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terça-feira, 5 de novembro de 2019

O PORTAL PARA SATANÁS

Resultado de imagem para altar de pérgamo berlin
Altar de Pérgamo, chamado de Trono de Satanás em Apocalipse 2:13
Scott Lively
Anos atrás, falei em uma conferência bíblica em Bournemouth, Inglaterra, que abriu inúmeras portas para aventuras missionárias para mim. Uma era uma área de estudo pessoal e viagens que expandiu muito meu entendimento de como Satanás e o reino demoníaco acessam e operam no mundo físico. Essa porta foi aberta durante uma pausa na conferência, quando um dos meus anfitriões exibiu “THE RAPE OF EUROPE https://youtu.be/66uCnNwLJtM” (O Estupro da Europa), um documentário do evangelista britânico David Hathaway. O título adapta o mito grego do estupro que o deus Zeus cometeu contra a Europa como uma metáfora do estupro cultural que o islamismo vem cometendo contra a Europa. Esse mito, representado na moeda do euro, apresenta Zeus/Satanás na forma de um touro com chifres em forma de crescente sendo montado por uma mulher, Europa.
O Estupro da Europa” (de 2002) é um trabalho de bolsa de estudos convincente, documentando cuidadosamente as origens demoníacas da União Europeia, adaptado como o cumprimento da profecia bíblica. Lançado antes da agenda de Fronteiras Abertas de Soros se tornar política globalista, também é profética com relação às realidades geopolíticas de hoje.

Assista ao “O estupro da Europa”:

O filme inclui comentários sobre as duas principais exposições do Museu Pergamum, em Berlim. O primeiro é o Altar de Pérgamo, chamado de Trono de Satanás em Apocalipse 2:13. O segundo é o Portão Ishtar da Babilônia, historicamente chamado de “Portão do Inferno” porque é decorado com 337 imagens de Marduque, o deus serpente: 337 simbolizando o Sheol (inferno) na numerologia hebraica. Na demonologia, Marduque (também conhecido como Bel, Baal e Zeus) é Satanás, e Ishtar (também conhecida como Astarte, Astarte, Asterote e Europa) é o parceiro feminino de Satanás.
Significativamente, essas duas enormes exposições não são réplicas, mas as originais. O Trono de Satanás foi enviado em pequenas partes da Turquia para a Alemanha a partir da década de 1880 e o Portão de Ishtar a partir de 1913. Em 1902, o kaiser (César) Wilhelm II, último rei do Segundo Reich (Reino) do Sacro Império Romano, comemorou publicamente a reconstrução do Altar de Pérgamo em Berlim como sua maior conquista.
Hathaway argumenta persuasivamente que a Alemanha católica, ou mais especificamente sua criação política chamada União Européia (estabelecida através do Tratado de Roma), é o Império Romano reemergente previsto na profecia dos “quatro reinos” de Daniel 2. Poucos cristãos hoje percebem que o “Terceiro Reich” de Adolf Hitler foi a terceira repetição do Sacro Império Romano da Europa. Nem é amplamente conhecido que os planos para a formação da União Europeia foram originalmente elaborados por Hitler.
Hathaway também implicou fortemente que os dois artefatos em Berlim tiveram um papel de controle no florescimento da Alemanha como o centro do mal no mundo, tipificado pelas duas guerras mundiais conduzidas pela Alemanha e pelo Holocausto. Decidi testar essa teoria por mim mesmo.
Comecei presumindo que a Bíblia afirma uma verdade literal em Apocalipse 2:13 que Satanás habitava em Pérgamo e esse altar era o seu trono. Questionei primeiro se era realmente um portal que permitia acesso demoníaco ao mundo físico e, em caso afirmativo, se sua gama de influência era definida pelo território sob o controle legal na prática (propriedade) da nação em posse dele. Então questionei se existiam outros portais e se sua influência poderia ser claramente reconhecida.
O altar de Pérgamo foi construído pelo rei Eumenes II de Pérgamo, aproximadamente com a morte de Antíoco IV Epifânio, em 164 a.C. Antíoco é literalmente a figura do Anticristo no Livro de Daniel, cuja maldade é extensivamente registrada nos livros apócrifos de 1 e 2 Macabeus. Eumenes II foi seu patrono político e aliado militar que ajudou Antíoco a tomar o trono do Império Greco-Selúcida à força. A capital do Império Selucida era a “Babilônia,” que significa “Portal dos deuses,” um nome que agora acredito ser literalmente verdadeiro.
O rei Eumenes II parece ter construído o Trono de Satanás como um portal através do qual Satanás poderia voltar a possuir um hospedeiro humano substituto. Essa hipótese, por sua vez, sugere que houve uma longa série de “Anticristos” ao longo da história da humanidade — tanto antes quanto depois de Antíoco. Agora uso o termo “Anticristo” como a designação para qualquer ser humano em posse física do demônio Satanás, e percebo que ele sempre procura estar em posse de alguém: escolhendo quem possa melhor servir à sua agenda a qualquer momento determinado. É importante ressaltar que, enquanto a Bíblia ensina que os anjos podem assumir forma humana, todos os demônios — até o rei deles — precisam possuir um ser humano ou animal para operar no reino físico.
Identifiquei um grande número de homens que se encaixam claramente no perfil do personagem e na linha do tempo da sucessão do Anticristo, começando com a história da Bíblia nas Escrituras, mas continuando através da história secular até o presente. Todos de 164 a.C. até o final do terceiro século d.C., e desde sua escavação no final do século XIX até o presente, podem ser ligados ao altar de Pergamum.
O que é mais preocupante para mim é a linha do tempo de 1945 a 1961, quando os Estados Unidos tinham na prática a propriedade da Trono de Satanás como a potência dominante dos aliados ocupando a Alemanha até a construção do Muro de Berlim (que dava posse à União Soviética até a reunificação da Alemanha em 1990). Essa janela de 1945-61 é precisamente quando os Estados Unidos foram mudados por seu Supremo Tribunal sob o controle do juíz anticristão Hugo Black de uma fundação bíblica para humanista, e um exército de ateus militantes recém-empoderados legalmente começou a desmantelar sistematicamente a infraestrutura judaico-cristã dos EUA de costa a costa.
Durante minhas investigações em todo o mundo, tive o privilégio de fazer uma turnê pessoal ao Museu Pergamum conduzida pelo coronel Eugene Bird, ex-comandante da prisão de Spandau (que abrigava os criminosos de guerra nazistas condenados em Nuremberg), que também era o encarregado militar americano que oficiou o transição do poder sobre Berlim Oriental para os soviéticos. Curiosamente, dada a conexão islâmica deste artigo, nossa saída do museu foi interrompida por seguranças armados para dar lugar a Pervez Musharef, primeiro ministro do Paquistão, que passou perto de nós na passagem para a entrada principal.
É tudo o que posso colocar neste artigo, mas se você quiser mais, posso enviar uma amostra do meu livro em inglês que estou escrevendo, “A Dinastia das Trevas,” mediante solicitação.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Is this altar in Europe the portal for Satan?

terça-feira, 17 de novembro de 2015

A FRANÇA E O TERRORISMO ISLÂMICO

Julio Severo
O ataque terrorista em Paris deixou cerca de 120 mortos em 13 de novembro de 2015. Para efeito e propaganda máxima, os alvos foram um restaurante e a frente de um estádio de futebol, bem no momento da uma partida entre França e Alemanha.
Como manda o script socialista, o presidente da França condenou os ataques, demonstrando muita emoção e firmeza de dar uma resposta a essa violência, mas sem mencionar islamismo. O presidente americano Barack Obama fez a mesma coisa.
O mesmo script foi seguido no começo deste ano, quando terroristas islâmicos atacaram um jornaleco socialista parisiense que debochava de tudo e de todos, especialmente conservadores. Na época, o presidente da França fez um show de declarações “corajosas” contra o terrorismo, mas sem citar o islamismo.
Mencionar islamismo, é claro, pode provocar ainda mais a fonte do problema.
Com poucos meses, as declarações “corajosas” foram murchando e a fonte do problema continuou tranquila. Diante dos ataques terroristas atuais, o script francês não vai passar de palavras corajosas que murcham em poucos meses.
O que está acontecendo na França é um aviso para os europeus: Mais islamismo, mais violência. O islamismo é uma ideologia violenta que mata 100 mil cristãos por ano. É de longe hoje a ideologia que mais assassina cristãos no mundo inteiro. É a maior máquina assassina da história da humanidade.
Se a Europa quiser sobreviver, tem de banir e expulsar o islamismo de suas fronteiras. Tem também de deportar os invasores islâmicos, que não terão pena de repetir em toda a Europa o que fizeram em Paris.
Contudo, a França não tem vontade de sobreviver. Os problemas atuais só são a colheita da imigração islâmica. Em 2004, o escritor judeu-americano conservador Don Feder disse sobre o aumento da imigração islâmica na França:
Cemitérios judaicos estão sendo profanados. Sinagogas e escolas estão sofrendo ataques de bombas incendiárias. Francos atiradores estão atirando em ônibus levando estudantes judeus. Rabinos estão sendo agredidos. Judeus usando solidéu estão sendo surrados nas ruas.

O número de incidentes anti-semíticos na França aumentou de 320 em 2001 para 593 em 2003. Só nos primeiros seis meses deste ano [2004], houve 510 crimes de ódio dirigidos contra judeus franceses. De acordo com a polícia federal francesa, nos primeiros seis meses deste ano, houve 135 ataques físicos contra judeus, em comparação com 127 no ano inteiro de 2003. Os atos anti-semitas compõem agora mais de 80 por cento dos crimes relacionados a preconceito cometidos na França anualmente.

O Rabino Joseph Sitruk, Rabino Chefe da França, pediu aos judeus que não usem solidéu em público (“Peço que os jovens fiquem alerta, evitem andar sozinhos, evitem usar solidéu na rua ou no metrô, a fim de que não se tornem alvos de potenciais agressores”.) O Centro Simon Wiesenthal aconselha os turistas judeus a “exercer extrema cautela” ao viajar para a França.

Em face de toda essa perseguição francesa, Ariel Sharon recentemente encorajou os judeus franceses a emigrar para Israel.
De fato, os judeus estão abandonando a França, pois a violência islâmica contra eles em território francês vem de longe e está aumentando sem parar. Quando os judeus começam a abandonar um lugar, siga as andorinhas, pois a tempestade está vindo.
A Bíblia diz que o que o homem semear, ele vai colher. O que está acontecendo hoje na França é que o povo está colhendo toda a bajulação que seus governos socialistas fazem ao islamismo e seus invasores.
A esquerda francesa é suicida, pregando contra a “islamofobia” e contra os conservadores toda vez que os islâmicos atacam. Mas a esquerda é suicida só no sentido de levar sociedades ao suicídio. Não é, infelizmente, suicida no sentido de encarar suas próprias loucuras e se matar.
Entretanto, o problema na França não é somente o socialismo suicida. Se a França, que é majoritariamente católica, vier a perceber que o islamismo é uma ideologia violenta, o líder máximo da Igreja Católica os tranquilizará, dizendo, como de fato disse o Papa Francisco, que “é errado igualar islamismo com violência.” É um catolicismo suicida. Então, nem o socialismo nem o catolicismo permitirão que a França católica chegue a uma solução real do problema.
A invasão islâmica pode fazer parte de um plano para trazer o caos à Europa e assim governantes inescrupulosos terem a desculpa perfeita para impor uma ditadura para “colocar ordem na casa.”
O povo francês, é claro, vai pagar caro pelos pecados de seu governo movido a socialismo suicida. Um desses pecados, além de permitirem a invasão islâmica em massa na França, é que o governo socialista francês colaborou de forma financeira e militar com o governo dos EUA para a desestabilização do Kosovo, Líbia, Iraque e Síria. Essa desestabilização resultou no fortalecimento de islâmicos radicais, trazendo como consequência direta uma grande mortandade de cristãos nesses países.
O governo da França está, pois, com as mãos sujas de sangue de cristãos.
O que o governo da França semear, o povo francês vai colher — a não ser que os franceses se tornem inteligentes o suficiente para deportar os islâmicos de seu país e consertarem tudo o que fizeram de ruim contra os cristãos no Kosovo, Líbia, Iraque e Síria.
Leitura recomendada:


terça-feira, 10 de junho de 2014

UMA AMÉRICA MAIS ISLÂMICA, BUDISTA, HINDU E MENOS CRISTÃ EM FUTURO PRÓXIMO?

Julio Severo
Não há dúvida de que os Estados Unidos tiveram um começo cristão, primeiro com os Peregrinos. Mais tarde, desde a independência em diante, os EUA eram uma nação protestante com minorias católicas e judaicas. Os EUA conseguiram de forma consistente manter esse perfil religioso até meados do século XX.
Os EUA eram vistos como a nação mais protestante do mundo, e os missionários americanos muitas vezes ensinavam sobre as bênçãos divinas que estavam sobre uma nação predominantemente protestante. Os EUA eram estimados por nós, pelo exemplo e pregações dos missionários, como uma nação que havia se tornado forte porque abraçara o Evangelho.
Falo como brasileiro que foi muito beneficiado pelo maravilhoso trabalho missionário dos EUA.
Mas qual é o perfil religioso dos EUA hoje? Os EUA ainda são a nação mais protestante do mundo, mas sua posição será ultrapassada pela China em 10 anos. Os Estados Unidos tinham 159 milhões de protestantes em 2010 e as previsões são que a China terá 160 milhões de protestantes em 2025. Contudo, embora os cristãos protestantes estejam aumentando na China, seus números estão declinando nos EUA.
A Associação de Estatísticas de Órgãos Religiosos Americanos, uma organização que ajuda a agência federal americana de recenseamento, recentemente divulgou um mapa interessante que mostra quais religiões agora ocupam o segundo lugar de importância em todo o território dos EUA. Em algum ponto no futuro próximo, essas religiões poderão ultrapassar as maiorias cristãs, quer protestantes ou católicas, deixando os EUA com um perfil religioso vastamente diferente de seu começo.


Laranja: budismo
Verde: islamismo
Vinho: Hinduismo
Roxo: judaísmo
Vede claro: bahaísmo
O islamismo agora ocupa o segundo lugar da religião mais predominante em 20 estados dos EUA, muitos dos quais estão no Cinturão Bíblico, que tem sido a região em que os protestantes conservadores têm tradicionalmente um controle enorme. O crescimento islâmico certamente desafiará esse controle. O judaísmo é a segunda religião mais comum na maior parte do nordeste dos EUA, enquanto no Oeste, o budismo é a segunda religião mais comum em 13 estados. O hinduísmo é a segunda religião maior em dois estados, Arizona e Delaware.
O que é de notar é que a pesquisa considera o mormonismo, as testemunhas-de-jeová e outras seitas heréticas como parte do Cristianismo.
É claro que as maiorias cristãs nos EUA são dominadas por cristãos nominais, sem mencionar cristãos esquerdistas, e os efeitos têm sido sentidos no campo missionário. No Brasil, Brian McLaren e outros líderes protestantes americanos esquerdistas, conhecidos por suas simpatias por pontos principais da agenda gay, têm livros bestsellers na Igreja Brasileira.
À medida que os EUA caminham para serem ultrapassados pela China como a nação mais protestante do mundo, seu Cristianismo interno e muitas vezes nominal está caminhando para ser ultrapassado pelo islamismo, budismo e outras religiões? O tempo dirá.
Está chegando a hora da Igreja Internacional enviar missionários aos EUA?
Com informações da revista Charisma.
Leitura recomendada:

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

TRIBUNAL DETERMINA FECHAMENTO DE MESQUITAS EM SÃO PAULO. DILMA CONDENA NA ONU PERSEGUIÇÃO ISLÂMICA AOS CRISTÃOS


Julio Severo
O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou nesta terça-feira, 25, o fechamento de todas as mesquitas em São Paulo pelo fato de que os seguidores da religião muçulmana têm sistematicamente perseguido, torturado e assassinado anualmente milhares de cristãos em países islâmicos. Horas antes, a presidente Dilma Rousseff condenou a violenta perseguição muçulmana aos seguidores de Cristo no discurso de abertura da 67.ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque.
Nessa altura, você deve estar se beliscando e dizendo: “Uau! Será que estou bêbado e não estou lendo direito?” Ou: “Será que o Julio Severo bebeu?
De fato, conhecendo o comportamento da Justiça brasileira e da presidente com histórico de terrorista, é impossível imaginá-los agindo contra sua própria natureza.
A verdade é: O Tribunal de Justiça de São Paulo nunca reconheceu a perseguição aos cristãos em países islâmicos. Portanto, no que depender desse nobre tribunal, os islâmicos terão total liberdade para propagar no Brasil suas idéias doces e angelicais. Quanto aos cristãos nos países islâmicos, talvez os nobres juízes pensem: por que é que eles não aceitam as “idéias doces e angelicais” do “profeta” Maomé?
Quanto ao islamismo, houve realmente uma ação dos nobres juízes, conforme noticiou o jornal Estadão: “O Tribunal de Justiça de São Paulo proibiu nesta terça-feira, 25, o site YouTube de exibir o trailer do filme ‘Inocência dos Muçulmanos’, que é ofensivo ao islamismo”.
O título do artigo do Estadão é ainda mais interessante: “Justiça proíbe exibição no Brasil de filme que ofende Maomé”.
Agora é eu que digo: “UAU!” Já pensou esse mesmo jornal dizendo: “Justiça proíbe exibição no Brasil de filmes que ofendem Jesus Cristo”. Ou: “Justiça proíbe exibição nas paradas gays de imagens que ofendem Jesus Cristo”.
Mas não. Como se não bastassem agir como se fossem adoradores do homossexualismo, agora querem também impor que um Estado laico é um Estado sem Cristianismo, mas que se prostra diante do nome de Maomé.
A senhora Dilma Rousseff realmente esteve na ONU. Como representante máxima do maior país católico do mundo, ela tinha a obrigação moral (ainda mais que seu governo é obcecado por direitos humanos até para formigas e adoradores do ânus) de pelo menos condenar a perseguição, tortura e martírio de católicos em países islâmicos. Mas, para ser fiel ao seu passado de terrorismo e comunismo, ela preferiu agir conforme sua própria natureza. O jornal Estadão, na mesma matéria, anuncia: “A presidente Dilma Rousseff condenou a islamofobia no discurso de abertura da 67.ª Assembleia-Geral das Nações Unidas”.
Na ONU, diante de todas as nações, a preocupação mais importante da presidente do Brasil é a islamofobia — isto é, o “preconceito” ao islamismo como “religião de paz e amor”!
Lição de moral do Tribunal de Justiça de São Paulo e de Dilma: Nunca condene, critique ou ofenda os opressores, perseguidores, torturadores, estupradores e martirizadores islâmicos de cristãos!
Se muçulmanos estivessem sendo perseguidos, estuprados e mortos aos milhares por ano em países católicos e evangélicos, faria sentido Dilma condenar a “islamofobia”. Mas está ocorrendo exatamente o contrário: homens, mulheres e crianças estão sendo presas fáceis de violências, estupros e assassinatos apenas por dizerem que acreditam que Jesus Cristo é o Filho de Deus. E os EUA, o maior país evangélico do mundo, e o Brasil, o maior país católico do mundo, não bocejam uma simples palavra de condenação aos governos islâmicos assassinos.
Pelo menos, os seguidores de Maomé têm muito mais coerência. Os presidentes de países islâmicos defendem os muçulmanos e sua religião com unhas e dentes — enquanto outros muçulmanos os defendem com bombas e matanças. O presidente islâmico do Irã, Arábia Saudita, Egito ou Líbia jamais apareceria na ONU para condenar a “catolicofobia” ou a “cristianofobia”.
Já Dilma Rousseff, presidente do maior país católico do mundo, está pronta para condenar a “islamofobia” e jogar os católicos na arena dos leões homossexuais e islâmicos.
Se enquanto islâmicos perseguem, estupram e matam cristãos, Dona Dilma prefere aparecer na ONU para condenar a “islamofobia”, fico pensando: O que ela faria se os católicos começassem a dar o troco para todos os muçulmanos do Brasil, perseguindo-os, torturando-os e matando-os? Será que Dona Dilma apareceria na ONU para condenar a “catolicofobia”?
Acho que a esquizofrenia ideológica dela tem outra explicação: com seu passado terrorista, ela só pode apoiar a maior força motivadora do terrorismo internacional moderno — que é exatamente o islamismo.
Daí, tanto faz Dona Dilma condenar na ONU a “islamofobia” ou o “terrorismofobia”.

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Aborto diga não!

Aborto diga não!
1999 - Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

LIBERDADE DE EXPRESSÃO

É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal.

Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX).

Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença".

Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias.

Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

Fonte:www.apocalink.blogspot.com