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sexta-feira, 13 de julho de 2012

DWAYNE ROBERTS (IHOP-KC) E NÍVEA SOARES JUNTOS NA BOLA DE NEVE LAPA (SP)

Dwayne Roberts, do IHOP (International House of Prayer, Kansas City, Estados Unidos), estará ministrando dia 16.07 na Bola de Neve da Lapa (AP), o evento começa às 20hs.


A adoração será conduzida por Nívea Soares.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

"NEFASTO: MERCADORES DE ALMAS" DESMASCARA A INDÚSTRIA DO TRÁFICO SEXUAL

Julio Severo
Dezenas de milhares de meninas e moças, especialmente da Europa Oriental e até mesmo da Rússia, são ludibriadas por ofertas de empregos na Europa Ocidental e EUA, onde acabam sendo transformadas em escravas sexuais. A vida delas é tão dura que muitas morrem, se suicidam ou são mortas depois de cinco anos de escravidão. É uma escravidão mortal que sustenta a indústria criminosa da prostituição e pornografia. Desgraçadamente, os EUA e a Europa Ocidental são os consumidores que sustentam a máfia que escraviza as meninas e moças.
Como é que elas poderiam chamar a polícia, quando autoridades elevadas recebem subornos ou fazem uso da prostituição escrava?
Tenho acompanhado a tragédia da escravidão sexual desde a década de 1980, e confesso que é difícil entender como uma nação como os EUA, que tem tanta tecnologia de “segurança”, abrigue uma grande população de meninas e moças escravas, trazidas de muitos países, para uso de prostituição e pornografia.
Contudo, um grupo de cristãos está fazendo campanhas de oração e conscientização em favor dessas vítimas.
Este artigo é minha colaboração para a abolição da escravidão de meninas e moças. Vamos orar contra a indústria da escravidão e para que muitas igrejas façam desse tema motivo de oração.
Eis agora o artigo, cuja leitura recomendo a todos:
Jimmy Stewart
Enquanto aguardávamos recentemente num salão lotado para assistir a um novo documentário sobre tráfico sexual, fiquei tentando imaginar como o cineasta cristão Benjamin Nolot apresentaria esse assunto vivido para nós.
Nolot dirige um ministério internacional chamado Exodus Cry (Grito do Êxodo), com sede em Grandview, Missouri, e é parte da equipe de liderança da Casa Internacional de Oração, liderada por Mike Bickle
O propósito do Exodus Cry é abolir a escravidão sexual no mundo inteiro por meio de campanhas de oração e conscientização, resgates sem uso de violência e a reabilitação e reintegração social das vítimas.
Eu sabia, pois, que ele estaria buscando alcançar a audiência mais ampla possível com seu documentário revelador, “Nefarious: Merchant of Souls” (Nefasto: Mercadores de Almas). Para fazer isso com esse tema, ele teria que balancear realidade com discrição. Logo vi que ele conseguiu — realizando essa façanha sem comprometer seu propósito: revelar a realidade horrenda dessa indústria criminosa que está espalhada em várias partes do mundo.
Em 2007 Nolot embarcou em missões de levantamento de dados para investigar o submundo da “indústriasexual. Ele acabou viajando com sua equipe de filmagem para 19 países. O filme que estávamos para ver fazia um registro das viagens deles.
A maioria de nós que estávamos na noite de pré-estreia do filme na Universidade Full Sail em Orlando, Flórida, era cristã. Fomos a convite de Florida Abolitionist, ONG patrocinadora que faz campanhas contra as modernas formas de escravidão. 
O pastor local, Tomas J. Lares, disse à audiência que ele fundou a organização depois de ficar sabendo que a Flórida é um dos maiores canais de tráfico humano. O estado da Flórida, pelo que consta, é o segundo maior centro de tráfico humano dos Estados Unidos, de acordo com o Ministério da Justiça dos EUA.
Lares apresentou algumas estatísticas preocupantes sobre a escravidão sexual: no mundo inteiro, 2 milhões de crianças são vítimas; 80 por cento de todas as vítimas são mulheres e crianças; a idade média das vítimas que entram na prostituição comercial nos EUA é 13 anos. O filme de Nolot, porém, acrescentou o lado humano dessas estatísticas, contando os casos de vítimas da vida real.
Durante duas horas, fomos levados a momentos abaladores acerca da indústria mundial do sexo: Europa Oriental, Sudeste da Ásia, Europa Ocidental, EUA. Em todas as filmagens e entrevistas feitas nos próprios locais com meninas resgatadas, especialistas de direitos humanos e outros, o documentário Nefarious iluminou a escuridão que encobre esse comércio ilegal.
De modo particular, descobri duas expressões dessa tão chamada indústria que são profundamente preocupantes pela desgraça e opressão que infligem. Essas são a infraestrutura de tráfico humano na Europa e a cultura de cumplicidade dos pais no Sudeste da Ásia.
Europa: os “pontos de iniciação”
Nefarious inicia com a encenação perturbante de um sequestro em plena luz do dia. Uma moça é agarrada à força na rua de uma cidade de algum lugar da Europa. O local não é citado, mas parece que é na Moldávia, um pequeno país que era satélite da União Soviética, a beira do mar Negro.
A Moldávia está hoje entre os países mais pobres da Europa e é perfeita para empreendimentos ilegais: um lugar de “crime generalizado e atividade econômica criminosa”, de acordo com os relatórios da CIA. Os comerciantes de escravos chamam a Moldávia de “Motor” da indústria do tráfico sexual da Europa. Conforme o filme, mais de 10 por cento da população da Moldávia foram vitimadas pelo tráfico sexual.
A moça é levada a um prédio de apartamentos de propriedade de uma organização criminosa, onde ela fica confinada com outras meninas que tiveram o mesmo destino dela. Os traficantes chamam essas residências de “pontos de iniciação”, e o filme deixa evidente que essas residências são fábricas de desgraça humana. Ali, as moças são tratadas com brutalidade até se transformarem em submissos produtos para a indústria sexual.
Embora o tipo de sequestro que Nefarious retratou realmente ocorra, a maioria das moças vítimas do tráfico sexual da Europa são atraídas e ludibriadas por ofertas de emprego que prometem uma vida melhor. As ofertas incluem trabalho em hotéis, restaurantes ou de babá em cidades prósperas da Europa. Agências de emprego fajutas, estabelecidas pelos traficantes, se encarregam de fazer as ofertas fraudulentas. Os melhores empregos supostamente vão para meninas que irão para o exterior. Mas, em vez de melhoria de vida, elas são raptadas logo que chegam ao outro país e são enviadas para os “pontos de iniciação”.

Vlad (não é o nome real dele) trabalhou como traficante de seres humanos durante 11 anos na Europa. Ele falou diante da câmera e dissecou, para Nolot, o inferno dos pontos de iniciação.
Terror, drogas, ameaças de violência e violência real são usados para subjugar a vontade das vítimas e criar submissão total. Os homens brutais que são encarregados de implementar isso consideram que o estado ideal de submissão é quando eles gritam uma única palavra para as meninas (“Vá”. “Fique”. “Deite-se”. “Levante-se”. “Sente-se”.) e recebem obediência imediata.
Um número muito pequeno de meninas escapa dos pontos de iniciação, disse Vlad, devido à constante monitoração, violência física e por saberem das consequências se tentarem uma fuga. Perguntaram a Vlad o que aconteceria com uma menina que tentasse escapar mais de uma vez.
“Pois bem, quando são pegas, elas são surradas”, disse ele. “Se tentam de novo…” A voz dele se perdeu, insinuando o óbvio.
Perguntaram-lhe: Isso não o incomodava?
“Nas primeiras duas ou três vezes que tive de dar lição numa menina, fiquei pensativo”, respondeu ele. “Depois disso, não pensei mais. A gente acaba se acostumando”.
Perguntaram-lhe: Isso não o incomodava?
Por que eu pararia de pensar no que acontece com as meninas?” ele respondeu retoricamente. “Parei de pensar por causa de dinheiro — muito dinheiro”.
No final, as meninas enfrentam a triste realidade de passar a vida inteira na prostituição. Pior, algumas são enviadas a leilões de escravas onde são vendidas como propriedade para quem fizer a oferta mais alta. Os compradores chegam de todas as partes do mundo. Uma menina europeia que foi resgatada, cuja face estava escondida ao falar diante da câmera, descreveu as modernas escravas secretas da Europa Oriental que são mantidas presas em prédios fortemente guardados por seguranças e câmeras. Os prédios têm a fachada de desfile de modas.
Éramos obrigadas a descer a passarela e ficar sem nenhuma roupa diante da audiência”, disse ela. “Os homens que mostravam interesse em comprar chegavam perto e nos examinavam, como se fossemos gado”.
Nefarious contrastou o brutal e secreto comércio sexual da Europa Oriental com o comércio consolidado e praticado publicamente na Holanda, na Europa Ocidental. Na Holanda, os bordéis são um negócio legal regulamentado pelo governo. Amsterdã é famosa como destino internacional para o turismo sexual.
Contudo, a Holanda está também na lista dos principais destinos para onde vão parar as vítimas de tráfico sexual, de acordo com a Agência da ONU de Drogas e Crime. Em anos recentes, negócios de sexo na cidade foram fechados devido a suspeita de atividade criminosa.
Nolot e sua equipe falaram com um fornecedor de prostituição em Amsterdã chamado Slim e lhe perguntaram se seu negócio era financiado pelo crime organizado. Hesitando por um momento, Slim respondeu: “Não, não”.
Vlad discordou. “Esses negócios são todos administrados pela máfia”, afirmou o ex-traficante, usando o termo máfia para designar o “crime organizado” em geral. “Esses negócios envolvem muito dinheiro”.
De acordo como o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, o tráfico humano é a indústria criminosa que mais cresce no mundo e a segunda maior, perdendo apenas para o comércio ilegal de drogas. Vlad disse para Nolot que o tráfico sexual em particular está crescendo muito rápido.
“Diferente das drogas, que podem ser vendidas apenas uma vez”, disse ele, “uma jovem pode ser vendida repetidas vezes”.
Perguntaram-lhe: Mas como é que conseguem fazer isso em escala internacional?
“Sem as máfias, não haveria nenhuma tráfico humano. Tudo isso é por causa do dinheiro”, ele disse para Nolot. “Mas o que também possibilita o tráfico humano é a corrupção dos governos”.
O dinheiro ilícito é tão abundante, explicou ele, que até mesmo autoridades governamentais fazem vista grossa por um preço. Todos os dias ocorrem subornos, afirmou ele, envolvendo autoridades das mais elevadas até as mais inferiores: de líderes nacionais a locais, desde agentes de imigração até funcionários de alfândega, desde agências policiais até policiais nas ruas.
O dinheiro é a chave que abre a porta para a cumplicidade de líderes governamentais, disse ele.
Sudeste da Ásia: Cumplicidade dos Pais
No Sudeste da Ásia, principalmente no Camboja e Tailândia, Nolot e sua equipe descobriram outro tipo de cumplicidade que está ajudando a avançar a indústria do sexo.
Nesta esquina do mundo, as opiniões culturais sobre as mulheres, bem como pobreza generalizada, combinaram para criar um sistema que alimenta a prostituição infantil incentivada pela “cumplicidade dos pais”. A diferença entre esta esquina do mundo e a Europa Oriental é que os pais que vivem em regiões empobrecidas enviam, de forma consciente e deliberada, suas filhas novas para centros urbanos de prostituição para fazer dinheiro para a família.
Em algumas regiões do Sudeste Asiático, meninas se prostituem antes da idade de 10 anos e são usadas na subindústria da pornografia.
De novo, o crime organizado controla a indústria maior. Embora esse fato não seja evidente na vida cultural das vilas rurais, o filme o mostrou em funcionamento nas modernas áreas turísticas das grandes cidades.
Nos destinos turísticos do Sudeste Asiático, clubes de karaokê são os principais pontos de conexão para o turismo sexual. Nolot capturou as cenas desses clubes no filme: grupos de meninas que pareciam estar no início da adolescência até os 20 anos se misturavam com clientes nas calçadas ou barzinhos em frente dos clubes. Muitas das meninas saíam com homens ocidentais brancos de meia idade — alguns dos quais haviam, sem dúvida alguma, viajado milhares de quilômetros para estar num lugar onde pudessem de forma segura comprar meninas menores de idade para fins sexuais.
Dentro dos clubes, a câmera de Nolot capturou as cenas: quartos com decoração moderna em tom lustroso, cores vivas, grandes TVs de tela plana, música ambiente, iluminação suave e energia sexual. Certo clube onde ele filmou tinha 80 quartos desse tipo. Em cada um deles, as meninas se misturavam, ou ficavam entrando e saindo em busca de conexões. De acordo com uma fonte policial entrevistada por Nolot, o dono havia comprado outros oito clubes exatamente como esse e mais de 2.000 meninas em sua rede. Esse era apenas um dos muitos clubes nas áreas de turistas internacionais.
Ver com os próprios olhos a indústria sexual em funcionamento, por meio de cenas como essas, significava que a produção de Nefarious não era uma tarefa fácil para Nolot: “Ver o problema do tráfico humano a partir desse ângulo era extremamente difícil. Não se passa um dia sem que eu recorde as tragédias horríveis que escavamos”.
Seu motivo para o filme, disse ele, não é “fazer vendas”, mas ajudar a consertar um erro. “Isso tudo é pessoal e profundamente importante pra mim. Abordo essa questão com um desejo de justiça, não credencial ou fama. Sou apaixonado de ver outros, como eu mesmo, estimulados a passar da ignorância para a ação”.
Falando como espectador, imagino que todos nós que estávamos no salão naquela noite tivemos o mesmo pensamento no final do filme quando estavam aparecendo os nomes: Não queríamos nada menos do que ver esse comércio nefasto detido para sempre.
“Nefarious: Merchant of Souls” (Nefasto: Mercadores de Almas) é o primeiro de três filmes de Benjamin Nolot sobre tráfico humano. Os filmes dois e três estão em fase de produção. Para mais informações sobre os filmes, assista o primeiro. Para mais informações sobre Exodus Cry, clique aqui .
Tradução: www.juliosevero.com 
Fonte: Charisma 
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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

ENTREVISTA COM MISTY EDWARDS

Misty Edwards aos 24 anos de idade, sofreu com uma terrível doença. Ainda quando jovem descobriu que tinha câncer nos ossos, andava de cadeira de rodas pois a dor era muito forte e seu peso era menos de 40 Kg. Sabe o que esta grande mulher fazia, quando a dor vinha, ela simplesmente sentava de fronte ao seu teclado, e ali começava a liberar cânticos novos ao Senhor. O mais interessante é que Misty não entendia cifras de músicas, ela simplesmente tocava, muito legal isso!!! Misty foi curada através de suas canções de amor, e o que ela mais desejava era liberar a sua alma a Deus. Uma vez na Casa de Adoração ela cantava assim:

” Há uma estação, há um tempo para todas as coisas.
Ele fará todas as coisas belas em seu tempo,
há uma estação. ”
Misty Edwards

BC: Olá Misty, estou contente de que possamos ter algum tempo para falar com você e fornecer aos nossos visitantes uma introdução sobre você e o seu ministério.

Edwards: Obrigado, estou contente também.

BC: Como esta é a nossa primeira entrevista com você, eu ficaria maravilhado se você pudesse me dar somente um contexto do seu ministério como um líder de adoração e também no seu envolvimento com as pessoas na Casa Internacional da Oração.

Edwards: OK, eu tenho sido líder de adoração desde meus 19 anos; eu na verdade comecei aqui na Casa Internacional da Oração (IHOP), o qual eu fui apresentada como o primeiro interno quando eles aos pouco foram começando. E quando vim aqui, realmente então saltei diretamente para dentro da Prayer Room. Então, eu procurava um lugar onde realmente pudesse encontrar Deus face a face.Eu fui resgatada de minha vida mundana na igreja - cresci na igreja e com a música também; minha mãe era professora de música. Nunca pensei que a música fosse minha coisa - eu sempre pensava que era para minha irmã, ou para alguém mais - mas quando a Casa de Oração (IHOP) começou, precisávamos de cantores, e precisávamos de músicos; para fazer a adoração 24/7 necessita de muita gente. Portanto encontrei-me no piano com as meus dois acordes e a minha pequena voz fraca cantando horas por dia. Foi quando realmente o meu coração se enganchou como um todo em outro nível na adoração. Porque eu achei isso cantando e adorando, eu realmente poderia unir-se com Deus. Houve muito poucas pessoas na sala durante os primeiros dias, e eu fazia o relógio da noite. Houve talvez 10 pessoas na sala, e não tinha uma banda, ou muito conhecimento de música, mas eu ia durante duas horas de uma vez, duas ou três vezes por dia, somente cantando canções de amor ao Senhor. Como não havia ninguém na sala, você realmente tinha que fazer aquilo para alguém. E cultivei isto - que o coração grita somente entre mim e o Senhor, a conexão entre o coração de um amante, entre mim e Deus, somente cantando as canções, examinando as Sagradas Escrituras e cantando ao céu, e escutando Ele cantando de volta. Assim eu comecei adoração que conduz naquele tipo de ambiente que ainda é o ambiente que eu prospero no melhor.

BC: Isto parece com uma experiência surpreendente. Quanto o público cresceu, desde então na casa internacional da oração?

Edwards: o público realmente cresceu para IHOP. Temos muitas pessoas agora. Antes havia cinco internos; agora há centenas, e temos 3 estágios diferentes. E agora mesmo temos os 300 jovens aqui, assim há muita gente. Temos muitas pessoas internacionais que vêm e vão, e o pessoal da IHOP está crescendo, indo de 50 pessoas a mais de 500 agora. Está crescendo e crescendo, mas ainda posso ver que o Senhor é tão ciumento de nossos líderes de adoração. Agora temos aproximadamente 24 líderes de adoração diferentes, e equipes de adoração diferentes que cada um têm, aproximadamente 12 pessoas em cada equipe. Cada equipe faz aproximadamente seis ministrações por semana que são duas horas cada uma. Portanto todo o mundo está na plataforma durante aproximadamente 12 horas por semana pelo menos. Conduzo duas equipes diferentes, portanto eu estou muito acima lá. Mas ainda posso ver até com todo do crescimento, e toda das pessoas que estão vindo, pelo fato de estar realizando 24 horas por dia isso pode se tornar banal e comum, mas ainda há tal sentimento de humildade e o público como se fosse para um. Muitos dos nossos líderes de adoração quando eles sobem lá, posso dizer que eles realmente o estão fazendo perante Deus. Somente o fato que você o faz todo dia durante 2 horas diariamente cultiva este alcance e esta fome para fazê-lo para o Deus.
Às vezes o público te ama, às vezes não - você realmente não pode fazer para eles. Embora a nossa congregação esteja crescendo muito, e a adoração corporativa está crescendo muito, ainda amo o público de uma pessoa.

BC: Você de fato tem ministrações muito breves , certo?

Edwards: Sim, tenho uma ministração de 2 horas. São poucos minutos.

BC: E como é a preparação para esta tipo de adoração?

Edwards: Portanto a equipe encontra 30 minutos antes do tempo, e tomamos a instrução específica. Para a ministração de hoje, vamos nos encontrar em 1:30, e estamos fazendo um ministração chamada adoração com a Palavra. Temos 4 formatos diferentes - temos a adoração com a Palavra, fazemos uma adoração devota/profética, e fazemos a intercessão. Portanto a 2ª ministração é a adoração com a Palavra, e tomamos uma passagem - agora mesmo estamos atravessando 1 João. Portanto a nossa adoração é dividida em seis ciclos diferentes, e nos firmamos em nossa instrução, e nós fazemos os ciclos, e sabemos o tipo de canções que estamos indo fazer, e fora as canções, entramos em um canto espontâneo de sobre 1 João. Então, tipo, o que estamos a fazendo é ter um diálogo em volta das Sagradas Escrituras, mas estamos cantando em vez de dizê-lo, e isto e muito divertido! Portanto pegaremos um pedaço de 1 João, como um ou dois versos, e um dos cantores o cantará. E logo temos um líder de oração que pula em uma frase como 'Deus é luz,' e o líder de oração declarará, ' Deus é luz,' e todos os cantores começará somente a cantar em volta disto, uma espécie de interpretação, o que ele significa, que Deus é luz, e nós cruzaremos a referência e apenas jogaremos em um lugar diferente das escrituras. Portanto somente começamos a cantar espontaneamente sobre Deus é luz, e ficaremos nesse tema durante um tempo, e logo iremos a frase seguinte, e logo a próxima frase, e vamos nos movendo pela passagem inteira durante um período de duas horas. Portanto isto é o que fazemos com a adoração com a Palavra.
Assim preparando para isto, somente falamos sobre o texto, e falamos um pouco sobre a música. Mas a maior parte falamos sobre o texto, e temos tipo um estudo da Bíblia antes de irmos lá fora, para que estejamos na mesma página. Amo a adoração com a Palavra. Ela é dos meus momentos favoritos.

BC: Soa realmente interessante. Penso que para a maioria das pessoas eles têm esta espécie da distinção na sua adoração entre a música e escutar ou meditar na palavra, mas você os juntou. Qual é a importância que você vê na união desses dois?

Edwards: Bem, a utilização de música e a utilização da Palavra de Deus e combinação dos dois são, penso, uma das realidades mais poderosas no planeta, porque somos feitos como seres musicais. O nosso espírito é musical, e quando despertamos o nosso espírito e sentamo-nos em frente da Palavra do Deus, Ele cobra vida. A língua da Palavra do Deus é escrita nos nossos corações a um nível que não vem apenas pelo ouvir. Assim neste tipo de atmosfera, primeiro somos despertados com a música, portanto o nosso espírito está vivo. E logo estamos vendo a Palavra do Deus e estamos cantando-a, portanto ele está atravessando o nosso ser. Estamos dizendo de fato, e está tornando-se escrito no nosso coração, ele está modificando a nossa química emocional, e ele está modificando a nossa visão de vida. Estamos entendendo a Sagradas Escrituras em um caminho que não somente sentando e escutando um pregador - embora eu goste de escutar pregadores também. A Palavra é uma parte tão grande do fluir dentro do profético, até porque às vezes o Espírito Sagrado está dizendo algo, mas se você não tiver a língua para ele, você não pode expressar isto. E a melhor linguagem que o Espírito Santo usa é a Palavra de Deus, e aprendendo assim a Palavra do Deus e adquirindo a linguagem da Bíblia no seu coração, ele lhe dá os instrumentos. E assim, quando chegar o momento de profecia, quando chegar o momento de gravar uma música, eu ir para o piano escrever uma canção, eu tenho toda essa linguagem porque eu fiz tanto a adoração com palavras. Eu tenho uma linguagem, tenho as Escrituras, tenho uma compreensão da palavra, que eu não teria tido sem essas horas, com a palavra, cantando com a equipe.
Como uma equipe você vai além disso também, porque, por exemplo, Laura, que canta comigo, cantará um ângulo que eu não pensava em como ' Deus é luz,' e ela dirá algo que eu não teria até pensado. E isto irá estimular uma revelação em mim e cantarei algo mais, e construiremos somente esta energia em volta da Palavra. Oh, é impressionante! É tão divertido.

BC: Isto soa realmente surpreendente..edwards: eu amo a adoração com a palavra! BC: acho que isso é ter um grande foco central sobre a palavra quando se trata de culto. Existe um foco ou preparação semelhante quando se trata de seu processo de composição?

Edwards: Sim, com as músicas que eu escrevo, existem basicamente duas coisas quando se trata de preparação. A primeira coisa que obviamente é a meditação sobre a Palavra. Quando digo isto, porém, aquilo que eu quero dizer é que eu levo a Palavra de Deus e eu transformo em diálogo com Deus. Portanto tomo o Salmo 45, por exemplo, que diz que 'Você é mais justo do que os filhos de homens.' E não farei somente um estudo de Palavra no que isto significa, mas o converterei em um diálogo, e fecharei os meus olhos, e olhando diretamente para Ele com os olhos da minha mente e digo: 'Jesus, você é mais justo do que os filhos de homens.' E perguntarei o Espírito Santo, 'O que isto significa?'E começo a desenvolver no meu coração este diálogo com o Senhor, e digo, 'Isto significa que Você é melhor , Você é santo, Você é superior em todos os sentidos, Você é mais justo do que os filhos de homens.' Portanto desenvolverei o que aquela frase significa, e tomarei um bloco de anotações e somente anotarei os meus pensamentos.
Mas também quero assegurar-me de que o que estou escrevendo nasce do Espírito, ou seja, é de uma ligação com ele. Eu quero escrever canções para Deus, e não apenas sobre Deus. Quero levar as pessoas a fechar os seus olhos, e de fato falar com uma pessoa que está escutando. Você sabe, Ele realmente está escutando a nossa adoração. Portanto imagino que Ele esta bem na minha frente, e tomo a Sagradas Escritura, e somente converto-o em um diálogo. Às vezes vai se parecer como que Ele falando sobre mim, e algumas canções escrevo sentindo como a voz de Deus falando sobre seu povo. Algumas mensagens seriam algo como uma urgência de última hora. Estou estudando escatologia, o estudo dos Fim dos tempos, e portanto sinto esta urgência da última horas, e escrevo uma canção que é mais dirigido à pessoas. Mas a primeira coisa é que levo toda a Sagradas Escrituras, e quero tudo que faço para seja baseado na verdade, não somente para baseado do capricho do topo da minha cabeça. Portanto eu fico com a teologia em primeiro lugar. Eu pego o meu coração movido e logo irei e lhe porei a música. Às vezes pegarei um par de músicos, e eu gosto de escrever com outra pessoas, e direi 'Vamos escrever sobre este tema.' Portanto tocaremos alguns acordes de progressões, perdemos algum tempo, e acabamos fazendo algo juntos.

BC: Wow! Parece que você tem criado uma cultura realmente poderosa de adoração lá na casa internacional da oração. É realmente assombroso ouvir como o deus está se movendo em lugares diferentes nos estados unidos. Você mencionou que desde que foi começou realmente tem crescido, e assim onde você vê o deus os conduzindo agora mesmo?

Edwards: Para IHOP, eu penso a onde nós estamos indo está em conduzir muitos pessoas em uma vida da oração.. E uma vida de oração é um fim em si mesmo, não é um meio para alguma coisa. Então eu acho que o objetivo é obter IHOP de milhões e milhões de pessoas que em todo o mundo oram neste concerto da oração. E do Senhor elevar os homens e as mulheres em toda a América, e em todo o mundo com o mesmo coração clamor, a levantar casas de oração em todas as cidades do mundo. Por isso, repito, não é um meio para atingir um fim, mas é um fim em si mesmo. A oração é interar-se com o Deus, e ele é o ponto da nossa existência, e portanto a idéia de levantar todas essas casas da oração que clamaram por nações a gritos, que chorarão entre o pórtico e altar na intercessão, e que chorará ante a Jesus na adoração. Assim a idéia de onde estamos indo com uma casa da oração, somente vejo se multiplicando e multiplicando, e se reproduzindo em todo o mundo, até que haja uma sinfonia da oração. Ele terá muitas expressões diferentes, em todo o mundo. Ele não terá somente expressão de Kansas City, mas o Senhor está levantando lugares da oração por todas as partes, e somente vejo crescer e crescer durante todo o tempo até a Segunda Vinda.

Edwards: Obrigado também.

BC: ESPERO QUE TENHAMOS MAIS OPORTUNIDADES DE COLABORAR COM VOCÊ E COM O RESTO DO SEU MINISTÉRIO. QUE A BÊNÇÃO DE DEUS POSSA ESTAR SOBRE VOCÊ, E ESPERO QUE VOCÊ TENHA REALMENTE UM BELO TEMPO NA ADORAÇÃO.

Edwards
: Muito obrigado. Cuide-se.

FONTE: TRIBUTAI

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Aborto diga não!

Aborto diga não!
1999 - Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

LIBERDADE DE EXPRESSÃO

É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal.

Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX).

Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença".

Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias.

Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

Fonte:www.apocalink.blogspot.com