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quarta-feira, 2 de março de 2016

DONALD TRUMP FEZ DOAÇÃO PARA ORGANIZAÇÃO QUE PROMOVE A HOMOSSEXUALIDADE PARA CRIANÇAS DE 5 ANOS DE IDADE



Ben Johnson
NOVA IORQUE, EUA (LifeSiteNews) — Donald Trump fez uma doação de 30 mil dólares para ativistas homossexuais, inclusive uma doação de 20 mil dólares para uma organização que promovia o “fisting” (prática homossexual de enfiar o antebraço no ânus) para alunos dos últimos anos do ensino fundamental, recomendava livros desculpando a pedofilia homossexual e proclamava que sua missão é “promover a homossexualidade” nas escolas públicas para crianças até do jardim-de-infância.
De acordo com um formulário apresentado à Receita Federal dos EUA, a Fundação Donald J. Trump fez uma doação de 20 mil dólares para a Rede de Educação Gay, Lésbica e Hétero (REGLH) e outros 10 mil dólares para a entidade Crise de Saúde dos Homens Gays.
Kevin Jennings fundou a REGLH (originalmente Rede de Professores Escolares Gays e Lésbicos) em 1990. Ele e outros professores homossexuais formaram Alianças Gays-Héteros (AGHs) em todo o território dos EUA e formularam currículos que começaram a moldar os valores das crianças de acordo com a perspectiva LGBT desde a idade de cinco anos.

O jardim-de-infância deveria ser o período de saturação para as opiniões LGBT

A REGLH tem sido franca sobre suas metas e desejo de obter a respeitabilidade da sociedade. Em 1997, Jennings disse: “Consigo imaginar um dia em que os héteros dirão: ‘E daí se você está promovendo a homossexualidade?’”
A REGLH recomenda que as crianças enfrentem a “saturação” em seu ponto-de-vista a partir do jardim-de-infância. Jaki Williams, ativista da REGLH, ensinou um seminário sobre “Jardins-de-Infância Inclusivos” numa conferência regional de 1997. “Crianças em idade do jardim-de-infância estão “desenvolvendo seu superego’… É nesse ponto que o processo de saturação precisa iniciar,” disse Williams, que é professora em Nova Iorque.
Crianças de cinco anos estão muito interessadas em grandes perguntas. Elas estão muito interessadas em sexo, morte e amor, e elas fazem essas perguntas, e elas falam sobre essas questões,” ela disse, “e queremos ajudá-las a achar as respostas.”
Uma professora de educação física do jardim-de-infância descreveu seu método preferido numa conferência da REGLH em 1999 em Atlanta. De acordo com uma testemunha, Geraldine Burke perguntou às meninas em sua aula em Connecticut: “Você já beijou sua irmã para mostrar a ela que você a ama?” Ela teria relacionado isso com a paixão física homossexual, acrescentando: “Algumas pessoas dirão a você que você não deveria amar algumas pessoas, mas… seu coração orienta você a quem amar.”
Os materiais da REGLH guiam os professores a minar as objeções morais das crianças (e dos pais delas) à homossexualidade, levando-as a aceitar ideias alternativas de famílias.
Uma publicação escrita em consulta com a UNESCO pede que os professores “decodifiquem e deem um novo nome” às estruturas da família tradicional, um processo que deve “incluir jogos e músicas de jardim-de-infância.”
Em outro kit intitulado “"Ready, Set, Respect!” a REGLH aconselha “educadores dos primeiros anos do ensino fundamental” a “desafiarem estereótipos que possam prejudicar o desenvolvimento saudável.” Entre outras coisas, eles deveriam “assegurar que as analogias que você usa ao ensinar não se apoiem em imagens ou pontos-de-vista normativos heterossexuais ou de gênero.” (Ênfase no original.) Os professores deveriam, por exemplo, casualmente usar questões matemáticas, aplicando-as na vida real, inclusive dois pais ou duas mães em vez de uma mãe e um pai.
Um currículo de Massachusetts instrui os professores: “Ao discutir essa questão, ajude os estudantes a superar preocupações com a questão de ‘certo’ ou ‘errado’ na relação homossexual ou homossexualidade em geral. Coloque o debate sobre casamento dentro do contexto de direitos humanos, assim expandindo o diálogo além da esfera da moralidade.”
O currículo pede que os professores distribuam uma estória aos alunos que diz: “Ser gay é só mais uma forma de amor. E amor é o melhor tipo de felicidade.”
“E estou feliz também!” a crianças conclui.
À medida que as crianças amadurecem, amadurece também o tema da REGLH.

Distribuindo a pedofilia

A lista de livros recomendados da REGLH para crianças dos últimos anos do ensino fundamental inclui vários títulos que minimizam ou adotam a pedofilia.
No livro didático “Queer 13: Lesbian and Gay Writers Recall Seventh Grade” (Queer 13: Escritores Lésbicos e Gays Relembram a Sétima Série), o autor Justin Chin descreve como ele, quando era a criança de 13 anos da história, “realmente adorava” os “quase estupros” que ele experimentava de adultos homossexuais.
No livro “Passages of Pride” (Passagens de Orgulho Homossexual), Kurt Chandler escreve sobre um rapaz de 15 anos que é vítima de estupro legal por um “gigante” que era “quase o dobro da idade de Dan.” Apesar disso, Chandler escreveu, “tudo foi consensual.”
Isso se encaixa perfeitamente nas declarações de Jennings de que ele havia sido “inspirado” por Harry Hay, um socialista que declarou publicamente que o estupro legal homossexual é “precisamente o que adolescentes de 13, 14 e 15 anos precisam mais do que qualquer coisa mais no mundo. E eles receberiam isso muito bem, e receberiam muito bem a oportunidade de adolescentes gays terem o tipo de experiência que eles precisariam.”
Essa perspectiva moldou as interações de Jennings com seus estudantes. Ele escreveu em sua autobiografia que em 1988, um adolescente de 15 anos chamado “Robertson” lhe contou que havia tido repetidas relações sexuais com um homem mais velho num banheiro de parada de ônibus. A resposta dele foi só dizer: “Espero que você sabia usar a camisinha.”
O que é surpreendente é que fazer vista grossa à pedofilia — ou pior — não é o incidente que mais manchou a reputação da REGLH.

“Fistgate” — e fazendo parceria com a Planned Parenthood (a maior rede de clínicas de aborto dos EUA)

A REGLH foi examinada com mais profundidade no ano de 2000 quando uma gravação secreta expôs o conselho sexual que a REGLH dá a menores de idade. A décima conferência anual da REGLH, realizada na Universidade Tufts em 25 de março, foi gravada por Scott Whiteman, que era o então diretor-executivo da entidade conservadora MassResistance.
A conferência apresentou um painel apenas de adolescentes e jovens de 14 a 21 anos intitulado “O que Não Ensinaram a Você sobre Sexo Queer e Sexualidade na Aula de Saúde.” Em resposta a uma pergunta da audiência, o apresentador descreveu “fisting” — uma prática sexual que se originou dos homossexuais, em que um homem enfia o punho e às vezes o antebraço no reto de outro homem.
Margot Abels, que era funcionária da Secretaria de Educação do Estado de Massachusetts, disse aos jovens que fisting “muitas vezes recebe uma censura realmente horrível.” Ela disse que é meramente “uma experiência de deixar alguém enfiar uma parte dele em seu corpo, alguém com quem você quer estar próximo e íntimo.” Quando perguntada por que alguém chegaria a ter interesse em tal prática, Abels disse que fisting pode ajudar “os jovens a explorar.”
Geralmente não é sobre infligir dor ao que recebe, “não que estejamos suprimindo isso,” disse Abels.
Depois da reação negativa do público, a entidade prometeu se corrigir. Mas na conferência da REGLH em 2001, a Planned Parenthood distribuiu “kits de fisting.”

As doações filantrópicas de Trump

Pais preocupados acharão essas duas doações alarmantes. Contudo, vale notar que Trump não tem dirigido uma percentagem significativa de sua filantropia, que é dedutível do imposto de renda, para causas políticas, como outras personalidades políticas fazem. A maioria de suas doações é para causas como a Sociedade Americana do Câncer, a Associação Americana do Coração, a Cruz Vermelha Americana, a Associação Americana de Diabetes, doações múltiplas para a Casa Ronald McDonald em Nova Iorque e doações numerosas para causas de veteranos de guerra.
Ele também doou no mesmo ano 100 mil dólares individuais para a Operação Sorriso e o Hospital Infantil. Ele também doou para a União Conservadora Americana.
Entretanto, as doações políticas que ele tem feito não mostram um padrão claro, mesmo nessa questão. Ele doou três vezes mais para uma organização que combate o “casamento” homossexual do que ele doou para a REGLH. Ele também fez doações numerosas para organizações políticas conservadoras e ministérios cristãos. Ele deu 100 mil dólares para Billy Graham. Jerry Falwell Jr. citou essas doações em sua introdução laudatória de Trump na Universidade Liberty logo antes de apoiar o magnata empresarial.
A Fundação Donald J. Trump e a campanha presidencial de Trump não responderam imediatamente ao pedido de LifeSiteNews por um comentário.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês de LifeSiteNews: Trump donated to group that promotes homosexuality to 5-year-olds, ‘fisting’ in middle school
Leitura recomendada sobre Donald Trump:

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

COMISSÃO DE FELICIANO APROVA 2 PROJETOS CONTRA GAYS E REJEITA UM A FAVOR

Entre as propostas que seguirão tramitando na Câmara está a convocação de plebiscito sobre a possibilidade de casamento gay
A Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Câmara aprovou nesta quarta-feira dois projetos de lei que contrariam interesses de grupos ligados aos direitos dos homossexuais. Na sessão de hoje, comandada pelo presidente da comissão, deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), o colegiado aprovou a tramitação de uma proposta de plebiscito para consultar a população sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo, e outra matéria que prevê a suspensão da resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que tornou legal o casamento gay. Além disso, os deputados barraram a tramitação de um terceiro projeto que garantia mais direitos aoshomossexuais.
De autoria do deputado André Zacharow (PMDB-PR), o Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 232/2011 propõe a realização de plebiscito na mesma data do primeiro turno das próximas eleições, questionando o eleitorado sobre a realização de casamentos homossexuais. "Você é a favor ou contra a união civil de pessoas do mesmo sexo?", é a pergunta proposta pelo deputado.
"A realização de um plebiscito sobre o tema permitirá que as apaixonadas posições em torno da união civil de pessoas do mesmo sexo tenham o tempo e a ocasião para colocar seus argumentos para toda a sociedade, promovendo seu esclarecimento e, assim, acatando o resultado que vier das urnas", disse em seu parecer o relator da proposta na CDH, deputado Marcos Rogério (PDT-RO). O parecer foi aprovado com facilidade, à exceção da deputada Liliam Sá (Pros-RJ).
Na sequência, os membros da CDH aprovaram o Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 871/2013, do deputado Arolde de Oliveira (PSD-RJ), que susta os efeitos da Resolução nº 175, do CNJ, que proíbe que as autoridades competentes de recusar a realização de atos destinados ao casamento entre pessoas de mesmo sexo. Em sua justificativa, o autor do projeto afirma que a resolução "extrapola as competências do CNJ e usurpa a competência constitucional do Congresso Nacional, ao exorbitar do poder regulamentar administrativo e não apenas esclarecendo uma determinada lei e sim normatizando como tal".
Já o Projeto de Lei (PL) 6297/2005, do deputado Maurício Rands (PT-PE), garantia a igualdade jurídica aos homossexuais na declaração como dependentes, para fins previdenciários, de seus companheiros. Ao votar pela rejeição da proposta, o relator Pastor Eurico (PSB-PE) afirmou, em seu parecer, que o princípio de igualdade previsto na Constituição "não afasta a possibilidade de se conceder um direito a apenas um grupo com necessidades e papéis muito bem definidos na sociedade". "A igualdade não afasta a possibilidade de se identificar diferenças e dar-se 'privilégios justificáveis'", argumentou.
"Não é possível equiparar os homossexuais aos companheiros heterossexuais nos aspectos relevantes presumíveis destes e que historicamente justificaram a existência de direito à pensão para estes, qual sejam: reprodução e papel social relevante na criação dedicada dos filhos. Assim, com eventual aprovação do PL em análise, os homossexuais ficariam inseridos diretamente na primeira classe, ao lado do cônjuge e dos filhos, fazendo-os usufruir de subsídio estatal (pensão) sem justificativa intrínseca à condição de companheiros de mero afeto, configurando enriquecimento sem causa, já que dos homossexuais não se presume o mesmo papel social relevante e referenciado", disse o deputado, cujo parecer foi aprovado pelos demais membros da comissão.
FONTE:TERRA

domingo, 17 de novembro de 2013

PROGRAMA “ENCONTRO” EXIBE VIOLÊNCIA ESCANDALOSA CONTRA A INOCÊNCIA DAS CRIANÇAS

Marco Feliciano
Comentário de Julio Severo: Para ver a campanha homossexual para que crianças sejam expostas à lascívia gay, inclusive beijos gays, confira o artigo “Beijo gay: Obrigatório para crianças?” neste link: http://bit.ly/19n0aUV
Vi há pouco uma cena chocante no “Encontro”, programa apresentado por Fátima Bernardes, da Rede Globo. A emissora segue sua campanha de promoção da homossexualidade – um ativismo de militância sindical. Nunca houve antes nada parecido. A Globo tornou-se militante gay. Existe uma diferença entre gays e militantes. A emissora faz ativismo, um tipo de discurso que tenta doutrinar a sociedade a ser favorável a prática.
A cena é a seguinte: a equipe do programa foi até uma escola do Rio de Janeiro e pediu a sete pais de crianças com idades entre 6 e 9 anos que assistissem ao vídeo de um pedido de casamento gay para ver como eles reagiriam. Depois foi a vez dos filhos assistirem ao mesmo vídeo. Isso mesmo! Pasmem, a emissora expôs as crianças a cena que – se não bastasse a intenção repulsiva – ainda exibe um beijo gay.
Poucas coisas são tão detestáveis quanto este teatro armado por Fátima em seu programa de baixa audiência. A Globo já vem usando suas novelas para educar os telespectadores sobre a diversidade sexual. No caso em questão, o discurso é o mesmo, mas o tom é ainda mais pesado: usam imagens para deturpar o pensamento das crianças. Puro merchandising da emissora a favor do sindicalismo gay, seguido da discurseira da apresentadora e seus convidados – sempre sem contraditório.
O que Fátima está a dizer é que uma criança entre 6 e 9 anos já tem discernimento para se assumir sexualmente. Tratam o debate como progressista, moderno, mas não passa de militância, de ativismo. Quais as consequências que a exposição de uma criança a este tipo de cena pode causar? Deve-se supor, a partir daí, que a intenção da emissora é que as crianças já se definam como heteros ou homo. É isso mesmo: essa gente toda, agora com o apoio da Rede Globo, está a dizer que uma criança deve ser exposta aos desvalores promovidos pela militância gay.
Pra começo de conversa, crianças não sabem o que querem, estão em fase de aprendizado e não discernem sobre estes temas sociais. Expor a inocência das crianças e pedir opinião delas sobre um tema de origem sexual é um crime. Por isso é uma ideia estúpida. Há uma diferença gigantesca entre pessoas que lutam por seus direitos e um movimento que quer transformar a sociedade e obriga-la a aderir a seus ideais – se posso chamar assim.
No caso do programa Encontro, o que se vê é uma violência escandalosa contra a inocência das crianças. Uma criança nesta faixa etária não tem ainda condições de opinar sobre este tema, qualquer especialista pode atestar isso – com exceção daqueles que chamavam o Projeto de Decreto Legislativo 234/11 de “Cura Gay”. Mas esta é outra história! O fato é que a equipe do programa promoveu uma violência contra estas crianças. Certamente motivados pelo sindicalismo gay.
Como deputado federal eu exijo que o Ministério Público questione as motivações da emissora ao expor inocentes de tenra idade desta forma. Basta assistir a reação das crianças para notar o constrangimento, repulsa e espanto das crianças.
O que a Globo fez não existe em lugar nenhum do mundo: usou de forma indevida crianças para promover o comportamento gay. Existe uma diferença entre o indivíduo homossexual e a militância gay. Tratarei isso em um livro que estou preparando. A militância gay quer impor o comportamento homossexual, enquanto o indivíduo busca apenas direitos. Ainda que eu seja contra a prática homossexual, não sou contra o indivíduo buscar os seus direitos.
O que quer essa gente? O próximo passo será expor crianças a uma cena de pedofilia para saber a opinião dos inocentes? Não se espante, não falta muito para isso acontecer. Mas concluo: crianças na primeira infância não têm personalidade desenvolvida e nem maturidade para decidir sobre estes temas.
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

LIVRO SOBRE SEXUALIDADE APRESENTA PORNOGRAFIA INFANTIL E INCITA CRIANÇAS DE 10 ANOS À DESOBEDIÊNCIA COM AVAL DO MEC


No país dos petralhas, Monteiro Lobato vai para a cadeia, e uma variante do que considero pronografia infantil vai para a sala de aula. Já tratei do assunto num post de 1º de fevereiro do ano passado. Mas é preciso voltar ao tema. Leiam isto:
Olha, ele fica duro! O pênis do papai fica duro também?”
Algumas vezes, e o papai acha muito gostoso. Os homens gostam quando o seu pênis fica duro.”
Se você abrir um pouquinho as pernas e olhar por um espelhinho, vai ver bem melhor. Aqui em cima está o seu clitóris, que faz as mulheres sentirem muito prazer ao ser tocado, porque é gostoso.”
Alguns meninos gostam de brincar com o seu pênis, e algumas meninas com a sua vulva, porque é gostoso. As pessoas grandes dizem que isso vicia ou “tira a mão daí que é feio”. Só sabem abrir a boca para proibir. Mas a verdade é que essa brincadeira não causa nenhum problema”.
Voltei

O que é isso? São trechos de Mamãe, como eu nasci?”, que está na lista de livros do MEC, aprovado pelos aloprados que estavam sob o comando deste impressionante Fernando Haddad. Segundo o Ministério da Educação, é recomendado para alunos na faixa dos 10 anos. O livro, claro!, é ricamente ilustrado. Já foi o tempo em que a molecada se cotizava pra comprar gibi de sacanagem. O pênis, a vagina, o clitóris e a ereção foram estatizados, entenderam? O livro é ricamente ilustrado, como se percebe no vídeo abaixo (vão tentar tirá-lo do ar; aguardem para ver). Volto em seguida.

Voltei
Como a gente nota, 64 anos depois de sua morte, Monteiro Lobato está sendo julgado pelo Tribunal Politicamente Correto do Santo Ofício, e a pornografia infantil recebe a chancela do MEC. Não é de estranhar que esse mesmo ministério tenha preparado os kits gays, certo? Eles ensinam, por exemplo, que ser bissexual traz vantagens comparativas no cotejo com a heterossexualidade — que a patrulha politicamente correta chama “heteronormatividade”. A imprensa jamais indagou Fernando Haddad sobre o assunto e ainda tacha de reacionário quem o faz
Notem que o texto, além de tudo, incita crianças de 10 anos à desobediência. Os pais seriam os desprezíveis “adultos”, com suas proibições.
Como escrevi no ano passado, fico cá me perguntando como a civilização chegou até aqui sem a ajuda desses libertadores sexuais. Se, sem eles, tivemos Leonardo, Michelangelo, Schopenhauer e Beethoven, imaginem o que vai acontecer agora que a masturbação foi estatizada e pode ser tratada por professores convertidos em animadores sexuais…
Ninguém mais vai querer pintar, fazer música ou esculpir. A humanidade passará a eternidade a brincar com o pingolim e a escarafunchar a borboletinha, num estado de gozo permanente.
Peço cadeia ou médico pra essa gente?
A escola brasileira, que pode censurar Monteiro Lobato, também não gosta, como é sabido, de matemática e língua portuguesa. Precisamos é de cidadãos que, à falta de um bom argumento, metam a mão na genitália — e em público, que é para demonstrar desprezo pelas convenções burguesas. Afinal, Freud nos ensinou que a civilização nasce justamente do gozo sem censura, certo? Ou teria sido o contrário?
Eis aí mais uma conquista da educação brasileira sob a gestão deste espetacular Fernando Haddad, o homem novo!
Por Reinaldo Azevedo via VEJA ABRIL
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Aborto diga não!

Aborto diga não!
1999 - Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

LIBERDADE DE EXPRESSÃO

É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal.

Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX).

Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença".

Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias.

Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

Fonte:www.apocalink.blogspot.com