CAPITALISMO EM DECLÍNIO

Pomo da discórdia entre o Irã, Israel e os EUA, a energia nuclear foi o tema central dos pronunciamentos realizados em Havana, na noite passada, durante a recepção ao presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad promovida pelo presidente cubano, Raúl Castro. Ambos defenderam o direito de todos os países ao uso pacífico da energia nuclear, no clímax da escalada militar em curso na região do Golfo Pérsico.
Os dois governantes “ratificaram o compromisso dos dois países na defesa da paz, do direito internacional e dos princípios da Carta das Nações Unidas, assim como do direito de todos os Estados ao uso pacífico da energia nuclear”, afirma um comunicado oficial.
O apoio cubano ao programa nuclear iraniano foi anunciado na mesma semana em que os presidentes da Venezuela, Hugo Chávez, e da Nicarágua, Daniel Ortega, fizeram o mesmo. De acordo com a nota oficial, durante o encontro no Palácio da Revolução de Havana, Raúl Castro e Ahmadinejad conversaram sobre “o excelente estado das relações bilaterais e temas do âmbito internacional”.
– Estamos observando que o sistema capitalista está em decadência, em diferentes cenários, como em um beco sem saída, e é necessária uma nova ordem, uma nova visão, que respeite todos os seres humanos, um pensamento baseado na justiça. Quando já lhe falta lógica recorrem às armas para matar e destruir. Hoje em dia a única opção que restou ao sistema capitalista é matar – disse Ahmadinejad, em uma conferência na Universidade de Havana, onde recebeu o título Doutor Honoris Causa em Ciências Políticas.
Ahmadinejad reivindicou uma nova ordem mundial baseada na justiça e que respeite todos os seres humanos e encorajou Cuba e seus universitários a trabalharem ao lado de seu país para criá-la.
– Temos que estar alertas. Se nós não planejamos a nova ordem no mundo, serão os herdeiros dos donos de escravos e os capitalistas a controlar e impor o novo sistema – afirmou.

QUESTÃO DE HORAS

Enquanto Ahmadinejad se movimenta pela América Latina, em busca de uma sólida aliança com países socialistas da região, o porta-aviões da classe Nimitz, modernizado e com armas mais letais se posiciona próximo ao Estreito de Ormuz. Nos últimos dias, os EUA trasladaram um grupo de militares especializados em desembarque e um batalhão inteiro de marines. A tropa segue embarcada nos navios anfíbios Makin Island, New Orleans e Pearl Harbor. Soma-se à força naval uma esquadrilha reforçada de helicópteros e um batalhão de retaguarda. As informações foram divulgadas, nesta manhã, pela RicTV.
A agência acrescenta que o serviço de comunicações da Armada norte-americana comunicou que a principal função do novo grupo de combate, encabeçado pelo super porta-aviões é apoiar o exército em suas operações no Afeganistão e participar de manobras internacionais na região. Especialistas ouvidos, no entanto, advertem que o aumento no número de embarcações dos EUA nas costas do Irã é um fator marcante para o aumento da tensão entre os dois países, com desfecho previsto em questão de horas. Fernando Bazán, um dos analistas internacionais, em entrevista aos jornalistas, aponta a escalada do poderio armamentista dos EUA no Mar Arábico.
– De um lado, Washington envia cada vez mais navios de guerra para a região por sua preocupação com o avanço da produção nuclear iraniana, ainda mais depois que Teerã confirmou a produção de urânio enriquecido a 20% em uma instalação subterrânea. De outra parte, o Irã é um dos países mais importantes na política regional e pode influir na maioria dos processos em curso no Oriente Médio, com apoio aos grupos xiitas – afirmou Bazán.
Além do USS Nimitz, o vespeiro em que se encontra o Estreito de Ormuz contará, nos próximos dias, com a presença de um grupo de combate da V Frota Marítima, encabeçado pelo porta-aviões Carl Vinson, com aeronaves a bordo. Estes equipamentos se somam a um outro grupo de navios de guerra estacionado na região desde dezembro último. Estas belonaves já haviam passado pelo Estreito de Ormuz, na divisa entre o Mar de Omán e o Golfo de Áden, por onde circulam 40% do tráfego mundial de petróleo.

sábado, 24 de julho de 2010

MAÇONARIA AMERICANA EM MEIO A GUERRA DO IRAQUE

A maçonaria segue pujante em pleno Iraque, vemos fotos de IIr.’. que mesmo em meio as agruras de uma guerra encontram tempo e ocasião para uma "cadeia de união". Ir.’. Daniel (Editor do Site)
FONTE: www.maconariabrasileira.com.br


http://www.miamielks948.org/images/Web%200610-IRAQ10002.jpg

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FONTE:www.verdadesespeciais.blogspot.com
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Aborto diga não!

Aborto diga não!
1999 - Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

LIBERDADE DE EXPRESSÃO

É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal.

Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX).

Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença".

Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias.

Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

Fonte:www.apocalink.blogspot.com