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quinta-feira, 9 de agosto de 2012

POR QUE JESUS NÃO FOI INTIMIDADO POR PILATOS? por John Piper



Pondere comigo a lição da autoridade de Pilatos sobre Jesus.

Disse-lhe, pois, Pilatos: “Não me falas a mim? Não sabes tu que tenho poder para te crucificar e tenho poder para te soltar?” Respondeu Jesus: “Nenhum poder terias contra mim, se de cima não te fosse dado; mas aquele que me entregou a ti maior pecado tem.” (João 19.10-11)

A autoridade de Pilatos para crucificar Jesus não intimidou Cristo.

Por que não?

Não era porque Pilatos estava mentindo. Não era porque ele não tinha autoridade para crucificar Jesus. Ele tinha. Sua autoridade não intimidou Jesus porque era derivada. Jesus disse: “se de cima não te fosse dado “. Isso significa que ela era realmente autoritativa. Nada menos. Então por que não era algo intimidante? Pilatos não apenas tinha autoridade para matar Jesus. Mas ele tinha autoridade dada por Deus para matá-lo.
Isso não intimida Jesus porque a autoridade de Pilatos sobre Jesus é subordinada à autoridade de Deus sobre Pilatos. Jesus está confortado naquele momento não porque a vontade de Pilatos é fraca, mas porque a vontade de Pilatos é guiada. Não porque Jesus não está nas mãos terríveis de Pilatos, mas porque Pilatos está nas mãos do Pai de Jesus.
Isso significa que nosso conforto não vem da falta de poder dos nossos inimigos, mas da soberania de nosso Pai reinando sobre o poder deles. Esse é o assunto de Romanos 8.25-37. Tribulação, angústia, perseguição, fome, nudez, perigo e espada não podem separar-nos de Cristo porque “em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou” (Romanos 8.35-37).
Pilatos (e todos os adversários de Jesus – e os nossos) intentavam o mal. Mas Deus intentou para o bem (Gênesis 50.20). Todos os inimigos de Jesus reuniram-se com sua autoridade dada por Deus “para fazerem tudo o que a tua mão e o teu conselho tinham anteriormente determinado que se havia de fazer ” (Atos 4.28). Eles pecaram. Mas, por meio de seu pecado, Deus salvou.
Portanto, não seja intimidado por adversários que podem apenas matar o corpo. Não somente porque isso é tudo que eles podem fazer (Lucas 12.4), mas também porque é feito sob a mão vigilante de seu Pai.
Não se vendem cinco passarinhos por dois ceitis? E nenhum deles está esquecido diante de Deus.E até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Não temais pois; mais valeis vós do que muitos passarinhos. (Lucas 12.6-7)
Pilatos tem autoridade. Herodes tem autoridade. Os soldados têm autoridade. Satanás tem autoridade. Mas nenhum deles é independente. A autoridade de todos é derivada. Todos estão subordinados à vontade de Deus. Não temas. Você é preciso para seu Pai soberano. Bem mais precioso que os pássaros inesquecíveis.


segunda-feira, 16 de julho de 2012

PENSANDO BIBLICAMENTE SOBRE O PRETENSO CASAMENTO HOMOSSEXUAL


Por John Piper


O “pretenso ‘casamento homossexual’” está sendo intensamente debatido no mundo ocidental.
Queremos ajudá-lo a pensar de forma bíblica e amorosa.
Então, estamos começando uma série de artigos sobre o assunto.
Abaixo segue a primeira parte traduzida da pregação de John Piper sobre
A mensagem de hoje é construída em torno de oito pontos projetados para dar uma visão bíblica do casamento em relação à homossexualidade, e em relação à Emenda sobre Casamento proposta em Minessota. Eu pedi para lerem Hebreus 13:1-6 não porque darei uma exposição do texto, mas porque quero enfatizar aquela frase do versículo 4: “Digno de honra entre todos seja o matrimônio”. É isso que desejo progredir para a glória de Deus e para sua orientação e seu bem.

1. O casamento foi criado e definido por Deus nas Escrituras como uma união sexual e pactual entre um homem e uma mulher em uma aliança vitalícia e exclusiva entre eles, como marido e mulher, com o intuito de revelar o relacionamento pactual de Cristo com Sua Igreja, comprada por Seu sangue.

Isso é mais claramente visto em quatro passagens onde estas verdades são tecidas em conjunto.

1. Gênesis 1:27, 28
Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra… (Gênesis 1:27, 28)

2. Gênesis 2:23, 24
Então, Deus liga seu projeto de masculinidade e feminilidade com o casamento em Gênesis 2:23, 24. Quando a mulher é criada do lado do homem, este exclama: “Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne; chamar-se-á varoa, porquanto do varão foi tomada. Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne.”
Em outras palavras, Deus criou a humanidade macho e fêmea para que houvesse uma união sexual de uma só carne e um apego pactual com o intuito de multiplicar a raça humana, e mostrar a aliança de Deus com seu povo, e finalmente a aliança de Cristo com sua Igreja.

3. Mateus 19:4-6
Surpreendentemente, Jesus pegou essa relação entre criação e casamento e aliança vitalícia, tecendo juntos exatamente esses dois textos de Gênesis. Mateus 19:4-6:
“Então, respondeu ele: Não tendes lido que o Criador, desde o princípio, os fez homem e mulher [Gênesis 1:27] e que disse [citando Gênesis 2:24]: Por esta causa deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne? De modo que já não são mais dois, porém uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem.”
E em nossa situação cultural, as palavras “não separe o homem o homem e a mulher que Deus ajuntou” tem um significado muito maior do que qualquer um pensaria que tivesse.

4. Efésios 5:24-32
Mais um texto sobre o sentido do casamento faz a distinção entre homem e mulher – esposo e esposa –como retrato pactualmente significativo de Cristo e da Igreja. Efésios 5:24-32:
“Como, porém, a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido. Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela, [...] Eis por que [citando Gênesis 2:24] deixará o homem a seu pai e a sua mãe e se unirá à sua mulher, e se tornarão os dois uma só carne. Grande é este mistério, mas eu me refiro a Cristo e à igreja.”
Em outras palavras, desde o princípio houve um significado profundo e misterioso do casamento. E Paulo agora revela este mistério. E este o é: Deus fez o ser humano macho e fêmea com suas naturezas distintas de masculinidade e feminilidade e com papeis distintos no casamento para que no casamento, como marido e mulher, eles pudessem exibir Cristo a Igreja.
Os que significa que os papéis básico de um esposo e esposa não são intercambiáveis.  Marido exibe o amor sacrificial da liderança de Cristo  e a esposa exibe o papel submisso do corpo de Cristo. O mistério do casamento é que Deus tem essa exibição dupla (do marido e da mulher) em mente quando Ele criou a humanidade como macho e fêmea. Portanto, a realidade mais profunda do universo subjaz o casamento como uma união pactual entre um homem e uma mulher.

2. Não há algo como o pretenso “casamento do mesmo sexo”, e não seria sábio chamá-lo assim.
O ponto aqui não é apenas que o assim chamado “casamento homossexual” não deva existir, mas que ele não existe e não pode existir. Aqueles que acreditam que Deus nos falou verdadeiramente na Bíblia não devem ceder dizendo que a parceria comprometida e vitalícia de relações sexuais entre dois homens ou duas mulheres seja um casamento. Não é. Deus criou e definiu o casamento. E o que Ele uniu nessa criação e nessa definição não pode ser separado, e ainda chama-lo de casamento aos olhos de Deus.

3. O desejo e a orientação homossexuais são partes da nossa sexualidade debilitada e desordenada, devido a sujeição à futilidade que Deus impôs, por causa do pecado humano.
Em Gêneses 3, nós lemos sobre um momento catastrófico quando o primeiro homem e a primeira mulher se rebelam contra Deus. Os efeitos neles e no mundo são descritos nos capítulos 3 e 4, e ilustrados na história repleta de pecado e morte do Velho Testamento – na verdade, a história do mundo.
O apóstolo Paulo sumariza em Romanos 8:20-21 desta forma:
Pois a criação está sujeita à vaidade, não voluntariamente, mas por causa daquele que a sujeitou, na esperança de que a própria criação será redimida do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus.
E nós sabemos que parte da criação que foi sujeita à morte e à futilidade foram nossos próprios corpos – e ele enfatiza, sim, os corpos dos redimidos. “E não somente ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito, igualmente gememos em nosso íntimo, aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo.” (Romanos 8:23)
Eu estou argumentando que o desejo e a orientação para o mesmo sexo estão nesta categoria de gemido – a redenção dos nossos corpos. O que significa que eles estão na mesma categoria com todos os tipos de desordens corporais, mentais e emocionais. Se tentássemos fazer uma lista dos tipos de debilidade emocional, mental e físico da humanidade a lista seria interminável. Todos nós somos debilitados e desordenados de formas diferentes. Todos vocês possuem inclinações para desejarem coisas em graus diferentes do quevocê deveria. Todos nós somos desordenados em nossas emoções, mentes e corpos.
Este é um chamado para fazermos distinções cuidadosas a fim de não ferirmos as pessoas – ou a si mesmo – desnecessariamente. Todas as nossas desordens – todas as nossas debilidades – estão enraizadas no pecado – no pecado original e em nossa natureza pecaminosa. Seria correto afirmar que desejos homossexuais são pecaminosos no sentido de que são desordenados pelo pecado e contrariam a vontade revelada de Deus. Mas o fato do desejo pecaminoso ser causado pelo pecado e enraizado no pecado não o torna igual a pecar. O pecado acontece quando a rebelião contra Deus se expressa através de nossas desordens.

4. Portanto, a relação sexual entre o mesmo sexo e não o desejo homossexual é o foco da condenação de Paulo, quando ele ameaça exclusão do reino de Deus.
A afirmação mais clara se encontra em 1 Coríntios 6:9-10.
“Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus.”
As palavras “efeminados” e “sodomitas” são traduções de duas palavras gregas que se referem aos parceiros passivo e ativo de uma relação sexual entre o mesmo sexo. Veja Robert A. J. Gagnon, The Bible and Homosexual Practice: Texts and Hermeneutics [Nashville: Abingdon Press, 2001], 306–331). O foco não é o desejo homossexual, mas a prática. E repare que a prática homossexual não é exclusiva, o texto inclui outras formas de pecado: idolatria, adultério, roubo, avareza, embriaguez, injúria, etc.
O ponto não é que uma experiência homossexual ou heterossexual o condena à exclusão ao reino de Deus, mas que recorrer a essa vida permanentemente sem arrepender-se o condenará. “Pessoas que praticam – que se entregam a esse estilo de vida e não se arrependem – não entrarão no reino de Deus”. Elas irão perecer.

5. Portanto, seria contrário ao amor e ao evangelho de Jesus aprovar a prática homossexual, quer pela omissão, quer pela aprovação do pretenso casamento homossexual ou quer pela ordenação de homossexuais praticantes.
Não devemos nos intimidar neste ponto. O mundo dirá o oposto da verdade aqui expressa. Eles dirão que alertar homossexuais praticantes do julgamento final é um discurso de ódio. Não é ódio. O ódio não quer que as pessoas sejam salvas. O ódio não quer que as pessoas se juntem à família. O ódio quer destruir. E o pecado de fato destrói. Se a prática homossexual (e avareza e idolatria e injúria e embriaguez) levam à exclusão do reino de Deus – e a Palavra de Deus afirma isso – então o amor alerta. O amor implora. O amor se aproxima e faz tudo o que pode para ajudar a pessoas a viver – para sempre.

6. As boas novas de Jesus é que Deus salva pecadores heterossexuais e pecadores homossexuais que confiam em Jesus, ao considerá-los jutos por causa de Cristo, e ao ajudá-los através do Seu Espírito a viverem vidas que lhe agradam em suas debilidades desordenadas.
Após alertar os Coríntios a não voltarem à vida de prática pecaminosa, Paulo diz o seguinte em 1 Coríntios 6:11: “Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.”
Esse é o coração do Cristianismo bíblico. “Tais fostes alguns de vós”. Havia cristãos na igreja de Corinto que foram outrora fornicadores e adúlteros e ladrões e bêbados e “pessoas que tiveram práticas homossexuais”. Eles não foram afastados. Eles foram incluídos.
E a forma como foram incluídos foi que eles foram “justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo”. Isto é, eles colocaram sua confiança em Jesus, abandonaram suas práticas, renunciaram a busca pecaminosa dos seus desejos, e Deus lhes justificou – Ele lhes imputou a justiça de Cristo, e os considerou aceitáveis à sua vista e os adotou em sua família (nossa família).
Eles foram lavados. Isto é, Deus tirou toda a culpa e vergonha deles. “Carregando ele mesmo [Cristo] em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça” (2 Pedro 2:24). Então, quando eles confiaram em Cristo, tudo o que Cristo fez foi considerado deles, seus pecados foram lavados.
E eles foram “santificados” – Deus os separou para si mesmo e lhes concedeu Seu Espírito e trabalhou neles um poder para a santidade que afundasse seus desejos desordenados em algo maior, mais belo e mais desejável, para que eles pudessem andar de uma forma agradável a Deus, mesmo em suas debilidades.
O coração do Cristianismo é que Deus salva pecadores através da morte e ressurreição de Jesus Cristo. A melhor notícia de todo o mundo é que Jesus Cristo morreu e ressuscitou para que os predadores sexuais mais bizarros – homossexuais ou heterossexuais – pudessem ser resgatados do seu caminho de destruição, lavados, justificados, santificados e levados à presença toda satisfatória de Deus, pela fé em Jesus Cristo. Este é o cerne de nossa mensagem.
Por John Piper © 2012 Desiring God Foundation. Usado com permissão. Website em português: www.satisfacaoemdeus.org
Tradução: Vinícius Musselman Pimentel – Editora Fiel © Todos os direitos reservados

FONTE: BLOG FIEL

quarta-feira, 11 de julho de 2012

PEDIS, E NÃO RECEBEIS, PORQUE PEDIS MAL, PARA O GASTARDES EM VOSSOS DELEITES. (Tiago 4.3)

Um dos motivos porque não recebemos o pedido de nossas orações, conforme Tiago, é que pedimos para esbanjar em nossos prazeres carnais. Em último caso, não significa que não devemos pedir nada para nós, mas significa que nossa oração ter ser centrada no Reino. Perceba, por exemplo, que na oração do Pai Nosso, Jesus nos ensina a orar pelo nosso sustento básico diário, mas esta é somente uma das vários outras petições. Se nossa oração tem ficado no “pão de cada dia” ou quem sabe na “picanha de cada dia”, então há algo errado com nossa vida de oração.
John Piper sumariza este conceito dizendo:
“A oração é um walkie-talkie para a guerra, não um interfone doméstico para aumentar nossas conveniências.”
Por favor, não entenda que estamos dizendo que é errado fazer pedidos pessoais. Devemos pedir muito, mas não para “gastar em nossos deleites”. Abaixo, colocamos dois textos curtos falando sobre oração centrada no reino.
William Lane Craig – O que Paulo orava
Em seu livro Apologética para Questões Difíceis da Vida, no capítulo sobre Oração Não Respondida, Craig (preletor do Congresso Vida Nova deste ano) apresenta um pequeno exemplo sobre o que Paulo orava pelas igrejas. Você tem orado por essas coisas? Se não, convidamos você a pegar um pedido por dia e interceder em favor de sua igreja local e de sua própria vida.
Em Efésios, Paulo orou:
— para que Deus desse aos Efésios um espírito de sabedoria no conhecimento dele;
— para que eles conhecessem a esperança para a qual eles haviam sido chamados; as riquezas da herança nos santos; a grandeza do poder de Deus;
— para que eles fossem fortalecidos através do Espírito Santo na vida interior;
— para que Cristo viesse morar em seus corações pela fé;
— para que eles, sendo radicados em amor, tivessem a capacidade de conhecer o insondável amor de Cristo, de forma que eles pudessem ser cheios da plenitude de Deus.
Em Filipenses, Paulo orou:
— para que o amor dos filipenses aumentasse cada vez mais em conhecimento e em toda a percepção, para discernirem o que é melhor, a fim de serem puros e irrepreensíveis até o dia de Cristo, para glória e louvor de Deus.
Em Colossenses, Paulo orou:
— para que os colossenses fossem cheios do pleno conhecimento da vontade de Deus, com toda sabedoria e entendimento espiritual, e para que vivessem de maneira digna do Senhor e em tudo o agradassem, frutificando em toda boa obra, crescendo no conhecimento de Deus e sendo fortalecidos com todo o poder.
Nas cartas aos Tessalonicenses, Paulo pediu:
— para que o Senhor fizesse os corações dos tessalonicenses aumentar e abundar em amor de uns para com os outros e para com todos os homens, de forma que eles fossem irrepreensíveis em santidade no retorno de Cristo;
— para que o Senhor confortasse os seus corações e os firmasse em toda boa obra e ação.
E na carta a Filemon, Paulo orou:
— para que o compartilhar da fé de Filemom promovesse o conhecimento de todo bem que é nosso em Cristo.
Por: William Lane Craig | Copyright © 2009-2010. Todos os direitos reservados à Edições Vida Nova.


domingo, 8 de abril de 2012

JOHN PIPER – O FLUIR DA PÁSCOA: UMA TEOLOGIA INTEIRA DA RESSURREIÇÃO EM UM CAPÍTULO

Ele ressuscitou! E como é grande o transbordar daquele único evento. Foi cósmico. Sim! da parte de Deus Pai, a morte teve todo efeito que era para ter. E foi o início da existência eterna do Deus-Homem em um corpo novo e glorioso em que Ele finalmente iria reinar sobre a terra para sempre. E muito, muito mais.
Há toda uma teologia da ressurreição e seus resultados em 1 Coríntios 15. Aqui vai um resumo. Que cada um destes penetre. Saboreie cada um. Em seguida, inicie a sua nova semana (o resto da sua vida) abundantes na obra de Deus lhe chama, ” sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor”.
1. Cristo morreu por nós e ressuscitou.
Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. (1 Coríntios 15:3-4)
2. Ele confirmou a sua ressurreição por grandes aparições públicas.
Depois foi visto, uma vez, por mais de quinhentos irmãos, dos quais vive ainda a maior parte, mas alguns já dormem também.. (1 Coríntios 15:6)
3. Porque Cristo ressuscitou, nós não ainda permanecemos em nossos pecados.
E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. (1 Coríntios 15:17)
4. Porque Cristo ressuscitou, nossas vida cheias de aflições não são lamentáveis.
Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens. (1 Coríntios 15:19)
5. Nós que confiamos em Cristo seremos ressuscitados dentre os mortos na segunda vinda de Cristo.
Porque, assim como todos [sua posteridade] morrem em Adão, assim também todos [sua posteridade] serão vivificados em Cristo. Mas cada um por sua ordem: Cristo as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda. (1 Coríntios 15:22-23)
6. Cristo reina agora invencivelmente sobre o universo.
Porque convém que reine até que haja posto a todos os inimigos debaixo de seus pés. Ora, o último inimigo que há de ser aniquilado é a morte. (1 Coríntios 15:25-26)
7. O nosso corpo ressurreto será incorruptível, glorioso, poderoso e espiritual.
Semeia-se o corpo [o nosso corpo da ressurreição] em corrupção; ressuscitará em incorrupção. Semeia-se em ignomínia, ressuscitará em glória. Semeia-se em fraqueza, ressuscitará com vigor. Semeia-se corpo natural, ressuscitará corpo espiritual. (1 Coríntios 15:42-44)
8. Vivos ou mortos, nos serão dadod novos corpos em um instante na vinda de Cristo.
Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados; num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. (1 Coríntios 15:51-52)
9. A morte não tem mais seu aguilhão e será tragada na vitória.
E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória. Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória? (1 Coríntios 15:54-55)
10. Cristo sofreu pelo pecado e satisfez a lei por nós.
Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo. (1 Coríntios 15:56-57)
11. Portanto, faça uma grande quantidade de obras que exalte a Cristo, porque nenhuma é em vão.
Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor. (1 Coríntios 15:58)
Por John Piper © Desiring God. Website: desiringGod.org
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que adicione as informações supracitadas, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.


sexta-feira, 6 de abril de 2012

JESUS SOFREU E MORREU PARA ABSORVER A IRA DE DEUS por JOHN PIPER

Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro). Gálatas 3.13
Deus propôs [a Cristo], no seu sangue, como propiciação, mediante a fé, para manifestar a sua justiça, por ler Deus, na sua tolerância, deixado impunes os pecados anteriormente cometidos. Romanos 3.25
Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados. 1 João 4.10
Se Deus não fosse justo, não haveria exigência para o sofrimento e a morte de seu Filho. E se Deus não fosse amoroso, não haveria disposição do Filho de sofrer e morrer. Mas Deus é justo e amoroso. Assim, seu amor se dispõe a cumprir as exigências de sua justiça.
A lei de Deus exige: “Amarás… o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força” (Dt 6.5). Porém, todos temos amado mais a outras coisas. O pecado é isso — desonrar a Deus pela preferência de outras coisas, e agir com base nessas preferências. Assim, diz a Bíblia que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Rm 3.23). Nós glorificamos aquilo em que mais temos prazer. E não é Deus.
Sendo assim, o pecado não é algo pequeno, porque não é uma falta contra um pequeno suserano. A seriedade do insulto aumenta com a dignidade daquele que é insultado. O Criador do universo é infinitamente digno de respeito, admiração e lealdade. Sendo assim, deixar de amá-lo não é trivial — é uma traição. Difama a Deus e destrói a felicidade humana.
Como Deus é justo, ele não varre esses crimes para debaixo do tapete do universo. Ele tem ira santa contra eles. Merecem a punição e isso fica muito claro “porque o salário do pecado é a morte” (Rm 6.23). “A alma que pecar, essa morrerá” (Ez 18.4).
Existe uma santa maldição pairando sobre todo o pecado. Não punir seria injustiça. Seria endossar o desmerecimento de Deus. Uma mentira estaria reinando sobre o cerne da realidade. Assim, Deus disse: “Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da lei, para praticá-las” (Gl 3.10; Dt 27.26).
Mas o amor de Deus não descansa com a maldição que paira sobre toda a humanidade pecaminosa. Ele não se contenta em demonstrar a ira, por mais santa que seja. Assim, Deus envia seu próprio Filho para absorver a sua ira e carregar a maldição no lugar de todos quantos nele confiam. “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar” (GI 3.13).
É esse o significado da palavra “propiciação” no texto acima citado (Rm 3.25). Refere-se à remoção da ira de Deus por prover um substituto. O próprio Deus oferece o substituto. Jesus Cristo não apenas cancela a ira; ele absorve-a e desvia-a de nós para si mesmo. A ira de Deus é justa, e foi executada, não retirada.
Não podemos brincar com Deus ou deixar por menos o seu amor. Jamais estaremos diante de Deus maravilhados por sermos por ele amados até que reconheçamos a seriedade de nosso pecado e a justiça de sua ira contra nós. Mas quando, pela graça, acordamos para nossa própria indignidade, podemos olhar o sofrimento e a morte de Cristo e dizer: “Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados” (1Jo 4.10).

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

JOHN PIPER: "MINHA PRIORIDADE É MINHA A ALMA E FAMÍLIA"

Na metade do seu primeiro tempo de licença do ministério, o pastor evangélico John Piper divulgou uma atualização para que seus apoiadores saibam como ele está com relação à alma, família e profissão.
“[Nós] continuamos a sondar as raízes de nossos pecados mais característicos com a visão de confessá-los e arrepender-nos e buscar o poder transformador de Deus através da oração e conselho baseado na Bíblia”, disse ele dele e sua esposa, Noel, em uma breve atualização no domingo.
O pastor influente deixou o púlpito da igreja Batista de Bethelehem em Mineápolis em maio depois de anunciar à sua congregação que ele iria estar tomando licença pela primeira vez. Esse tempo não foi solicitado por um pecado em particular, mas por “falhas de caráter permanente” – incluindo orgulho – e o stress que ele tem causado aos outros. Ele disse que ele sente que o padrão de seu casamento, alma e ministério precisava de uma verificação da realidade do Espírito Santo.
Piper também parou de escrever no blog e fazer palestras – com algumas exceções que ele e sua esposa concordaram.
Por agora, Piper disse que a prioridade é a alma e família.
Juntamente com os gastos de tempo em oração e Escritura, o casal está usando “muito mais tempo do que o usual” falando um com o outro e conectando-se com sua família mais ampla.
E no lado profissional, Piper disse, “[Nós] descobrimos que amamos Jesus mais do que amamos servir Jesus. E realmente amamos Jesus, especialmente em Bethlehem, e nós aguardamos ansiosamente estar de volta”.
Enquanto Piper tinha expressado a esperança de voltar a pregar depois da licença de oito meses, ele disse domingo que ele não tinha dado muita atenção ao lugar e padrão do “ministério pós-licença”.
No momento, Kenny Stokes – ex-pastor do campus centro de Bethlehem – está servindo como pastor interino para pregar enquanto Piper está afastado.

Fonte: Christian Post
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Aborto diga não!

Aborto diga não!
1999 - Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

LIBERDADE DE EXPRESSÃO

É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal.

Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX).

Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença".

Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias.

Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

Fonte:www.apocalink.blogspot.com