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domingo, 6 de janeiro de 2013

PORQUE HOMENS ESTÃO VICIADOS EM PORNOGRAFIA E JOGOS


Você sabe de quem estou falando. Ele gasta horas à noite jogando videogames e navegando em sites de pornografia.  Ele teme ser um perdedor. E ele não tem a menor idéia de quão perdedor ele é. Nos últimos anos, estudos têm nos mostrado que pornografia e jogos podem se tornar em algo compulsivo e viciante. O que nós muitas vezes não reconhecemos, porém, é o porquê.
Em um novo livro, A morte dos rapazes: Por que os rapazes estão lutando e o que podemos fazer ao respeito, os psicólogos Philip Zimbardo e Nikita Duncan dizem que podemos perder toda uma geração de homens para o vicio da pornografia e dos videogames. Sua preocupação não é com a moral, mas, pelo contrário, é com a natureza desses vícios em transformar o padrão dos desejos necessários para a comunidade.
Se você é viciado em açúcar, tequila ou heroína, você quer mais e mais dessa substância. Mas tanto a pornografia como os videogames estão construídos na novidade, na busca por experiências novas e diferentes. É por esse motivo que você dificilmente acha um homem viciado em um só tipo de imagem pornográfica. Ele está preso a um caleidoscópio em constante expansão.
Há uma diferença chave entre pornografia e jogos. Pornografia não pode ser consumida com moderação porque é por definição, imoral. Um jogo de videogame pode ser uma diversão inofensiva quando praticado de maneira amistosa. Mas a forma compulsiva de jogos compartilha um elemento chave com a pornografia: Ambas são feitas para simular algo, algo que cada homem deseja.
A pornografia promete orgasmo sem intimidade. Batalhas virtuais prometem adrenalina sem perigo. A excitação que as torna tão atraentes é fundamentalmente espiritual em sua raiz.
Satanás não é um criador, mas um plagiador. Seu poder é parasita, bloqueando bons impulsos e direcionando-os ao seu próprio propósito. Deus quer que um homem sinta a impetuosidade da sexualidade na união abnegada com sua esposa. E um homem deve, quando necessário, lutar por sua família, seu povo, pelos fracos e vulneráveis que estão sendo oprimidos.
O ímpeto pelo êxtase do amor justo e pela nobreza da guerra justa são questões atinentes ao evangelho. A união sexual ilustra o mistério cósmico da união entre Cristo e a Sua Igreja. O chamado à batalha está baseado em um Deus que protege Seu povo, um Cristo Pastor que arranca as suas ovelhas da boca dos lobos.
Quando tais ímpetos são dirigidos à ilusão das novidades em contínua expansão, eles matam o prazer. A busca por uma companheira é boa, mas a bem-aventurança não está em desfilar com uma novidade a cada semana. Está em encontrar aquela que foi feita para nós, e viver com ela na missão de cultivar a nova geração. Quando necessário, é certo lutar. Mas a luta de Deus não é uma novela sem fim. Termina em uma ceia, e em uma paz perpétua.
Além disso, esses desejos compulsivos fomentam os vícios aparentemente opostos da passividade e da hiper-agressão. O viciado em pornografia se torna um perdedor lascivo, abandonando a união de uma só carne para isolar-se na masturbação. O viciado em jogos de videogame se converte em um pugilista covarde, abandonando a coragem de proteger os outros pela agressão que não se arrisca a perder a vida de alguém. Em ambos os casos, o indivíduo busca a sensação de ser um verdadeiro amante ou um verdadeiro lutador, mas faz isso utilizando suas glândulas de reprodução ou adrenalina diante de imagens pixeladas, ao invés de pessoas de carne e osso com as quais tenha responsabilidade.
Zimbardo e Duncan estão certos: esta é uma geração atolada no amor falso e na guerra falsa, e isso é perigoso. Um homem que aprende a ser um amante através da pornografia amará ao mesmo tempo a todos e a ninguém. Um homem obcecado em jogos violentos pode aprender a lutar contra todos e contra ninguém.
A resposta a ambos os vícios é vencer a excitação pela excitação. Apegar-se a uma visão do evangelho, de um Cristo que ama a Sua noiva e luta para salvá-la. E, assim, treinemos os nossos jovens para seguirem a Cristo aprendendo a amar uma mulher real, às vezes lutando contra seus próprios desejos e os seres espirituais que buscam devorar-nos. Ensinemos nossos jovens a fazer amor e a guerrear… de verdade.


quarta-feira, 12 de setembro de 2012

AUTOR DESMISTIFICA TABUS SEXUAIS ENTRE CRISTÃOS: MASTURBAÇÃO, SEXO ORAL, PERMITIDOS?


O livro lançamento da editora Mundo CristãoEntre lençóis” desmistifica os tabus do sexo entre cristãos e ajuda os casais a melhorarem a initimidade sexual dentro do casamento.

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Amar em todos os sentidos que a palavra permite abordar é pecado? Muitos cristãos têm dúvida a respeito dos limites da prática sexual depois do casamento. O autor Kevin Leman, psicólogo reconhecido internacionalmente, ajuda a quebrar tais limites com o seu lema “o sexo é uma das coisas mais maravilhosas que Deus já bolou”.
Segundo ele, por exemplo, a prática da masturbação é certa, explicando que favorece o conhecimento do próprio corpo e o do parceiro, mas é errada, se praticada como vício.
O autor ainda aborda o tema do sexo oral e dá dicas de como manter as chamas do amor e do sexo sempre acesas, ajudando homens e mulheres a se redescobrirem no casamento. Ele incentiva a criatividade e variedade na vida sexual do casal em seu livro.
Kevin Leman é psicólogo pós-graduado e doutor em psicologia clínica pela Universidade do Arizona, sendo entrevistado com frequência em canais de TV e de rádio, nos Estados Unidos para falar de educação aos filhos e casamento.
Leman, que é casado com Sande e pai de cinco filhos, é autor best-seller do New York Times com mais de trinta obras escritas. Ele é também o fundador de uma organização destinada e comprometida a ajudar casais a permanecerem felizes, chamada Couples of Promise (Casais da Promessa). Ele e sua família vivem em Tucson, no Arizona.

sábado, 30 de julho de 2011

SEXO ANTES DO CASAMENTO, TOQUES, MASTURBAÇÃO E PORNOGRAFIA… É PECADO?

Quando falamos sobre sexo antes do casamento, toques, masturbação e pornografia, a pergunta principal que muitos fazem é: “Isso é pecado?”. 

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Creio que esse questionamento é bastante comum, embora uma resposta convincente seja negligenciada geração após geração. Então, humildemente, quero tratar disto de um modo intelectualmente honesto e indo direto ao ponto, sem enrolação, usando quatro textos-chaves, crendo que não há quem possa negar a verdade da Escritura.
Digo, porém, aos solteiros e às viúvas, que lhes é bom se ficarem como eu; mas, se não podem conter-se, casem-se. Porque é melhor casar do que abrasar-se” (1 Co 7:8,9).
O raciocínio de Paulo é bem simples. Ele está argumentando sobre a possibilidade de solteiros e viúvas abraçarem o celibato – o não-casamento. Em meio ao seu ensino, ele deixa um conselho curto e importantíssimo sobre desejo sexual. Mesmo que ele ansiasse que estas pessoas não casassem, ele sabia que alguns iriam sentir fortes desejos, correndo o risco de alguém não conseguir “conter-se”. O que essas pessoas deveriam fazer? Que atitudes aqueles que não têm força para conter sua sexualidade devem tomar? Masturbação para aliviar? Pornografia para relaxar um pouco? Dá uns “pega” na namorada? Nada disso. Paulo só apresenta duas escolhas para os que não conseguem vencer seu desejo: ou casa, ou se “abrasa” – o que outras traduções põem como “arder de desejo”.
O texto é bem claro, embora não o leiamos com a atenção devida na maioria das vezes. Você, jovem, tem desejos sexuais incontroláveis? Você se sente um poço de luxúria e está a ponto de explodir de vontade? Deus só te permite fazer duas escolhas: ou continuar assim ou se casar – suprindo todo o seu desejo do modo que Ele ensinou.
Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém, aos que se dão à prostituição, e aos adúlteros, Deus os julgará” (Hb 13:4).
Esse texto requer um pouco mais de atenção. O escritor usa uma linguagem que pode passar despercebida aos nossos olhos se não formos cuidadosos. Esse texto fala, basicamente, sobre sexo. Temos uma clara ordem para venerarmos, ou seja, prestarmos honras a dois ambientes sexuais intercambiáveis. Primeiro, ao matrimônio; segundo, ao leito sem mácula. Então, ele expõe que Deus julgará os que vivem uma sexualidade oposta ao que deveria ser honrado, ou seja, os que vivem em prostituição e os que vivem em adultério. Podemos perceber, sem muito esforço, que matrimônio é contrastado com prostituição e leito sem mácula, com adultério. Vamos olhar para essas duas oposições.
A segunda oposição é simples: percebemos que quando adulteramos, ou seja, traímos nossos cônjuges, pecamos contra o leito sem mácula – que, pelo texto, só pode ser o leito de um casal devidamente casado. Ou seja, toda relação sexual fora do leito de seu parceiro é um adultério (até mesmo as que não saem do campo da mente e do coração, segundo Mateus 5:27,28). Já a primeira oposição é o que chama nossa atenção de um modo mais específico: as atividades sexuais fora do matrimônio são consideradas como um ato de prostituição. Todo sexo que não ocorre dentro de um casamento é uma atitude prostituta – e digna do julgamento de Deus.
Amigo, toda atitude sexual que ocorre fora do casamento é considerado, neste trecho da carta aos Hebreus, como um ato de prostituição. A Santa Escritura ordena: “Fugi da prostituição”, e completa: “Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo” (1 Co 6:18). Fuja de toda atitude prostituta, fuja de todo ato sexual que acontece fora do matrimônio.
“Filho do homem, existiam duas mulheres, filhas da mesma mãe. Elas se tornaram prostitutas no Egito, envolvendo-se na prostituição desde a juventude. Naquela terra os seus peitos foram acariciados e os seus seios virgens foram afagados” (Ez 23:2,3).
O texto é muito simples. Deus está narrando para Ezequiel a história de duas irmãs por parte de mãe que se entregaram à prostituição nas terras egípcias, mesmo quando ainda jovens. O pronto principal que Deus ressalta sobre a prostituição daquelas moças é que “seus peitos foram acariciados e os seus seios virgens foram afagados”. Garotas, se o Senhor trata os “toques” de seu namorado como um ato de prostituição, que tal lutar contra isso como você luta contra o sexo em si? Diante de Deus, é o mesmo pecado.
“Fiz um acordo com os meus olhos de não olhar com cobiça para as moças” (Jó 31:1)
A Escritura testemunha sobre Jó, dizendo que ele era um “homem íntegro, reto e temente a Deus”, que “desviava-se do mal” (1:1). O próprio Senhor Jeová proferiu que não havia “ninguém… na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus, e que se desvia do mal” (1:8). Conhecendo as qualidade que Deus entregou a esse servo, vemos um exemplo disso no capítulo 31 do livro que conta sua história. Jó, expondo as próprias obras de justiça, diz que fez um pacto com sigo mesmo de “não olhar com cobiça para as moças”. O texto de Mateus 5:27,28 deixa claro que o cobiçar alguém já é, em si, um ato de adultério.
Como, diante deste ato de Jó, podemos tentar defender a pornografia como aceitável? Não podemos, de modo algum, ceder à nossas vontades carnais que pregam à nossa mente, dizendo que só observar não produz mal algum. Que digamos como o Salmista: “Não porei coisa má diante dos meus olhos” (Sl 101:3).
O que nós aprendemos com esses quatro textos bíblicos?
Vemos na primeira carta de Paulo aos cristãos da cidade de Corinto que só temos duas escolhas com relação aos nossos desejos: ou casar (que é o recomendado) ou arder em desejo. Masturbação, pornografia ou toques não são opções; ou casa, ou se abrasa.
Podemos perceber, pelo texto de Hebreus, que todo ato sexual que ocorre fora do casamento é uma prostituição; e que todo ato sexual que ocorre sem ser com seu cônjuge, é adultério. Então, todo auto-erotismo, sexo pré-matrimonial, preliminares e até masturbar-se quando sua esposa não está afim de ter relações são atitudes dignas do julgamento do Santo Deus.
Percebemos pela profecia de Ezequiel que tocar indevidamente em moças é um pecado de prostituição, mostrando, no mínimo, que o relacionamento entre um casal não-casado nunca deve passar de beijos e carinhos comportados.
Por fim, Jó nos ensina, com a própria vida, a não cobiçarmos as moças (ou os moços, conseguintemente); levando-nos a perceber que a pornografia ou o voyeurismo são atos pecaminosos que precisam ser mortificados em nossas vidas.
Então, amigo, gaste um tempo para lidar com tudo isso. Talvez você já considerasse esses atos como pecaminosos, então medite mais nestes textos e confirme mais as verdades que você já conhecia; se você não tem os pecados sexuais que foram apresentados aqui como realmente pecaminosos, leia os textos bíblicos apresentados aqui com cuidado e oração. Renda-se às verdades apresentadas nas Escrituras e viva a vontade do Pai.
Nota: Sei que esse tema é doloroso para a maioria dos jovens. Tratar esses pecados de um modo indiferente e com pouca compaixão é irresponsável e é uma atitude digna de julgamento severo. Não use essas verdades sem amor e nem use o amor como desculpa para diminuir a verdade. Talvez esse texto caia nesta condenação, mas é culpa de seu caráter mais técnico. Vide regra, mansidão é a melhor maneira de tratar escravos desta pecaminosidade. Não esqueça isso.
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Aborto diga não!

Aborto diga não!
1999 - Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

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Fonte:www.apocalink.blogspot.com