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domingo, 21 de abril de 2013

RESPOSTA DE JULIO SEVERO AO ROBINSON RODOVALHO

Nota do Editor do Mídia Sem Máscara: Boa parte dos cristãos, sem discernimento e desatentos aos métodos de ação de movimentos como o gayzista, feminista e abortista, caíram no jogo psicológico e retórico de acusação e constrangimento destes grupos de pressão. Preocupados em parecer bonzinhos diante dos secularistas e da barulhenta militância esquerdista, ouviram tanto o outro lado que aceitaram os sofismas e agora, buscando atenuações reconfortantes, aparecem com essa conversa: “buscar o caminho do meio”, “buscar o consenso democrático”, “não ser intolerante” (ainda que a esquerda mostre-se cada vez mais deslavadamente anticristã), etc. Fala-se em “amor”, mas o amor a Deus e aos princípios das Escrituras, que, além de ser os dos cristãos firmes, são universais, são jogados para debaixo do tapete em nome da democracia. E fazem tal coisa, para piorar, batendo em cristãos que mantém posições alinhadas às Escrituras na esfera pública. Se isso não é o caminho da apostasia na esfera prática, eu não mais o que isso é.
Outro erro de Rodovalho é pensar que, num governo que os próprios socialistas do PT dizem ser “de transição” para que o tal “Socialismo do Século XXI” se instaure numa América Latina, já dominada totalmente pelo Foro de São Paulo, ele veja o stalinismo como coisa do passado, sem enxergar que um Estado cada vez mais socialista é um Estado ditatorial. Afinal, o que dizer de um governo que obriga os pais a entregar crianças de 4 anos para a escola com um currículo estatal de lavagem cerebral? Um agravante a esse erro é ver Marco Feliciano sendo perseguido e praticamente impossibilitado de atuar como presidente de uma comissão da Câmara, simplesmente pelo fato de se opor a duas bandeiras preciosas à esquerda: o gayzismo e o aborto. Antes de alertar para os riscos que a democracia corre, Robson Rodovalho dá a entender que Feliciano é que é parte do problema, ao  considerá-lo, de forma descabida, alguém tão radical quanto seus opositores. Fica óbvio o quanto o líder da Igreja Sara Nossa Terra, em sua falta de discernimento em relação à nossa realidade política e o papel real dos cristãos numa situação como esta, põe os pés pelas mãos. Saldo final: agiu como um “quinta coluna” contra a igreja e fortalecendo as teses esquerdistas.
Confira a resposta de Robson Rodovalho ao artigo de Julio Severo, que comenta artigo de Rodovalho publicado no jornal Folha de São Paulo.
Bispo Rodovalho disse...
Caro Julio Severo, quero publique minha resposta. Conto com sua integridade.
Segue
Em resposta a seus comentários acerca de meu artigo publicado no jornal Folha de S.Paulo tenho também algumas palavras.
Primeiro, você não está atacando a mim, mas sim à democracia, que, entre todos os modelos de governo, é o menos imperfeito, o menos pior que se criou na história do homem.
Segundo, você se esquece de que em todas as "ditaduras", sejam de esquerda, de direita ou religiosas, como nos países islâmicos ,a primeira voz a ser calada sempre foi a do evangelho de Jesus Cristo. E são as democracias, mesmo com suas imperfeições, que nos oferecem sempre a liberdade para pregar a palavra de Deus. Sem democracia, a voz da igreja se cala. E qualquer um que tenha um mínimo conhecimento de história sabe que, todas as nações verdadeiramente democráticas, tiveram suas raízes no Cristianismo.
Terceiro, você critica o fato de que a Câmara, casa do povo brasileiro, tenha a responsabilidade de dialogar e encontrar algum consenso. O escrito, voltado para mentes abertas e democráticas, pressupõe subentender da frase que ali se fala em consenso possível, negociação. O stalinismo acabou.
Eu estive na Câmara como deputado federal e fundei a "Frente da Família", que uniu parlamentares evangélicos e católicos no proposito da defesa da vida e da célula fundamental da nossa sociedade, que é a união do grupo familiar. Sei, por experiencia, que aquele espaço é voltado para que os diferentes grupos possam tentar encontrar alguma forma de normatizar nossas leis - o consenso possível, portanto. É esse o caminho do meio.
Quarto ponto, para deixar bem claro, porque me parece que ou você não leu meu artigo ou, se leu, não o entendeu: não critiquei o deputado Marcos Feliciano. Para melhorar seu entendimento: eu disse que todos devem ter "bom senso", se esforçar, manter o respeito para dialogar e achar a saída, que se dá pelas vias democráticas.
Todos sabemos que a intolerância apenas leva as pessoas à violência, seja à violência das palavras, seja às vias de fato; seja a violência em casa ou para com o próximo, em situações que eu e você conhecemos.
Para colocar as coisas no seu devido lugar: sua exortação não tem qualquer valor profético. Onde você está? Por que não se mostra, mas prefere agir sob o anonimato da rede?
Verdadeiros profetas aparecem, até para padecer por suas convicções, se assim for necessário.
Profetas não vivem na sombra. Você, portanto, não tem autoridade para ser profeta.
Deixe que sua vida fale por suas palavras, e então você terá alguma credibilidade. Enquanto isso não acontecer, suas críticas não se sustentarão, serão apenas palavras. Vazias.
Bispo Rodovalho
Julio Severo disse...
Caro Bispo Robson
Meu texto não foi um ataque a você como pessoa. Foi uma forte discordância ao seu posicionamento. Dicordar faz parte da democracia, não?
Seu artigo sobre democracia não foi vago. Seu foco e contexto foram a presidência da Comissão de Direitos Humanos, sob Marco Feliciano.
E nesse foco, sua proposta, no final, foi que “os deputados que compõem a CDH, e não só Feliciano, saiam de posições radicais e achem o caminho do meio, que é o de Deus.”
Sabemos que há deputados com posições radicais ali a favor do aborto e do homossexualismo. E sabemos qual é a posição de Feliciano: ele é contra o aborto e contra o homossexualismo. Ele é radical por ter tais posições? Como então achar o caminho do meio?
Os deputados radicais e Feliciano deveriam aceitar meio aborto e meio homossexualismo para agradar ambas as partes?
Os cristãos em ditaduras pagam um alto preço, mesmo suas vidas, para manter suas posições. E em regimes democráticos, podemos ser chamados até de radicais. Seu texto, conscientemente ou não, fez isso, se juntando a uma multidão de esquerdistas (secularistas e evangélicos) que tacham Feliciano de radical e intolerante.
Você disse: “E qualquer um que tenha um mínimo conhecimento de história sabe que, todas as nações verdadeiramente democráticas, tiveram suas raízes no Cristianismo.”
O melhor exemplo disso são os EUA. Mas deveríamos dar atenção às palavras de John Adams (1735-1826), segundo presidente dos Estados Unidos, que disse sabiamente: “Nossa Constituição foi feita para um povo cristão e com valores morais. Ela é totalmente inútil para o governo de um povo sem esses princípios”.
Isto é, vemos um presidente americano confessando o óbvio: um regime democrático é inútil para um povo sem princípios cristãos.
Não posso concordar quando você diz: “Sem democracia, a voz da igreja se cala.” A voz da igreja não depende de democracia ou ditadura. Durante dois mil anos de história, nem sempre tivemos democracia, mas sempre tivemos a voz da igreja. O problema maior é que, no aconchego da democracia, a voz da igreja fala muitas vezes os interesses do mundo, não de Cristo. Não foi isso, afinal, que você e outros importantes líderes evangélicos fizeram em 2002 usando suas vozes para dar apoio oficial a Lula? Ele não havia firmado um compromisso com você e outros 500 pastores de que seu futuro governo não promoveria o aborto e o homossexualismo? Na época, eu não lhe disse que Lula estava mentindo?
Tentar ser um cristão seguindo esses ventos “democráticos” leva a essas incoerências.
Parabéns pela fundação da Frente da Família.
Seu artigo me foi repassado por outros, que ficaram chocados com o que leram. Depois, quando fui ler por mim mesmo, entendi o choque. Fiquei também chocado.
Sobre bom senso e respeito, entendo que Feliciano está demonstrando isso muito bem. Ele está sendo atacado de todos os lados, e respondendo com brandura. Não tenho visto radicalismo nas reações dele neste momento. Ele tem sido agredido de todos os lados, e sua resposta tem sido de muita educação.
Mas, repetindo, seu texto diz: “os deputados que compõem a CDH, e não só Feliciano, saiam de posições radicais e achem o caminho do meio, que é o de Deus.”
Em que exatamente Feliciano tem sido radical neste momento?
É fácil ver que Jean Wyllys, Erika Kokay e outros são radicais. É fácil ver que o PT é radical na defesa de sua agenda de aborto e gayzismo. Mas onde é que Feliciano tem sido radical como presidente da Comissão de Direitos Humanos?
Você disse: “Todos sabemos que a intolerância apenas leva as pessoas à violência, seja à violência das palavras, seja às vias de fato.”
Onde Feliciano tem tido tal intolerância?
Você disse: “Onde você está? Por que não se mostra, mas prefere agir sob o anonimato da rede?”
Se eu fosse um anônimo e desconhecido, você não teria tido o trabalho de escrever seu longo comentário. E se você fosse anônimo para mim, eu igualmente não me daria ao trabalho de dar uma resposta. Ninguém conversa com anônimos. Estamos dialogando aqui porque ambos sabemos que não somos anônimos.
Não foi de um anônimo que você pediu um exemplar autografado do meu livro “O Movimento Homossexual.” Não foi para um anônimo que você orou e teve uma visão de que por causa do chamado desse livro, eu seria perseguido de lugar em lugar (veja aqui: http://bit.ly/YAuXI5 ). Ou você foi um falso visionário e falso profeta? Acredito que não.
Além disso, meu texto não me apresenta como profeta. Apenas diz que TODOS nós, que seguimos a Cristo, temos um papel profético: “Todo pastor deveria saber que o papel dos filhos de Deus nos últimos dias, conforme apontado pelo livro do Apocalipse, é fazer resistência ao sistema satânico do Anticristo.”
Sendo profetas ou não, é nossa obrigação, conforme nos instrui a Palavra de Deus, nos exortarmos uns aos outros como irmãos. Não precisamos ser profetas para nos exortarmos.
Se o seu texto tivesse sido particular, daria para fazer isso em particular. Mas como seu texto foi público, todos podem opinar, comentar e — sim! — até mesmo criticar. Eu dei minha contribuição. Isso não é democracia?
Divulgação: www.juliosevero.com


sábado, 20 de abril de 2013

BISPO ROBSON RODOVALHO E O CAMINHO DOS MORNOS

Julio Severo

Em artigo recente intitulado “A democracia está no caminho do meio,” o Bispo Robson Rodovalho diz que a função do Congresso Nacional é “debater e fazer dos dissensos consensos; das posições mais antagônicas, acordos.”
O debate é um recurso usado por socialistas em governos democráticos para alcançar seus objetivos. Quando a ditadura socialista é implantada, o debate termina. Por isso, Vladimir Ilich Lenin disse: “Democracia e socialismo são inseparáveis.”
Os primeiros líderes políticos dos EUA não gostavam do sistema democrático. O presidente John Adams (1735-1826) disse: “Lembrem-se: a democracia nunca dura muito. Sem demora causa desperdícios e esgotamentos, matando-se.”
Benjamin Franklin (1706-1790) disse: “A democracia é dois lobos e um cordeiro votando no que ter para o almoço.”
Na democracia, é a maioria, ou o uso da maioria, que escolhe. Se a maioria decidir legalizar a pedofilia, isso é democracia.
Como se já não fosse suspeito o suficiente o sistema democrático ser louvado e apontado pelas esquerdas desde Lênin como o caminho certo para a ditadura socialista, o que mais ajudaria a pavimentação desse caminho do que líderes cristãos apelando para um “caminho do meio” com a desculpa de que todos têm o livre arbítrio?
Rodovalho disse: “Foi o Senhor Jesus Cristo quem disse que Deus, nosso Pai, dá o livre arbítrio a todos as pessoas (Mateus 5:45). Mas as escolhas de uns não podem ser impostas aos demais sem antes negociarmos com os diferentes segmentos nos foros apropriados, sob pena de construirmos novamente uma sociedade com o amálgama da intolerância.”
Quando a maioria, sob manipulação ou não, escolher o aborto e o homossexualismo, seremos tachados oficialmente de intolerantes. Nesse ponto, o que devemos fazer? Amaciar nossas posturas, sentar em cima do muro ou escolher o caminho do meio para evitarmos o rótulo de intolerantes?
Se a sociedade, sob manipulação das esquerdas, aceitar a pedofilia, teremos, em nome do livre arbítrio, de desviar nossos olhos dos milhares de crianças que encontrarmos sendo estupradas? Teremos de fechar os olhos para os milhares de crianças em gestação sendo mortas em hospitais?
Finalizando seu artigo, Rodovalho comenta sobre o caso Marco Feliciano: “Cabe à Câmara, que pavimentou a estrada para esse impasse, garantir uma saída democrática. E urgentemente, sob pena de falhar em seu objetivo maior, que é o de ser o foro para a construção do consenso possível no país. Da mesma forma, é fundamental que os deputados que compõem a CDH, e não só Feliciano, saiam de posições radicais e achem o caminho do meio, que é o de Deus; o caminho do diálogo, com interlocutores à direita e à esquerda. Sem imposições, só negociações. De parte a parte.”
As posturas de Feliciano contra o aborto e o “casamento” gay são corretas. Poucos são hoje os políticos que têm a coragem de assumir tais posturas. Por que então Rodovalho tenta enfraquecer alguém com tais posturas?
Todas as esquerdas seculares e evangélicas se levantaram contra Feliciano. Por que ajudá-las? Por que fortalecê-las?
Um dos maiores líderes evangélicos esquerdistas do Brasil já se levantou contra Feliciano. Por que ajudá-lo? Por que fortalecê-lo?
Se Rodovalho tivesse criticado a incoerência de Feliciano, que defende seu partido como um partido a favor da família, eu entenderia. O secretário nacional do Partido Social Cristão (PSC), Antonio Oliboni, é a favor do “casamento” gay. Há outros ativistas gays dentro do PSC. Nessa questão, Rodovalho poderia, como cristão, repreender Feliciano por elogiar tanto seu próprio partido, que não é tão bom assim e não merece tanto apoio assim.
A postura de Rodovalho também está equivocada, na minha opinião, ao usar Gandhi como referência “democrática.” A esquerda evangélica adora fazer isso. Mas vale a pena? O jornal esquerdista Huffington Post tem uma matéria que mostra Gandhi como homossexual e racista.
Gandhi não gostava de negros, por motivos puramente raciais. Ele dormia com jovens adolescentes, como teste para vencer suas tentações. E não compreendo a razão por que colocar o exemplo político dele como modelo e referência, já que a independência que ele conquistou para a Índia produziu um banho de sangue, não por parte dos ingleses, mas por parte do próprio povo da terra dele. A independência que ele obteve trouxe uma onda de assassinatos, estupros e pilhagem jamais vista antes na história da Índia.
Esse é o “caminho do meio” de Gandhi a que temos de aspirar? Quer dizer que precisamos nos preparar para ondas de estupros, assassinatos e pilhagens? Quer dizer que temos de ter o racismo e homossexualismo de Gandhi como referência? E depois ainda no final teremos, como resultado de nossos esforços democráticos, de colher uma ditadura socialista pró-aborto, pró-homossexualismo e pró-pedofilia?
Rodovalho é pastor. Todo pastor deveria saber que o papel dos filhos de Deus nos últimos dias, conforme apontado pelo livro do Apocalipse, é fazer resistência ao sistema satânico do Anticristo. Tudo vai piorar, por mais que escolhamos ficar em cima do muro ou trilhar por caminhos que ficam no meio — no meio do inferno, vale dizer.
Nossa postura deve ser a de resistência profética.
Quando Rodovalho e outros pastores tentaram o caminho do meio apoiando Lula em duas eleições presidenciais, o que ganhamos foi um governo obcecado com o sexo anal dos homossexuais e com o sacrifício de bebês em gestação por meio do aborto.
Depois, tentaram o caminho do meio apoiando a eleição de Dilma. Não é o suficiente? Ainda não nos cansamos desse maldito caminho do meio, desse caminho dos mornos, desse caminho de morte, desse caminho que leva à ditadura socialista?
Há outro motivo mais forte por que nós, cristãos, não deveríamos aceitar o caminho do meio:
“Conheço as tuas obras, sei que não és frio nem quente. Antes fosses frio ou quente! E, por este motivo, porque és morto, não és frio nem quente, estou a ponto de vomitar-te da minha boca.” (Apocalipse 3:15-16 KJA)
É preferível o caminho estreito do que o caminho dos mornos.
É preferível ouvir, da boca dos intolerantes, que somos intolerantes do que ouvirmos da boca do Senhor Jesus Cristo que somos mornos.
Leitura recomendada:


terça-feira, 27 de julho de 2010

"IRMÃ" DILMA ROUSSEFF PREGA PARA EVANGÉLICOS



Pr. Roberto Torrencilhas
Em época de eleição, vale tudo. 
Vale se fazer de diabo nos lugares infernais. 
E vale se fazer de anjo nas igrejas. 
De olho nos 34 milhões de votos evangélicos, a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, esteve numa grande igreja Assembléia de Deus e firmou compromisso de não propor temas como o aborto e a união homossexual, considerados polêmicos pelos evangélicos, se chegar à presidência.
Lula fez a mesmíssima promessa em 2002. E agora?
Agora a missão do Bispo Manoel Ferreira, líder supremo da segunda maior denominação assembleiana do Brasil, é tentar aglutinar e unir o maior número possível de igrejas evangélicas.
Uma multidão de 2.000 homens, mulheres e crianças de denominações como a Assembléia de Deus, Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra, Igreja Universal do Reino de Deus e de outras 13 igrejas evangélicas se reuniram, em Brasília, para encontro promovido por Bispo Manoel Ferreira, Bispo Robson Rodovalho e Senador Marcelo Crivella.
Pastores regionais da Assembléia de Deus da Madureira fizeram presença no encontro, movidos pela truculência denominacional de Ferreira, que cuspiria fogo e enxofre se eles faltassem.
Com exceção dos pastores e bispos, que conheciam de antemão a finalidade do evento, o público evangélico foi levado, de Bíblia na mão, de ônibus fretado grátis, de diversas regiões ao redor de Brasília, sem saber exatamente o que era o encontro. De acordo com testemunho pessoal fornecido ao Blog Julio Severo, eles achavam que ouviriam um grande pregador.
Entretanto, em vez de um grande pregador, eles acabaram ouvindo a “pregação” da Dilma, que estava com o deputado Benedito Domingos (PP), citado do escândalo do mensalão do Distrito Federal. O evento ocorreu no principal templo da Assembléia de Deus de Brasília, na Asa Sul, no sábado passado.
Ali, Bispo Manoel Ferreira e Bispo Robson Rodovalho anunciaram oficialmente seu apoio a Dilma, porque ela se comprometeu a recuar em alguns pontos do PNDH-3.
O público estava desconfiado e apático, mas Ferreira assegurou que Dilma é digna do voto evangélico, alegando que ela havia sido uma das responsáveis pela mudança em 2003 no artigo do Código Civil que colocava em risco as igrejas.
Contudo, a memória de Ferreira parece andar fraca.
Em 2003 Dilma era apenas a ministra de Minas e Energia e não tinha nada a ver com o Código Civil. Quem fez a mudança foi a Bancada Evangélica.
No evento realizado no templo da Assembléia de Deus, Dilma citou o capítulo da Bíblia que trata do milagre da multiplicação dos pães. Ela disse que quer fazer pelo Brasil a mesma coisa que Jesus Cristo fez.
“Quero uma sociedade em que o princípio da distribuição e multiplicação seja base no sentido mais profundo. Eu sou a favor da vida”, pregou ela.
Mesmo sendo a favor do aborto e do homossexualismo, ela se considera a favor da vida e da família. Como se isso não fosse absurdo suficiente, Lula declarou recentemente que Dilma é igual a Jesus Cristo. Tomando literalmente essas palavras elogiosas de Lula, no evento assembleiano Dilma também citou João 10:10, que diz que Jesus Cristo veio que todos tenham vida e vida em abundância.
Como agora ela é igual a Jesus, se ganhar para presidente ela espera imitar o Mestre e “dar vida e vida em abundância”? Para alguém que fazia parte de um grupo terrorista comunista que matava, roubava e torturava, Dilma pensa que abundância de propaganda enganosa joga para debaixo do tapete seu passado sombrio e criminoso.
Ela terminou sua pregação citando Salomão. Depois disse “Paz seja convosco”, acenou, sorriu e saiu.
Apesar de tudo, Deus usou um homem. O técnico em eletrônica Silvio Moreira Santos, 35, levou uma faixa onde estava escrito “Apoiar a Dilma é negar a Bíblia”. Ele gritou na chegada de Dilma: “Essa senhora apoia o aborto e o casamento gay. Somos contra. Essa mulher não pode ganhar”.
Mas entre os grandes, em vez de voz profética, havia apenas bajulação. Benedito Domingos, que é candidato à reeleição para a Câmara Legislativa, elogiou a pregação de Dilma. “Ela foi bem instruída. Quando disse que defende a vida, está querendo dizer que é contra o aborto. Quando a candidata falou que valoriza a família, eu entendo que ela não deve ser a favor do casamento homossexual”, analisou ele.
Agora que Manoel Ferreira, Robson Rodovalho e Marcelo Crivella deram aprovação, vocês já podem convidar a “irmã” Dilma para pregar em suas igrejas. Não a recebam como pastora, bispa ou apóstola. De acordo com Lula, ela é igual a Jesus Cristo. Por isso, diante dela agora prostram-se tantos pastores, bispos e apóstolos evangélicos.
FONTE: http://gritosdealerta.blogspot.com/2010/07/irma-dilma-rousseff-prega-para.html
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Aborto diga não!

Aborto diga não!
1999 - Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal.

Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX).

Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença".

Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias.

Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

Fonte:www.apocalink.blogspot.com