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sábado, 10 de dezembro de 2011

VATICANO SURPREENDE AO FAZER CONFERÊNCIA SOBRE TATUAGENS

A Múmia mais antiga do mundo foi encontrada em 1991, na Itália e data de 5.300 anos antes de Cristo, conservou-se congelada em um bloco de gelo e tinha tatuagens acompanhando toda a espinha dorsal, além de uma cruz numa das coxas e desenhos tribais por toda a perna. A segunda múmia mais antiga do mundo é de uma princesa egípcia que apresentava um grande espiral desenhado na barriga, região do baixo ventre, que alguns antropólogos relacionaram a possíveis rituais de fertilidade.
Outras múmias apresentaram tatuagens de conteúdo mágico ou médico. Em algumas delas, como na múmia de uma sacerdotisa de 2000 a.C. havia linhas horizontais e paralelas à altura do estômago, possivelmente para proteção contra gravidez ou doenças.


As múmias tatuadas do Egito antigo, cruzados que marcaram suas testas com cruzes e guerreiros Maori da Nova Zelândia foram assunto em uma conferência “incomum” realizada em uma universidade do Vaticano. O tema era o papel da tatuagem na formação da identidade.
“Soba a pela: identidade, símbolos e história de marcas permanente no corpo ” foi o título dado ao evento promovido por  uma associação cristã de artes e Mordechai Lewy,  embaixador de Israel junto à Santa Sé. Trata-se de um especialista improvável, considerando-se a secular proibição do judaísmo da tatuagem e o papel doloroso que os números tatuados tiveram durante o Holocausto.
O embaixador reconheceu o paradoxo, dizendo que a memória viva dos “números azuis da morte” aumentou muito a aversão judaica à tatuagem, algo que muitos rabinos ortodoxos proíbem porque altera o corpo humano, maculando a criação divina.
Lewy é um especialista respeitado nesta área e um crítico feroz do que ele chama da “comercialização” existente hoje de um aspecto importante da cultura, que se estende de Jerusalém até o Japão.
Tatuagens “podem simbolizar uma posição social, identificar afiliação étnica, indicar uma experiência de peregrinação religiosa ou um rito de passagem”, disse ele na conferência desta semana. “Também podem ser um sinal de rebelião ou diversidade”.
A conferência foi realizada na Pontifícia Universidade do Vaticano Urbaniana, ao lado da Praça de São Pedro. Entrará para a história pelo seu pioneirismo e os participantes se admiraram que o estudo da tatuagem é um campo relativamente novo de pesquisa acadêmica séria.
“Eu estava amedrontado”, disse Jane Caplan, historiador da Universidade de Oxford, que escreveu uma antologia sobre as tatuagens na história dos EUA e da Europa. “Parecia tão improvável”, organizar uma conferência sobre esse tema no Vaticano.
As apresentações abriram os olhos dos conferencistas sobre o amplo uso da tatuagem na história humana. Luc Renaut, da Universidade de Poitiers, falou sobre as tatuagens das múmias desenterradas no Egito. Elas provavelmente foram esposas de líderes importantes ou altos funcionários, que as usavam como sinal de prestígio.
Os soldados das Cruzadas no século 11 tatuavam cruzes em suas testas ou ombros antes de ir para a batalha para mostrar o apoio divino à sua missão. Ainda hoje, muitos jogadores do time de rugby da Nova Zelândia exibem as tatuagens tradicionais dos povos indígenas Maori, disse Sean Mallon, curador sênior do Museu da Nova Zelândia. “É uma forma concreta de expressar o passado”, disse ele.
“Há um monte de gente tatuada aqui”, sussurrou ele, apontando para os participantes da conferência e admitindo que a maioria as escondiam sob a roupa. Oficialmente, não há uma proibição do Vaticano em relação a tatuagens.
O embaixador Lewy  começou a se interessar pela história da tatuagem quando vivia na Suécia e leu registos das viagens de  suecos que foram para a Terra Santa no século 17.
Ele conta que a maioria voltava com tatuagens que tinham feito em Jerusalém como uma marca das suas peregrinações. Ele mostrou imagens de santos eram temas comuns das tatuagens de então.
O tatuador traçava as linhas do desenho com uma agulha, picava a pele para extrair o sangue e colocava uma tinta sobre a ferida, para que a pigmentação se infiltrasse nos cortes, deixando uma marca permanente.
Traduzido e adaptado por Gospel Prime de Washington Post

sexta-feira, 22 de julho de 2011

A TATUAGEM NÃO LEVA NINGUÉM PARA O INFERNO

O cantor evangélico Rodolfo, ex-Raimundos, esteve no programa Altas Horas da Rede Globo contando sobre sua conversão, o que ele tem feito, como é a relação dele com os integrantes da banda e se há ou não a possibilidade de retornar ao grupo que o consagrou na música na década de 90.
Sobre a sua conversão, que aconteceu em 2001, ele diz que foi a melhor coisa que aconteceu em sua vida. “Eu tenho vivido os melhores dez anos da minha vida”, disse o roqueiro que hoje é missionário.
Sobre usar o rock para evangelismo, ele diz que o ritmo é uma ferramenta maravilhosa para se levar uma ideia. “Se eu tenho uma arma dessa nas mãos eu vou usá-la para levar aquilo que eu acredito e principalmente aquilo que surtiu efeito na minha vida”, disse Rodolfo.
Serginho Groisman questionou se somente as letras das músicas mudaram, e o cantor diz que mudou toda a sua vida. “As letras são só uma consequência de uma vida inteira mudada. Eu acho que com música você expressa quem você é e eu acredito em gente que canta o que vive.” Disse o cantor que afirmou que não existe a possibilidade dele voltar a cantar com o Raimundos.

Tatuagens

O cantor que é cheio de tatuagens diz que “não acredita que elas possam levar alguém para inferno”. Questionado se ainda enfrenta preconceito por parte dos evangélicos por ter tantas tatuagens pelo corpo ele diz que a pessoa tem que ser reconhecida pelas suas atitudes e lembra que quando Jesus andou pela Terra o que ele mais fez foi combater a religiosidade.
“E toda vez que eu vou pregar e eu tenho tatuagem e as pessoas veem isso, aquele cara que tem tatuagem e ouviu a vida inteira que ele não poderia ser nada na vida porque ele tinha uma tatuagem, ele fala, se aquele cara está pregando eu também posso pregar.
Mas eu acho que não é a nossa aparência que conta, é o nosso dia a dia, são os nosso frutos os frutos da nossa fé e eu acho que isso é mais importante que a nossa aparência.”

Conversão

Rodolfo conta que estava sob efeitos de drogas quando um grupo de oração foi até a sua casa e ele aceitou a oração. Sua esposa estava começando a se converter e aceitou fazer uma campanha de oração por sete semanas. Ele conseguiu fugir de três, mas na quarta ele estava tão drogado que ele esqueceu que naquele dia teria oração e naquele dia ele se converteu.
“Deus é real, é uma coisa que eu posso falar para vocês,” testemunhou o músico que agora prega e canta música com mensagens bíblicas. Ele diz que ele sempre aprendeu “que Deus era um cara que castigava”, e cresceu achando que Ele era ruim, mas quando ele ouviu falar do amor de Deus, ele se apaixonou.
“Eu creio que um relacionamento de amor, para ser fera, tem que ser recíproco, e se Ele deu a sua vida por mim, eu dei a minha vida por ele. E hoje eu vivo para servir a Ele.”
Assista:
Fonte: Gospel Prime
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Aborto diga não!

Aborto diga não!
1999 - Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

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Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX).

Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença".

Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias.

Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

Fonte:www.apocalink.blogspot.com