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terça-feira, 26 de agosto de 2014

SUICÍDIO É PECADO, MAS NÃO É O PECADO IMPERDOÁVEL

A notícia da morte de Robin Wiliiams, na última semana, foi dolorosa para milhões de pessoas, não apenas porque ele era um querido artista (conte-me como um fã do seu trabalho saudável), mas porque o suicídio não é um tema com que lidamos facilmente.  Isso é verdade especialmente para o incontável número de cristãos que se acham de luto por pessoas queridas ou que têm lutado, eles mesmos, com pensamentos suicidas. Não é surpreendente que, diante dessa notícia de alcance nacional, a internet fervilhou de comentários e críticas, pontos e contrapontos. Alguns deles úteis, outros nem tanto.
Sem tentar examinar tudo o que foi dito, e sem pretender dizer tudo o que precisa ser dito acerca de um assunto tão difícil, pensei que poderia ser útil tentar dissipar um pouco a fumaça e apontar quatro breves afirmações. Talvez elas possam nos ajudar a pensar teologicamente e pastoralmente sobre o suicídio.
1. O assunto do suicídio deve ser abordado de modo sensível e compassivo.
Nós precisamos saber o tempo e o lugar. Este é um post de blog direcionado a uma audiência genérica, então eu não acredito que seja insensível dar um passo atrás e analisar “quatro afirmações” sobre o suicídio. Mas eu não apresentaria quatro pontos como estes a alguém de luto pela morte de um amigo ou a alguém que estivesse pensando em suicídio. Tais situações exigem abraços, lágrimas, perguntar, ouvir, contato pessoal e oração – coisas que são impossíveis ou praticamente impossíveis de fazer em um post de blog. Dito isso, mesmo em um artigo genérico, dirigido a ninguém em particular, devemos ter em mente que qualquer um pode estar lendo. O cristão sábio está sempre cônscio de que as pessoas ouvem com diferentes ouvidos. Para alguns, este tópico é uma interessante questão teológica. Outros estão pensando em como ministrar eficazmente quando a necessidade surgir. E, para outros, a mera menção ao suicídio lhes causa no íntimo uma dor indescritível.
2. Suicídio é complicado e ocorre por diferentes razões.
Acredito que muitas pessoas se irritaram com as respostas críticas à morte de Robin Williams porque as críticas falharam em compreender – ou pelo menos pareceram falhar em compreender – as diferenças morais que envolvem os diferentes contextos de suicídio. Certamente, alguém que tira a própria vida após vinte anos de lutas recorrentes contra a depressão merece mais simpatia do que o homem que perde tudo no mercado de ações e pula do 75º andar em um momento de crise financeira. Há uma diferença moral do indivíduo que é pego em adultério e – cheio de vergonha e sem disposição de enfrentar o seu pecado – comete suicídio em comparação ao indivíduo que descobre ter sido traído e, sentindo que sua vida não pode mais seguir em frente, decide dar-lhe um fim. O indivíduo que dispara contra crianças e então se mata é egoísta, maligno e centenas de outras coisas. O indivíduo que tira a sua própria vida em meio aos espamos de uma depressão que é indesejada, impertinente e aparentemente interminável será visto de modo muito diferente. A nossa última ação – mesmo sendo pecaminosa – não define a totalidade da nossa existência. Nós estamos certos em lembrar tudo o que era bom e verdadeiro naqueles que sucumbem à tentação da autodestruição.
3. Suicídio é um pecado.
Certamente, não seria com isso que eu começaria no aconselhamento pastoral, no cuidado pastoral ou ao conduzir um funeral, mas é um aspecto deste assunto difícil que não podemos evitar. Enquanto pode haver situações extremas em que um suicida claramente perdeu o controle de todas as suas faculdades (isto é, demência, traumatismo craniano), na grande maioria dos casos estamos certos em ver o suicídio como uma escolha moralmente culpável e moralmente condenável. Por séculos, a igreja tem consistemente visto o suicídio como uma violação do sexto mandamento. Assassinato de si mesmo ainda é assassinato. Como John Frame observa no livro “A Doutrina da vida cristã”, há cinco exemplos de suicídio na Escritura (Juízes 9.52-54; 1Samuel 31.3-5; 2 Samuel 17.23; 1Reis 16.18-19; Mateus 27.3-5) e todos eles estão em um contexto de vergonha e derrota (p. 738). Do mesmo modo, quando personagens mais nobres pedem a Deus para tirar suas vidas, Deus nunca lhes atende (Números 11.12-15; 1Reis 19.4; Jonas 4.1-11). Nos casos de Jonas e Jó, Deus claramente vê suas petições autodestrutivas de modo desfavorável.
Embora nós desejemos ter empatia por aqueles que sofrem – seja pelo arrependimento, depressão, doença ou qualquer outra enfermidade persistente –, certamente é um raciocínio ético pobre pensar o sofrimento como um meio que justifica qualquer fim. Como vimos ontem, nossas escolhas devem ser consideradas “livres” contanto que não estejam sujeitas à coerção ou compulsão exteriores. Julie Gossack – uma esposa e mãe que, por cinco vezes, teve de enfrentar o sofrimento do suicídio de familiares – resume bem a questão: “Suicídio não é uma herança genética nem uma maldição familiar. Suicídio é uma escolha pecaminosa feita por um indivíduo. Essa afirmação não é desprovida de amor ou respeito. É a verdade. Eu amava ternamente meus familiares que cometeram suicídio, mas as escolhas deles foram pecaminosas, e não justas” (Cultura Cristã, 2013). O suicídio pode parecer a única saída, mas a Escritura nos afirma que Deus nunca nos conduzirá a uma situação em que violar seus mandamentos seja a única opção (1Coríntios 10.13). Nós não ajudamos os santos que estão lutando se nos recusamos a dizer-lhes que o suicídio desagrada a Deus; falar-lhes isso, em amor, pode ser um dos meios pelos quais Deus sacode a alma suicida e lhe traz de volta a um pensamento melhor, mais piedoso.
4. Suicídio não é o pecado imperdoável.

Nós não temos um sistema de penitência e de “extrema unção”. Embora seja particularmente triste para um cristão morrer dessa maneira – confuso e sem esperança –, essa perda de perspectiva não necessariamente significa que o indivíduo não era um cristão nascido de novo e justificado. John Frame, o qual sustenta que o suicídio é pecado, também conta a história de um amigo missionário que foi conduzido para mais perto de Jesus à medida que lutava contra a depressão, mas terminou por matar-se. Frame não hesita em dizer, com confiança, que aquele homem era um cristão genuíno. Nós somos salvos pelo sangue de Cristo, não pelo fato de o nosso momento final ter sido triunfante ou trágico. O suicídio não deve ser tratado com leviandade. Ele é inimaginavelmente doloroso e desagradável a Deus. Porém, para o filho de Deus, verdadeiramente arrependido, verdadeiramente crente e verdadeiramente justificado, Deus é maior do que os nossos pecados, mesmo aqueles que nos apanham em nosso último suspiro.
Por: Kevin DeYoung; Original: Four Brief Theses On Suicide; Copyright © The Gospel Coalition; Website: TheGospelCoalition.org.
Tradução: Vinícius Silva Pimentel; Revisão: Vinícius Musselman Pimentel; Original: Suicídio é um pecado, mas não o pecado imperdoável; Copyright © Voltemos Ao Evangelho; Website: VoltemosAoEvangelho.com.
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

AO COMETER SUICÍDIO O CRISTÃO PERDE A SALVAÇÃO?


Por Miguel Núñes

Esse tem sido um dos temas mais controversos ao longo dos anos, e que lamentavelmente muitos têm respondido de uma maneira emocional e não através da análise bíblica. Aqueles de nós que crescemos no catolicismo sempre ouvimos que o suicídio é um pecado mortal que irremediavelmente envia a pessoa para o inferno. Para muitos que têm crescido com essa posição, é impossível despojar-se dessa ideia.

Outros têm estudado o tema e, depois de fazê-lo, concluem que nenhum cristão seria capaz de acabar com sua própria vida. Há outros que afirmam que um cristão poderia cometer suicídio, mas perderia a salvação. E ainda outros pensam que um cristão poderia cometer suicídio em situações extremas, sem que isso o conduza à condenação.

Em essência temos, então, quatro posições:

1.  Todo aquele que comete suicídio, sob qualquer circunstância, vai para o inferno (posição Católica Tradicional).
2.  Um cristão nunca chega a cometer suicídio, porque Deus impediria.
3.  Um cristão pode cometer suicídio, mas perderá sua salvação.
4.  Um cristão pode cometer suicídio, sem que necessariamente perca sua salvação.

A primeira dessas quatro posições foi basicamente a única crença até a época da Reforma, quando a doutrina da salvação (Soteriologia) começou a ser melhor estudada e entendida. Nesse momento, tanto Lutero como Calvino concluíram que eles não podiam afirmar categoricamente que um cristão não poderia cometer suicídio e/ou o que se suicidava iria ser condenado. Na medida em que a salvação das almas foi sendo analisada em detalhes, muitos dos reformadores começaram a fazer conclusões, de maneira distinta, sobre a posição que a Igreja de Roma tinha até então.

No fim das contas, a pergunta é: O Que a Bíblia diz?

Começamos mencionando aquelas coisas que sabemos de maneira definitiva a partir da revelação de Deus:

O ser humano é totalmente depravado (primeiro ponto do TULIP calvinista). Com isso, não queremos dizer que o ser humano é tão mal quanto poderia ser, mas que todas as suas capacidades estão manchadas pelo pecado: sua mente ou intelecto, seu coração ou emoções, e sua vontade.

  • O cristão foi regenerado, mas mesmo depois de ter nascido de novo, devido à permanência da natureza carnal, continua com a capacidade de cometer qualquer pecado, com a exceção do pecado imperdoável.
  • O pecado imperdoável é mencionado em Marcos 3:25-32 e outras passagens, e a partir desse contexto podemos concluir que esse pecado se refere à rejeição contínua da ação do Espírito Santo na conversão do homem. Outros, a partir dessa passagem citada, atribuem a Satanás as obras do Espírito de Deus. Obviamente, em ambos os casos está se fazendo referência a uma pessoa incrédula.
  • De maneira particular, queremos destacar que o cristão é capaz de tirar a vida de outra pessoa, como fez o Rei Davi, sem que isso afete a sua salvação.
  • O sacrifício de Cristo na cruz perdoou todos os nossos pecados: passados, presentes e futuros (Colossenses 2:13-14, Hebreus 10:11-18)
  • O anterior implica que o pecado que um cristão cometerá amanhã foi perdoado na cruz, onde Cristo nos justificou, e fomos declarados justos sem de fato sermos, e o fez como uma só ação que não necessita ser repetida no futuro. Na cruz, Cristo não nos tornou justificáveis, mas justificados (Romanos 3:23-26, Romanos 8:29-30)

A salvação e o ato do suicídio

Dentro do movimento evangélico existe um grupo de crentes, a quem já aludimos, denominados Arminianos, que diferem dos Calvinistas em relação à doutrina da salvação. Uma dessas diferenças, que não é a única, gira em torno da possibilidade de um cristão poder perder a salvação. Uma grande maioria nesse grupo crê que o suicídio é um dos pecados capazes de tirar a salvação do crente. Nós, que afirmamos a segurança eterna do crente (Perseverança dos Santos), não somos daqueles que acreditam que o suicídio ou qualquer outro pecado eliminaria a salvação que Cristo comprou na cruz.

Tanto na posição Calvinista como na Arminiana, alguns afirmam que um cristão jamais cometerá suicídio. No entanto, não existe nenhum versículo ou passagem bíblica que possa ser usado para categoricamente afirmar essa posição. Alguns, sabendo disso, defendem sua posição indicando que na Bíblia não há nenhum suicídio cometido pelos crentes, enquanto aparecem vários casos de personagens não crentes que acabaram com suas vidas. Com relação a essa observação, gostaria de dizer que usar isso para estabelecer que um cristão não pode cometer suicido não é uma conclusão sábia, porque estamos fazendo uso de um argumento de silêncio, que na lógica é o mais débil de todos. Há várias coisas não mencionadas na Bíblia (centenas ou talvez milhares) e se fizermos uso de argumentos de silêncio, estamos correndo o risco de estabelecer possíveis verdades nunca reveladas na Bíblia. Exemplo: não aparece um só relato de Jesus rindo; a partir disso eu poderia concluir que Jesus nunca riu ou não tinha capacidade para rir. Seria esse um argumento sólido? Obviamente não.

Gostaríamos de enfatizar que, se alguém que vive uma vida consistente com a fé cristã comete suicídio, teríamos que nos perguntar antes de ir mais além, se realmente essa pessoa evidenciava frutos de salvação, ou se sua vida era mais uma religiosidade do que qualquer outra coisa. Eu acho que, provavelmente, esse seria o caso da maioria dos suicídios dos chamados cristãos.

Apesar disso, cremos que, como Jó, Moisés, Elias e Jeremias, os cristãos podem se deprimir tanto a ponto de quererem morrer. E se esse cristão não tem um chamado e um caráter tão forte como o desses homens, pensamos que pode ir além do mero desejo e acabar tirando a própria vida. Nesse caso, o que Deus permitir acontecer pode representar parte da disciplina de Deus, por esse cristão não ter feito uso dos meios da graça dentro do corpo de Cristo, proporcionados por Deus para a ajuda de seus filhos.

Muitos acreditam, como já mencionamos, que esse pecado cometido no último momento não proveu oportunidade para o arrependimento, e é isso o que termina roubando-lhe a salvação ao suicidar-se. Eu quero que o leitor faça uma pausa nesse momento e questione o que aconteceria se ele morresse nesse exato momento, se ele pensa que morreria livre de pecado. A resposta para essa pergunta é evidente: Não! Ninguém morre sem pecado, porque não há nenhum instante em nossas vidas em que o ser humano está completamente livre do pecado. Em cada momento de nossa existência há pecados em nossas vidas dos quais não estamos nem sequer apercebidos, e outros que nem conhecemos, mas que nesse momento não temos nos dirigido ao Pai para buscar seu perdão, simplesmente porque o consideramos um pecado menos grave, ou porque estamos esperando pelo momento apropriado para ir orar e pedir tal perdão.

A realidade sobre isso é que, quando Cristo morreu na cruz, ele pagou por nossos pecados passados, presentes e futuros, como já dissemos. Portanto, o mesmo sacrifício que cobre os pecados que permanecerão conosco até o momento de nossa morte é o que cobrirá um pecado como o suicídio. A Palavra de Deus é clara em Romanos 8:38 e 39: “Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor”. Note que o texto diz que “nenhuma outra coisa criada”. Esta frase inclui o próprio crente. Notemos também que essa passagem fala que “nem as coisas do presente, nem do porvir”, fazendo referência às situações futuras que ainda não vivemos. Por outro lado, João 10:27-29 nos fala que ninguém pode nos arrebatar da mão de nosso Pai, e Filipenses 1:6 diz que “aquele que começou a boa obra em vós, há de completá-la até o dia de Cristo Jesus”. Concluindo:

  • Se estabelecemos que o cristão é capaz de cometer qualquer pecado, por que não conceber que potencialmente ele poderá cometer o pecado do suicídio?
  • Se estabelecemos que o sangue de Cristo é capaz de perdoar todo pecado, ele não cobriria esse outro pecado?
  • Se o sacrifício na cruz nos tornou perfeitos para sempre, como diz o autor de Hebreus (7:28, 10:14), não seria isso suficiente para afirmarmos que nenhum pecado rouba a nossa salvação?
  • Se até Moisés chegou a desejar que Deus lhe tirasse a vida, devido à pressão que o povo exerceu sobre ele, não poderia um paciente esquizofrênico ou na condição de depressão extrema, que não tenha a força de caráter de um Moisés, atentar contra a sua própria vida de maneira definitiva?
  • Se não somos Deus e não temos nenhuma maneira de medir a conversão interior do ser humano, poderíamos afirmar categoricamente que alguém que deu testemunho de cristão durante sua vida, ao cometer suicídio, realmente não era um cristão?
  • Baseados na história bíblica e na experiência do povo de Deus, poderíamos concluir que o suicídio entre crentes provavelmente é uma ocorrência extraordinariamente rara, devido à ação do Espírito Santo e aos meios de graça presentes no corpo de Cristo.
  • Pensamos que o suicídio é um pecado grave, porque atenta contra a vida humana. Mas já estabelecemos que um crente é capaz de eliminar a vida humana, como o fez Davi. Se eu posso fazer algo contra alguém, como não conceber que posso fazê-lo contra mim mesmo? Essa é a nossa posição.

Como você pode ver, não é tão fácil estabelecer uma posição categórica sobre o suicídio e a salvação. Tudo o que podemos fazer é raciocinar através de verdades teológicas claramente estabelecidas, a fim de chegar a uma provável conclusão sobre um fato não estabelecido de forma definitiva. Portanto, quanto mais coerentemente teológico for meu argumento, mais provável será a conclusão que eu chegar. Agostinho tinha razão ao dizer: “Naquilo que é essencial, unidade; naquilo que é duvidoso, liberdade; e em todas as coisas, caridade”. Minha recomendação é que você possa fazer um estudo exaustivo, outra vez ou pela primeira vez, acerca de tudo o que Deus disse sobre a salvação, que é muito mais importante que o suicídio, que é quase nada.

***

VIA: http://bereianos.blogspot.com.br/2014/01/ao-cometer-suicidio-o-cristao-perde.html#.UumxMxBdXgc

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

PASTOR SALVA FLANELINHA SUICIDA COM A PALAVRA DE DEUS

Um pastor convenceu o jovem Diego Silva, de 25 anos, a não se jogar do alto da caixa d’água da Cosanpa (Companhia de Saneamento do Pará), em Belém do Pará.      
 Eu resolvi pedir para subir. Eu tinha certeza de que a palavra de Deus iria convencê-lo. Como se Deus dissesse para mim que uma vida não ia ser ceifada. E foi o que aconteceu.”
       O jovem, conhecido como “Magrão,” trabalha como flanelinha nas proximidades do cemitério de Santa Isabel e entrou no prédio da Cosanpa para tentar saltar e tirar sua própria vida. Sem que os funcionários da segurança o vissem ele entrou e subiu as escadas e após alguns minutos ele passou para o outro lado do parapeito.
       Pessoas da rua movimentada da região, percebendo a tentativa do jovem, rapidamente acionaram o Ciop (Corpo de Bombeiros Militar do Pará).
       “Quando nós chegamos, o rapaz estava bastante transtornado. Parecia ter consumido algum tipo de droga. Falava na mãe, no pai e sobre alguns problemas que tinha com a família. Pedia apoio para os problemas,” contou o 2º tenente Natanael, do Corpo de Bombeiros.
       João Furtado Filho, pastor da Igreja Evangélica Quadrangular, passava pelo local nesse momento e decidiu subir.
       “Eu resolvi pedir para subir. Eu tinha certeza de que a palavra de Deus iria convencê-lo. Como se Deus dissesse para mim que uma vida não ia ser ceifada. E foi o que aconteceu.”
       Segundo o Ciop, “a palavra do pastor também foi decisiva para que ele não pulasse.”
       Em pouco tempo uma multidão estava aglomerada nos arredores da caixa d’água. Havia aqueles que tanto “incentivavam” positivamente quanto negativamente o flanelinha. Às 15h30, “Magrão” resolveu dar a mão ao pastor e desistir de saltar e pôr fim à propria vida.
       O jovem foi levado por uma viatura do Corpo de Bombeiros para o hospital das clínicas Gaspar Viana, no qual passou por uma avaliação psicológica e foi medicado.
       Segundo informações de seu colega, o jovem Diego já agia de forma estranha.

       “Ele tava triste e cabisbaixo. Só falou que estava com muitos problemas e que a vida estava sem significado. Ele também é usuário de drogas. Eu nunca pensei que ele tivesse coragem de fazer uma coisa dessas.”
Fonte: Christian Post

terça-feira, 15 de junho de 2010

CONTROLE POPULACIONAL POR MEIO DA MORTE


1) Controle Populacional por Meio da Morte: O objetivo da Nova Ordem Mundial é reduzir a população total do planeta em dois terços nos próximos anos.
À medida que nos aproximamos da implementação dessa Nova Ordem, as mentes das pessoas precisam ser 'voluntariamente' mudadas para aceitar as medidas para a redução populacional que serão implementadas, pois essas medidas serão amplamente utilizadas pelas forças do Anticristo assim que ele assumir seu papel, de modo a reduzir drasticamente a população mundial.
a) Suicídio/Eutanásia
Foi um golpe de mestre conceber uma campanha para convencer as pessoas a se matarem a si próprias para o benefício da sociedade e fazê-las pensar que é uma boa idéia!
Grande nobreza está sendo dada à atitude desses pobres peões (digo, pessoas) que estão sendo convencidos que é seu "direito" morrer com dignidade e "controlar" sua hora final.
O que aconteceu com o ideal cristão de abrir mão de seus direitos, exatamente como Jesus Cristo abriu mão do Seu e veio morrer por nós [Filipenses 2:4-8]?
O que aconteceu com o ideal cristão que fomos criados à imagem e semelhança de Deus [Gênesis 1:26], um ato de criação que outorga grande dignidade e valor ao ser humano?
E o que aconteceu ao ideal cristão que Deus está controlando nossas vidas e nossa eternidade?
O que aconteceu ao ideal cristão de que Deus controla nossas vidas e a hora da nossa morte?
Ou que podemos confiar nEle e no Seu plano para nós?
Claramente, a civilização ocidental está nas Etapas 5 e 6 desse Plano.
b) Aborto
A sociedade americana está claramente na Etapa 6 aqui, com mais de 1,5 milhão de bebês assinados anualmente no útero de suas mães.
Uma palavra final sobre o aborto.
Perguntei ao ex-satanista e ex-praticante de magia negra Doc Marquis, agora um cristão nascido de novo, como os satanistas encaram o aborto.
Para os satanistas, o sacrifício humano é o maior sacrifício que podem ofertar a Satanás e, quanto mais jovem for a vítima, mais precioso e mais poderoso é o sacrifício.
Perguntei então a Doc: "Se um sacrifício aumenta em poder e preciosidade quanto mais jovem for a vítima, como um satanista vê os bebês abortados? 
Ele me encarou seriamente e disse: "Os satanistas vêem os bebês abortados como o sacrifício humano mais poderoso que é possível oferecer."
c) Infanticídio
Embora o infanticídio ainda seja em grande parte ocultado do público, ainda é praticado nos EUA, em um nível que o deixaria chocado.
d) Preparação para a Destruição da África
Nas duas últimas duas décadas, fomos bombardeados com imagens de milhões de negros africanos morrendo de fome.
Já fizeram tantas campanhas para a arrecadação de alimentos para os países africanos que já estamos cansados de colaborar. As pessoas perguntam: "O que há de errado com eles?
Nunca aprenderão a produzir sua própria comida e a se autogovernar?"
Na Nova Ordem Mundial, os negros estarão marcados para a destruição.
As únicas raças que terão a permissão de entrar no estágio final dessa Nova Ordem Mundial são as raças européias e os chineses.
Todas as demais estão marcadas para extinção.
Qual o melhor modo de convencer o mundo ocidental da inutilidade da raça negra que nos convencer do total incapacidade dos povos africanos?
A campanha está em marcha agora e é ajudada por toda nova revelação de problemas insolúveis na África, de fome crônica a doenças, ignorância, e assim por diante.
e) Transplante de Órgãos
Em um breve resumo, a proposição da Nova Era sobre os transplantes de órgãos é muito simples: eles querem viver indefinidamente.
Até que a medicina consiga "resolver" o 'problema' da morte física, o único modo concebível de viver indefinidamente são os Transplantes de Órgãos.
Assim, a pesquisa médica, que opera com verbas gigantescas concedidas pelos governos e por empresas privadas, injeta milhões de dólares na pesquisa sobre os transplantes.
O sucesso tem sido fenomenal, e muitas pessoas estão vivas hoje por causa deste recurso recente da medicina.
No entanto, o sucesso tem um preço.
Esse procedimento se tornou tão popular, tão amplamente utilizado, que existe hoje uma demanda muito maior por órgãos humanos para transplantes do que doadores disponíveis.
Essa situação acarretou uma grande elevação no preço dos órgãos. Além disso, alguns órgãos parecem muito difíceis de se obter.
Neste ponto, o espírito empreendedor do povo americano entra em cena, acoplado com muita ganância e nenhuma consciência da parte dos médicos e enfermeiros.
Trabalhando em segredo, os médicos de muitos hospitais estão literalmente declarando que suas vítimas estão com morte cerebral ou algum outro tipo de 'morte' e estão literalmente colhendo seus órgãos.
f) Coleta de Tecidos Fetais
Usar os corpos de bebês abortados para a pesquisa médica é outro desenvolvimento satânico e do tipo nazista.
Embora os cristãos considerem o aborto um ato totalmente repugnante e satânico, ficamos ainda mais revoltados quando consideramos o uso desses corpos como recursos médicos!
À medida que os pesquisadores na área médica continuam a desenvolver mais e mais usos para os tecidos dos corpos dos bebês mortos, fazem aumentar dramaticamente a demanda econômica por esses tecidos.
Futuramente teremos um artigo específico sobre a Coleta de Tecidos Fetais, mas permita-nos informar o que está envolvido nesse procedimento satânico e hitlerista:
"Mulheres grávidas, com 13-18 semanas, são colocadas em uma mesa de operações, a cérvix é dilatada, a bolsa de água é perfurada, a cabeça do feto [leia-se, do bebê] é levada a uma posição logo acima da cérvix aberta. O crânio do feto é perfurado e um dispositivo de sucção é colocado na cabeça. A massa cerebral é então sugada e colocada imediatamente em refrigeração para preservar sua utilidade. O feto é então totalmente abortado [assassinado]".
Atualmente, o principal uso médico dos bebês assassinados é o aproveitamento do cérebro, mas como a Nova Ordem Mundial é o nazismo restaurado, podemos esperar que brevemente outros usos sejam descobertos para que o corpo inteiro do bebê passe a ter uso comercial.
Em janeiro de 1993, o presidente Clinton cassou a proibição de pesquisas sobre Tecido Fetal. Você pode acrescentar mais essa abominação às muitas que esse presidente perpetrou.
Existem dois objetivos principais subjacentes a essa prática satânica. Primeiro, é um modo muito eficiente de limitar o crescimento populacional, antes do estabelecimento da Nova Ordem Mundial. Segundo, essa prática demonstra ter um potencial de crescimento muito grande para os médicos, laboratórios de pesquisas e companhias farmacêuticas. Na rota para a Nova Ordem Mundial, não há razão para deixar de ganhar o máximo de dinheiro possível, não é mesmo?
Queremos apenas citar uma passagem da Bíblia, para que você veja como se aplica perfeitamente à deplorável condição espiritual do povo americano. Leia e chore! [Apocalipse 18:1-6]:
"Depois destas coisas, vi descer do céu outro anjo, que tinha grande autoridade, e a terra se iluminou com a sua glória. Então exclamou com potente voz, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, e se tornou morada de demônios, covil de toda espécie de espírito imundo e esconderijo de todo gênero de ave imunda e detestável, pois todas as nações têm bebido do vinho do furor da sua prostituição. Com ela se prostituíram os reis da terra. Também os mercadores da terra se enriqueceram à custa da sua luxúria. Ouvi outra voz do céu, dizendo, Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados, e para não participardes dos seus flagelos; porque seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou dos atos iníquos que ela praticou. Dai-lhe em retribuição como também ela retribuiu, pagai-lhe em dobro segundo as suas obras, e, no cálice em que ela misturou bebidas, misturai dobrado para ela."
Sabemos, estudando as profecias de Daniel, que logo após a ascensão do Anticristo, tomando o controle do mundo por meio de uma Confederação de Dez Supernações, ele destruirá completamente três dessas dez nações originais. Acreditamos que os EUA serão uma dessas três nações que serão totalmente aniquiladas. Nos dias em que vivemos, que antecedem o aparecimento do Anticristo, vejo os pecados na nossa nação "atingindo o céu". Você não vê?
g) Canibalismo
O povo americano está sendo condicionado a aceitar a idéia de comer carne humana, canibalismo! Várias décadas atrás, um filme de segunda categoria chamado "Solient Green" apresentou esse assunto, pois as pessoas comiam biscoitos verdes deliciosos que eram fabricados tendo carne humana entre os ingredientes. Depois, há alguns anos, o filme "O Silêncio dos Inocentes" serviu como veículo de condicionamento sobre o consumo de carne humana. O Dr. James Dobson, famoso psicólogo cristão norte-americano, em seu programa de rádio 'Focus On The Family', informou que o canibalismo estava recebendo muita atenção na indústria da pornografia.
"Nas minhas pesquisas sobre a morte e os quase mortos, fiquei aterrorizado pelas palavras de Carleston Gajdusek. O virologista ganhador do Prêmio Nobel é famoso por sua descoberta do vírus lento no povo Fore, da Nova Guiné. Em sua pesquisa, ele observou de perto o ritual de comer o cérebro ou intestinos dos parentes mortos; declarou ele à revista Omni, 'Eles sempre dissecam seus parentes com amor, cuidado e interesse'. Na opinião dele, se não fosse pela infecção viral nos tecidos, comer o cérebro ofereceria uma boa fonte de proteína para uma comunidade que consome pouca carne´... Com os grandes avanços na tecnologia dos transplantes, os mortos têm mesmo muita proteína a nos oferecer — na forma de seus órgãos e membros. Somos os novos canibais." [pág. 117].
Somos os novos canibais! 
Alguém ainda não acredita na natureza satânica da vindoura Nova Ordem Mundial
O artigo da Omni Magazine está novamente fazendo o papel de ser um foro respeitável que lança um assunto polêmico. 
O especialista respeitável é um virologista ganhador do prêmio Nobel, Carleston Gajdusek, e está falando em um foro respeitável, a revista Omni. 
Temos todos os ingredientes da Etapa 1 em marcha aqui. 
O artigo foi escrito em 1987, bem antes do "Silêncio dos Inocentes" e outros veículos de condicionamento.
Fonte:http://www.espada.eti.br/n1055.asp

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Aborto diga não!

Aborto diga não!
1999 - Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

LIBERDADE DE EXPRESSÃO

É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal.

Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX).

Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença".

Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias.

Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

Fonte:www.apocalink.blogspot.com