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domingo, 17 de julho de 2011

AKHETATON E BRASÍLIA

Segue a primeira foto das montanhas ao leste de Akhetaton, de dentro da própria residência real do faraó Akhenaton. No período de 22 a 28 de outubro o sol nascia no meio das montanhas ao fundo, exatamente no meio destas duas colunas e também se punha entre elas. O local de Akhetaton foi escolhido por estar exatamente no centro do Egito como também pelas suas montanhas terem um formato semelhante ao próprio sol, quando vistas de cima. Além disso, durante uma semana do ano o sol nascia diretamente entre as montanhas, completamente alinhado com a própria casa real de Akhenaton.
Ao lado direito, o guia turístico que me acompanhou. Este homem nasceu e viveu sua vida inteira na própria cidade de Tell El Amarna. Ele não tem apenas um grande carinho por Akhenaton, quando ele fala, você sente que ele acredita nas palavras do Hino a Aton. Este homem é versado na história da cidade e sabe ler perfeitamente os hieroglifos. Este guia não conhece apenas muito sobre Akhetaton e Akhenaton, ele conhece também muito sobre si mesmo.
Mais fotos de Akhetaton ( Tell El Amarna) - Abaixo, a entrada da Tumba de Akhenaton e Nefertiti. Esclareço no entanto que embora pronta, jamais os corpos dos dois foram encontrados, tampouco vestígios que a tumba foi efetivamente usada.
Akhetaton ( Tell El Amarna) - Abaixo, nas montanhas existentes ao redor da cidade, uma estela com remanescentes da figura de Akhenaton e Nefertiti.
Akhetaton ( Tell El Amarna) - Abaixo, vista da planície em que se encontrava a cidade de Akhetaton, vista das montanhas que a circundam. Ao fundo, na linha do horizonte, está o Rio Nilo. ( e eu na frente da foto...)
Akhetaton ( Tell El Amarna) - placa com descrição do período de existência da cidade, a qual foi construída em tempo recorde no entanto não durou muito tempo, por motivos políticos.
 Akhetaton ( Tell El Amarna) - Abaixo, nas montanhas existentes ao redor da cidade, entrada de uma tumba. Simplesmente fantástico. Dentro dela, nas paredes, há um desenho de como era a cidade na época de seu auge. Infelizmente não pude tirar foto lá dentro pois era proibido, só com autorização. Se eu soubesse, teria pago o preço, que era caro, pois os desenhos que há ali dentro jamais encontrei em livro algum, tampouco na internet.
Akhetaton ( Tell El Amarna) - Abaixo, placa na entrada da Tumba de Ay, onde internamente existe o Hino a Aton. Simplesmente maravilhoso.
Akhetaton ( Tell El Amarna) - Abaixo, na entrada da Tumba de Ay, onde internamente existe o Hino a Aton. Simplesmente maravilhoso, junto com dois egípcios que me acompanharam.
Akhetaton ( Tell El Amarna) - Abaixo, tijolo de adobe do palácio de Akhenaton. Na verdade toda a cidade foi construída com estes tijolos, razão pela qual conseguiu ser erigida em tempo recorde.
Akhetaton ( Tell El Amarna) - Restos da cidade.
Caso você se interesse pela história de Akhetaton, assim como Akhenaton, sugiro que leia o meu livro, chamado Brasília Egípcia, e que pode ser comprado online na livraria Cultura através do link abaixo.

Ir para o site da Livraria Cultura
Caso queira informações adicionais sobre o livro leia no link abaixo. O livro é uma ficção político-religiosa que mescla ficção e realidade ao falar da morte de Tancredo Neves e da construção da cidade de Brasília tendo como inspiração a cidade de Akhetaton. Fala das similaridades entre Akhetaton e Brasília.
Caso queira ler os primeiros capítulos do Livro, está disponível online, aqui mesmo no blog, através do link abaixo:
FONTE: BLOGARETTO




segunda-feira, 19 de julho de 2010

BRASÍLIA - O EGITO É AQUI!

por Johnny T. Bernardo

Ao folhear o jornal Desafio das Seitas (ano XIV, número 53), que o nosso amigo Paulo Pimentel acabara de nosenviar, uma notícia me chamou a atenção: Brasília Secreta há mais de 50 anos. Geralmente não me interesso muito pelo o que acontece por lá, mas confesso que o título da matéria me fez pensar inicialmente nos amigos do Arruda. Mas a notícia não é sobre política - pelo menos não a do século XXI. A matéria nos remete ao começo da década de 60, mais precisamente ao dia 21 de abril quando Juscelino Kubistscheck inaugura Brasília. Na verdade, o projeto não era de Juscelino: ele havia sido introduzido na constituição de 1891 sob a coordenação de José Bonifácio, maçon iniciado na ordem em 26 de maio de 1822.

A maçonaria chegou no Brasil por volta de 1787, quando foi fundada num povoado da Bahia, a Loja Cavaleiros da Luz. Entretanto, foi somente a partir de 1822 que a ordem deu início ao seu projeto de dominação do Brasil, tendo D. Pedro I como um dos seus mentores. Após ele, sucederam-se inúmeros outros políticos, todos comprometidos com os ideais da maçonaria, destacando-se José Bonifácio. Ao proclamar a República, a maçonaria deu início ao segundo passo de dominação espiritual e social dos brasileiros - sugeriu por intermédio de Bonifácio (mas antes também por Marques de Pombal, 1716) a tranferência da capital para uma região que mais tarde seria conhecida como Brasília. Dez anos após a República, o presidente Floriano Peixoto ordenou o início de uma expedição rumo ao interior do Brasil, tendo Louis Cruls como o chefe da expedição. O objetivo era demarcar a área onde seria construída a futura capital do Brasil.

A expedição rumo ao interior do Brasil foi impulsionada principalmente após a "revelação" de Dom Bosco, que em 30 de agosto de 1883 disse ter recebido uma visão (em forma de sonho), sobre o futuro da humanidade. Ele relatou à época:

"Entre os paralelos de 15º e 20º havia uma depressão bastante larga e comprida, partindo de um ponto onde se formava um lago. Então, repetidamente, uma voz assim falou: "...quando vierem escavar as minas ocultas, no meio destas montanhas, surgirá aqui a terra prometida, vertendo leite e mel. Será uma riqueza inconcebível...".

É principalmente a partir desta "revelação" que começam a surgir em Brasília e nas proximidades do Distrito Federal inúmeras comunidades alternativas, todas inspiradas na "visão" de Dom Bosco e nos ideais da maçonaria. Uma dessas comunidades é a Civilização Solar MSG 083 Brasília Mística, que enaltece tanto os patronos da República brasileira como J.K, chamado por eles de "faraó do século XX", tamanha foi a "importância" (se é que podemos classificar assim a influência de J.K) nas mudanças que o Brasil começaria a sentir após a inauguração da capital dos maçons e místicos nacionais e internacionais.

Toda essa história e outras mais são analisadas no livro "Brasília Secreta - de Akhenaton a JK", da egiptóloga Iara Kem e do professor Ernani Fiqueiras Pimentel que apresentam dados e levantamentos feitos no Egito e em museus de várias partes do mundo para defender a tese de que Brasília teria surgido a partir de uma inspiração maior e com um destino ainda por se revelar. Mas isso será um tema para o próximo artigo. Antes, é preciso dizer que o papel que JK desempenhou na transferência da capital do Brasil vai muito além do que um simples interesse econômico (promover o crescimento do centro - oeste). Mas, volto a dizer: esse será um tema para o próximo artigo. Não perca!

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

IDENTIFICANDO AS FORÇAS DESTRUIDORAS EM NOSSA CIDADE - Neuza Itioka

Em seu livro "Deus quer a sua cidade" a Dra. Neuza Itioka nos ensina que além da intercessão, que é fundamental para o confronto e para a quebra de maldições sobre a cidade, antes, é importante fazer uma boa pesquisa sobre a região, para saber quem é "o homem forte" e nortear todo o processo de intercessão. 
Esta persquisa é que chamamos de Mapeamento Espiritual".
O mapeamento espiritual é uma maneira de entendermos porque determinada cidade experimenta determinado tipo de problemas, como: opressão, pobreza, mortes estranhas, e assim por diante.
O Dr. George Otis Jr., que tem se dedicado ao estudo do mapeamento espiritual, diz que para se fazer essa pesquisa, são necessárias pelo menos seis pessoas: duas para interceder, duas para fazer levantamentos em bibliotecas e duas para realizar entrevistas com pessoas que moram no lugar ha muito tempo e estão disponíveis para dar informações, como historiadores por exemplo.
Segundo a Dra. Neuza existem algumas coisas nas quais devemos prestar atenção, para compreendermos a cidade, durante o mapemanto espiritual. 
A autora sugere em seu livro, nove pontos a serem observados. 
Um deles diz respeito a história da fundação da cidade.
A cidade pode "encarnar" ou assumir o espírito do seu fundador
Por isso é fundamental sabermos qual a motivação para a construção da cidade.
Quem foi o homenageado
Quais os objetivos do fundador
Houve matança e extermínio de moradores nativos (índios)? 
Houve paricipação de pessoas envolvidas com o reino das trevas?
Vejamos por exemplo o caso de Brasília
Nem todos tem conhecimento de como o presidente Juscelino Kubistchek se inspirou para construir a cidade que é a capital do nosso país!
O Fato é que ele tomou como modelo o Egito
Tudo foi modelado na arquitetura dos túmulos dos faraós
E quais eram os túmulos dos faraós? 
As pirâmides
Você já observou que Brasília está cheia de pirâmides!
Por enquanto é só!
Em breve partilharei mais informações a este respeito!
O fato é que precisamos de muita oração e jejum para que a misericórida do Senhor nos permita alcançar o maior número possível daqueles que estão debaixo desta influência maligna!
O Senhor nos abençoe e nos guarde!
ARTIGOS RELACIONADOS:

MAPEAMENTO ESPIRITUAL EM BRASÍLIA

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Aborto diga não!

Aborto diga não!
1999 - Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

LIBERDADE DE EXPRESSÃO

É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal.

Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX).

Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença".

Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias.

Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

Fonte:www.apocalink.blogspot.com