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quinta-feira, 15 de maio de 2014

ONDE DEVO ESTUDAR TEOLOGIA

Por - Daniel Santos Jr.


Tenho recebido constantemente e-mails pedindo sugestões quanto a seminário ou universidade onde cursar um bacharelado em teologia, mestrado ou até mesmo doutorado. Eu já pensei várias vezes em criar uma resposta padrão em que pudesse apenas trocar o nome do destinatário, mas isso seria uma falta de respeito para com alguém que, a meu ver, está pedindo conselhos para tomar decisões importantes em sua vida.

Não é fácil dar conselhos e dicas nesta área, pois há uma quantidade enorme de variáveis que se alternam de pessoa para pessoa, por exemplo: idade (acima de 40 anos – é quase impossível conseguir bolsa de estudo); situação financeira (pessoal ou da instituição em que trabalha); situação familiar (casado, solteiro, com filhos, etc.); proficiência em línguas modernas de pesquisa (inglês, francês ou alemão); quanto tempo dispõe para completar os estudos; como e onde pretende aplicar o conhecimento adquirido e, por fim, (e esta é a pergunta mais difícil de responder), por que você precisa fazer o curso que deseja?

Quando a procura é o primeiro curso de teologia, tenho sugerido sempre quatro perguntas que podem servir de parâmetro para uma decisão: Quem serão os seus mestres? Quem foram os mestres daqueles que serão os seus mestres? Que tipos de pessoas têm procurado aprender com aqueles que serão os seus mestres? Que tipo de atuação e influência aqueles que serão seus mestres têm fora da instituição de ensino?

1. Quem serão os seus mestres?

É muito comum encontrar pessoas procurando um curso de teologia por causa de associação denominacional, acomodações (moradia para casados ou solteiros) ou localização (próximo de casa). No caso da associação denominacional, às vezes, há uma exigência clara encaminhando seus líderes para um determinado local onde possam  receber treinamento teológico. Nestes casos, não há muito que escolher.

Todos estes aspectos são importantes e podem definir ou restringir bastante as possibilidades, mas gosto sempre de frisar a importância de se saber quem serão os seus mestres. Há muita coisa que pode ser aprendida sem que haja necessidade de frequentar um seminário ou qualquer sala de aula; mais do que muitos imaginam. Todavia, se você chegou ao ponto de procurar uma instituição de ensino teológico pressupõe-se que o relacionamento professor/aluno acontecerá. Em outras palavras, você terá que aprender com alguém, seja este alguém um professor ou um grupo de pesquisa. Professores terão a responsabilidade de guiá-lo, desafiá-lo e encorajá-lo em sua jornada, mas eles terão também a difícil tarefa de avaliar o seu progresso. É nessa hora que você lamentará ou dará graças a Deus pelos seus mestres, pois a sua experiência de aprendizagem e formação pode se transformar rapidamente num pesadelo.

Quando eu digo “quem” serão os seus mestres, a minha ênfase não é necessariamente na lista que aparece no website da escola, pois muitos professores não estarão disponíveis para todos os programas oferecidos naquela instituição. Outras vezes o professor é apenas visitante ou palestrante esporádico. Poderia enumerar vários casos de pessoas que me disseram estar interessadas em um seminário por causa de um professor em particular. Que decepção quando as informei de que a pessoa que procuravam ter como mestre não ensinava mais naquela instituição há vinte anos.

Eu aconselho você a conhecer seus mestres antes de se decidir quanto ao seminário ou escola de teologia. Procure um jeito de assistir a uma aula (mais de uma, se for possível) com tal professor ou professora, e veja como é a comunicação com os alunos, como se prepara e apresenta seu conteúdo. Tente uma entrevista com tal professor ou professora e troque algumas idéias com o propósito de perceber sua disposição de caminhar junto com você em sua jornada. Ainda que não seja muito comum, não é raro encontrar pessoas que são excelentes escritores, mas péssimos professores. Ninguém é perfeito. Continue apenas lendo seus livros. Há muitos professores que não querem qualquer contato com alunos, pois estão bastante comprometidos com suas pesquisas e outras responsabilidades administrativas. Novamente, ninguém é perfeito. Alguém tem que administrar a escola. Em suma, conheça aqueles que serão os seus mestres antes de decidir sobre o local onde você buscará sua formação teológica.

Quando você encontrar mestres que correspondam às suas expectativas, busque aprender com eles nem que seja sentado debaixo de uma árvore. Vale a pena! Aprender com quem quer ensinar, quem sabe ensinar e tem amor pelo que ensina faz toda a diferença, especialmente quando o assunto é a Bíblia. Que decepção ter que aprender (neste caso a melhor palavra seria apenas “assistir aulas”) com alguém que você percebe não tem o menor prazer no que está fazendo, não sabe ensinar e não tem o menor respeito e honestidade com a Bíblia.

2. Quem foram os mestres dos seus mestres?

Quando você começa a conhecer mais a fundo os seus mestres, uma coisa fica evidente: eles são representações melhoradas ou pioradas daqueles que foram os mestres deles. Você precisa entender uma coisa: ensinar é apenas a resposta inevitável do desejo e necessidade de aprender. Geralmente quem não gosta de aprender não gosta de ensinar.  A maior lição que os mestres dos nossos mestres podem ter passado é exatamente este amor pela aprendizagem. Quando você procura saber quem foram os mestres daqueles que serão os seus mestres e descobre que ele ou ela perpetua práticas de ensino simplesmente porque foram ensinados daquela forma, cuidado. É bem possível que ele ou ela nunca irá mudar seu jeito de dar aula. Em outras palavras, é improvável que uma pessoa que tenha estudado cinco anos de sua vida com alguém extremamente piedoso e honesto para com a Bíblia venha a se tornar um teólogo cético e desonesto.

Veja bem, eu não quero dizer com isso que alguém que tenha estudado sob a orientação de um teólogo conhecido pela sua posição cética em relação à inspiração das Escrituras não mereça nossa confiança. Não necessariamente. O discípulo pode ser uma versão melhorada do seu mestre. Tenho grande respeito e consideração por alguém que tenha estudado numa instituição secular (e até hostil ao evangelho) e não se torna uma versão piorada dos seus mestres. Sua experiência de contato com aquele contexto só o preparou para dialogar com maior firmeza e sofisticação entre aqueles que não compartilham da mesma convicção teológica de nossa tradição denominacional.

Se eu tivesse que refazer toda a minha caminhada de formação teológica eu seguiria o seguinte roteiro no que tange aos mestres dos meus mestres: a) procuraria saber quem foi o orientador de pesquisa deles, b) procuraria saber quem foram os seus contemporâneos naquela instituição e o que eles estão fazendo hoje, c) procuraria saber e conhecer um pouco sobre o conceito de aprendizagem dos mestres dos meus mestres e como isso foi assimilado pelos que serão os meus mestres, e d) eu procuraria saber se eles querem acompanhar a minha jornada de aprendizagem (isto vale especialmente para orientação de dissertação).

Tendo dito todas estas coisas, não posso deixar de mencionar um ponto: há muitos professores excelentes, com os quais você passaria a vida inteira aprendendo se fosse possível. Eles ensinam porque amam aprender, amam ensinar e amam aos que querem aprender com eles. Onde você encontra esses professores? Comece a procura descobrindo quem foram os seus mestres.

3. Que tipos de pessoas querem aprender com seus mestres?

A nossa jornada de aprendizagem e formação teológica não depende apenas dos mestres. Eu defendo a tese de que devemos fazer parte de uma comunidade de aprendizagem. Neste caso, aqueles que procuram aprender com os meus mestres irão influenciar a minha formação. Mas antes de entrar nesta questão, deixe-me apenas lançar um alerta – comece a desconfiar de mestres que atraem somente pessoas céticas e desonestas para com a Bíblia. Comece a desconfiar se nenhum dos alunos que procuram aprender com seus mestres está servindo a Deus envolvido com uma igreja local. O tipo de pessoas que comumente tem procurado aprender com meus mestres deveria me dizer alguma coisa sobre aquilo que devo esperar desses. Em outras palavras, por que você acha que aquele professor despertou o interesse em você e naquela pessoa totalmente diferente de você? O que há em comum entre você e aquela tal pessoa?

Em segundo lugar, como eu disse anteriormente, os tipos de pessoas que se assentam numa sala de aula comigo terão uma influência inquestionável em minha formação teológica. Tenho ensinado há mais de quinze anos em diversos contextos e posso garantir que a influência do grupo (negativa ou positiva) é inevitável, determinante e recomendada! Logo, a escolha de onde você procurará sua formação teológica deve levar em consideração os tipos de pessoas que também procuram aprender com seus mestres.

4. Que tipo de influência e atuação externa estes mestres têm?

Um bom professor ensina aquilo que ele ou ela é. Isto requer integridade. Antes de escolher uma instituição de formação teológica, procure saber o tipo de influência e atuação que os seus mestres têm no mundo exterior à sala de aula. O motivo é apenas o de verificar consistência e integridade de caráter. Uma verificação como esta lhe permite rapidamente descobrir se a sala de aula funciona como um palanque ou como um laboratório de aprendizagem. Quando o elemento motivador de aprendizagem do seu mestre é uma causa pessoal que ele ou ela tem (racismo, feminismo, liberalismo, fundamentalismo, etc.), a sala de aula se torna facilmente um palanque que divulga suas convicções entre os alunos. Quando o elemento motivador de aprendizagem é uma causa do reino de Deus, nossos mestres geralmente serão mais abertos para aprender, também com os alunos e demais professores. Além disso, conhecer a influência externa deles nos possibilita saber se há integridade de caráter.

Qual é o melhor seminário? Qual é o melhor curso de teologia? Quem são os melhores mestres? Onde estão os melhores alunos? Mais cedo ou mais tarde você perceberá que essas quatro perguntas estão bastante atadas ao que entendemos ser aprendizagem.

Há muitos alunos que não deveriam jamais estar numa sala de aula procurando formação teológica, pois eles não sabem o que querem, não querem abrir mão do que “acham que sabem”, e não estão dispostos a aprender com aqueles (professor e alunos) que realmente sabem. Por outro lado, há muitos homens e mulheres de Deus que deveriam investir mais e o mais rápido possível em sua formação teológica, pois suas vidas são um testemunho de que todos nós precisamos de mestres e de discipulado constante.

Daniel Santos

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- Sobre o autor: Daniel Santos é professor de Antigo Testamento e pesquisador no Centro de Pós-Graduação Andrew Jumper em São Paulo, Brasil. // Daniel Santos is Old Testament professor and researcher at Andrew Jumper Graduate Centre in Sao Paulo, Brazil

Fonte: Blog do autor

VIA: http://bereianos.blogspot.com.br/2012/10/onde-devo-estudar-teologia_22.html#.U3SaP_ldUlI

POR QUE VOCE PRECISA ESTUDAR TEOLOGIA

Palavras como teologia e doutrina têm conotações negativas para muitos cristãos. Isto é uma grande tragédia, pois acredito firmemente que todo cristão precisa estudar teologia em algum momento de sua caminhada cristã. Em nenhuma ordem em particular, aqui vão cinco razões de porque você precisa estudar teologia, e possivelmente algumas delas você não tenha considerado antes.
1. Você já é um teólogo.
Por que você precisa estudar teologia? Porque teologia não é uma coisa que apenas o professor de teologia tem – todos nós cremos em alguma coisa sobre Deus e, portanto, somos teólogos à nossa própria maneira. No entanto, o que precisa ser questionado é se o que você crê é correto, e o estudo da teologia pode ajudar a responder essa pergunta.
2. Seu amor por Jesus é intrisicamente ligado com seu conhecimento de sua Palavra.
Por que você precisa estudar teologia? Porque Jesus disse: “Se me amais, guardareis os meus mandamentos” (João 14.15). Ouvi alguém dizendo que o certo cristão pode não ser grande teologicamente, mas estava tudo bem porque ele realmente amava Jesus. Entretanto, Jesus diz que se nós o amamos, obedeceremos o que ele ordena. Como nós podemos obedecê-lo se nós não vamos à sua Palavra para conhecer corretamente seus mandamentos?
3. Sua doutrina determinará como você vive.
Por que você precisa estudar teologia? Porque o que você acredita (sua doutrina) determinará como você vive (sua prática). Isto pode ser visto em sua vida cotidiana. Se você acredita que alguma coisa é venenosa, você simplesmente não a bebe. Similarmente, suas crenças sobre Deus e sua Palavra determinam como você vive dia a dia. Por exemplo, se você acredita que Deus fala somente através de sua Palavra então você a estudará diligentemente. Entretanto, se você acredita que Deus fala através de impressões e coisas parecidas, então você procurará por aquela pequena voz silenciosa. O exemplo acima drasticamente muda como uma pessoa procurará encontrar a vontade de Deus para sua vida, e ilustra porque você precisa estudar teologia.
4. Suas afeições determinarão o que você estuda.
Por que você precisa estudar teologia? Porque onde suas afeições estão colocadas determinará o que você gastará tempo estudando. Se seu hobby é fotografia você desejará estudar o assunto para saber como melhorar suas fotografias e aumentar seu amor e apreciação por esse passatempo. Da mesma forma, se você é cristão e sua afeição principal está sobre Deus, por que você não desejaria estudar a Palavra para aumentar seu amor e apreciação por ele e sua Palavra?
5. Sua humildade depende disso.
Por que você precisa estudar teologia? Porque sem estudar teologia, é possível que você pense muito bem sobre você, mas não bem o bastante de Deus. Se é verdade que o conhecimento incha (1 Coríntios 8.1), as Escrituras, pelo contrário, quando corretamente entendidas e aplicadas, darão a você, por exemplo, o conhecimento da depravação e miserabilidade humana diante de Deus, e também darão conhecimento da magnificência, santidade, soberania e graça de Deus, o que somente pode servir para levar um verdadeiro convertido a ajoelhar-se em humildade.
Possa Deus ser glorificado quando você estudar teologia, com o desejo de saber mais sobre sua revelação especial ao homem.
Autor: Nathan W. Bingham
Fonte: [ Iprodigo ]

FONTE:http://bereianos.blogspot.com.br/2010/12/porque-voce-precisa-estudar-teologia.html#.U3SaXvldUlI

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

PMS DE SC USARAM DIPLOMAS FALSOS DE TEOLOGIA PARA ENTRAR NA CORPORAÇÃO


Um inquérito policial está apurando o uso de diplomas falsos do curso de teologia que foram apresentados por 79 PMs e 45 bombeiros. Para poder exercer a função é preciso ter curso superior e para conquistar a vaga esses acusados teriam conseguido esse documento de forma ilegal.
Os diplomas apresentados são de um curso a distância oferecido por uma faculdade de Boa Vista, em Roraima, que foram intermediados pelo Instituo de Educação Advanced, nenhuma das instituições são reconhecidas pelo MEC.
O setor de inteligência da polícia detectou a fraude depois de notar a quantidade de diplomas de teologia que foram apresentados pelos inscritos e passou a averiguar o caso.
O proprietário do Advanced, Ademir Dalmarco, já prestou depoimento na delegacia, afirmando que os diplomas são válidos e que a regularização junto ao MEC está sendo realizada, faltando apenas algumas pendências burocráticas.
De acordo com o UOL, o chefe de gabinete da PM, coronel João Schorne, disse que já está comprovado que essas pessoas tentaram fraudar o concurso de acesso. O caso que deu origem à investigação é de um soldado que conseguiu o diploma de ensino superior antes de concluir o segundo grau.
No final do inquérito os soldados que cometeram o crime de fraude serão expulsos da corporação como afirmou o procurador Sidney Dalabrida.
FONTE: GOSPEL PRIME

segunda-feira, 2 de julho de 2012

A NOVO TEOLOGIA INFLUENCIA AS TRADUÇÕES DA BÍBLIA


As traduções sempre são afetadas pelas crenças dos tradutores. A Nova Teologia caracteriza o livro de Eugene PetersonThe Message, que ele chama de uma 'tradução da Bíblia', mas outras pessoas referem-se a ela como uma paráfrase. Entretanto, ela certamente não é uma 'tradução' da Bíblia. Ela nem usa o princípio da tradução "palavra por palavra" ou o princípio do "pensamento por pensamento", que são as bases para as traduções. Ela pode ser uma paráfrase, mas não tem qualquer tipo de equivalência em significado com os textos originais. É uma interpretação baseada no sistema de crenças de Peterson (as pressuposições), que é neo-ortodoxia. Ele diz: "Comecei a perceber que os adultos em minha classe não estavam sentindo a vitalidade e o impacto direto que eu sentia quando lia e estudava o Novo Testamento em seu original grego. Escrevendo direto a partir do original grego, comecei a tentar trazer para o inglês os ritmos e os idiomas da linguagem original." Ele não está preocupado com o conteúdo teológico, mas com o ritmo dos textos originais. Isso pode ser visto facilmente comparando-se as passagens em Mateus 6:9-13, João 10:30; 14:28; Romanos 1:26-27; 3:19-20; 15:4-5; 1 Coríntios 6:9-18; 2 Coríntios 5:20; Gálatas 5:16-26; Efésios 2:1-3; 5:18; 6:10-19; Colossenses 2:10; Apocalipse 2:22 para citar apenas algumas. (Compare The Message com uma tradução moderna, como a NKJV ou a NVI, ou até mesmo uma paráfrase respeitada, como a Living Bible.) Ele simplesmente tira os textos bíblicos e os interpreta de modo a se encaixar nas experiências do mundo real das pessoas existencialmente, mas aquilo não é o que a Bíblia diz! É o que Peterson diz em palavras que interpretam a Bíblia em termos de algum tipo de 'experiência autenticadora' de vida no estilo da Neo-ortodoxia. Entretanto, muito do contexto e do significado é simplesmente perdido porque não tem significado no sistema teológico de Peterson.A fé (crença) cristã está no conteúdo e nos detalhes, não no ritmo! Há um universalismo implícito ou explícito em The Message em que todos são salvos. Peterson está procupado com a prática do cristianismo, que ela seja real e sincera, mas a salvação pessoal não é realmente uma questão. Peterson não é honesto o suficiente (ou talvez ache que todos compartilhem de sua teologia) para explicar a base Neo-ortodoxa de suas interpretações.
Peterson é professor de Teologia Espiritual no Regent College e tem um título de doutor em Ministério pelo Seminário Teológico de Nova York, que é muito modernista em sua teologia. (Ele compartilha suas instalações com o Seminário Teológico União, que há muito tempo é reconhecido como o máximo de modernismo em teologia.) O conceito dele de espiritualidade não é um estado de estar cheio ou controlado pelo Espírito, mas aquilo que você faz ou pratica. Ele diz: "A espiritualidade não é diferente daquilo que temos feito há dois mil anos simplesmente ir à igreja e receber os sacramentos, ser batizado, aprender a orar, e ler as Escrituras corretamente. É apenas uma coisa ordinária." Isso é contrário à visão conservadora ou ortodoxa da espiritualidade (Gálatas 5:16-18; 22-26; Efésios 5:18, etc.) Peterson coloca a ênfase nos relacionamento com outras pessoas e não em um relacionamento pessoal com Deus. Para ele, qualquer um que pensa que é um cristão, é um cristão! "A igreja é o mundo...", etc., ele fala sobre seguir a Jesus, mas está mais preocupadoo em usar os métodos de Jesus de se relacionar com as pessoas em sinceridade e 'realidade'. É a experiência existencial, ou o fazer aquilo que é importante para ele. Sinceridade e ser "real" e "íntimo" com outras pessoas é a coisa mais importante. Peterson chama os crentes para uma vida vivida com "integridade, honestidade, sem invenções", o que é recomendável. Ele considera o cristianismo um 'mistério'; ele diz: "Mas estamos envolvidos com algo que tem um imenso mistério". Na neo-ortodoxia, tudo que está na área do que é eterno ou universal é um mistério que não pode ser discutido porque não há racionalismo no "andar de cima". Entretanto, "mistério" no Novo Testamento significa algo oculto no Antigo Testamento, mas revelado no Novo Testamento. Aquilo que está revelado no Novo Testamento não é mais um mistério. (Colossenses 1:16)
A paráfrase The Message é elogiada por ser fácil de ler. Rick Warren usa muitas citações dela em Uma Vida com Propósitos, e coloca as referências no apêndice. Se ele citasse as referências com os versos, muitos reconheceriam as chocantes diferenças no significado. O problema está na enganação envolvida em pensar que isso é o que a Palavra de Deus diz. Essa não é a mensagem de Deus, mas a mensagem do universalismo de Satanás, e muitos cristãos jovens escolherão essa tradução por ela ser fácil de ler sem perceberem as enganações doutrinárias ou a teologia moderna que está por trás dela. Schaeffer estava correto em sua percepção que poucos pastores e teólogos realmente compreendiam a teologia moderna (neo-ortodoxa). Até mesmo 'fundamentalistas conservadores' como Warren Wiersbe e os Navigators parecem ter sido enganados. Satanás conta com o fato de os cristãos não conhecerem a verdade (João 8:31-32), exatamente como fez no Jardim do Éden (Gênesis 3:1). Sem dúvida alguma, The Messagetornar-se-á a Bíblia da neo-teologia, do Movimento de Nova Era e da Nova Ordem Mundial, e enganará a muitas pessoas. Elas nunca realmente compreenderão que Deus diz em Sua Palavra porque preferem acreditar naquilo que vem facilmente aos seus ouvidos sem que elas precisem fazer qualquer esforço. Elas são biblicamente analfabetas! Elas também serão facilmente enganadas pelo movimento satânico para a nova religião ecumênica da Nova Era e da Nova Ordem Mundial.
Fonte: Site Espada do Espírito

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

A IMPORTÂNCIA DA TEOLOGIA NA APOLOGÉTICA

Por Natanael Rinaldi

Já há algum tempo, o renomado apologista Jan Karel Van Baalen, em sua importante obra, O caos das seitas, nos alertou acerca de um problema que a igreja evangélica no mundo vem enfrentando. Notadamente, Van Baalen ressalta o desconhecimento das doutrinas bíblicas fundamentais por parte dos cristãos em contraposição ao empenho incansável dos adeptos das seitas no estudo metódico de suas doutrinas e também das doutrinas daqueles a quem pretendem convencer. Todo aquele que já teve a experiência de dialogar com um sectário pôde perceber que ele domina os fundamentos de sua crença, e também a doutrina dos divergentes. Raramente esse quadro é pintado de outra forma.
Confirmando os apontamentos de Van Baalen, verificamos que muitos membros de nossas igrejas se esquivam da abordagem aos adeptos de seitas pela admitida incompetência de dialogar com eles, a fim de ganhá-los para Cristo. Paulo, entretanto, observou a importância do estudo bíblico quando recomendou: “Retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes”(Tt 1.9; grifo do autor).
A expressão “a fiel palavra, que é conforme a doutrina” pode ser interpretada como um fruto gerado pelo conhecimento teológico. E a expressão “convencer os contradizentes”, pode ser interpretada como um ato de evangelizar pessoas que professam uma fé distinta do genuíno cristianismo.
Será que somos hábeis em conduzir um sectário a Jesus por meio da Bíblia? Qual é a importância da teologia na apologética? Vejamos:

A relação entre a teologia e a apologética
A apologética cristã é uma disciplina da teologia cuja finalidade é defender os princípios bíblicos por ela (teologia) expressos. Assim, a apologética visa combater os desvios doutrinários identificados nas diversas disciplinas teológicas, especialmente nas doutrinas essenciais, como a natureza divina (Pai, Filho e Espírito Santo) e a encarnação, morte e ressurreição de Cristo, entre outras.
Observando esta relação, podemos concluir que a apologética atua em função da teologia. É porque os princípios doutrinários existem e são distorcidos que a apologética é necessária. Logo, todos os elementos da apologética dependem e convergem para a teologia. Com isso em mente, entendemos que a apologética será conduzida de acordo com a teologia que quer defender. Portanto, se alguém possuir algumas doutrinas distorcidas como base, sua apologética seguirá a mesma tendência. Diante destes pressupostos, vejamos algumas categorias da apologética e como essas categorias se relacionam com as doutrinas teológicas:

Apologética clássica
Este tipo de abordagem trabalha com o principal pressuposto teológico, isto é, a existência de Deus. É essa linha apologética que vai explorar os argumentos comprobatórios da existência divina. Os principais argumentos são:
a.) Cosmológico: uma vez que cada coisa existente no Universo, deve ter uma causa, deve haver um Deus, que é a última causa de tudo.
b.) Teleológico: existe um objetivo, um propósito para a criação do Universo e do ser humano.
c.) Ontológico: Deus é maior do que todos os seres concebidos porque existe na mente do homem um conhecimento básico da existência de Deus.
Os teólogos que se destacaram como apologistas clássicos foram: Agostinho, Anselmo de Cantuária e Tomás de Aquino.

Apologética evidencial
Como já podemos inferir do próprio nome, esta linha apologética procura defender as doutrinas teológicas ressaltando as evidências que as envolvem, tais como: a infalibilidade da Bíblia, a veracidade da divindade de Cristo e sua ressurreição, entre outras. Um teólogo que representa bem esta classe de apologistas em nossos dias é Josh McDowell, autor do livro (um best seller) Evidências que exigem um veredicto.

Apologética histórica
Esta classe de apologética enfatiza as evidências históricas. Seus representantes acreditam que a existência de Deus pode ser provada com base apenas na evidência histórica, porém, isso não significa que não lancem mão de outros artifícios. Geralmente, o fundamento deste tipo de abordagem são os documentos do Novo Testamento e a confiabilidade de suas testemunhas. Podemos encontrar teólogos expoentes da apologética histórica nos primórdios da igreja, como Justino Mártir e Tertuliano.

Apologética experimental
Este tipo de apologética, geralmente, é apresentada por fiéis que arrogam para si experiências religiosas pessoais e, às vezes, exclusivas. Assim, alguns apologistas rejeitam este tipo de abordagem por seu caráter excessivamente místico e alegam que tais experiências são comprobatórias apenas para os que nelas crêem ou delas compartilham. Em suma, a apologética experimental se apóia na experiência cristã como evidência do cristianismo e está relacionada à teologia do leigo; ou seja, à teologia que não é acadêmica, mas popular.
Um ponto negativo desta abordagem é que ela se apresenta de forma um tanto quanto subjetiva. Ou seja, é difícil sentenciá-la como verdade ou fraude. O seu ponto positivo, porém, é que a nossa crença precisa, de fato, ser vivida, experimentada, do contrário não passará de teoria.

Apologética pressuposicional
Esta abordagem é chamada assim porque parte de uma pressuposição para construir sua defesa... O “pressuposicionalismo” pode ser assim classificado:
a.) Revelacional: todo o entendimento da verdade parte da pressuposição da revelação de Deus e da legitimidade da Bíblia em expor esta revelação.
b.) Racional: a pressuposição básica gira em torno da coerência do argumento. Se o cristianismo arroga para si a posição de única verdade, então isso implica em dizer e provar que todos os demais sistemas são falsos.
c.) Prático: a pressuposição aqui é a de que somente as verdades cristãs podem ser vividas.
Os teólogos que se destacaram como apologistas “pressuposicionalistas” foram: Cornelius Van Till e John Carnell.

A teologia como um baluarte contra o erro
Como podemos confirmar, independente do tipo de apologética que esteja sendo exercido, o fato é que todas se relacionam com os fundamentos da teologia.
Sabemos que a grande ocorrência da apostasia em nosso meio envolve seitas pseudocristãs, ou seja, aquelas que mais se assemelham com o cristianismo. Isto se deve ao emprego distorcido dos fundamentos teológicos facilmente aceitos entre os crentes incautos. É como se fosse um disfarce do cristianismo, uma maquiagem para a verdade cristã.
Quando um crente encontra-se desabilitado para defender sua fé, ele fatalmente está propenso ao engano. Disse Charles Hodge: “Que ninguém creia que o erro doutrinário seja um mal de pouca importância. Nenhum caminho para a perdição jamais se encheu de tanta gente como o da falsa doutrina”. A tragédia espiritual de inúmeros crentes é que eles não atentam para isso!
O apologista Walter Martin também alertou que é conhecendo a verdadeira nota que conseguimos identificar a falsa. É possível ser um teólogo e não ser apologista, embora isso não seja plausível. Entretanto, é impossível ser um apologista sem ser um teólogo! O conhecimento das doutrinas fundamentais da Bíblia é o maior baluarte contra o erro. Todo o engodo está na deturpação das Escrituras, na distorção da doutrina. Uma teologia voltada para a apologia certamente evitaria os modismos que têm causado escândalo entre os evangélicos em nosso país. Vejamos o que o apóstolo Paulo orientou a Timóteo: “Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem” (1Tm 4.16; grifo do autor). A Tito, ele declarou: “Em tudo, te dá por exemplo de boas obras; na doutrina, mostra incorrupção, gravidade, sinceridade” (Tt 2.7; grifo do autor).
O nosso desejo e oração é para que, assim como Paulo, os líderes de nossas igrejas também se dediquem em orientar e conscientizar seus colaboradores sobre a importância da teologia na defesa da fé de seus membros. Somente assim, e com o auxílio do Espírito Santo, conseguiremos manter singelas as verdades eternas da Palavra de Deus.

Nota sobre o autor: Natanael Rinaldi é bacharel em Direito, formado pela Faculdade de Direito de Bragança Paulista, e exerce ministério pastoral na Igreja Evangélica da Paz, em Santos. Considerado um dos maiores nomes da apologética brasileira, ele acompanha o ICP desde a sua fundação, em 18 de novembro de 1984. Durante todo esse tempo, sempre teve acesso livre à biblioteca do Instituto, contribuindo para a constituição de seu acervo. Desenvolveu estudos exaustivos sobre as mais diferentes seitas, destacando-se por seu pioneirismo na abordagem de vários grupos religiosos em nosso solo. Em sua militância apologética, incluem-se, ainda: debates públicos, nos quais travou contato, corpo a corpo, com os partidários religiosos; preleções sobre seitas e heresias por todo o Brasil; e produção de programas de rádio e televisão. É co-autor do livro Desmascarando as seitas e um dos coordenadores teológicos da Bíblia Apologética de Estudo: desenvolveu inúmeras notas de rodapé. Hoje, após todos esses anos de experiência, permanece incansável e com o mesmo vigor de sempre.

domingo, 19 de junho de 2011

PARA QUE SERVE A TEOLOGIA? C. René Padilla


Prateleira abre espaço para o nosso mais novo colunista. A propósito da Reforma, queremos ajudar o leitor a responder uma das perguntas mais comuns entre os cristãos: “Para que serve a teologia?” A resposta é também o segundo capítulo do lançamento O Que é Missão Integral?. Com a palavra, C. René Padilla, teólogo equatoriano radicado na Argentina, primeiro estrangeiro a tornar-se um dos colunistas regulares da revista, em mais de 40 anos de história. 

Para que serve a teologia

Relativamente poucos evangélicos latino-americanos consideram que a reflexão teológica é indispensável para a vida e a missão da igreja. A ideia predominante em nosso meio é de que a teologia é um mero passatempo de intelectuais. Um exercício mental que distrai a atenção de uma elite que não tem interesse nos aspectos práticos da “obra”. Um jogo efêmero, inútil.

Inicialmente, temos de admitir que, com frequência, os teólogos têm dado razões para essa atitude negativa em relação à teologia. Eles se esqueceram que seu trabalho só tem sentido se se mantiver estreitamente vinculado ao modo de ser e agir da igreja. Adquiriram a carta de cidadania para a teologia no mundo das disciplinas acadêmicas; porém, mais preocupados com seu próprio status do que com a fidelidade do evangelho. “Profissionalizaram” a reflexão teológica e a isolaram de outras disciplinas humanas, privando-a, assim, de toda possibilidade de concreção histórica.

No entanto, há razões suficientes para afirmar que, no que tange à vida e à missão da igreja, não basta o pragmatismo, ou seja, a ênfase no como divorciado do por que e do para quê.

Uma razão é que sem a iluminação da Palavra, a ação se transforma em um ativismo sem direção. Compete a teologia a importante tarefa de avaliar o que está sendo feito e de fazê-lo à luz da Palavra para ver se isso está, de fato, contribuindo com os objetivos do reino de Deus e sua justiça. Em um mundo como o nosso, em que estamos constantemente submetidos ao condicionamento da sociedade de consumo, muitas vezes somos tentados a adotar prioridades e metas que pouco ou nada têm a ver com os valores do reino. Por exemplo, o número de pessoas que assiste aos cultos, o tamanho de nossos templos ou de nossos orçamentos, entre outras coisas. Precisamos desenvolver a capacidade de julgar nossos sucessos (e fracassos!) a partir da revelação de Deus em Jesus Cristo e não dos valores que a sociedade secular nos impõe. Sob esta perspectiva, o único êxito que podemos ambicionar em nossa ação é o do servo a quem seu Senhor disse: “Servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei”. Em outras palavras, o verdadeiro êxito é a fidelidade. E a teologia nos ajuda a pararmos para verificar até que ponto estamos obtendo esse êxito. Ela cumpre assim uma função crítica com respeito à ação.

Outra razão é que a fé tem de se articular de tal forma que responda aos novos desafios e interrogações que surgem da situação do mundo contemporâneo. As respostas do passado têm seu valor, e estão enganados aqueles que pensam que não há nada a aprender com as gerações que lhes antecederam no seguimento a Jesus Cristo. Para evitar os erros de ontem e entender melhor os problemas de hoje, necessitamos de uma perspectiva histórica. No entanto, a necessidade de mostrar o significado concreto do reino de Deus em relação aos graves problemas que atingem o mundo moderno permanece. Cada geração de cristãos tem a grande tarefa de proclamar o evangelho dentro de seu próprio contexto socioeconômico, político e cultural. E isso requer seu próprio retorno às fontes da fé evangélica com disposição para escutar o que o Espírito de Deus diz hoje a seu povo por meio da Palavra em sua situação concreta. Portanto, a teologia cumpre a função de articular a mensagem de Deus, mostrando sua relevância a cada novo contexto.

Ambas as funções da teologia mencionadas estão intimamente ligadas à missão da igreja. A descrição da missão como a “parteira” da teologia tem sustentação. Se a missão tem a ver com a manifestação do reino de Deus no mundo por meio da palavra e da ação da igreja para a glória do trino Deus, a teologia é a reflexão que quer colocar tal palavra e tal ação em consonância com o evangelho em cada situação específica.

Assim, pode-se dizer que a falta de interesse pela teologia, tão comum entre evangélicos latino-americanos, é somente um sintoma da despreocupação com a fidelidade do evangelho e sua relevância para com nossa missão. A fim de sermos “práticos”, substituímos a Palavra por palavras e a ação pelo ativismo. Como consequência, nossa proclamação deixa muito a desejar segundo a perspectiva do reino. E o mesmo se pode dizer da qualidade da vida espiritual de nossas congregações. Como bem disse o grande teólogo escocês P. T. Forsyth há quase um século:

Em assuntos de religião, de nada vale a experiência se ela não é sustentada pela teologia... É possível ter uma alma piedosa sem muita teologia, mas não se pode ter uma igreja piedosa por muito tempo. Será uma igreja débil e, logo, uma igreja mundana: não terá a capacidade de resistir ao condicionamento do mundo, suas definições claras e seus métodos positivos.

Além disso, se toda a igreja é missionária e se a teologia é inseparável da missão, então a reflexão teológica é uma tarefa que compete a todo o povo de Deus. A teologia, assim como a missão, não é propriedade de uma elite: é uma responsabilidade e um privilégio de todo seguidor de Jesus Cristo.
FONTE: ULTIMATO
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Aborto diga não!

Aborto diga não!
1999 - Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

LIBERDADE DE EXPRESSÃO

É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal.

Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX).

Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença".

Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias.

Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

Fonte:www.apocalink.blogspot.com