Mostrando postagens com marcador Síria. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Síria. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 16 de maio de 2014

O FIM DA IDEOLOGIA?


Pat Buchanan: Tradição de polos opostos em conflito deu lugar a nacionalismo
Patrick J. Buchanan
Nos talk shows, editoriais e think tanks americanos há uma preocupação crescente com acontecimentos no exterior, e em geral o presidente Obama é considerado culpado pela queda do respeito mundial pelos Estados Unidos.

Mesmo assim, não se vê a classe média americana pedindo providências para alterar a percepção de que os EUA estão regredindo.
Se uma única frase pudesse expressar a aparente indiferença da maioria silenciosa dos americanos sobre o que acontece no exterior, poderia ser uma simples pergunta: “É problema nosso?
Se uma bandeira russa ou ucraniana tremula sobre a Crimeia, por que isso deveria preocupar os americanos ao ponto de mandarem navios, armas e tropas? Se o Japão e a China brigam por ilhotas a mais de 10.000 km de distância, lugares que poucos americanos conseguiriam localizar no mapa, por que deveriam se envolver?
E, verdade seja dita, a resposta das elites intelectuais não convence.
Uma das explicações para os EUA ignorarem essas guerras é que não veem interesse vital nesses conflitos; da Síria à Crimeia, do Afeganistão ao Iraque, do Mar da China Meridional às Ilhas Sentaku.
Além disso, a principal motivação que fez o país se sacrificar por meio século em uma Guerra Fria que custou trilhões de dólares e 90.000 vidas na Coreia e no Vietnã, a convicção de que estavam liderando forças do bem contra forças do mal que governavam o império Russo-Chinês, não existe mais.
A grande luta ideológica do século XX entre totalitarismo e liberdade, comunismo e capitalismo, ateísmo militante e cristianismo acabou.
O império comunista desmoronou. Sobraram apenas restos esquecidos, como Cuba. O marxismo-leninismo como uma ideologia que orientava grandes potências está fadado ao fracasso. O Partido Comunista pode governar a China, mas o capitalismo de estado gerou bilionários chineses que não andam por aí com exemplares do Livrinho Vermelho.
Os restos mortais de Lenin podem estar depositados na Praça Vermelha, e os de Mao na Praça da Paz Celestial, mas são pontos turísticos e não santuários em honra a salvadores seculares nem objetos de culto.
A única região onde a religião e a ideologia impelem os homens a lutar e morrer para criar um mundo baseado nos dogmas da fé é o mundo islâmico. Mesmo assim, como observou o diretor da CIA Richard Helms, todas as três nações que adotaram a ideologia islâmica, o Afeganistão do Talibã, o Irã dos aiatolás e o Sudão, tornaram-se estados falidos.
Mas quando a ou a ideologia de uma civilização morre, algo deve substituí-la. E parece que, pelo mundo, as pessoas e os regimes estão se voltando para o nacionalismo.
Vladimir Putin tomou a Crimeia de volta e se declarou protetor dos povos russos das antigas repúblicas soviéticas.
As exigências da China ao Japão no Mar da China Meridional têm base em mapas do século XIX e nacionalismo do século XXI, estimuladas por um ódio nascido da brutalidade japonesa na conquista da China entre 1931 e 1945.
A resposta do Japão não foi reafirmar a divindade do imperador. O Primeiro-Ministro Shinzo Abe está invocando o nacionalismo, tentando contornar a constituição pacifista imposta ao Japão após a 2ª Guerra Mundial.
Os EUA também estão à procura de um substituto para o anticomunismo para justificar compromissos globais que parecem ter cada vez menos a ver com interesses nacionais vitais.
Bush pai falou em construir uma “Nova Ordem Mundial”. A frase se tornou um epiteto. 

George W. Bush declarou que a missão dos EUA era “acabar com a tirania no mundo”. A nova divindade com que o país parecia querer converter a humanidade era o bezerro de ouro da democracia.
Mas quando a democracia (um homem, um voto) produziu o Hamas na Palestina e a Irmandade Islâmica no Cairo, começaram as mudanças de opinião e as apostasias.

Ao fim da Guerra Fria, Francis Fukuyama previu que estaríamos nos aproximando do “Fim da História”, em que a democracia se mostraria a forma final de governança, abraçada por toda a humanidade.
No entanto, não apenas na Rússia e na China, mas também na Europa e no terceiro mundo, a democracia parece menos um fim em si mesma para os povos e mais um meio para se chegar a uma causa maior.
O apelo pelas tribos e nações parece mais convincente. E o evangelho ocidental segundo o qual todas as religiões, raças, nações e tribos são iguais e deveriam ser tratadas igualitariamente, embora seja uma retórica eficiente, está descreditado.
O primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, chamou a democracia de um ônibus do qual você desce quando chega à sua parada. E a parada acabou sendo um estado islâmico moderado que obedece aos seus próprios princípios e aos do seu partido. 
É compreensível que países por todo o mundo queiram que os EUA vão lutar suas guerras. Mas embora seja interesse deles, será ainda também dos americanos?
O império americano, o último dos grandes impérios ocidentais, pode estar prestes a cair tão repentinamente quanto os outros impérios do século XX.
Pat Buchanan é colunista do WND e foi assessor do presidente Ronald Reagan

domingo, 11 de novembro de 2012

HORROR NA SÍRIA: CRISTÃOS SENDO EXECUTADOS


Vídeo revela que “soldados” eram realmente civis
Michael Carl
Relatos provenientes da Síria indicam que membros do Exército Sírio Livre começaram a executar cristãos enquanto estão afirmando que estão atirando em soldados sírios.
Um vídeo de um ataque em 1 de novembro em que rebeldes sírios vestidos de preto teriam matado 28 homens foi postado no YouTube. Uma reportagem da Agência France-Presse sobre o ataque identificou as vítimas como soldados sírios.
Mas William Murray, presidente da Coalizão de Liberdade Religiosa, disse que duas das vítimas tinham ligações oficiais com sua organização na Síria. Sua organização distribui assistência.
As vítimas não eram soldados, disse ele, mas civis da mesma vizinhança, “de modo que todos os 28 homens eram provavelmente cristãos”.
Ele argumentou que até mesmo um rápido exame das fotos do ataque indica que as vítimas eram civis.
Eles não estavam armados e nunca haviam sido combatentes”, disse Murray.
Um ativista de direitos humanos que trabalha na Síria cujo nome foi mantido em sigilo por razões de segurança disse que dois dos homens eram cristãos.
“Dois dos homens tenho certeza de que eram cristãos e foram primeiramente raptados de sua vizinhança, então levados para o campo e mortos a tiros”, disse o ativista.
Brigitte Gabriel, fundadora e presidente da organização Act for America, disse que todos sabem muito bem que os rebeldes sírios estão executando cristãos.
Os sírios estão sem dúvida executando cristãos. Eles são notórios por aplicarem tortura tática em seus inimigos”, disse Brigitte.
Os homens que estão se levantando contra Assad e estão sendo esmagados são todos da Irmandade Muçulmana, os quais Hafez Assad, pai de Assad, esmagou 30 anos atrás em Hama”, disse Brigitte.
Brigitte acrescentou que os rebeldes se sentem muito fortalecidos, o que só estimula seu ódio aos cristãos.
Eles estão se sentindo muito fortalecidos depois do que viram no Egito, Líbia e Tunísia. Eles sentem que agora é a chance deles. Eles desprezam os cristãos que vivem na Síria e adorariam convertê-los ou matá-los”, disse Brigitte.
Murray disse que as próprias execuções provam que são os rebeldes que estão desencadeando as matanças.
Quando toma prisioneiros, o Exército Sírio os fotograva e mostra as fotos”, disse Murray.
As matanças ocorreram enquanto Ayman al-Zawahiri, líder da al-Qaida, disse numa mensagem de rádio para animar os combatentes al-Shabaab, filial na Somália, que os ataques contra as instalações dos EUA no Cairo e Benghazi eram “derrotas para os EUA”.
Eles foram derrotados no Iraque e estão saindo do Afeganistão, e o embaixador deles em Benghazi foi morto e as bandeiras de suas embaixadas foram baixadas no Cairo e em Sana, e no lugar delas foram levantadas as bandeiras de tawhid (monoteísmo) e jihad”, o líder da al-Qaida disse, conforme reportagem de Thomas Joscelyn, jornalista e especialista em terrorismo.
Murray disse que se alguma evidência a mais da natureza equivocada da política fosse necessária, dá para achá-la na edição mais recente dos relatórios do Instituto de Pesquisa de Mídia do Oriente Médio (cuja sigla em inglês é MEMRI).
O MEMRI relata que os rebeldes sírios afirmam que a derrubada de Assad é só o primeiro passo. Os rebeldes querem impor a lei islâmica na Síria.
Murray disse que as intenções dos rebeldes são óbvias porque eles hasteiam a bandeira negra dos jihadistas.
“Os combatentes usam lenços negros com a inscrição da declaração islâmica de fé. Eles hasteiam a bandeira da jihad e da al-Qaida”, disse Murray.
“Se fosse uma genuína rebelião pela democracia, não haveria a intensa exibição de símbolos religiosos”, disse Murray.
Murray acrescentou que mais uma vez as evidências mostram que o governo dos EUA está sem vontade de encarar a realidade.
“Isso prova de novo que estamos combatendo uma entidade que realmente não compreendemos”, disse Murray.
Murray acrescentou que as execuções junto com a reportagem do MEMRI e a mensagem de al-Zawahiri apontam para o curso perigoso que os Estados Unidos estão adotando na Síria ao designar o embaixador Christopher Stevens para operar o suprimento e distribuição de armas da Líbia para a Síria por intermédio da Turquia.
Recentemente, o WND relatou que o propósito de Stevens na Líbia era enviar armas para os rebeldes da Síria.
O envolvimento de Stevens na Líbia vinha desde um ano atrás, quando analistas de inteligências relataram que ele havia sido inicialmente nomeado como o representante oficial dos EUA para o exército rebelde.
Ele foi elevado a embaixador depois da derrubada do ditador líbio Muamar Kadafi.
Na Líbia, a grande missão de Stevens era suprir armamento, até mesmo pesado, para os rebeldes da Síria.
WND relatou na mesma reportagem que a missão de Stevens o colocou em contato direto com a al-Qaida e outros grupos jihadists.
Clare Lopez, membro do Centro de Política de Segurança, disse que Stevens e altas autoridades do governo dos EUA sabiam que o movimento oposicionista da Líbia era formado por elementos de vários grupos jihadistas radicais, inclusive a al-Qaida, Ansar al-Shariah e o Grupo de Combate Islâmico Líbio (GCIL).
O guerrilheiro Abdelhakim Belhadj organizou o GCIL em 1990 depois de voltar para casa do Afeganistão, onde ele havia lutado junto com os combatentes afegãos contra os soviéticos.
Lopez diz que Belhadj organizou o GCIL por um motivo — derrubar Kadafi.
O grupo de Belhadj foi assimilado pela al-Qaida em 2007, mas Lopez acrescentou que em algum ponto do caminho, Belhadj foi interceptado pela CIA e enviado de volta à Líbia onde Kadafi o jogou na prisão.
Traduzido por Julio Severo do artigo de WND: Horror in Syria: Executing Christians
Leitura recomendada:
Muçulmanos são os líderes mundiais em perseguição aos cristãos

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

IRÃ E ISRAEL TRAVAM GUERRA ÀS ESCURAS


Yoram Schweitzer, pesquisador-sênior do 
Instituto de Estudos da Segurança Nacional

Por favor click no selo TOP BLOG (ao lado) e vote neste blogl! É seguro, simples e rápido! Obrigado! 

Uma bomba magnética é detonada num carro diplomático em Nova Déli. A polícia descobre explosivos na cidade queniana de Mombaça. Cinco turistas israelenses e um motorista de ônibus búlgaro são mortos num atentado na localidade litorânea de Burgas.
Esses são alguns entre cerca de uma dúzia de complôs apontados por algumas autoridades de inteligência israelenses e americanas como parte de uma contínua ofensiva do Irã e do Hizbollah contra Israel e seus aliados.
Mas as ligações às vezes parecem tênues, as táticas parecem variáveis e os alvos parecem espalhados demais.
"Isso não é um 'thriller' de espionagem que o leitor pode acompanhar de página em página", disse Matthew Levitt, diretor do programa de contraterrorismo e inteligência do Instituto de Washington para a Política do Oriente Próximo.
"O Irã e o Hizbollah prosperam com base em uma razoável capacidade de negar."
Analistas dizem que a guerra às sombras tem mais em comum com as manobras da CIA e da KGB durante a Guerra Fria do que com o terrorismo da Al Qaeda.
"Eles querem uma ambiguidade suficiente para que você não possa cravar que foram eles, a semente da dúvida que dificulta que Israel ou os EUA reajam", disse Andrew Exum, pesquisador graduado do Centro para uma Nova Segurança Americana, em Washington.
Após a explosão na Bulgária, o Irã e o Hizbollah negaram seu envolvimento quase com a mesma rapidez com que Israel apontou o dedo para eles. Autoridades americanas e búlgaras concordam reservadamente com essa avaliação, mas não dizem isso abertamente.
A inteligência israelense tem indícios de muitos telefonemas entre o Líbano e Burgas nos dois meses que antecederam ao atentado, segundo um funcionário graduado do governo.
"Conhecemos as fontes no Líbano", mas não a identidade de quem estava do outro lado, na Bulgária, segundo o funcionário, que não deu mais detalhes. "Eles não deveriam saber que nós sabemos os números no Líbano."
As autoridades búlgaras ainda não informaram ter identificado o autor do atentado, que também morreu na explosão, nem seus supostos cúmplices.
Sófia hesita em declarar o Hizbollah como suspeito sem uma prova cabal, já que a União Europeia nunca qualificou o grupo como uma organização terrorista.
Aliados europeus mantêm "certo ceticismo de que tenha sido o Hizbollah como organização e não, por exemplo, o Irã usando indivíduos com alguma filiação ao Hizbollah", disse um alto funcionário alemão de segurança.
A investigação em Nova Déli parece mais avançada, mas, lá também, as relações diplomáticas e comerciais internacionais deixam a Índia num dilema.
O Irã é um importante fornecedor de petróleo para a Índia, que busca equilibrar as suas relações com o Irã, Israel e os EUA.
A polícia indiana expediu em março mandados de prisão contra três cidadãos iranianos por causa do atentado em Nova Déli. Mas autoridades negaram que agentes da Guarda Revolucionária do Irã tenham sido identificados como responsáveis, conforme noticiou recentemente o jornal "The Times of India".
Vários dos complôs são feitos com desleixo. Isso dá a alguns especialistas a impressão de que os atentados foram planejados às pressas, talvez como uma reação do Irã e do Hizbollah a uma série de ataques contra o programa nuclear iraniano.
A guerra civil na Síria, que ameaça um governo aliado-chave de Teerã, pode ser outra motivação.
"Havia uma espécie de desespero para realizar esses ataques", disse um alto funcionário israelense.
"Mesmo quando eles foram frustrados, havia uma sensação de que eles haviam feito alguma coisa. Eles precisam mostrar alguns resultados."
O Hizbollah já jurou vingança pelo assassinato, cometido em 2008 por Israel, de Imad Mughniyah, ex-chefe de segurança do grupo, que foi vítima de um carro-bomba na Síria. O Irã também responsabiliza Israel pela morte de pelo menos quatro cientistas nucleares iranianos.
Yoram Schweitzer, pesquisador-sênior do Instituto de Estudos da Segurança Nacional, disse que os responsáveis pelos recentes complôs querem envolver Israel em confrontos com seus vizinhos.
"Por essa razão, o melhor para Israel é adotar uma política moderada e reagir em um momento de sua própria escolha", afirmou ele, "de forma focada e dissimulada".
O conflito, em outras palavras, pode continuar acontecendo sob as sombras.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Visitas dos lugares mais distantes

Minha lista de blogs

Aborto diga não!

Aborto diga não!
1999 - Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

LIBERDADE DE EXPRESSÃO

É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal.

Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX).

Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença".

Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias.

Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

Fonte:www.apocalink.blogspot.com