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domingo, 1 de junho de 2014

É SOBRENATURAL! (Sid Roth) O PAPA FRANCISCO O ÚLTIMO PAPA

Programa de Sid Roth, que é exibido semanalmente na TV WND, faz entrevista com dois pesquisadores que revelam antigo documento do Vaticano contendo profecia de São Malaquias revelando que o Papa Francisco seria o último papa.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

O ESTADO NÃO É DONO DAS CRIANÇAS, DIZ REPRESENTANTE DO VATICANO NA ONU

Austin Ruse
NOVA IORQUE, EUA, 22 de maio (C-FAM) O Embaixador do Vaticano na ONU disse aos líderes da ONU na semana passada que “os filhos não pertencem ao Estado.”
O arcebispo Francis Chullikatt disse numa reunião de delegados da ONU e representantes de ONGs que estavam celebrando o Dia Internacional das Famílias que os filhos não pertencem “a nenhum grupo de interesse especial cujas agendas são de fato inimigas da própria existência das crianças. Pelo fato de que crianças são nosso futuro, como é que poderíamos ficar satisfeitos em deixar esse futuro para as pessoas que nem mesmo querem permitir que as crianças deem sua primeira respirada?”
Chullikatt está na batalha da ONU há anos e descobriu que os bebês em gestação são talvez a figura mais polêmica na sede da ONU.
Chullikatt presidiu um painel que incluía o arcebispo Vincenzo Paglia, presidente do Pontifício Concílio da Família, que estava nos Estados Unidos para planejar o que poderá ser a primeira viagem do Papa Francisco aos Estados Unidos no ano próximo para o Encontro Mundial de Famílias que ocorrerá na Filadélfia.
Paglia também tinha palavras fortes sobre as questões de vida e família. Várias vezes numa conversa de vinte minutos ele se referiu à importância de “homem e mulher” e “pais e filhos” na definição da família.
Ele disse “a família não só ‘importa,’ mas além disso está no próprio cento do desenvolvimento humano, indispensável e insubstituível, e ao mesmo tempo bela e acolhedora.”
A celebração do Dia Internacional das Famílias chega durante as acaloradas negociações permanentes para substituir as Metas de Desenvolvimento do Milênio pelas Metas de Desenvolvimento Sustentável que serão um conjunto de conclusões de consenso ao qual os governos se comprometerão com tempo e recursos. Como com as MDMs que já estão desaparecendo, as MDSs podem ou não podem conter linguagem favorável ao aborto. Tal linguagem foi repetidamente rejeitada nas MDMs e uma guerra de vários anos em várias frentes com ativistas pró-aborto insistindo que a linguagem de aborto aparecesse no novo documento marcado para entrar em vigor em 2015.
Paglia citou a recente fala que o Papa Francisco deu para líderes da ONU em Roma: “… a vida humana é sagrada e inviolável desde a concepção até seu fim natural…” Ele citou as críticas do papa à “economia de exclusão,” uma “cultura indiferente” e uma “cultura de morte,” tudo se referindo ao aborto.
A americana Donna Bethell, presidente da diretoria da Faculdade Christendom na Virgínia, disse aos delegados, “…os regimes totalitários da esquerda sempre tentaram cooptar o papel dos pais para influenciar a educação e formação de seus filhos. Eles querem que as famílias produzam mais comunistinhas e fascistinhas.” Bethell pediu “contra-ataque, para reunir todas as forças disponíveis para restabelecer a unidade indispensável da família fundada no casamento como norma da sociedade.”
Outros palestrantes incluíam um diplomata muçulmano e um líder judeu, ambos dos quais falaram a favor da família tradicional e contra as campanhas para manipular a família para se encaixar nas atuais tendências ideológicas.
O fato de que a ONU agora chama o Dia Internacional das Famílias mostra como o tópico é polêmico. “Famílias” geralmente é usada pela esquerda política para incluir uma definição ampla, enquanto “família” é usada pelos conservadores para realçar uma definição mais tradicional. O debate da ONU é, afinal, sobre ideias, mas também palavras e como elas são usadas.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:

domingo, 5 de janeiro de 2014

O ANTICRISTO ESTÁ ESCONDIDO NA HISTÓRIA DOS EUA?

Desde sua fundação, afirma o escritor Thomas Horn, os Estados Unidos têm sido manipulados para seguir uma meta: construir uma sociedade ocultista que um dia dará as boas vindas ao espírito e pessoa do Anticristo.
Numa entrevista exclusiva para Sid Roth do programa “It’s Supernatural!” (É Sobrenatural) — que agora é exibido semanalmente na TV WND —, Horn explica que maçons de nível elevado entre os fundadores dos Estados Unidos buscaram entrelaçar modelos e símbolos no governo, arquitetura e até na própria moeda dos EUA, refletindo os antigos deuses do Egito.
Você sabia, indica Horn, que o modelo de uma cúpula de frente para um obelisco — tal como dá para se ver no Vaticano ou em Washington, D.C., onde o Capitólio dos EUA está de frente para o Monumento de Washington — simboliza a Ísis grávida e o Osíris fálico da mitologia egípcia?
Ou que os gregos adotaram Osíris como seu deus Apolo, que tem origem no termo “Apolião,” que os leitores do Novo Testamento se referem ao Anticristo?
Ou que a Biblioteca do Congresso registra que Thomas Jefferson especificamente rejeitou vários planos para construir o Capitólio dos EUA, exigindo em vez disso que fosse modelado de acordo com a antiga arquitetura do ocultismo?
Horn é o autor de vários livros que ajudam os leitores a compreender os símbolos e profecias que apontam para os tempos finais, inclusive “Apollyon Rising 2012” (O Surgimento de Apolião 2012) e sua entrevista para Roth toca no calendário maia, na Marca da Besta, na vinda do Anticristo e até mesmo na volta dos misteriosos nefilins da Bíblia por meio de DNA moderno.
Horn é também o autor do livro “Petrus Romanus: The Final Pope Is Here” (Petrus Romanus: O Último Papa Está Aqui).
Por mais de 800 anos estudiosos vêm apontando para o presságio sombrio do “último papa.” A profecia, extraída da “Profecia dos Papas” de São Malaquias, está no meio de uma lista de versos que predizem cada um dos papas católicos romanos desde o Papa Celestino II até o último papa, “Pedro Romano,” cujo reinado terminaria com a destruição de Roma.
A tradição diz que Malaquias havia sido chamado a Roma pelo Papa Inocente II, e enquanto estava ali, ele experimentou uma visão dos papas do futuro, inclusive o último. Ele escreveu a visão numa séria de frases enigmáticas.
Ainda de acordo com a profecia, o atual Bispo de Roma, Papa Francisco, deverá ser o último pontífice — Petrus Romanus, ou Pedro Romano.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: Antichrist hidden in America’s history?
Leitura recomendada:

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

SARAH PALIN DIZ QUE ESTÁ ESPANTADA COM A "AGENDA ESQUERDISTA" DO PAPA FRANCISCO

Sarah Palin revelou que está cética com relação à agenda “esquerdista” que está sendo promovida pelo novo papa, dizendo que ela sente que essa agenda tem influência da grande mídia.
Cética: Sarah Palin disse que estava espantada com a inclinação esquerdista das opiniões do Papa Francisco, mas disse que não confiará até ler sobre isso de fontes da mídia em que ela confia
“Estou como que tentando observar qual é agenda dele. Sabemos que ele se destacou com duas declarações na mídia, mas não sou de confiar na interpretação que a mídia faz da mensagem de alguém. Mas tenho lido por meio dos veículos de comunicação,” disse a ex-governadora do Alaska.
“Ele fez algumas declarações que para mim soam um tanto esquerdistas, estou espantada, me deixou de certa forma surpresa. A menos que eu examine profundamente o que ele está querendo dizer, e pesquise muito, não vou confiar no que ouço nos meios de comunicação,” disse ela durante uma entrevista à CNN.
O Papa Francisco tem ganhado louvores de todos depois de assumir como líder da Igreja Católica.
Além de mostrar seu lado compassivo abençoando um homem com uma doença rara e ceder ao desejo de um órfão brincalhão que roubou os holofotes dele durante uma missa pública, o papa também exortou os católicos a tirar o foco de questões polêmicas como casamento gay e aborto.

O papa do povo: Papa Francisco, visto aqui se encontrando com a estrela de futebol argentino Carlos Alberto Tevez na terça-feira, foi amplamente louvado por mostrar o lado moderno do papado e da Igreja Católica
Numa de suas primeiras entrevistas como papa, Francisco repreendeu a Igreja Católica por sua “obsessão” com certas questões inflexíveis [casamento gay e aborto], e embora essa mudança fosse bem aceita por muitos, alguns conservadores ficaram chocados com a mudança.
Ninguém deveria ficar surpreso que Palin é parte dos conservadores chocados, pois ela é campeã do movimento Tea Party, no qual muitos são contra o “casamento” gay e aborto legal.
Palin, que foi candidata a vice-presidente dos EUA, entrou no assunto de suas convicções religiosas enquanto estava promovendo seu recente livro sobre a “guerra contra o Natal.”
Ela disse que se considera uma cristã que “nasceu de novo,” mas não escolheu especificar uma denominação particular.
“Vou a uma igreja que crê na Bíblia lá na cidade de Wasilla,” disse ela.
Ela disse que o Alaska, onde ela vivia, teve uma parte importante na sua conversão religiosa que ocorreu no final de sua adolescência.
“Quando eu era menina, me lembro de olhar a beleza do Alaska. Lembro-me de um verão, num acampamento de verão, de olhar ao redor para as cadeias de montanhas e os lagos belos e essa criação e saber, mesmo como criança, uau, há algo maior do que nós aí,” disse ela a Jake Tapper da CNN.

Abrindo-se: Sarah Palin, ex-candidata republicana à vice-presidente, escreveu um livro sobre a ameaça ao Natal vinda de ateus e esquerdistas seculares
“Quem quer que tenha criado isso com certeza deve saber melhor do que eu como dirigir minha vida. Coloquei minha vida nas mãos de Deus naquele momento.”
“Lembro-me de invocar Deus e dizer: ‘Creio em ti’ pelo fato de que vejo Deus em tudo ao redor lá no Alaska. É realmente difícil de fugir disso.”
Ela recentemente tem dado entrevistas numa campanha para promover seu livro “'Good Tidings And Great Joy: Protecting The Heart Of Christmas” (Boas Novas e Grande Alegria: Protegendo o Coração do Natal).
Ela argumenta que os ateus e esquerdistas seculares estão ameaçando a existência do Natal.
“Precisamos proteger o coração do Natal, não permitir que alguns ateus com um advogado — um avarento — lhes diga que eles não podem celebrar,” argumentou ela.
Traduzido por Julio Severo do artigo do Daily Mail: Sarah Palin says she is taken aback by Pope Francis’ “liberal agenda”
Leitura recomendada:

domingo, 4 de agosto de 2013

ONDE FOI QUE O PAPA CEDEU AOS "GAYS"?


Exclusivo: Scott Lively diz que Francisco caiu na armadilha do sofisma da orientação sexual
Scott Lively
A Bíblia instrui que “Como um homem pensa no seu coração, assim é ele” (Provérbios 23:7). E avisa “E não vos amoldeis ao sistema deste mundo, mas sede transformados pela renovação das vossas mentes” (Romanos 12:2 KJA). Assim não existe tal coisa como um “cristão ladrão,” um “cristão adúltero,” ou um “cristão beberrão.” Há só cristãos cuja natureza terrena pende para esses e outros pecados da carne. A definição de quem somos não vem dos pecados que nos tentam. Não existe tal coisa como “cristão gay.” Essa noção é antibíblica.
O conceito de “cristãos gays” tem origem na teoria da orientação sexual, uma invenção ideológica do movimento homossexual com o objetivo de avançar a ideia de que a homossexualidade é “imutável,” o que significa que não dá para mudar. Esse conceito foi adotado como uma estratégia legal e política do movimento homossexual dos EUA na década de 1980 para tentar fazer a homossexualidade parecer satisfazer aos requisitos das leis de direitos civis. As decisões do Supremo Tribunal dos EUA naquela época exigiam que os membros de um grupo tivessem “características imutáveis” para se qualificarem para a condição de minoria sob as leis de direitos civis.
Graças ao juiz homossexualista Anthony Kennedy, que escreveu quatro das últimas cinco opiniões relativas à homossexualidade, os “gays” não mais precisam provar isso. Mas a teoria de orientação sexual acabou se tornando uma “bênção” para a agenda gay de inúmeras maneiras, de modo que continua a ser defendida. De forma mais precisa, essa teoria serve como uma suposição não declarada que não foi contestada. Essa suposição está na base de todos os argumentos “gays.”
Até recentemente, a igreja não havia adotado a teoria da orientação sexual, mas sempre distinguia a conduta da identidade pessoal. “Ame o pecador, odeie o pecado,” é o resumo mais reconhecível dessa ideia. Mas na década passada, um número crescente de ex-pastores e igrejas, que no passado estavam centrados na Bíblia, vêm mudando sua teologia para se adaptar às pressuposições da orientação sexual: a “identidade gay” vem desde o nascimento, “ser gay” equivale a ser negro, “ser gay” é o jeito que Deus criou algumas pessoas para ser, etc. Os membros do tão chamado Movimento da Igreja Emergente são os principais culpados dessa tendência, mas está se espalhando rápido.
Nesta semana, o Papa Francisco parece ter, pelo menos em parte, sutilmente adotado a teoria da orientação sexual em seus comentários sobre a homossexualidade na Igreja Católica. Ele disse:
“Penso que quando encontramos uma pessoa gay, temos de fazer a diferença entre o fato de uma pessoa ser gay e o fato de um lobby, pois os lobbies não são bons. Eles são maus. Se uma pessoa é gay e busca o Senhor e tem boa vontade, quem sou eu para julgar essa pessoa? O Catecismo da Igreja Católica explica esse ponto de forma bela, mas diz, espere um momento, como diz? Diz que essas pessoas nunca devem ser marginalizadas e que ‘devem ser integradas na sociedade.’”
Fica claro que o Papa Francisco NÃO está apoiando a conduta homossexual como muitos na mídia esquerdista afirmaram de modo desonesto. Ele defende o Catecismo Católico, que é explícito nesse ponto.
Minha preocupação é com o uso que ele fez das frases “uma pessoa gay” e “o fato dessa pessoa ser gay.” Dizer “uma pessoa gay,” em vez de “uma pessoa que luta contra a tentação homossexual,” ou “uma pessoa que se define como homossexual” é de cara uma grande concessão à teoria da orientação sexual quando é usada por um líder de igreja ao se referir aos cristãos.
Além disso, no contexto da sentença, indica uma suavização da política da igreja de que aqueles que têm uma profunda identidade homossexual, ainda que celibatários, são indignos do sacerdócio. O documento de 2005 “Instruções sobre os Critérios para o Discernimento da Vocação com relação a Pessoas com Tendências Homossexuais em vista de seu Ingresso no Seminário e nas Ordens Santas” proíbe “aqueles que praticam a homossexualidade, apresentam tendências homossexuais profundas ou apoiam a tão chamada ‘cultura gay.’”
O que é a “cultura gay” se não a associação de pessoas com base numa auto-identificação em comum como “gays”? O Papa Francisco, intencionalmente ou não, reconheceu a cultura “gay” com sua terminologia, ainda que lamentando (e implicitamente confirmando a existência de) um “lobby gay” dentro do Vaticano.
Se o papa admitiu que a homossexualidade é uma base aceitável para a auto-identificação, isso indica que ele está disposto a integrar no sacerdócio pessoas que se definem por seu pecado, em vez de como pecadores lavados e transformados pelo sangue de Cristo. Quando a identificação com o pecado é uma base do tempo presente para a sua identidade, você permanece, sem arrependimento, numa vida que não foi não lavada e transformada. Isso é muito perigoso para os próprios padres, e virtualmente garante que na comunidade da igreja o “lobby gay” continuará.
De toda a cobertura da mídia secular sobre esse caso, penso que o Wall Street Journal foi o mais preciso. Disse num artigo com o título talvez exagerado “Papa Sinaliza Abertura para Padres Gays” que “o Papa Francisco reafirmou o ensino da igreja ao se referir aos atos homossexuais como pecado. Mas ele utilizou sua formidável posição de visibilidade para mudar o tom de como a igreja vê a orientação homossexual em suas mais elevadas fileiras.” Aliás, o problema é ver uma “orientação.”
A reportagem também citou o cardeal Dolan de Nova Iorque que disse: “Minha preocupação é que estamos apoiando o vocabulário de que a pessoa é sua identidade sexual, e eu não concordo com isso e a igreja também não concorda.” Dolan obviamente compreende o que o Papa Francisco aparentemente não entende. A frase de Dolan “…e a igreja também não concorda” me parece uma tentativa de redução de danos por parte de um homem que reconhece os perigos da ideologia da orientação sexual se infiltrando na igreja.
É possível que o Papa Francisco não tivesse a intenção de transmitir o que sua terminologia insinuou. Compreendo melhor do que a maioria como nossos comentários espontâneos às vezes indicam coisas que realmente não temos a intenção de dizer. Mas no total contexto de suas declarações naquele dia, e no contexto ainda maior de sua natureza e estilo tolerantes e compassivos que são tão admiráveis no geral, temo que ele possa ter caído (como um número crescente de líderes evangélicos) na armadilha do sofisma sutil da teoria da orientação sexual.
Espero que eu esteja errado. Serei o primeiro a aplaudir se o Papa Francisco mostrar claramente que não reconhece a homossexualidade como uma base legítima para auto-identificação. Nesta altura, porém, a evidência aponta para o outro lado.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: Where the pope gave ground on “gays”
Leitura recomendada:
Outros artigos do Dr. Scott Lively:


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Aborto diga não!

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1999 - Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

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Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias.

Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

Fonte:www.apocalink.blogspot.com