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terça-feira, 1 de maio de 2012

TRÊS MITOS SOBRE A HOMOSSEXUALIDADE



Mito 1: a Homossexualidade é normal e determinada biologicamente

A verdade

Não há nenhuma pesquisa científica que demonstre uma causa biológica ou genética para a homossexualidade. Fatores biológicos podem contribuir para uma predisposição para a homossexualidade. De todo modo, isto está presente e muitas outras características psicológicas.
Pesquisas sugerem que fatores sociais e psicológicos são fortemente influenciadores. Exemplos disso incluem problemas familiares na infância, abuso sexual, senso de inadequação em relação aos colegas do mesmo sexo, o que resulta em um distúrbio na percepção da própria identidade de gênero. A sociedade também pode influenciar no desenvolvimento da  sexualidade à medida que encoraja às pessoas “assumirem” que são gays.

Mito 2: os homossexuais não podem mudar, e se eles tentarem, sofrerão muito estresse emocional e se tornarão suicidas. Portanto, tratamentos para mudar a homossexualidade devem ser proibidos

A verdade

Psicoterapeutas do mundo todo e que atendem homossexuais têm noticiado que um número relevante de seus clientes têm obtido mudanças significativas. Ainda que alguns se casem e outros permaneçam celibatários, muitos outros confirmam que os sentimentos homossexuais diminuíram grandemente e não experimentam nenhuma restrição em relação ao passado.

O principal fator para a mudança é a vontade e a persistência, aliada a uma disposição de analisar os próprios conflitos conscientes e incoscientes pelos quais a condição homossexual surgiu. As mudanças são lentas, geralmente levam muitos anos. Os clientes aprendem a satisfazer suas necessidades de atenção, afirmação e intimidade com os pares do mesmo sexo, sem que necessitem erotizar esses relacionamentos. À medida que eles desenvolvem o seu potencial de heterosexualidade, esses homens e mulheres experimentam um profundo senso de segurança com a própria sexualidade.
Se um homossexual não deseja mudar, isso é uma escolha dele, ainda que seja lamentável observar os movimentos ativistas gays militarem contra o direito de tratamento dos homossexuais que desejam vencer a atração pelo mesmo sexo.


Mito 3: Temos que ensinar nossas crianças que a homossexualidade é tão normal e saudável quanto à heterossexualidade. Adolescentes deveriam a ser encorajados a “curtirem” sua atração pelo mesmo sexo.

A verdade

Pesquisas científicas confirmam que desde a antiguidade a homossexualidade não é vista como uma alternativa saudável à heterossexualidade. Essas pesquisas mostram que adolescentes gays são especialmente vulneráveis a abusos sexuais e altamente suscetíveis a desenvolverem um comportamento sexual irresponsável.
Dizer para os adolescentes que a atração pelo mesmo sexo é normal e desejável traz mais malefícios que benefícios. Adolescentes que sentem atração pelo mesmo sexo precisam de entendimento e aconselhamento, ao invés de serem empurrados em direção a uma vida potencialmente desastrosa e fatal.
Um estudo de 1992 descobriu que 25.9% dos adolescentes de 12 anos não têm certeza se são gays ou héteros. A adolescência é um fase crítica para a questão de definição da própria identidade, então, os fatos devem ser apresentados em nossas escolas de uma maneira sincera e equilibrada.

Tradução a partir do texto obitido no site www.narth.com   “The Three Myths About Homosexuality”
FONTE: CLOSETFULLBR

domingo, 25 de setembro de 2011

ESTUDANTE DE ESCOLA SECUNDÁRIA NO TEXAS É SUSPENSO POR DIZER QUE A HOMOSSEXUALIDADE É ERRADA!

Dakota Ary
FORT WORTH, Texas, EUA, 23 de setembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um estudante cristão de uma escola secundária foi punido por sua escola nesta semana por dizer que acredita que “ser homossexual é errado”.
Dakota Ary, de 14 anos, diz que sua declaração era parte de uma conversa de estudante para estudante acerca de religiões na Alemanha com um amigo sentado atrás dele durante uma aula de língua, de acordo com uma reportagem local da Fox News.
“Imagino que [o professor] me ouviu. Ele começou a gritar”, disse Ary. “Ele me disse que ia registrar uma infração para mim e me mandar à diretoria”.
Holly Pope, mãe de Ary, disse que estava em estado de “incredulidade” acerca do castigo. “Meu filho está na lista de nomes de boa reputação, com notas elevadas. Não tenho nenhum problema com ele”, disse ela.
A mãe não ficou satisfeita quando diretor da escola reduziu a suspensão escolar de dois para um dia. Ela trouxe um advogado com ela para se encontrar com o diretor na quarta-feira e está exigindo uma promessa de nenhuma retaliação por causa do acontecimento e que o acontecimento seja removido do registro de Ary.
“Os estudantes não perdem seus direitos de Primeira Emenda [sobre liberdade de expressão] só porque entram num prédio escolar”, Matt Krause, o advogado de Pope, disse para myFOXdfw.com. A escola ainda tomará uma decisão.
O castigo por objetar à homossexualidade, embora seja comum em países como o Canadá e a Inglaterra, está também se levantando nas escolas e universidades dos Estados Unidos.
Uma professora de biologia da Califórnia no ano passado ganhou um acordo de 100.000 dólares depois que foi demitida por responder à pergunta de um estudante citando pesquisa de que a homossexualidade “pode ser influenciada pelos genes e pelo meio-ambiente”.
Na Universidade de Illinois em julho de 2010, autoridades universitárias demitiram um professor de teologia católica depois que ele afirmou que a homossexualidade era, de acordo com o ensino católico, contrária à lei moral. O Prof. Kenneth Howell, que havia simultaneamente perdido sua posição no Centro Católico Newman na universidade, foi reintegrado dias mais tarde depois que milhares protestaram.
Em 2010 também foi noticiado o caso de uma estudante de aconselhamento na Universidade Estadual de Augusta que, depois que seus professores ficaram sabendo de suas convicções cristãs acerca da homossexualidade, foi instruída a participar de um curso intensivo para melhorar sua sensibilidade para os homossexuais, para completar leitura terapêutica e fazer descrições por escrito sobre o impacto de tais medidas em suas convicções, como condição para continuar nas aulas.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

A BESTIALIZAÇÃO DA SEXUALIDADE HUMANA TEM UM VIÉS ESCATOLÓGICO

União homoafetiva é um eufemismo. Neste caso, um termo suave para maquiar uma situação vexaminosa. A homoafetividade, considerando a amizade afetuosa entre pessoas do mesmo sexo é natural. O que não é natural é o engajamento sexual entre indivíduos do mesmo sexo. A isto denomina-se abominação. Este é o termo que a Bíblia utiliza para tal situação. “Com homem não te deitarás como se fosse mulher; é abominação.” (Lv 18.22).
Por milhares de anos a humanidade interpretou o homossexualismo como uma aberração, salvo em determinadas civilizações e isto por alguns momentos curtos de sua história. Geralmente as civilizações que adotaram tais práticas, a começar pelas emblemáticas Sodoma e Gomorra, enfrentaram declínio e o consequente juízo divino após enveredarem pela senda de tamanha depravação. Nunca foi conduta normal. A norma sempre foi outra.
O que se assiste em nossos dias é a legalização desse estado de absoluta bestialização da sexualidade humana. Os números apresentados pela última pesquisa  (ainda que possivelmente manipulados) apresentaram um resultado assustador: apenas 53% da população entrevistada se manifestava contra a união estável homossexual. A aceitação começa a se mostrar cada vez mais forte e assim vai se tomando por normal o comportamento assimétrico da sodomia.
Todo esse cenário tem um viés escatológico. O Senhor Jesus disse que sua vinda aconteceria em dias como os dias de Noé. A iniquidade multiplicou-se tanto naqueles dias a ponto de não haver um íntegro, senão Noé. De igual forma, em Sodoma e Gomorra a humanidade se corrompera tanto que apenas o justo Ló se salvou... Os rumos que a sociedade moderna vai tomando atrairá o juízo sobre si e isto não se trata de discurso homofóbico como alguém poderia julgar. O Eterno já interviu na marcha desenfreada da humanidade caída queimando suas cidades e destruindo suas torres antes. Que ninguém se engane pois Ele o fará de novo! Os sinais falam por si.
Por: Luiz Leite

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Aborto diga não!

Aborto diga não!
1999 - Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

LIBERDADE DE EXPRESSÃO

É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal.

Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX).

Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença".

Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias.

Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

Fonte:www.apocalink.blogspot.com