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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

QUE LUGAR O DINHEIRO OCUPA NA SUA VIDA?


Rev. Hernandes Dias Lopes.

INTRODUÇÃO

Duas perguntas são feitas antes de se fechar um negócio: Quanto ganharei se fechar esse negócio? Quanto perderei se deixar de fechar esse negócio?
O dinheiro é ídolo que tem o maior número de adoradores neste mundo. Pessoas se casam, divorciam, matam e morrem pelo dinheiro. No sermão do monte Jesus disse que não podemos servir a Deus e às riquezas ao mesmo tempo.
De todas as pessoas que vieram a Cristo, este homem é o único que saiu pior do que chegou. Ele foi amado por Jesus, mas, mesmo assim, desperdiçou a maior oportunidade da sua vida. A despeito do fato de ter vindo à pessoa certa, de ter abordado o tema certo, de ter recebido a resposta certa, ele tomou a decisão errada. Ele amou mais o dinheiro do que a Deus, mais a terra do que o céu, mais os prazeres transitórios desta vida do que a salvação da sua alma.
I. RICO, PORÉM, INSATISFEITO – (10.17-22)
Destacamos vários predicados excelentes desse jovem. Entretanto, todos os atributos que alistamos, não puderam preencher o vazio da sua alma.
1. Ele era jovem (Mt 19.20)
Esse jovem estava no alvorecer da vida. Tinha toda a sua vida pela frente e toda a oportunidade de investir o seu futuro no reino de Deus. Ele tinha saúde, vigor, força, sonhos.
2. Ele era riquíssimo (Lc 18.23)
Esse jovem possuía tudo que este mundo podia lhe oferecer: casa, bens, conforto, luxo, banquetes, festas, jóias, propriedades, dinheiro. Ele era dono de muitas propriedades. Embora jovem, já era muito rico. Certamente era um jovem brilhante, inteligente e capaz.
3. Ele era proeminente (Lc 18.18)
Lucas diz que ele era um homem de posição (Lc 18.18). Ele possuía um elevado status na sociedade. Ele tinha fama e glória. Apesar de ser jovem, já era rico; apesar de ser rico, era também líder famoso e influente na sociedade. Talvez ele fosse um oficial na sinagoga. Tinha reputação e grande prestígio.
4. Ele era virtuoso (10.20; Mt 19.20)
“Tudo isso tenho observado, que me falta ainda?”. Aquele jovem julgava ser portador de excelentes predicados morais. Ele se olhava no espelho da lei e dava nota máxima para si mesmo. Considerava-se um jovem íntegro. Não vivia em orgias nem saqueava os bens alheios. Vivia de forma honrada dentro dos mais rígidos padrões morais. Possuía uma excelente conduta exterior. Era um modelo para o seu tempo. Um jovem que a maioria das mães gostaria de ter como genro.

5. Ele era insatisfeito com sua vida espiritual (Mt 19.20)
“Que me falta ainda?”. Ele tinha tudo para ser feliz, mas seu coração ainda estava vazio. Na verdade, Deus pôs a eternidade no coração do homem e nada deste mundo pode preencher esse vazio. Seu dinheiro, reputação e liderança não preencheram o vazio da sua alma. Estava cansado da vida que levava. Nada satisfazia seus anseios. Ser rico não basta; ser honesto não basta; ser religioso não basta. Nossa alma tem sede de Deus.
6. Ele era uma pessoa sedenta de salvação (10.17)
Sua pergunta foi enfática: “Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna?”. Ele estava ansioso por algo mais que não havia encontrado no dinheiro. Ele sabia que não possuía a vida eterna, a despeito de viver uma vida correta aos olhos dos homens. Ele não queria enganar a si mesmo. Ele queria ser salvo.
7. Ele foi a Jesus, a pessoa certa (10.17)
Ele foi a Jesus; buscou o único que pode salvar. Ele já tinha ouvido falar de Jesus. Sabia que ele já salvara muitas pessoas. Sabia que Jesus era a solução para a sua vida, a resposta para o seu vazio. Ele não buscou atalhos, mas entrou pelo único que leva ao céu.
8. Ele foi a Jesus com pressa (10.17)
“E, pondo-se Jesus a caminho, correu um homem ao seu encontro” (10.17). Naquela época pessoas tidas como importantes não corriam em lugares públicos, mas esse jovem correu. Ele tinha pressa. Muitos querem ser salvos, mas deixam para amanhã e perecem eternamente. Esse jovem não pode mais esperar, ele não pode mais protelar. Ele não agüenta mais. Ele não se importa com a opinião das pessoas. Ele tem urgência para salvar a sua alma.
9. Ele foi a Jesus de forma reverente (10.17)
“… e ajoelhando-se, perguntou-lhe: Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna?” (10.17). Esse jovem se humilhou caindo de joelhos aos pés de Jesus. Ele demonstrou ter um coração quebrantado e uma alma sedenta. Não havia dureza de coração nem qualquer resistência. Ele se rende aos pés do Senhor.
10. Ele foi amado por Jesus (10.21)
“E Jesus, fitando-o, o amou” (10.21). Jesus viu o seu conflito, o seu vazio, a sua necessidade; viu o seu desespero existencial e se importou com ele e o amou.
II. RICO, PORÉM, ENGANADO – (10.17-22)
As virtudes do jovem rico eram apenas aparentes. Ele superestimava suas qualidades. Ele deu a si mesmo nota máxima, mas Jesus tirou sua máscara e revelou-lhe que a avaliação que fazia de si, da salvação, do pecado, da lei e do próprio Jesus eram muito superficiais.
1. Ele estava enganado a respeito da salvação (10.17)
Ele viu a salvação como uma questão de mérito e não como um presente da graça de Deus. Ele perguntou: “… Bom Mestre, que farei de bom para herdar a vida eterna?” (10.17). Seu desejo de ter a vida eterna era sincero, mas estava enganado quando à maneira de alcançá-la. Ele queria obter a salvação por obras e não pela graça.
Todas as religiões do mundo ensinam que o homem é salvo pelas suas obras. Na Índia multidões que desejam a salvação deitam sobre camas de prego ao sol escaldante; balançam-se sobre um fogo baixo; sustentam uma mão erguida até se tornar imóvel; fazem longas caminhas de joelhos. No Brasil, vemos as romarias, onde pessoas sobem conventos de joelhos e fazem penitência pensando alcançar com isso o favor de Deus.
Muitas pessoas pensam que no dia do juízo Deus vai colocar na balança as obras más e as boas obras e a salvação será o resultado da prevalência das boas obras sobre as obras más. Mas a salvação não consiste daquilo que fazemos para Deus, mas do que Deus fez por nós em Cristo Jesus.
2. Ele estava enganado a respeito de si mesmo (10.19-21)
O jovem rico não tinha consciência de quão pecador ele era. O pecado é uma rebelião contra o Deus santo. Ele não é simplesmente uma ação, mas uma atitude interior que exalta o homem e desonra a Deus.[1] O jovem rico pensou que suas virtudes externas podiam agradar a Deus. Porém, a Escritura diz que todos somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapo da imundícia aos olhos do Deus santo (Is 64.6).
O jovem rico pensou que guardava a lei, mas havia quebrado os dois principais mandamentos da lei de Deus: amar a Deus e ao próximo. Ele era idólatra. Seu deus era o dinheiro. Seu dinheiro era apenas para o seu deleite. Sua teologia era baseada em não fazer coisas erradas, em vez de fazer coisas certas.
Jesus disse para o jovem rico: “… só uma coisa te falta: Vai, vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro no céu; então, vem e segue-me” (10.21). O que faltava a ele? O novo nascimento, a conversão, o buscar a Deus em primeiro lugar. Ele queria a vida eterna, mas não renunciou os seus ídolos. Hurtado diz que o jovem rico não foi chamado à pobreza como um fim, mas ao discipulado de Jesus”.[2]
3. Ele estava enganado a respeito da lei de Deus (10.19,20)
Ele mediu sua obediência apenas por ações externas e não por atitudes internas. Aos olhos de um observador desatento ele passaria no teste, mas Jesus identificou a cobiça em seu coração. Este é o mandamento subjetivo da lei. Ele não pode ser apanhado por nenhum tribunal humano. Só Deus consegue diagnosticá-lo. Jesus viu no coração desse homem o amor ao dinheiro como a raiz de todos os seus males (1Tm 6.10). O dinheiro era o seu deus; ele confiava nele e o adorava.
4. Ele estava enganado a respeito de Jesus (10.17)
Ele chama Jesus de Bom Mestre, mas não está pronto a obedecer-lho. Ele pensa que Jesus é apenas um rabi e não o Deus verdadeiro, feito carne. Jesus queria que o jovem se visse a si mesmo como um pecador antes de ajoelhar-se diante do Deus santo. Não podemos ser salvos pela observância da lei, pois somos rendidos ao pecado. A lei é como um espelho; ela mostra a nossa sujeira, mas não remove as manchas. O propósito da lei é trazer o pecador a Cristo (Gl 3.24). A lei pode trazer o pecador a Cristo, mas não pode fazer o pecador semelhante a Cristo. Somente a graça pode fazer isso.[3]
5. Ele estava enganado acerca da verdadeira riqueza (10.22)
Depois de perturbar a complacência do homem com a constatação de que uma coisa lhe faltava, Jesus o desafia com uma série de cinco imperativos: “Vai, vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e vem, e segue-me” (10.21). Esses cinco imperativos são apenas uma ordem que exige uma só reação. Ele deve renunciar aquilo que se constitui no objeto de sua afeição antes de poder viver debaixo do senhorio de Deus.[4]
O jovem rico perdeu a riqueza eterna, por causa da riqueza temporal. Ele preferiu ir para o inferno a abrir mão do seu dinheiro. Mas que insensatez, ele não pode levar um centavo para o inferno. Ele rejeita a Cristo e a vida eterna. Agarrou-se ao seu dinheiro e com ele pereceu. Saiu triste e pior, por ter rejeitado a verdadeira riqueza, aquela que não perece. O homem rico se torna o mais pobre entre os pobres.
III. RICO, PORÉM PERDIDO (10.23-27)

1. Os que confiam na riqueza não podem confiar em Deus (10.23-25)
O dinheiro é mais do que uma moeda, é um deus. O dinheiro é maior dono de escravos do mundo. Ele é um espírito, ele é Mamom. Ninguém pode servir a dois senhores ao mesmo tempo. Ninguém pode servir a Deus e às riquezas. A confiança em Deus implica no abandono de todos os ídolos. Quem põe a sua confiança no dinheiro, não pode confiar em Deus para a sua própria salvação. Nossos corações somente têm espaço para uma única devoção e nós só podemos nos entregar para o único Senhor.[5]
Jesus não está condenando a riqueza, mas a confiança nela. A raiz de todos os males não é o dinheiro, mas o amor a ele (1Tm 6.10). Há pessoas ricas e piedosas. O dinheiro é um bom servo, mas um péssimo patrão. A questão não é possuir dinheiro, mas ser possuído por ele.
Jesus ilustrou a impossibilidade da salvação daquele que confia no dinheiro: “É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus” (10.25). O camelo era o maior animal da palestina e o fundo de uma agulha o menor orifício conhecido na época. Alguns intérpretes tentam explicar que esse fundo da agulha era uma porta da muralha de Jerusalém onde um camelo só podia passar ajoelhado e sem carga. Mas, isso altera o centro do ensino de Jesus: a impossibilidade definitiva de salvação para aquele que confia no dinheiro.[6]
2. A salvação é uma obra milagrosa de Deus (10.26,27)
Os discípulos ficam aturdidos com a posição radical de Jesus e perguntaram: “Então, quem pode ser salvo?” (10.26). Jesus, porém, fitando neles o olhar, disse: “Para os homens é impossível; contudo, não para Deus, porque para Deus tudo é possível” (10.27). A conversão de um pecador é uma obra sobrenatural do Espírito Santo. Ninguém pode salvar-se a si mesmo. Ninguém pode regenerar-se a si mesmo. Somente Deus pode fazer de um amante do dinheiro, um adorador do Deus vivo.
IV. POBRE, PORÉM POSSUINDO TUDO (10.28-31)

1. A abnegação (10.28)
“Então, Pedro começou a dizer-lhe: Eis que nós tudo deixamos e te seguimos” (10.28). Seguir a Cristo é o maior projeto da vida. Vale a pena abrir mão de tudo para ganhar a Cristo. Ele é a pérola de grande valor.
Alguns intérpretes acusam Pedro de demonstrar aqui um espírito mercantilista (Mt 19.27). A afirmação de Pedro revela uma visão comercial da vida cristã.[7] A teologia da prosperidade está ensinando que ser cristão é uma fonte de lucro. A igreja está se transformando numa empresa, o evangelho num produto, o púlpito num balcão, o templo numa praça de barganha e os crentes em consumidores.
2. A motivação (10.29)
Não basta deixar tudo por amor a Cristo, é preciso fazê-lo pela motivação certa. Jesus é claro em sua exigência: “… por amor de mim e por amor do evangelho” (10.29). Precisamos fazer a coisa certa com a motivação certa. O objetivo da abnegação não é receber recompensa. Não servimos a Deus por aquilo que ele dá, mas por quem ele é (Dn 3.16-18).
Muitos hoje pregam um evangelho de barganha com Deus. Você dá, para receber de volta. Você oferece algo para Deus para receber uma recompensa maior. O homem continua sendo o centro de todas as coisas. Mas Jesus fala que precisamos deixar tudo por amor a ele e por causa do evangelho (At 20.24).
3. A recompensa (10.30)
Jesus garante aos seus discípulos que todo aquele que o segue não perderá o que realmente é importante, quer nesta vida quer na vida por vir. Jesus fala de duas recompensas e duas realidades.
Em primeiro lugar, há uma recompensa imediata. Seguir a Cristo é um caminho venturoso. Deus não tira, ele dá. Ele dá generosamente. Quem abre mão de alguma coisa ou de alguém por amor de Cristo e pelo evangelho, recebe já no presente cem vezes mais.
Em segundo lugar, há uma recompensa futura. No mundo por vir, receberemos a vida eterna. Esta é uma vida superlativa, gloriosa, feliz, onde não há dor, sem lágrimas, sem morte. Receberemos um novo corpo, semelhante ao corpo da glória de Cristo. Reinaremos com ele para sempre.
Em terceiro lugar, há uma realidade insofismável. Jesus acrescenta que a recompensa imediata vem acompanhada “… com perseguições” (10.30). A vida cristã não é uma sala vip nem uma colônia de férias. Fomos chamados não para fugir da realidade, mas para enfrentá-la. O sofrimento é o cálice que o povo de Deus precisa beber, enquanto caminha rumo à glória. A cruz vem antes da coroa, o sofrimento antes da recompensa final. Nós entramos no reino de Deus por meio de muitas perseguições (At 14.22). Há um equilíbrio entre bênçãos e batalhas na vida cristã.
Em quarto lugar, há uma realidade surpreendente. Jesus foi categórico: “Porém muitos primeiros serão últimos; e os últimos primeiros” (10.31). Para o público em geral, o rico ocupa um lugar de proeminência e os pobres discípulos, o último lugar. Mas Deus vê as coisas na perspectiva da eternidade – e o primeiro se torna o último enquanto o último se torna o primeiro.[8]
CONCLUSÃO
Quanto você ganhará se fechar esse negócio? A vida eterna! Quanto perderá se deixar de fechar esse negócio? Perderá a vida, o céu!
[1] Warren W. Wiersbe. Be Diligent. 1987: p. 100.
[2] Larry W. Hurtado. Mark. Harper & Row. 1983: p. 152.
[3] Warren W. Wiersbe. Be Diligent. 1987: p. 101.
[4] Dewey M. Mulholland.
Marcos: Introdução e Comentário. 2005: p. 160.
[5] Dewey M. Mulholland. Marcos: Introdução e Comentário.
2005: p. 161.
[6] William Hendriksen. Marcos. 2003: p. 508.
[7] Warren W. Wiersbe. Be Diligent.
1987: p. 102.
[8] Warren W. Wiersbe. Be Diligent. 1987: p. 103.
Rev. Hernandes Dias Lopes.
FONTE:REV. HERNANDES DIAS LOPOES

terça-feira, 14 de setembro de 2010

OPERAÇÃO MÃOS LIMPAS - POLÍCIA ENCONTRA R$ 167 MIL NA CASA DO GOVERNADOR DO AP, DIZ JORNAL

       A Polícia Federal encontrou na casa do governador do Amapá, Pedro Paulo Dias (PP), R$ 167 mil e US$ 2,5 mil em espécie, valores que não foram declarados pelo político ao Tribunal Superior Eleitoral neste ano, de acordo com informações de reportagem da “Folha de São Paulo” publicada nesta terça-feira (14). 

       O governador, candidato à reeleição, foi preso na sexta passada (10) na Operação Mãos Limpas, junto com outros suspeitos de envolvimento em um esquema de desvio de recursos públicos do Estado e da União. 
       Tanto Dias quanto o ex-governador do Amapá, Waldez Góes (PDT), que também foi preso, devem ser libertados nesta terça com o fim da prisão temporária. De acordo com o jornal, a PF não deve pedir prorrogação do prazo. 
       Na declaração ao TSE, o atual governador apontou um patrimônio de R$ 1,95 milhão, divididos em cinco imóveis de cerca de R$ 600 mil, R$ 235 mil apolicados no banco e 2.219 cabeças de gado no valor de R$ 1,1 milhão, informou a reportagem.
FONTE: ABRIL

quarta-feira, 9 de junho de 2010

MAÇONARIA DESMASCARANDO ESTA FILIAL DO INFERNO - Parte 1


 Albert Pike
Maçonaria:
Ramificações: AMORC,
Lions Club,
Rotary Club,
De Molays,
Shrines,
The Daughters of the Nile (As Filhas do Nilo),
Amaranth,
Estrela do Oriente,
Grotto,
Cavaleiros Templários,
Rito de York, Rito Escocês,
Illuminati,
P2,
Skull and Bones (Caveira e Ossos),
Ordem do Dragão.

Nada há encoberto que não venha a ser revelado; e oculto que não venha a ser conhecido.
SENHOR JESUS CRISTO, Lucas 12:2

Este estudo tem a função de alertar as pessoas sobre o perigo do envolvimento com a Maçonaria, suas gravíssimas implicações espirituais e também tem a função de mostrar os malefícios que esta organização satânica tem trazido ao Brasil e ao mundo.

O Brasil, embora rico de grandes reservas de minérios, de ouro e de pedras preciosas, com uma costa marítima gigantesca e dotado, por Deus, com terras férteis e generosas, se encontra afundado em uma terrível miséria.
Quando olhamos para a grave situação em que se encontra a nossa nação, podemos nos fazer a seguinte pergunta:

Por que isto está acontecendo?

Em outros artigos já demonstramos como a prática da feitiçaria, a invocação de demônios e a idolatria católica romana têm sido uma desgraça para esta nação.
Deus tem entregue o povo do país dos carnavais ao sabor de seus próprios conselhos e desejos, pois colhem os frutos amargos da rejeição ao grande Deus e ainda assim se mostram rebeldes em suas práticas, não deixando de servir a demônios.
Comem restos quando poderiam se banquetear com boas e fartas refeições, e vestem trapos quando poderiam estar vestidos com o melhor algodão.
O trecho bíblico abaixo foi dirigido ao povo de Tiro, quando pecaram e se rebelaram diante dos olhos de Deus, agindo de forma arrogante e audaciosa diante de Deus, tal como hoje se vê no Brasil:
Roubarão as tuas riquezas, saquearão as tuas mercadorias, derribarão os teus muros e arrasarão as tuas casas preciosas; as tuas pedras, as tuas madeiras e o teu pó lançarão no meio das águas. Ezequiel 26:12

Deus está entregando o Brasil nas mãos de saqueadores e de homens cujo coração não somente se encontra longe dEle, mas cujos intentos nunca levam em consideração nem o amor ao próximo e nem a misericórdia.
Porém, estamos falando de uma nação inteira, de um país com quase 200 milhões de pessoas, como se tem dado isto na prática?

AS ORIGENS DA MAÇONARIA E DE SEU PAI, LÚCIFER

Essa organização luciferiana, chamada de Maçonaria, diferentemente do que muitos supõem, não é um organismo isolado e singular no mundo.
Antes, trata-se de um poderoso segmento do Império de Satanás.
E Satanás possui um reino, como nos ensina o Senhor Jesus Cristo:
E, sabendo ele o que se lhes passava pelo espírito, disse-lhes: Todo reino dividido contra si mesmo ficará deserto, e casa sobre casa cairá. Se também Satanás estiver dividido contra si mesmo, como subsistirá o seu reino?” Lucas 11:17,18

Este império do mal começou a ser organizado desde o princípio, quando a Serpente enganou Eva e tomou de Adão o domínio do mundo, passando a ser ele próprio, Satanás, o deus deste século e o príncipe deste mundo:

Mas, se o nosso evangelho ainda está encoberto, é para os que se perdem que está encoberto, nos quais o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus.” 2 Coríntios 4:3,4

“Chegou o momento de ser julgado este mundo, e agora o seu príncipe será expulso.” João 12:31

Com a vinda em carne do Filho de Deus, o Senhor Jesus Cristo estabeleceu o seu Reino aqui na terra, em cujos domínios e extensões Satanás não pode entrar.
Todo o Reino de Deus será trasladado para as regiões celestiais onde está o Trono de Deus, e isto sucederá no último dia, o dia do juízo e do retorno do Filho de Deus.
Pisamos sobre esta terra como peregrinos, caminhando para uma pátria celestial e eterna, a qual nada tem a ver com esse mundo perdido e amaldiçoado.
E veja que o Senhor Jesus Cristo não rogou pelo mundo quando orava ao Pai, como registrado em João 17:9:

“É por eles que eu rogo; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus”

E o que sucederá a este mundo?

Será destruído por Deus no Grande Dia.

Porém, até que chegue este momento, cada vez mais próximo, o mundo continua a ser palco de uma terrível guerra onde, de um lado está Deus salvando-nos por meio do Evangelho de seu Filho, do outro lado está Satanás levando à cabo os seus intentos.

E que intentos são esses?
Pois bem, precisamente a fim de que possamos entender como opera e como funciona a Maçonaria é que se faz necessário entender quais são os planos e os intentos de Lúcifer.

Sabedor de que não lhe resta mais nada, senão a condenação ao fogo eterno, Satanás é movido por um terrível e implacável ódio contra Deus.
Esse ódio também deriva do fato da enorme frustração de Lúcifer em não ter obtido sucesso em seu audacioso plano de estabelecer um império celestial, independente de Deus, como tanto desejava, e de não poder ser adorado pelos anjos, como tanto cobiçou:

Tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono e no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do Norte; subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo.” Isaías 14:13,14

Mas sua doença é incurável, por isso sua perdição é eterna.
Vejamos como a Serpente teve a audácia de tentar o próprio Senhor Jesus Cristo a fim de procurar receber adoração:

Disse-lhe o diabo: Dar-te-ei toda esta autoridade e a glória destes reinos, porque ela me foi entregue, e a dou a quem eu quiser. Portanto, se prostrado me adorares, toda será tua. Mas Jesus lhe respondeu: Está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a ele darás culto.” Lucas 4:6-8

Esta idéia fixa de Satanás, e que lhe custou muito caro, é também expressa através de homens e de mulheres que estão sob seu domínio.
Vejamos estas comprometedoras palavras ditas por um famoso clérigo católico maçom chamado Eliphas Levi.




Reparem na sutil audácia dessas palavras e como seu autor parecia, de fato, admirar Lúcifer:
"Satanás é aquele anjo suficientemente orgulhoso para acreditar que era Deus; corajoso o suficiente para comprar a sua independência ao preço da eterna tortura e eterno sofrimento; belo o suficiente para ter adorado a si próprio em divina luz; forte o suficiente para ainda reinar
na escuridão
em meio à agonia, e para ter feito um trono para si próprio desta pira inextinguível" (Eliphas Levi; 1860, Histoire de La Magie, páginas 16,17)
Outro personagem maçom ainda mais comprometedor para a Maçonaria, foi Albert Pike, à respeito de cujas asseverações declaradamente satanistas, alguns autores maçônicos, quando solicitados a esclarecer de que se tratam essas declarações, se limitam a responder: "curioso!".

No que diz respeito a essa obstinação de Lúcifer em ser adorado, trata-se de um princípio maligno sobremaneira egoísta, vil e pai de toda sorte de injustiças.
Esse princípio egoísta e satânico é o que tem levado muitos homens a buscar poder, dinheiro, fama, glória e alguns até mesmo literal adoração.
Uma vez que Satanás tem estado presente ao longo da história da humanidade, muitos impérios e reinos têm refletido sua personalidade arrogante e maligna, seja de modo muito bem dissimulado, seja de modo escancarado e bizarro.
Muitos são os exemplos que podemos dar, porém, a fim de demonstrar a inequívoca relação entre a Maçonaria e Lúcifer, começaremos pelo Egito, o qual possuía símbolos e simbologias muito apreciadas pelos maçons, até os dias de hoje.

O EGITO E SUA AUDACIOSA OPOSIÇÃO A DEUS

Pelas Escrituras, a Bíblia, podemos ter conhecimento da ferocidade com que aquele povo se opôs a Deus e como foi incrivelmente rebelde e arrogante, mesmo diante das maravilhas que Deus operou naquele lugar.
A audácia foi de tal ordem que, mesmo solenemente advertidos por Deus por intermédio de Moisés, e vendo as maravilhas de Deus, os egípcios perseguiram o povo do Senhor até que foram, definitivamente, afogados e destruídos nas profundezas do Mar Vermelho, que Deus abriu de modo sobrenatural a fim de salvá-los dos egípcios.
A atitude do Faraó do Egito foi buscar auxílio em seus deuses, para os quais trabalhavam os magos do Egito com suas ciências ocultas.

“Fizeram Moisés e Arão como o SENHOR lhes havia ordenado: Arão, levantando o bordão, feriu as águas que estavam no rio, à vista de Faraó e seus oficiais; e toda a água do rio se tornou em sangue. De sorte que os peixes que estavam no rio morreram, o rio cheirou mal, e os egípcios não podiam beber a água do rio; e houve sangue por toda a terra do Egito. Porém os magos do Egito fizeram também o mesmo com as suas ciências ocultas; de maneira que o coração de Faraó se endureceu, e não os ouviu, como o SENHOR tinha dito. Êxodo 7:20-22

Aqui já temos uma importante informação que nos fornece a Bíblia quando nos diz que os magos (ou mágicos) do Egito se utilizaram de “ciências ocultas” a fim de se oporem a Moisés e a Deus.
Esta palavra “oculta” significa encanto, segredo, secreto e secretamente (a melodia monotonal da Maçonaria).
É uma referência a um poder misterioso, e esse poder ocultista é o mesmo poder que sustenta, promove e dá suporte à Maçonaria.
E aqui é conveniente citarmos 1 Coríntios 4:5:

Portanto, nada julgueis antes do tempo, até que venha o Senhor, o qual não somente trará à plena luz as coisas ocultas das trevas, mas também manifestará os desígnios dos corações; e, então, cada um receberá o seu louvor da parte de Deus.”.
FONTE: www.apocalink.blogspot.com

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1999 - Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

LIBERDADE DE EXPRESSÃO

É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal.

Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX).

Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença".

Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias.

Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

Fonte:www.apocalink.blogspot.com