sexta-feira, 1 de novembro de 2013

"QUE NOS MATEM NAS RUAS, NOS BECOS, NAS PRAÇAS, MAS QUE O EVANGELHO SEJA ANUNCIADO!"

Conhecida pela criminalidade, prostituição, mendicância e tráfico de drogas, a Praça Rio Branco, conhecida como Praça da Rodoviária em Belo Horizonte, tem, em meio ao seu burburinho e trevas, há mais de 10 anos, uma voz que anuncia o Evangelho de Jesus Cristo, o evangelista Arlen Soares.
De fala contundente, objetiva e demostrando conhecimento bíblico muito acima da média, este homem de meia idade, como um João Batista moderno anuncia o Evangelho de Jesus Cristo aos transeuntes, moradores de rua e receptadores que frequentam o local, este por si só privilegiado, pois se encontra no caminho de quem se dirige ao Terminal Rodoviário Governador Israel Pinheiro, indo ou voltando a outros estados. 
A pregação ecoa por toda a praça e nota-se a linha extremamente bíblica de sua mensagem, que exalta a soberania de Deus e ao mesmo tempo condena os mercenários da fé, citando seus nomes já conhecidos, como Silas Malafaia, Edir Macedo, RR Soares, Davi Miranda, e dentre outros, Waldemiro Santiago (este com nota especial, pois com sua lábia já arrecadou fazendas e gado…). Questionamento e desafios são levantados a estes, como aos pregadores de milagres, convidando-os a visitarem os hospitais de câncer para ali exercerem o “ministério de cura”, de que tanto se gabam. 
Apontando como único problema da humanidade o pecado que faz a separação do homem e Deus, ele chama para o arrependimento, sem fórmulas mágicas para serem repetidas, confrontando assim o dogma reinante de “aceitar Jesus”, uma prática não bíblica surgida nas igrejas Batistas do Sul dos EUA que tomou conta das igrejas evangélicas mundiais. 
Nesta sexta-feira, dia vinte e cinco de outubro de dois mil treze, o evangelista foi agredido covardemente enquanto orava junto com as pessoas na referida praça, por um evangélico não satisfeito com a mensagem da cruz. Arlen foi golpeado com uma pedra, com o instinto mais primal de um ser humano, no lado direito da testa, na fronte, o que lhe provocou um corte profundo e um sangramento. Aturdido, passa o microfone para o Ronaldo, um dos que lhe acompanham e ajudam, junto com Isac, Amarildo, dentre outros, lava seu rosto mas logo em seguida retoma a palavra. Logo depois foi para um hospital, onde foi suturado com três pontos e passa bem. 
Arlen pertence a Missão Reluz, em Belo Horizonte, e juntos repudiamos este ataque e prega o Evangelho, mas sabemos que isto é apenas o começo do que se abaterá sobre a Terra, vide as agressões contra nossos irmãos em Serra Leoa, Indonésia, China, Coréia do Norte e países muçulmanos.

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Aborto diga não!

Aborto diga não!
1999 - Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal.

Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX).

Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença".

Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias.

Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

Fonte:www.apocalink.blogspot.com