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domingo, 9 de junho de 2013

BÍBLIA TORNA-SE BEST-SELLER NA SECULARIZADA NORUEGA

Talvez não causasse surpresa em algum país onde o cristianismo evangélico mais cresce, mas esperar que numa secularizada, paganizada e moderna Noruega a Bíblia se tornasse no best-seller Nº 1, seria algo de impensável...mas essa é a inesperada realidade: uma nova versão actualizada da Bíblia na língua norueguesa está- se tornando tão popular que até destronou o best-seller mundial "As 50 sombras de Grey".
O súbito e inesperado interesse pela Palavra de Deus também subiu aos palcos, com uma peça teatral de 6 horas denominada"Bibelen" - palavra norueguesa para Bíblia - a conseguir atrair 16.000 pessoas num espaço de 3 meses, numa maratona teatral que terminou nestes últimos dias num dos teatros mais famosos da Noruega.
Alguns responsáveis da Igreja Luterana (Igreja do estado) chegaram quase ao ponto de chamar "avivamento" a esta inusitada "viragem", vendo mesmo assim este recente interesse pela Bíblia como uma prova de que ela ainda se faz ecoar num país onde apenas um por cento dos 5 milhões de habitantes assistem regularmente aos cultos religiosos.
"Os pensamentos e as imagens da Bíblia ainda têm um impacto sobre a forma como experimentamos a realidade," - afirmou Karl Ove Knausgaard, um dos vários famosos autores noruegueses convidados para participar na tradução.
Há no entanto estudiosos que não se deixam surpreender com o sucesso da peça teatral ou da nova tradução da Bíblia, alegando que a fé é um assunto íntimo pessoal nesta nação de taciturnos escandinavos que habitualmente se afastam da vida citadina de forma a passarem as férias em propriedades remotas na solidão das montanhas, fiordes e florestas.
"A frequência aos cultos nas igrejas é uma medida irrealista do estado da fé nos noruegueses," - afirmou o Dr. Thorgeir Kolshus, pós-doutorado pela Universidade de Oslo, acrescentando: "Para os noruegueses a religião é um assunto do foro íntimo."
Este interesse pela Bíblia também pode ter a ver com a forte presença de imigrantes no país, cerca de 258.000 nestes últimos 6 anos, sendo que sessenta por cento se identificam como cristãos. Os restantes são muçulmanos, budistas e hindus.
Para Anne Veiteberg, presidente da Sociedade Bíblica da Noruega, o interessante é que"agora que estamos face a face com outros credos, os noruegueses começam a ganhar um maior interesse na sua própria fé."
Tendo vendido quase 160.000 cópias, esta nova versão simplificada da Bíblia tornou-se no livro mais vendido na Noruega durante todo o ano de 2012.



domingo, 24 de fevereiro de 2013

CIENTISTAS REVELAM “CÓDIGO DA VIDA” ENCONTRADO EM GÊNESIS


Embora diferentes “códigos da Bíblia” tenham sido revelados no passado, o cientista britânico Gordon Rugg, da Universidade Keele e o americano David Musgrave, da Universidade Amridge, criou o programa Search Analyzer, que faz análise de textos.
Ao submeterem o livro de Gênesis, da Bíblia, disseram ser possível visualizar um “padrão escondido” no texto milenar. O software coloca o texto completo como uma grade. Cada quadrado representa uma palavra e as palavras procuradas aparecerão em quadrados coloridos.
Eles apresentaram sua pesquisa durante a reunião da Associação de Escolas de Pesquisa Oriental, em Chicago. Rugg explicou: “Nosso novo método para visualizar textos permite que um livro inteiro seja comtemplado em apenas uma página A4, permitindo que os padrões sejam vistos facilmente. Trata-se de uma forma simples e rápida para que pesquisadores identifiquem padrões, ou vejam quando são pistas falsas, uma informação importante para quem lida com textos grandes”.
Como exemplo, os pesquisadores resolveram mostrar o que ocorrer quando se busca pelas palavras “vida” e “morte” no Livro do Gênesis. Ficou evidente o chamado escalonamento de termos, que faz uma espécie de “sanduíche”, colocando um tema entre duas menções de outro tema.
Trata-se de uma estrutura conhecida de retórica, a mesma técnica é muito usada pela imprensa, quando más notícias são intercaladas entre duas notícias boas, criando uma sensação de otimismo em meio às crises.
Essa nova análise do Gênesis mostrou que há o escalonamento das palavras-chaves “vida” e “morte”. Os versos que iniciam e fecham as divisões principais de Gênesis possuem menções frequentes à vida, enquanto a morte somente pode ser encontrada nos versículos centrais.
“A estruturação dos termos vida e a morte em Gênesis é que não nunca foi estudado antes”, enfatiza o professor Rugg, que leciona Computação e Matemática. “Achamos um padrão literário sendo usado de uma maneira que nunca foi comprovado antes. Não estamos falando de códigos secretos ou conspirações, mas são algumas imagens marcantes… Por que isso foi feito milhares de anos atrás permanece um mistério, embora possivelmente o padrão seja para ‘suavizar’ as mensagens de morte, dando à ‘vida’ um impacto maior,” acredita Rugg.
Para comprovar que não é uma fórmula aleatória, ao serem usados outros termos, o software não encontrou nada parecido. Mas há várias implicações. Eles pesquisaram as palavras “homem” e “mulher”, e concluíram que o feminino aparece predominantemente na primeira parte do Gênesis e raramente na segunda metade.
Outro termo, “gerou”, comprova algo que os teólogos afirmam há muito tempo: os evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João espelham os temas e as estruturas do Antigo Testamento. Quando aplicada, a busca por “gerou” mostra um padrão impressionante na primeira parte de Gênesis, espelhando o que foi encontrado na primeira parte do evangelho de Mateus.
Os interessados podem visualizar essa ferramenta de buscas de textos no endereço www.searchvisualizer.com. Com informações Live Science.
FONTE: http://noticias.gospelprime.com.br/codigo-da-vida-genesis/

domingo, 3 de fevereiro de 2013

FORMAS ERRADAS E CORRETAS DE LER A BÍBLIA - OS MEIOS DA GRAÇA



No artigo “Transformando sua Leitura da Bíblia”, Dane Ortlund aponta 6 formas incorretas de se ler a Bíblia e o resultado de cada uma:
A Abordagem Mina de Ouro – ler a Bíblia como uma mina vasta, cavernosa e sombria, onde ocasionalmente tropeça-se em uma pedra de inspiração. Resultado: leitura confusa.
A Abordagem Heróica – ler a Bíblia como um hall da fama moral que dá um exemplo após outro de gigantes espirituais que devem ser imitados. Resultado: leitura desesperadora.
A Abordagem das Regras – ler a Bíblia procurando mandamentos para obedecer a fim de sutilmente reforçar um sentimento de superioridade pessoal. Resultado: leitura farisaica.
A Abordagem Artefato – ler a Bíblia como um documento antigo sobre eventos no Oriente Médio há algumas centenas de anos que são irrelevantes para minha vida hoje. Resultado: leitura chata.
A Abordagem Manual de Instruções – ler a Bíblia como um mapa que me diz onde trabalhar, com quem casar e que xampu usar. Resultado: leitura ansiosa.
A Abordagem Doutrinária – ler a Bíblia como um repositório teológico para sacar munição para meu próximo debate teológico na Starbucks. Resultado: leitura fria.
Apesar de haver algo de verdade em cada abordagem acima, sozinhas elas são insuficientes. Contudo, provavelmente, a abordagem mais comum em nossos dias é a abordagem autoajuda. J.I. Packer em “Lendo a Bíblia Corretamente” nos alerta:
A verdade é que muitos de nós têm perdido a capacidade de ler a Bíblia. [...] Quando você toma qualquer outro livro, trata-o como uma unidade. Você procura o enredo ou a linha principal do argumento e o segue até o fim. [...] Mas, quando se trata das Escrituras Sagradas, nosso comportamento é diferente. Em primeiro lugar não estamos habituados a tratá-las como um livro, uma unidade, de modo algum, mas simplesmente como uma coleção de provérbios e histórias separadas. Nós supomos, antes de olhar para os textos, que o conteúdo deles (ou, pelo menos, dos que nos afetam) é uma advertência moral ou conforto para os que estão em tribulação.
Portanto os lemos (quando lemos) em pequenas doses, só alguns versículos de cada vez. Não atravessamos um livro todo, muito menos os dois Testamentos como um todo… O resultado é que nunca conseguimos ler a Bíblia. Presumimos que estamos manejando as Escrituras Sagradas de maneira verdadeiramente religiosa; mas na verdade nosso uso delas é bastante supersticioso…
Packer nos mostra que a consequência de não entender a Bíblia como um todo é uma leitura supersticiosa. Logo, parte da forma de ler a Bíblia corretamente está em lê-la como uma unidade apontando para Cristo. Ortlund comenta:
Em um debate teológico com os PhDs religiosos de sua época, Jesus afirmou àqueles que alegavam ter Moisés como patriarca: “Se vocês cressem em Moisés, creriam em mim, pois ele escreveu a meu respeito” (João 5.46). É assim que você lê o Antigo Testamento?
A teologia bíblica molda nossa leitura da Bíblia ao alinhá-la à leitura do próprio Jesus – a saber, a leitura da Palavra de Deus como boas novas historicamente fundamentadas a respeito da graça de Deus através do Filho de Deus para o povo de Deus, para a glória de Deus.
[...] A Bíblia é o relato autobiográfico de Deus da sua missão pessoal de resgate para restaurar um mundo perdido por meio de seu Filho. Cada verso contribui com essa mensagem. A Bíblia não é discurso motivacional. É Boa Notícia.
Sendo assim, precisamos destruir o ídolo do ego para podermos contemplar a glória de Deus nas Escrituras. David Wells em “A Bíblia não é Autoajuda” falando sobre o assunto, diz:
[...] qual é a atitude certa? É dizer a si mesmo que você está ali para ouvir de Deus, não para ouvir a si mesmo. Você está ali para ser tratado, desafiado, e, sim, mesmo repreendido por Deus, através da verdade de sua Palavra.
[...] Deus, portanto, não está lá para nosso uso quando precisamos dele; estamos aqui na Terra para que ele nos use. Ele não está lá para nosso benefício como se ele fosse um produto; nós estamos aqui para seu serviço.
E você já percebeu que aqueles na Escritura que mais o serviram, mais sofreram fielmente, foram mais atribulados, e foram mortos? Querer conhecer a Deus é um negócio arriscado, portanto esqueça a leitura da Escrita de maneira que você possa se sentir melhor sobre si mesmo. Cristo, como aprendemos em As Crônicas de Nárnia, não é um leão domesticado. No entanto, ele é bom.
Resumindo, não devemos ler a Bíblia de forma supersticiosa, como uma caixinha de bênção e promessas separadas do contexto geral. Sim, Deus nos dá muitas promessas e devemos prestar atenção a elas; mas se não colocarmos Deus como Deus, poderemos estar tentando usá-Lo para nosso benefício, no lugar de nos colocarmos como servos humildes.

COMO INTERPRETAR A BÍBLIA - PAUL WASHER


A Bíblia é um livro Espiritual que deve ser interpretado através da iluminação do Espírito Santo, mas ao mesmo tempo a Bíblia é um livro, e a única correta interpretação é aquela que concorda com sua gramática – o que está escrito. Por esta razão é importante que nós estejamos familiarizados com as regras ou princípios da interpretação. A ciência da Hermenêutica é o estudo desses princípios.
Hermenêutica é um assunto sério. A nossa interpretação da Bíblia irá determinar nossas crenças e essas crenças determinarão como pensamos e agimos. 
A seguir, estão 13 princípios que nós devemos seguir quando interpretamos a Bíblia:

1. A Bíblia é a autoridade absoluta. É impossível interpretar a Bíblia corretamente sem a convicção de que toda a Bíblia é a Palavra de Deus. Nós não temos o direito de rejeitar certas partes da Bíblia porque elas se opõem às nossas tradições, opiniões, ou estilos de vida.
2. O Espírito Santo é o melhor professor da Bíblia. O Senhor Jesus disse que enviaria o Espírito Santo para guiar a Igreja em toda a verdade (João 14:26; 16:13) e sem Sua iluminação é impossível entender a Bíblia (I Coríntios 2:14). Isso não significa que em “nome do Espírito Santo” temos o direito de desviar do que está escrito na Palavra ou acrescentar algo a ela. Apenas o que está escrito na Bíblia pode ser afirmado como doutrina. Nossos sentimentos e emoções têm pouco valor na formulação de uma fé bíblica.
3. A própria Bíblia é o seu melhor comentário. Quando nós não podemos entender a interpretação de uma parte da Bíblia ou queremos alargar nossa compreensão dela, nós devemos buscar explicações em outras referências Bíblicas.
4. A Bíblia não se contradiz: Portanto sempre deve haver harmonia em nossas interpretações de textos diferentes. Se nossa interpretação de um texto contradiz a interpretação de outro, então estamos errados.
5. Textos incertos [difíceis] devem ser interpretados através de textos claros [fáceis]. Aqueles textos que a interpretação não é muito clara devem ser interpretado à luz dos textos, que podem ser entendidos claramente.
6. A gramática determina a Interpretação. O texto ou verso que estamos estudando tem somente uma interpretação correta e é aquela na qual está de acordo com a gramática (o que está escrito). Mesmo se o texto possa ter várias aplicações, ele tem apenas uma interpretação correta e é aquela que está de acordo com o que está escrito.
7. O contexto é importante. A Bíblia é como um quebra-cabeça no qual é impossível interpretar somente uma peça sem um entendimento geral de todas as outras. Cada palavra deve ser interpretada no contexto da frase, cada frase no contexto do parágrafo, cada parágrafo no contexto do livro e cada livro no contexto da Bíblia inteira.
8. As palavras são importantes. Deus escolheu palavras para nos comunicar Sua palavra. Portanto é importante determinar o significado de cada palavra.
9. A interpretação simples é normalmente a melhor. A Bíblia não foi escrita para teólogos ou místicos, mas para o homem comum. Apesar de haver alegorias, metáforas e símbolos na Bíblia, devemos buscar a mais simples interpretação.
10 O Velho Testamento deve ser interpretado à luz do Novo. Para o Cristão, o Novo Testamento determina a aplicação do Velho Testamento em sua vida. Um bom exemplo é a doutrina do Espírito Santo. No Velho Testamento, Ele poderia ser retirado dos crentes (Sl. 51:11), mas no Novo, ele permanece eternamente com ele (João 14:16-17).
11. A interpretação não deve ir além da revelação das Escrituras. O que a Bíblia não explica nós devemos aceitar como um mistério. Se formos além “do que está escrito” corremos perigo de formar falsa doutrina.
12. O Objetivo é a exegese. A palavra exegese vem do verbo Grego exegeisthai [ ex=fora/ hegeisthai=conduzir ou guiar ]. Quando interpretamos as Escrituras devemos extrair o verdadeiro sentido do texto e a todo custo devemos evitar ler textos a qual eu acho que ele pode significar. Devemos evitar interpretar a Bíblia de acordo com nossas próprias presunções ou ideias preconcebidas. Nossas presunções são como óculos coloridos que destorcem nossa visão das Escrituras. Devemos nos esforçar para retirar nossos óculos e ver o texto como ele é. Esse é o maior trabalho do estudante da Bíblia.
13. Nossa interpretação pessoal deve ser comparada com a da Igreja. Nos últimos 2000 anos, teólogos dedicados, pastores e outros Cristãos estudaram as Escrituras. Devemos comparar nossas descobertas com a deles. Se nossa interpretação não é encontrada entre os dedicados Cristãos da história, possivelmente estamos errados. Não deveria haver “novas descobertas” na doutrina Cristã. Judas refere à fé Cristã com aquele que foi “de uma vez por todas” entregue aos santos (Judas 1:3). [1]

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

ATOR DENZEL WASHINGTON REVELA EXPERIÊNCIA COM O ESPÍRITO SANTO E HÁBITO DE LER A BÍBLIA DIARIAMENTE: “ISSO É O QUE TEM ME ABENÇOADO”


O ator Denzel Washington, 57 anos, vencedor do Oscar por duas vezes, declarou em recente entrevista que sua vida mudou após ter recebido o Espírito Santo.
Declaradamente evangélico, Washington afirmou à revista GQ que tem como hábito diário a leitura da Bíblia, e que isso o inspira a fazer a diferença. A entrevista do ator foi concedida durante o intervalo das filmagens de seu novo filme, “2 Guns” (ainda sem título oficial em português), em que contracena com o ator Mark Wahlberg. A entrevista foi reproduzida em parte pelo site Urban Christian News.
-Leio a Bíblia todos os dias, ela é minha palavra diária. Li algo muito legal ontem: “Nós não aspiramos só viver a vida, aspiramos fazer a diferença” – revelou o ator, que ficou conhecido por seus papéis em “Tempo de Glória” e “Dia de Treinamento”, que renderam a ele as estatuetas do Oscar, além de “Um Grito de Liberdade”, “Deja Vu”, “Um Anjo em Minha Vida” e mais recentemente, “O Sequestro do Metrô 123” e “O Livro de Eli”, entre outros, que somam 41 filmes no total.
Denzel Washington contou ainda que sua primeira experiência sobrenatural com a manifestação do Espírito Santo ocorreu há muito tempo atrás: “Foi há trinta anos, na igreja que eu ainda frequento. O pastor estava pregando: ‘Deixa fluir’. Eu disse, ‘vou deixar’, conta o ator, antes de descrever o momento: “Eu tive uma tremenda experiência física e espiritual. O que me assustou é que eu estava com a língua enrolada, chorando, suando. Minhas bochechas pareciam que iam explodir. Foi como uma limpeza. Foi algo muito intenso… Liguei para minha mãe, e ela disse que eu estava sendo cheio do Espírito Santo”.
Considerado um dos mais importantes atores de Hollywood atualmente, Denzel Washington ressaltou a importância da espiritualidade em seu sucesso profissional: “A espiritualidade é importante em todos os aspectos da minha vida. Quero dizer, é por isso que eu estou aqui. Isso é o que tem me abençoado”.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

sábado, 18 de agosto de 2012

BÍBLIA É USADA COMO ARMA POR ASSALTANTE DE ÔNIBUS

Um roubo bastante inusitado chamou a atenção dos moradores da cidade de Patos de Minas. Na noite da última terça-feira (14) um homem de 29 anos entrou em um ônibus coletivo fingindo que estava armado, mas na verdade estava com uma Bíblia escondida em baixo da blusa.
Ameaçando os passageiros com a suposta arma, o criminoso pediu para que todos descessem do ônibus e em seguida ordenou para que o motorista seguisse viagem para ajudar na fuga.
De acordo com o sargento Wadson Caixeta, do 15º Batalhão da PM, os passageiros desceram e avisaram a polícia sobre o assalto ao ônibus.
“Acompanhamos o ônibus pelo bairro Bela Vista até conseguir detê-lo. O homem roubou R$ 67 do caixa do ônibus e escondeu as notas dentro da Bíblia. Os passageiros disseram que ele pediu desculpas pelo incômodo e avisou que nada de errado aconteceria com eles”.
De acordo com o portal R7, a PM prendeu Renato Júnio Caetano em flagrante e ao levarem para a delegacia da Polícia Civil descobriram que ele já havia sido detido outras quatro vezes por ter cometido furtos e agressões.
FONTE: GOSPEL PRIME

sexta-feira, 4 de junho de 2010

QUE É MAPEAMENTO ESPIRITUAL? Será isso Bíblico?

Por Victor Lorenzo


Conforme vejo as coisas, o mapeamento espiritual combina pes­quisas, revelações divinas e evidências confirmatórias, provendo-nos informes completos e exatos acerca da identidade, das estratégias e dos métodos empregados pelas forças espirituais das trevas, a fim de influenciarem os habitantes e as igrejas de uma dada região.

Será isso Bíblico

Embora a Bíblia não use a nossa expressão contemporânea, "mapeamento espiritual", vemos que esse é um dos muitos procedi­mentos no processo da condução da guerra espiritual.
É bíblico es­tarmos conscientes dos "desígnios" de Satanás, conforme lemos em 2 Coríntios 2.11.
E o mapeamento espiritual tão-somente ajuda-nos a fazer isso.
Para mim é como dizer que as cruzadas de toda uma cidade são bíblicas por serem um meio de realizarmos evangelismo bíblico, ou que a Escola Dominical é um meio bíblico legítimo de nutrir espiritualmente os crentes, embora essas coisas nunca sejam mencionadas nas Escrituras.

O mapeamento espiritual é como as forças de espionagem de um exército. Por meio dele, vamos até atrás das linhas do inimigo, a fim de compreendermos os planos e as fortificações do inimigo. Assim, fazemos, conforme disse Kjell Sjöberg, no quarto capítulo, "espiona­gem espiritual".
Vemos no Antigo Testamento um modelo de conquista de cida­des, por meio das experiências do povo de Israel. Os israelitas primei­ramente enviaram espias para aquilatar as forças adversárias.
No capítulo treze de Números, para exemplificar, achamos os israelitas em posição de entrarem na Terra Prometida.
Moisés enviou até ali doze espias. Eles foram munidos da autoridade de Moisés e de Deus. Eles receberam instruções claras acerca daquilo que deveriam inves­tigar. E eles voltaram com as informações, juntamente com um relató­rio negativo, segundo a opinião da maioria.
Resultado? Quarenta anos de perambulação pelo deserto!
E, então, no capítulo segundo do livro de Josué, os israelitas rece­beram outra oportunidade de entrar na Terra Prometida. Dessa vez, Josué enviou dois espias. Eles receberam autoridade. Receberam ins­truções claras. Colheram as informações da parte de um dos mem­bros do acampamento inimigo, Raabe. E trouxeram de volta as suas informações, sem o acompanhamento de qualquer opinião pessoal.
Resultado? A conquista da cidade de Jericó!
No sétimo capítulo do livro de Josué, lemos que os israelitas esta­vam prestes a conquistar a cidade de Ai. Eles também enviaram es­pias, mas dessa vez havia pecado no acampamento de Israel. Confor­me Cindy Jacobs diria, eles "tinham buracos em suas armaduras".
Foram enviados em um momento errado, deixaram-se enganar e trouxeram de volta um relatório defeituoso.
Resultado? Os israelitas fo­ram derrotados!
Com base nessas e em outras passagens, tracei diversos princí­pios a respeito do mapeamento espiritual, os quais, conforme creio, são princípios bíblicos, a saber:

1. Precisamos alicerçar o nosso ministério sobre a Palavra de Deus e a sua revelação.
2. Precisamos ter a certeza de que estamos vivendo em santidade, antes de partirmos.
3. Precisamos ser enviados por Deus no tempo certo e com a sua autoridade.
4. Precisamos efetuar a nossa pesquisa de acordo com as instru­ções que nos são dadas na Bíblia.
5. Precisamos dar relatório sem opiniões pessoais ou preconceitos.
6. Precisamos manter uma atitude de fé no poder de Deus.

UM NOVO DESAFIO: LA PLATA

Parcialmente, em resultado do ministério efetuado em Resistên­cia, a associação ministerial da cidade de La Plata convidou a Harvest Evangelism para efetuar um novo projeto de evangelismo de três anos, em associação com eles. Esperávamos que as lições aprendidas na cidade de Resistência nos ajudariam a fazer um trabalho ainda melhor em La Plata.
Para nós, a cidade de Resistência era como um laboratório expe­rimental onde, sob condições incomumente estressantes, poderíamos submeter a teste de campo cada aspecto do nosso plano. Nosso labo­ratório acabou mostrando-nos tanto pontos fortes quanto pontos fra­cos.
Uma coisa que pudemos aprender foi que o sucesso de qualquer plano dessa ordem depende da atitude dos pastores da cidade e da disposição das igrejas para se atirarem a tal projeto.
Pudemos con­cluir que a falta de penetração em uma cidade, apesar do uso eficaz da evangelização, tem um relacionamento direto com a condição espi­ritual das igrejas.
Em La Plata, queríamos repetir aquilo que tínhamos feito em Resistência e, ao mesmo tempo, evitar o que tinha saído errado.
Acreditamos que os resultados permanentes de qualquer esforço evangelístico em toda uma cidade dependem, em proporção direta, do sucesso das batalhas espirituais em que os crentes se tiverem empenhado naquela cidade.
Ao mesmo tempo, a vitória final depen­derá da rigidez espiritual interna das igrejas.
Para que as igrejas sejam saudáveis, os pastores e outros líderes evangélicos precisam enfrentar com honestidade quaisquer condições pecaminosas que possam dar margem à atuação do diabo.
As igrejas precisam apren­der a usar as armas espirituais que o Senhor deu à sua Igreja.
Os crentes precisam rejeitar qualquer forma ou aparência de rebeldia, contenda e divisão.
Após três anos intensos de trabalho em Resistência, vimos mui­tos sinais e maravilhas, vimos uma cidade abrir-se para a pregação do evangelho de Cristo, vimos bastante melhoria social, e nós mesmos passamos a ser melhor considerados aos olhos dos incrédulos.
Por outra parte, não conseguimos curar as feridas causadas pela amargu­ra, entre todos os pastores.
Por conseguinte, embora a unidade das igrejas tenha melhorado consideravelmente, isso não tinha satisfeito plenamente os desejos do coração de Deus.
Alguns líderes não de­monstraram a coragem de declarar-se abertamente contra as fortale­zas que o inimigo havia implantado entre as igrejas.
Em resultado dis­so, as igrejas tornaram-se mais vulneráveis aos ataques espirituais do que era necessário que fosse, e o projeto não se mostrou tão bem-sucedido conforme nós havíamos esperado que fosse.
A guisa de nota de rodapé, estamos agradecidos que, enquanto estamos escrevendo, a situação melhorou enormemente, e que o Cor­po de Cristo, em Resistência, finalmente está chegando a um estado de unidade espiritual.
Se isso tivesse acontecido, digamos, dois ou três anos antes, sentimos que teríamos podido ver muito mais fruto perma­nente do que realmente vimos.
Não obstante, o aumento de 102% no número de pessoas que freqüentam a nossa igreja tem sido alentador.

Fonte: Destruindo as Fortalezas, Cap. 7 - C.Peter Wagner
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Aborto diga não!

Aborto diga não!
1999 - Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

LIBERDADE DE EXPRESSÃO

É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal.

Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX).

Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença".

Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias.

Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

Fonte:www.apocalink.blogspot.com