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sábado, 7 de dezembro de 2013

EX-OFFICIAL SAYS FBI CAN SECRETLY ACTIVATE AN INDIVIDUAL’S WEBCAM WITHOUT THE INDICATOR LIGHT TURNING ON

The FBI Can Secretly Activate an Individuals Webcam Without the Indicator Light Turning On
The FBI can secretly activate a computer’s webcam to spy on an individual without turning on the indicator light, a former official revealed to the Washington Post in an article published Friday.
According to the Washington Post’s account of what Marcus Thomas — former assistant director of the FBI’s Operational Technology Division in Quantico — said, “The FBI has been able to covertly activate a computer’s camera — without triggering the light that lets users know it is recording — for several years, and has used that technique mainly in terrorism cases or the most serious criminal investigations.”
“Because of encryption and because targets are increasingly using mobile devices, law enforcement is realizing that more and more they’re going to have to be on the device — or in the cloud,” Thomas added, in reference to remote storage services. “There’s the realization out there that they’re going to have to use these types of tools more and more.”
TheBlaze has previously reported on hackers using remote access tools to activate an individual’s webcam and spy on them.
This post has been updated to reflect that Thomas is an ex-FBI official.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

A INVERSÃO DE SIGNIFICADO DO CASO EDWARD SNOWDEN

Donald Hank
Antigamente a espionagem remetia a um espião ou traidor entregando segredos nocivos a um inimigo. Mas isso mudou desde 1971, principalmente no regime Obama. Agora a espionagem ocorre quando alguém diz a verdade sobre condutas escandalosas e inconstitucionais do governo dos EUA.
A maioria dos americanos ainda associa a idéia de informantes ilegais ou espiões a pessoas como os Rosenbergs, que vazaram segredos nucleares para os soviéticos. Aliás, os artigos sobre espiões famosos publicados antes da década de 1970 mostram que, nos casos mais conhecidos, eles estavam trabalhando para os soviéticos.
Portanto, antes da década de 70, um espião era geralmente visto como uma pessoa que entregava segredos (quase sempre militares) a um inimigo, de quem se esperava que os utilizasse para prejudicar os EUA, e cujo dano estimado e potencial era geralmente de natureza militar.
A partir do caso de Daniel Ellsberg em 1971, a definição não oficial de “espionagem” e “espião” começou a mudar subliminarmente na mente dos americanos, junto com a definição não oficial de “inimigo”, alinhada à entrega do status de Nação Mais Favorecida à China. Em termos mais amplos, a mudança poderia ser descrita como um afastamento da liberdade em direção à tirania estatal.
Dos dez informantes acusados com base na Lei de Espionagem, nenhum foi acusado de trabalhar para a União Soviética, e apenas um, Bradley Manning, foi acusado de vazar informações que podem ter comprometido a segurança de militares americanos e aliados, e um, Jeffrey Sterling, teria vazado informações sobre planos dos EUA de sabotar o programa nuclear iraniano, o que poderia talvez ter permitido aos iranianos desenvolver uma arma nuclear mais cedo. Esses dois talvez possam ter comprometido nossa segurança.
Os outros, no entanto, revelaram detalhes classificados, na maioria dos casos para repórteres, que em outros tempos o público americano se sentiria no direito de saber.
Ellsberg, por exemplo, foi acusado em 1971 de vazar documentos detalhando a participação dos EUA na Guerra do Vietnã. É possível imaginar um povo livre sem poder saber os detalhes da participação de sua nação em uma guerra? Ainda mais se puder haver algo questionável sobre essa participação?
O funcionário da Agência de Segurança Nacional americana (NSA) foi acusado em 2010 de vazar detalhes para a agência Baltimore Sun sobre o que considerou uma bisbilhotagem ilegal da população pelo governo Obama.
 O funcionário da CIA John Kiriakou foi acusado em 2012 de vazar detalhes sobre tortura da simulação de afogamento (waterboarding) à ABC News. Qualquer dano à nossa segurança resultante desse vazamento seria mínima ou imaginária.
Como esses exemplos mostram, o público está sofrendo uma lenta lavagem cerebral do governo para aceitar uma nova definição de “espionagem”, que se afastou gradualmente de “fornecer informações militares a um inimigo” para “divulgar informações sobre transgressões governamentais ao público americano”. Para explicar de forma mais clara possível: O termo “espião” recentemente definido dá ao público americano a informação de que o governo acredita que seus segredos não devem ser revelados, não porque o conhecimento deles pode prejudicar os cidadãos americanos, mas porque esses segredos podem, com razão, fazer com que o púbico veja o governo com maus olhos e queira mudá-lo. Em outros tempos, o desejo de mudar um governo mau ou tirânico era protegido, e as leis de espionagem não tentavam criminalizar quem quer que fosse por acender esse desejo por meio do vazamento de informações que revelavam injustiças do governo.
Muitos americanos aceitaram essa nova definição não oficial perigosamente deformada, aparentemente sem sequer perceber a mudança.
Mesmo comentaristas geralmente vistos como “conservadores” como Barry Farber, por exemplo, não foram capazes de ver a mudança de paradigma, ou seja, a mudança na definição de espionagem, e colocam no mesmo patamar pessoas como Snowden, um homem que agiu ilegalmente por uma questão de consciência, com antigos espiões que trabalhavam para a União Soviética, a maioria dos quais o fazia por dinheiro e comprometia a segurança de americanos de maneira quantificável.
Snowden abandonou um emprego de US$ 17.000 mensais para revelar ao público as atividades ilegais do atual governo dos EUA, e não há provas de qualquer remuneração resultante disso.
Uma das acusações feitas contra Edward Snowden por pessoas que se consideram “conservadoras” está relacionada a uma perda de prestígio dos EUA. Assim, argumentam que graças à divulgação de Snowden da amplitude da espionagem exercida pelo governo Obama, os outros países podem deixar de ver os EUA como aquela “cidade brilhante sobre a colina”.
Muitos desses mesmos conservadores reclamaram em 2008 que os alemães em Berlim se aglomeraram para escutar Obama, vendo-o como um salvador sem investigar seu passado marxista.
Mas hoje, esses mesmos “conservadores” chamam Snowden de “traidor” porque teria supostamente maculado nossa reputação coletiva como nação, minando a confiança gratuita que tinham no nosso governo. Estão confundindo a reputação do escandaloso governo de Obama com a reputação da nação em si.
No entendimento deles, então, dizer a verdade sobre um governo fora da lei é equivalente à traição. A inversão de significado foi um sucesso.
No entanto, é razoável esperar que, como resultado indireto das revelações de Snowden, a mídia, antes relutante em criticar Obama, possa ser impelida por repórteres e governos estrangeiros a fazer seu trabalho.
Embora inicialmente vergonhoso, em algum momento essa pressão de jornalistas e governos estrangeiros pode forçar os jornalistas e o governo dos EUA a voltar a exercer sua função de quarto poder, em vez de servir de chamariz para os outros três. O presidente francês Hollande já demonstrou indignação com a intromissão da NSA em ligações telefônicas e e-mails envolvendo cidadãos franceses. A chanceler alemã Angela Merkel considerou “inaceitável”.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do American Daily Herald: DEFINITION DRIFT IN THE ED SNOWDEN CASE
Leitura recomendada:
Outros artigos de Don Hank:


sábado, 3 de dezembro de 2011

WIKILEAKS: GOVERNOS FAZEM ESPIONAGEM EM MASSA DE CELULARES E COMPUTADORES

O site Wikileaks divulgou nesta quinta-feira (1) um sistema de espionagem em massa realizado por governos de diversos países em telefones celulares, computadores e também nos perfis de redes sociais de seus cidadãos. A prática, diz o documento, é adotada por ao menos 25 nações (entre elas o Brasil) por intermédio de 160 empresas de inteligência.
Na prática, essa indústria [de espionagem] não é regulamentada. Agências de inteligências, forças militares e autoridades policiais podem, de forma silenciosa, em massa e secretamente, interceptar ligações e controlar computadores sem a ajuda ou conhecimento de empresas de telecomunicações. A localização física do usuário pode ser traçada se ele tiver um telefone celular, mesmo que o aparelho esteja em stand by”, afirma o documento do Wikileaks.
Esse vazamento foi chamado de projeto Spy Files (arquivos espiões) e, segundo o Wikileaks, mais informações serão publicadas sobre esse tipo de espionagem ainda nesta semana e também no próximo ano. O projeto fala ainda sobre a existência de muitas empresas que vendem equipamentos de espionagem em massa para agências de inteligência.
“Nos últimos dez anos, sistemas para espionagem indiscriminada em massa tornaram-se a regra. Empresas de inteligência como a VasTech vendem secretamente equipamentos que registram de forma permanente chamadas telefônicas de nações inteiras. Outras gravam a localização de cada telefone celular em uma cidade (...). Sistemas para infectar cada usuário do Facebook ou de smartphone de um grupo inteiro de pessoas estão no mercado de inteligência”, diz o documento do Wikileaks.
Fonte: UOL
Divulgação: www.juliosevero.com

sexta-feira, 4 de junho de 2010

QUE É MAPEAMENTO ESPIRITUAL? Será isso Bíblico?

Por Victor Lorenzo


Conforme vejo as coisas, o mapeamento espiritual combina pes­quisas, revelações divinas e evidências confirmatórias, provendo-nos informes completos e exatos acerca da identidade, das estratégias e dos métodos empregados pelas forças espirituais das trevas, a fim de influenciarem os habitantes e as igrejas de uma dada região.

Será isso Bíblico

Embora a Bíblia não use a nossa expressão contemporânea, "mapeamento espiritual", vemos que esse é um dos muitos procedi­mentos no processo da condução da guerra espiritual.
É bíblico es­tarmos conscientes dos "desígnios" de Satanás, conforme lemos em 2 Coríntios 2.11.
E o mapeamento espiritual tão-somente ajuda-nos a fazer isso.
Para mim é como dizer que as cruzadas de toda uma cidade são bíblicas por serem um meio de realizarmos evangelismo bíblico, ou que a Escola Dominical é um meio bíblico legítimo de nutrir espiritualmente os crentes, embora essas coisas nunca sejam mencionadas nas Escrituras.

O mapeamento espiritual é como as forças de espionagem de um exército. Por meio dele, vamos até atrás das linhas do inimigo, a fim de compreendermos os planos e as fortificações do inimigo. Assim, fazemos, conforme disse Kjell Sjöberg, no quarto capítulo, "espiona­gem espiritual".
Vemos no Antigo Testamento um modelo de conquista de cida­des, por meio das experiências do povo de Israel. Os israelitas primei­ramente enviaram espias para aquilatar as forças adversárias.
No capítulo treze de Números, para exemplificar, achamos os israelitas em posição de entrarem na Terra Prometida.
Moisés enviou até ali doze espias. Eles foram munidos da autoridade de Moisés e de Deus. Eles receberam instruções claras acerca daquilo que deveriam inves­tigar. E eles voltaram com as informações, juntamente com um relató­rio negativo, segundo a opinião da maioria.
Resultado? Quarenta anos de perambulação pelo deserto!
E, então, no capítulo segundo do livro de Josué, os israelitas rece­beram outra oportunidade de entrar na Terra Prometida. Dessa vez, Josué enviou dois espias. Eles receberam autoridade. Receberam ins­truções claras. Colheram as informações da parte de um dos mem­bros do acampamento inimigo, Raabe. E trouxeram de volta as suas informações, sem o acompanhamento de qualquer opinião pessoal.
Resultado? A conquista da cidade de Jericó!
No sétimo capítulo do livro de Josué, lemos que os israelitas esta­vam prestes a conquistar a cidade de Ai. Eles também enviaram es­pias, mas dessa vez havia pecado no acampamento de Israel. Confor­me Cindy Jacobs diria, eles "tinham buracos em suas armaduras".
Foram enviados em um momento errado, deixaram-se enganar e trouxeram de volta um relatório defeituoso.
Resultado? Os israelitas fo­ram derrotados!
Com base nessas e em outras passagens, tracei diversos princí­pios a respeito do mapeamento espiritual, os quais, conforme creio, são princípios bíblicos, a saber:

1. Precisamos alicerçar o nosso ministério sobre a Palavra de Deus e a sua revelação.
2. Precisamos ter a certeza de que estamos vivendo em santidade, antes de partirmos.
3. Precisamos ser enviados por Deus no tempo certo e com a sua autoridade.
4. Precisamos efetuar a nossa pesquisa de acordo com as instru­ções que nos são dadas na Bíblia.
5. Precisamos dar relatório sem opiniões pessoais ou preconceitos.
6. Precisamos manter uma atitude de fé no poder de Deus.

UM NOVO DESAFIO: LA PLATA

Parcialmente, em resultado do ministério efetuado em Resistên­cia, a associação ministerial da cidade de La Plata convidou a Harvest Evangelism para efetuar um novo projeto de evangelismo de três anos, em associação com eles. Esperávamos que as lições aprendidas na cidade de Resistência nos ajudariam a fazer um trabalho ainda melhor em La Plata.
Para nós, a cidade de Resistência era como um laboratório expe­rimental onde, sob condições incomumente estressantes, poderíamos submeter a teste de campo cada aspecto do nosso plano. Nosso labo­ratório acabou mostrando-nos tanto pontos fortes quanto pontos fra­cos.
Uma coisa que pudemos aprender foi que o sucesso de qualquer plano dessa ordem depende da atitude dos pastores da cidade e da disposição das igrejas para se atirarem a tal projeto.
Pudemos con­cluir que a falta de penetração em uma cidade, apesar do uso eficaz da evangelização, tem um relacionamento direto com a condição espi­ritual das igrejas.
Em La Plata, queríamos repetir aquilo que tínhamos feito em Resistência e, ao mesmo tempo, evitar o que tinha saído errado.
Acreditamos que os resultados permanentes de qualquer esforço evangelístico em toda uma cidade dependem, em proporção direta, do sucesso das batalhas espirituais em que os crentes se tiverem empenhado naquela cidade.
Ao mesmo tempo, a vitória final depen­derá da rigidez espiritual interna das igrejas.
Para que as igrejas sejam saudáveis, os pastores e outros líderes evangélicos precisam enfrentar com honestidade quaisquer condições pecaminosas que possam dar margem à atuação do diabo.
As igrejas precisam apren­der a usar as armas espirituais que o Senhor deu à sua Igreja.
Os crentes precisam rejeitar qualquer forma ou aparência de rebeldia, contenda e divisão.
Após três anos intensos de trabalho em Resistência, vimos mui­tos sinais e maravilhas, vimos uma cidade abrir-se para a pregação do evangelho de Cristo, vimos bastante melhoria social, e nós mesmos passamos a ser melhor considerados aos olhos dos incrédulos.
Por outra parte, não conseguimos curar as feridas causadas pela amargu­ra, entre todos os pastores.
Por conseguinte, embora a unidade das igrejas tenha melhorado consideravelmente, isso não tinha satisfeito plenamente os desejos do coração de Deus.
Alguns líderes não de­monstraram a coragem de declarar-se abertamente contra as fortale­zas que o inimigo havia implantado entre as igrejas.
Em resultado dis­so, as igrejas tornaram-se mais vulneráveis aos ataques espirituais do que era necessário que fosse, e o projeto não se mostrou tão bem-sucedido conforme nós havíamos esperado que fosse.
A guisa de nota de rodapé, estamos agradecidos que, enquanto estamos escrevendo, a situação melhorou enormemente, e que o Cor­po de Cristo, em Resistência, finalmente está chegando a um estado de unidade espiritual.
Se isso tivesse acontecido, digamos, dois ou três anos antes, sentimos que teríamos podido ver muito mais fruto perma­nente do que realmente vimos.
Não obstante, o aumento de 102% no número de pessoas que freqüentam a nossa igreja tem sido alentador.

Fonte: Destruindo as Fortalezas, Cap. 7 - C.Peter Wagner
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Fonte:www.apocalink.blogspot.com