Mostrando postagens com marcador Irã. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Irã. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

PRESIDENTE DO IRÃ FALA NA ONU SOBRE NOVA ORDEM MUNDIAL SEM ISRAEL


Foto: O HOJE
Um dia após o presidente Barack Obama alertar o Irã sobre seu programa de armas nucleares, Mahmoud Ahmadinejad esteve esta semana na Assembléia das Nações Unidas e fez declarações polêmicas, como de costume. Em entrevista a Associated Press, afirmou: “Se Deus quiser, uma nova ordem virá junto e nós vamos acabar com tudo o que nos distancia”, disse.
O presidente iraniano disse que o Irã é um dos países que formaram um novo “grupo de contato” para tentar acabar com a guerra civil na Síria, que já dura 18 meses. “Eu farei tudo em meu poder para criar a paz, estabilidade e entendimento na Síria”, afirmou Ahmadinejad.
Em anos anteriores, várias delegações se retiraram da assembléia durante os discursos do presidente iraniano, que costuma criticar os países que ele acusa de usarem o Holocausto como uma “desculpa” para a expansão sionista.
O governo de Teerã continua alegando que seu projeto tem objetivos pacíficos e será usado para amenizar a escassez de energia no país. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, tem cobrado insistentemente que Obama assuma uma postura mais agressiva em relação ao programa nuclear iraniano.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu em seu discurso que o Irã provasse sua intenção pacífica com o programa nuclear. Ao ser questionado pela CNN sobre as consequências de um ataque israelense ao Irã, Ahmadinejad afirmou apenas que “qualquer nação tem o direito de se defender”.
Este ano, seu discurso foi novamente boicotado pelos representantes dos Estados Unidos e de Israel.
Na segunda-feira (24) Ahmadinejad já havia afirmado a jornalistas que Israel não tem raízes no Oriente Médio e que o país será “eliminado do mapa”. Criticou ainda o conselho de segurança da ONU, que, segundo ele, falhou na tarefa de estabelecer a justiça, a paz e a segurança no mundo, permitindo “a contínua ameaça de sionistas de recorrer à ação militar”.
Ron Prosor, embaixador de Israel, ficou contrariado com essas declarações e afirmou que Ahmadinejad voltou a mostrar que é uma ameaça para o futuro do povo judeu.
Entre as outras declarações polêmicas de Ahmadinejad está sua percepção que a homossexualidade é “um comportamento muito desagradável”, sendo proibido por “todos os profetas de todas as religiões e todas as fés”. Ele ridicularizou os políticos e partidos que apóiam gays e lésbicas, “apenas para ganhar quatro ou cinco votos a mais”.
“Este tipo de apoio à homossexualidade está apenas nas mentes dos capitalistas de linha dura e daqueles que apenas apóiam o crescimento do capital, mais do que os valores humanos”, finalizou Ahmadinejad, com a ajuda de seu intérprete.
Com informações Carta Capital e AP
FONTE: GOSPEL PRIME

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

FORÇA MILITAR DE 25 NAÇÕES ESTÁ NO GOLFO PÉRSICO ENQUANTO ISRAEL PREPARA ATAQUE AO IRÃ


Navios de guerra, porta-aviões, caça-minas e submarinos de 25 países estão reunidos no Estreito de Ormuz, lugar estrategicamente importante em uma demonstração sem precedentes de força enquanto Israel e Irã continuam com ameaça de guerra. Entre as nações estão Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos, e a presença deve durar 12 dias.
Uma armada naval dos EUA e da Grã-Bretanha está parada no Golfo Pérsico, visando prevenir o ataque de Israel contra o programa secreto iraniano de armas nucleares. O Estreito de Ormuz é uma das vias navegáveis internacionais mais congestionadas do mundo. Possui apenas 21 quilômetros de largura no seu ponto mais estreito e faz fronteira com a costa iraniana ao norte e com os Emirados Árabes Unidos ao sul.
Neste domingo, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou durante entrevista a uma rede de televisão americana que o Irã está muito próximo de concluir suas armas nucleares. Ele estima que dentro de “seis ou sete meses” o governo de Teerã terá enriquecido 90% do urânio suficiente para uma bomba.
Netanyahu apelou para que o presidente Barack Obama intervenha com urgência na situação, estabelecendo os “limites” que o Irã não poderia cruzar para assim evitar uma ação militar.
“Vocês (os Estados Unidos) têm que montar essa linha vermelha diante deles agora, antes que seja tarde demais”, afirmou Netanyahu durante um programa de TV na rede NBC. Obama, por enquanto, se recusa a tomar qualquer postura ofensiva, preferindo insistir no bloqueio econômico.
John Sawers, chefe do Serviço Secreto de Inteligência inglesa teria se encontrado com o primeiro-ministro israelense Ehud Barak e, seu secretário da Defesa, há duas semanas, em uma tentativa de evitar uma ação militar contra o Irã. A resposta de Israel foi surpreendente: “O mundo diz a Israel: ‘Espere, ainda há tempo.” E eu digo, ‘Esperar o quê? Esperar até quando?”.
Uma vez que a maioria dos líderes ocidentais está convencida que o Irã vai retaliar qualquer tentativa de ataque de Israel ou seus aliados, a iniciativa de enviar navios para o Golfo Pérsico seria uma forma branda de fazer pressão sobre os dois países.
Trata-se de uma posição estratégica, pois por ali passam cerca de 18 milhões de barris de petróleo por dia, cerca de 35% de todo o petróleo comercializado no mundo por via marítima.
Porém, se o Irã interromper a exportação petrolífera, isso teria efeito catastrófico sobre as economias fragilizadas da Europa, dos Estados Unidos e do Japão, que ainda dependem fortemente do petróleo e gás que passam pelo Golfo.
Essa força multinacional naval no Golfo inclui três porta-aviões norte-americanos classe Nimitz sendo que cada um carrega mais aeronaves do que toda a força aérea iraniana. Eles são apoiados por pelo menos 12 navios de guerra, incluindo cruzadores com mísseis balísticos, fragatas, destróieres e navios que transportam milhares de fuzileiros navais e forças especiais dos EUA.
Em caso de guerra, a principal ameaça contra a força multinacional viria da Guarda Revolucionária Islâmica, que deverá adotar uma estratégia de “negação de acesso”.  Especialistas dizem que o Irã fará grandes manobras militares em seu próprio território, para mostrar que está preparado para defender suas instalações nucleares contra a ameaça de bombardeio aéreo.
Ali Fadavi, almirante da Guarda Revolucionária Iraniana, recentemente afirmou que “quaisquer tentativas dos inimigos” seriam frustradas e um alto preço cobrado.
Com informações VEJA e Telegraph
FONTE: GOSPEL PRIME

sábado, 15 de setembro de 2012

MUNDO ASSISTE PROTESTOS VIOLENTOS CONTRA FILME ANTI-ISLÃ


Restaurante da rede KFC foi incendiado em Trípoli
Desde terça-feira uma sucessão de graves ataques a empresas e embaixadas dos Estados Unidos no Oriente Médio e Norte da África tem deixado as missões diplomáticas dos EUA e Israel em estado de alerta.
Essa “onda de violência” causada por um filme anti-islâmico postado na Internet continua a se espalhar pelo mundo. Manifestantes muçulmanos na Jordânia, Bangladesh, Irã, Iraque, Sudão, Tunísia e Israel realizaram algum tipo de protesto.
Mesmo após o Ministro do Interior da Líbia ter anunciado a prisão de quatro suspeitos do ataque ao órgão americano que culminou na morte do cônsul americano, não há expectativa de paz na região.
As embaixadas da Alemanha e do Reino Unido foram tacadas no Sudão hoje. Em Cartum, a capital, cerca de 500 manifestantes colocaram fogo nos prédio dos dois órgãos internacionais. Eles subsituíram as bandeiras alemã e britânica por uma islâmica.
No Líbano, um restaurante da rede KFC foi incendiado em Trípoli, e uma pessoa morreu.
Pelo menos cinco pessoas morreram e 28 ficaram feridas em um confronto entre manifestantes e forças de segurança da Tunísia. 
Em Sanaa, capital do Iêmen, também foram registrados ataques. No Egito, a polícia precisou usar gás lacrimogêneo para manter as multidões longe da embaixada dos EUA, mesmo assim sete pessoas ficaram feridas nos confrontos. Segundo os porta-vozes das embaixadas da Alemanha e do Reino Unido, ninguém foi ferido durante a manifestação.
Tradicionalmente, o período após as orações semanais de sexta-feira é um momento de protesto no mundo muçulmano. Enquanto isso, os agentes do FBI estão a caminho da Líbia para ajudar na investigação dos ataques. “Nós estamos indo para trazer à justiça aqueles que mataram nossos irmãos americanos”, disse Obama. “Eu quero que as pessoas ao redor do mundo me ouçam: Para todos aqueles que nos fazem mal, nenhum ato de terror ficará impune”. Mas a comunidade internacional questiona se os Estados Unidos não poderiam ter evitado os ataques.
Um jornal britânico citou uma fonte diplomática, dizendo que o Departamento de Estado os EUA tinha informações sobre o caso 48 horas antes da multidão atacar o consulado em Benghazi, na Líbia, e a embaixada no Egito. Mesmo assim, nenhum aviso foi dado para que os diplomatas ficassem alerta. A administração Obama nega esses relatórios.
As declarações do candidato presidencial republicano Mitt Romney causaram mais constrangimento: “O mundo precisa de liderança americana”, disse Romney. “O Oriente Médio precisa de liderança americana e tenho a intenção de ser um presidente que ofereça a liderança adequada e que a América continue sendo admirada em todo o mundo”.
Segundo a assessoria de imprensa do Ministério de Relações Exteriores do Brasil, “não houve nenhuma ameaça concreta contra o país”. O Itamaraty disse que as representações brasileiras em países árabes darão “a maior atenção possível à segurança” de seus diplomatas.
O Itamaraty afirmou também que está monitorando as comunidades brasileiras espalhadas pelos países atingidos pela onda de protestos.
Com informações IG e CBN

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

IRÃ E ISRAEL TRAVAM GUERRA ÀS ESCURAS


Yoram Schweitzer, pesquisador-sênior do 
Instituto de Estudos da Segurança Nacional

Por favor click no selo TOP BLOG (ao lado) e vote neste blogl! É seguro, simples e rápido! Obrigado! 

Uma bomba magnética é detonada num carro diplomático em Nova Déli. A polícia descobre explosivos na cidade queniana de Mombaça. Cinco turistas israelenses e um motorista de ônibus búlgaro são mortos num atentado na localidade litorânea de Burgas.
Esses são alguns entre cerca de uma dúzia de complôs apontados por algumas autoridades de inteligência israelenses e americanas como parte de uma contínua ofensiva do Irã e do Hizbollah contra Israel e seus aliados.
Mas as ligações às vezes parecem tênues, as táticas parecem variáveis e os alvos parecem espalhados demais.
"Isso não é um 'thriller' de espionagem que o leitor pode acompanhar de página em página", disse Matthew Levitt, diretor do programa de contraterrorismo e inteligência do Instituto de Washington para a Política do Oriente Próximo.
"O Irã e o Hizbollah prosperam com base em uma razoável capacidade de negar."
Analistas dizem que a guerra às sombras tem mais em comum com as manobras da CIA e da KGB durante a Guerra Fria do que com o terrorismo da Al Qaeda.
"Eles querem uma ambiguidade suficiente para que você não possa cravar que foram eles, a semente da dúvida que dificulta que Israel ou os EUA reajam", disse Andrew Exum, pesquisador graduado do Centro para uma Nova Segurança Americana, em Washington.
Após a explosão na Bulgária, o Irã e o Hizbollah negaram seu envolvimento quase com a mesma rapidez com que Israel apontou o dedo para eles. Autoridades americanas e búlgaras concordam reservadamente com essa avaliação, mas não dizem isso abertamente.
A inteligência israelense tem indícios de muitos telefonemas entre o Líbano e Burgas nos dois meses que antecederam ao atentado, segundo um funcionário graduado do governo.
"Conhecemos as fontes no Líbano", mas não a identidade de quem estava do outro lado, na Bulgária, segundo o funcionário, que não deu mais detalhes. "Eles não deveriam saber que nós sabemos os números no Líbano."
As autoridades búlgaras ainda não informaram ter identificado o autor do atentado, que também morreu na explosão, nem seus supostos cúmplices.
Sófia hesita em declarar o Hizbollah como suspeito sem uma prova cabal, já que a União Europeia nunca qualificou o grupo como uma organização terrorista.
Aliados europeus mantêm "certo ceticismo de que tenha sido o Hizbollah como organização e não, por exemplo, o Irã usando indivíduos com alguma filiação ao Hizbollah", disse um alto funcionário alemão de segurança.
A investigação em Nova Déli parece mais avançada, mas, lá também, as relações diplomáticas e comerciais internacionais deixam a Índia num dilema.
O Irã é um importante fornecedor de petróleo para a Índia, que busca equilibrar as suas relações com o Irã, Israel e os EUA.
A polícia indiana expediu em março mandados de prisão contra três cidadãos iranianos por causa do atentado em Nova Déli. Mas autoridades negaram que agentes da Guarda Revolucionária do Irã tenham sido identificados como responsáveis, conforme noticiou recentemente o jornal "The Times of India".
Vários dos complôs são feitos com desleixo. Isso dá a alguns especialistas a impressão de que os atentados foram planejados às pressas, talvez como uma reação do Irã e do Hizbollah a uma série de ataques contra o programa nuclear iraniano.
A guerra civil na Síria, que ameaça um governo aliado-chave de Teerã, pode ser outra motivação.
"Havia uma espécie de desespero para realizar esses ataques", disse um alto funcionário israelense.
"Mesmo quando eles foram frustrados, havia uma sensação de que eles haviam feito alguma coisa. Eles precisam mostrar alguns resultados."
O Hizbollah já jurou vingança pelo assassinato, cometido em 2008 por Israel, de Imad Mughniyah, ex-chefe de segurança do grupo, que foi vítima de um carro-bomba na Síria. O Irã também responsabiliza Israel pela morte de pelo menos quatro cientistas nucleares iranianos.
Yoram Schweitzer, pesquisador-sênior do Instituto de Estudos da Segurança Nacional, disse que os responsáveis pelos recentes complôs querem envolver Israel em confrontos com seus vizinhos.
"Por essa razão, o melhor para Israel é adotar uma política moderada e reagir em um momento de sua própria escolha", afirmou ele, "de forma focada e dissimulada".
O conflito, em outras palavras, pode continuar acontecendo sob as sombras.

domingo, 19 de agosto de 2012

“ESTADO DE ISRAEL SERÁ REMOVIDO DA GEOGRAFIA MUNDIAL”, AFIRMA LÍDER IRANIANO


Em um encontro com veteranos de guerra entre Irã e Iraque, o líder supremo da revolução iraniana, Ali Khamenei, afirmou que o Estado de Israelserá removido da geografia mundial” e que o território que ele ocupa atualmente será “devolvido a nação palestina”.
- Os sionistas (israelenses) e seus apoiadores querem apagar da consciência mundial o conflito palestino, mas o mundo islâmico vai resistir a este plano – afirmou ainda Khamenei durante o encontro, que foi realizado na ultima sexta feira do mês do jejum muçulmano o ramadã, às véspera do chamado “Dia de Jerusalém”.
O Irã não reconhece a existência do Estado de Israel, chamada por ele de “entidade sionista”.
Segundo o site Acontecer Cristiano, o líder iraniano afirma ainda que a revolução iraniana, que levou à criação da República Islâmica, é um “obstáculo histórico nos esforços dos poderes hegemônicos (os EUA e seus aliados ocidentais) para esquecer a questão da ocupação da Palestina”. Ele afirma ainda que sem a interferência ocidental do Oriente Médioguerras e conflitos nunca teriam ocorrido”.
- A terra islâmica, longe de qualquer dúvida, será devolvida à nação palestina, e a falsa glândula inventada do sionismo será removido da geografia mundial – completou Khamenei, que culpou as potências de conspirar para criar o Estado de Israel sobre o território que reivindicam como Palestina.
O Estado de Israel já está se organizando para se proteger de possíveis ameaças por parte da Primavera árabe. Em Jerusalém, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu realizou uma reunião com todo o seu gabinete para discutir uma estratégia de defesa do país para os próximos cinco anos.
- Devemos estar preparados para as mudanças e ameaças que são dirigidos contra o Estado de Israel. Temos de garantir que, sob condições de mudança, continuará a segurança que os israelenses têm desfrutado nos últimos três anos e meio – declarou o israelense.
FONTE: GOSPEL MAIS

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

ISRAEL PODE DESENCADEAR UMA GUERRA RELÂMPAGO CONTRA O IRÃ


Um ataque cibernético para derrubar a internet, comunicação de rádio e televisão. Tudo para que o Irã não possa saber o que acontece dentro de suas fronteiras e permitir a Israel desencadear uma guerra relâmpago.
No documento publicado por Richard Silverstain em sua página na internet, uma das mais respeitadas do mundo, também são identificados alguns alvos sensíveis. Incluindo o “reator nuclear de Arak, que se destina a produzir plutônio. Então a instalações de produção de combustível nuclear em Isfahan e a plantação de Fordow” afirma o jornalista israelense.
Além disso, ele revela a preparação de barragem com centenas de mísseis de cruzeiro “contra centros de pesquisa e desenvolvimento e residências do pessoal do desenvolvimento nuclear e de mísseis. A segunda etapa envolve o uso de satélite azul e branco para tornar mais fácil a marcha das tropas terrestres. Nesta fase usaria armas electrónicas, cuja existência não é sequer a conhecer aos nossos aliados norte-americanos.
O ex-ministro da Defesa israelense Matan Vilnai disse que Israel tem preparado o povo para um possível conflito que poderia durar 30 dias em várias frentes simultaneamente.
– Não há razão para histeria. Quando se sai na frente, é importante estar preparado – diz o ministro.
- Posso garantir à mais alta autoridade que agora todo mundo sabe exatamente o que fazer -, acrescentou, referindo-se à divisão de tarefas entre as diversas instituições responsáveis ​​pela proteção civil, no que respeita à concentração da população fora da zona de combate durante a guerra .
Segundo Vilnai, “Israel tem preparado um cenário de guerra de 30 dias em várias frentes que poderia resultar em cerca de 500 mortes”. Ele também afirmou que existem kits contra ataques químicos e bacteriológicos disponíveis para mais de metade da população israelense. O exército, entretanto, está testando um sistema de alerta para mensagens de texto destinado a avisar as pessoas em caso de ataques de mísseis.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Visitas dos lugares mais distantes

Minha lista de blogs

Aborto diga não!

Aborto diga não!
1999 - Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

LIBERDADE DE EXPRESSÃO

É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal.

Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX).

Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença".

Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias.

Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

Fonte:www.apocalink.blogspot.com