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sábado, 5 de junho de 2010

COMEÇA O MAPEAMENTO ESPIRITUAL – La Plata um Templo da Maçonaria?

De acordo com os planos evangelísticos de Edgard Silvoso, o mapeamento espiritual deveria ser feito, em sua maior parte, antes do passo de número cinco, "Atacar e destruir o perímetro de Satanás". Sob a minha orientação, a maior parte do mapeamento espiritual tinha sido feita antes da visita de Cindy Jacobs em junho.

Pouco tempo antes de meus familiares e eu nos mudarmos de Resistência para La Plata, passei algum tempo dedicado à oração Pedi que o Senhor me mostrasse a situação espiritual de La Plata.
Senti que o Senhor falava comigo, e, um tanto para minha surpresa, dizia uma única palavra, "Maçonaria".
Imediatamente relembrei que um dos espíritos governantes sobre Resistência, acerca do qual Cindy Jacobs e Dóris Wagner tinham suspeitado, era um espírito territorial nacional, o espírito da Maçonaria.
Eu sabia bastante do papel desem­penhado pela maçonaria durante a libertação da América Latina dos espanhóis, por meio de Simón Bolívar e José de San Martin. Além disso, entretanto, eu não tinha qualquer conhecimento pessoal acerca daquela ordem secreta, o que ela acredita ou faz.
Quando chegamos a La Plata, de imediato procurei e entabulei relações firmes com os intercessores reconhecidos de diversas igre­jas. 
Sem que tivesse havido qualquer comunicação entre eles, e sem que eu tivesse mencionado qualquer coisa, três intercessores apre­sentaram-se como voluntários para dar-me a informação que, nas ora­ções que eles tinham feito recentemente, tinham sido advertidos acer­ca do espírito de maçonaria
Isso confirmou a mensagem que eu ha­via recebido da parte do Senhor, enchendo-me de confiança para mover-me ao longo dessa vereda em minhas pesquisas.

Os Fundadores de La Plata

Minhas pesquisas confirmaram que todos aqueles que participaram na fundação da cidade de La Plata, pouco mais de cem anos atrás, eram pertencentes à maçonaria
Dardo Rocha, conhecido como o progenitor da cidade, foi um maçom de elevado grau. Esses fundado­res pertenciam à Loja Maçônica da Argentina Oriental. O livro publi­cado pelo jornal El Dia, a fim de comemorar o centésimo aniversário da fundação de La Plata, disse: "A cidade de La Plata foi fundada a fim de fornecer refúgio à família maçônica da Argentina Oriental".

Uma Cidade Planejada Para Glorificar o Adversário

Na página do google maps confira no mapa dos mil duzentos e cinqüenta e quatro quarteirões do centro da cidade de La Plata o que parece ter sido o desígnio intencional dos fundadores da cidade, ou seja, glorificar a criatura, e não o Criador. O número-chave é o seis, número proeminente do ocultismo, pois as praças es­tão espaçadas de seis em seis quarteirões. O número seiscentos e sessenta e seis aparece claramente em muitos dos edifícios públicos. 
No ponto mais elevado da cidade fica a praça central, de onde partem os dois principais bulevares diagonais, chamados Diagonal 73 e Diagonal 74, apontados para os quatro pontos cardeais da bússola. 

A cidade não acompanha os quatro pontos cardeais de norte, sul, leste e oeste, conforme se dá com a maioria das cidades latino-americanas, mas formando um ângulo de quarenta e cinco graus, ou seja, em diagonal, de tal maneira de as Diagonais, e não as ruas ordinárias, estão alinhadas com os pontos cardeais
Conforme é fácil de perce­ber, as diagonais formam pirâmides quase perfeitas.
No processo de estabelecer a nova cidade de La Plata, Dardo Rocha visitou o Egito, a terra das pirâmides, como também a antiga terra da maçonaria. 
Ali chegando, ele adquiriu dezesseis múmias, presumivelmente com a intenção de ajudar a fazer a cidade ficar sob o poder permanente de anjos negros
Hoje, quatro dessas múmias estão guardadas no Museu de Ciência Natural. Ninguém, de todas as pessoas com quem entrei em contato, sabe onde ficaram as outras doze múmias. 
Contudo, alguns historiadores suspeitam que elas jazem sepultadas em pontos estratégicos da cidade, com o seu potencial de poder oculto para influenciar o maior número possível de habitantes.

As Quatro Mulheres

Na praça central, denominada Praça Moreno, há quatro grandes estátuas que, a princípio, parecem quatro mulheres atrativas. 
Mas um exame mais de perto mostra que cada uma das mulheres foi moldada com o sinal da maldição, ou seja, o dedo indicador e o dedo mínimo de uma das mãos estendidos
Uma dessas estátuas, que se acha na Diagonal 73, na direção oeste, está apontando para a Cate­dral Católica Romana, amaldiçoando assim o poder religioso da ci­dade. 
Uma segunda estátua, na parte oriental da Diagonal 73, está segurando um molho de trigo deformado em uma das mãos, enquan­to que com a outra amaldiçoa o solo, fonte de pão diário. 
A terceira estátua fica no lado norte da Diagonal 74. 
Ela se acha em uma posi­ção sensual, oferecendo uma flor com uma das mãos, ao passo que com a outra segura um buquê de flores, fazendo o sinal da maldição
Ela está amaldiçoando tudo quanto está envolvido no amor conjugal e na família
A quarta estátua fica no lado sul da Diagonal 74, esten­dendo a mão na direção da prefeitura, a fim de amaldiçoar o poder político da cidade.
Quando comecei a investigar a origem das quatro iníquas estátuas, descobri que elas tinham sido escolhidas e pedidas de um catálogo ex­pedido pela Fundição Val D'Osme, em Paris, França, uma fundição de propriedade de maçons e operada por eles. 
E também descobri, para minha grande tristeza, que a maioria das estátuas de praças por toda a Argentina foi manufaturada pela mesma fundição maçônica.
Além disso, na praça central, e vindo da mesma fundição, exis­tem duas grandes urnas da tradição maçônica, com alças com forma­to de rostos de demônios.
Depois de haver recolhido todas essas informações a respeito do papel da maçonaria na fundação de La Plata, ainda assim eu não sentia que já tinha descoberto a chave verdadeira para que pudesse fazer o mapeamento espiritual da cidade. 
Então consagrei-me à ora­ção por diversos dias, pedindo que o Senhor me mostrasse mais coi­sas. 
Um dia senti que o estava ouvindo dizer-me: "A chave que estás procurando está desenhada na planta baixa da cidade".

LA PLATA: UM TEMPLO DA MAÇONARIA?

Se examinarmos mais detidamente o mapa da cidade de La Plata, começaremos a perceber que as formas geométricas do traçado da cidade formam símbolos maçônicos, segundo se vê nos três pontos abaixo:

1. O Compasso.  

A articulação do compasso maçônico, em La Plata, é formada pela praça Rivadávia, nome do primeiro presidente argentino, que era maçom, e pela praça almirante Brown, nome do oficial militar que participou da revolução argentina contra a Espanha, e que também era maçom. Os dois braços do compasso descem pelas Diagonais 77 e 78.



2. O Quadrado. 

O lado de dentro do quadrado maçônico forma um ponto em ângulo reto na praça San Martin, nome do herói nacional da Argentina, que também era maçom
A parte externa forma um pon­to em ângulo reto com a praça Moreno, onde também estão localizadas as quatro notórias estátuas de que já falamos. 
Moreno foi uma figura-chave da revolução de maio de 1810, e ele, igualmente, era maçom.

3. A Cruz Invertida. 

Conforme se observa no mapa, a cruz in­vertida é formada por aquilo que se chama de "Eixo Histórico da Cidade", e que contém os edifícios que abrigam os poderes religiosos e políticos de La Plata. O ponto vertical da cruz com a chefatura de Polícia, ao pé da cruz (parte superior do mapa, visto que a cruz está invertida), atravessa a sede do governo da província, o legislativo da província, o teatro Argentino, a prefeitura, a catedral Católica Roma­na, o Ministério da Saúde e termina com o quartel do exército
No lado esquerdo da barra transversal fica o tribunal, e no lado direito dela, o Ministério da Educação.
Um dos princípios de um governo democrático consiste em man­ter os ramos do governo independentes uns dos outros. 
Mas já desco­bri que muitas cidades planejadas pelos maçons contam com túneis subterrâneos secretos, interligando esses vários ramos.
Em La Plata, a rua 52, também chamada de Eixo Histórico da Cidade, não tem uma rua de superfície, e, sim, um túnel subterrâneo
Alguns dizem que os maçons costumavam efetuar ritos secretos debaixo dos centros de poder da cidade, exercendo assim uma espécie de controle espiritual sobre o povo, até onde isso era possível.
Visto que os maçons não acreditam que o sangue de Jesus, verti­do no Calvário, é o único pagamento pelos nossos pecados, assim sendo, o caminho exclusivo para a salvação, parece, por meio do mapa, que o "X" formado pelas Diagonais 73 e 74, as diagonais principais, cruza ou cancela a cruz
Essas diagonais cruzam-se bem em cima da pedra fundamental da cidade, no centro da praça Moreno
Conforme alguns dizem, ali está contida a cápsula do tempo da maçonaria, im­plantada naquele ponto da cidade pelo próprio Dardo Rocha.
Embora eu não os tenha destacado no mapa, também encontrei outros símbolos maçônicos, no traçado das ruas da cidade, como a Estrela Oriental, o pentagrama, e outros. 
Símbolos adicionais tam­bém existem sob a forma de estátuas e monumentos espalhados por toda a cidade.
Depois de ter feito mais algumas pesquisas, nos Estados Unidos da América, no começo do ano de 1992, agora estou preparado para oferecer a hipótese que La Plata bem pode ter sido a epítome das cidades planejadas pela maçonaria
Também não me sentiria surpreso se a própria cidade fosse considerada como um templo da maçonaria, em todo o continente da América.

Que é a Maçonaria?

Meus estudos têm indicado que a maçonaria é um movimento secreto do ocultismo, que adora e serve a Satanás e os poderes demoníacos
A maçonaria usa quaisquer meios disponíveis para obter poder, auto­ridade e influência sobre as atividades humanas.
Compõe-se de uma combinação de muitas crenças e tem raízes no antigo Egito, passando depois disso pela Assíria, pela Caldéia, pela Babilônia, pela China, pela Índia, pela Escandinávia, por Roma e pela Grécia.
Muitas pessoas juntam-se à maçonaria por pensarem que ela é uma associação fraternal e benevolente. Enquanto seus membros vão subindo de grau em grau, a demonização provavelmente vai-se acen­tuando, e nos graus superiorespactos francos e irreversíveis, esta­belecidos com Satanás e as suas forças
O resultado final, na maioria dos casos, não tem nada de benévolo, mas tão-somente ajuda a Sata­nás a realizar os seus objetivos, que são roubar, matar e destruir.
Uma das conseqüências modernas da maçonaria está vinculada ao crescente movimento da Nova Era. 
De fato, a New Age Magazi­ne (Revista da Nova Era) é publicada pelo Supremo Concilio Mãe do Mundo, o Supremo Concilio do Grau Trinta e Três e Final, do Antigo e Aceito Rito Escocês da Maçonaria, Jurisdição Sul dos Estados Uni­dos da América, cuja sede fica em Washington, D. C.

Os Poderes Que Dominam La Plata

Por meio de nosso estudo sobre a maçonaria e suas crenças, sentimos que descobrimos a presença de seis principados espirituais do mal que governam La Plata. 

Esses espíritos territoriais são os seguintes:

1. O Espírito de Sensualidade. 
Exibido no comum simbolismo fálico da maçonaria. O Obelisco.



2. O Espírito de Violência. 

 Arraigado nos métodos de punição que cercam os ritos de iniciação da maçonaria.



3. O Espírito de Feitiçaria.  
Manifestado nas artes mágicas e nas intrigas da maçonaria.

4. O Espírito da Morte em Vida.
Relacionado às lendas egíp­cias sobre Osíris, e perpetuado em La Plata por meio dos rituais de sepultamento de múmias, com a finalidade de amaldiçoar a cidade.


5. A divindade maçônica Jah-Baal-On:  
Este é o valente que domina a cidade.


6. A Rainha do Céu.
Manifesta-se primariamente na adoração à Virgem Maria, e talvez relacionado, por meio da maçonaria, à antiga deusa egípcia Ísis.

Muitas linhas geométricas da cidade, sem dúvida, constituem li­nhas de poder das artes ocultas
O Eixo Histórico de La Plata, onde deveria estar a rua 52, serve de exemplo primário. 
Outra dessas li­nhas é a Diagonal 74, que vai através da praça central, onde estão localizadas as quatro estátuas, através de muitas praças importantes, através da localização de uma colônia afro-brasileira, que pratica aber­tamente a macumba e as maldições de morte, e terminando no cemi­tério, um evidente símbolo da morte.

ASSUMINDO AUTORIDADE SOBRE LA PLATA

Houve um ano de mapeamento espiritual e de muitas outras ativida­des preparativas, incluindo um seminário de curas internas que cobriu a cidade inteira, a formação de uma poderosa teia de intercessores, muitas reuniões de oração de pastores e o estabelecimento de mil e setecentas casas de oração. 
Aí por junho de 1992, os pastores da cidade sentiram que era chegado o tempo da primeira batalha espiri­tual contra as forças satânicas predominantes em La Plata
Cindy Jacobs, muito bem respeitada entre os líderes evangélicos argentinos, por motivo de seus dons espirituais e de seu ministério em que ela orienta os pastores para conquistarem as suas cidades respectivas para Deus, visitou La Plata, a fim de participar do ataque.
Os pastores adotaram como texto diretriz a passagem de 2 Crô­nicas 7.14: "Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humi­lhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra".
Os crentes da cidade reuniram-se em uma das principais igre­jas. Durante quatro horas, as igrejas de La Plata oraram fervorosa­mente pela cidade, pedindo perdão por causa das iniqüidade da co­munidade e por causa dos pecados que estavam sendo cometidos. Os líderes rogaram humildemente a Deus que apagasse as conseqü­ências do pecado e removesse a maldição de cima da cidade. 
Tam­bém oraram por aqueles que tinham sido ofendidos pelos líderes políticos e pelas estruturas sociais injustas, bem como por aqueles que tinham sido ofendidos pelas igrejas e pelos líderes eclesiásticos. 
Arrependeram-se da presença da maçonaria na cidade, e por ter sido a cidade entregue a Satanás
Derramaram os seus corações, pedindo perdão por toda forma de pecado sexual, pela violência na cidade (especialmente durante a era terrorista), pela opressão mili­tar, pela adoração ao principado conhecido como:Rainha do Céu, e, então, pela bruxaria e feitiçaria. Finalmente, voltaram-se contra o espírito de morte em vida, com a resultante apatia predominante entre o povo.
Após um prolongado período de humilhação e arrependimento, com o derramamento de muitas lágrimas, os crentes sentiram-se prontos a proclamar: "Agora é chegado o tempo de Deus para aben­çoar La Plata!"
Após aquele notável evento, e sentindo que Deus havia dado res­posta às nossas orações, que pediam livramento e perdão de pecados, vinte pastores e diversos intercessores reuniram-se com Cindy Jacobs e o marido dela, Mike, para planejarem uma estratégia para declara­rem batalha na praça central de La Plata, a praça Moreno
O resto do grupo ficou para trás, orando pela nossa proteção
Ficou decidido que os pastores orariam de dois em dois, na praça Moreno o primeiro pastor quebraria o poder do espírito e o segundo invocaria o espírito contrário, bem como o dom remidor de Deus, utilizando-se das Escri­turas. Um por vez, eles oraram:

1. Contra o Espírito de Sensualidade. 
Os pastores orariam de pé, por sobre a pedra fundamental da cidade, na Diagonal 73, voltados para nordeste, na direção da Europa, de onde vieram os primeiros colonos para aquela área, quase todos eles criminosos e prostitutas.

2. Contra o Espírito de Violência. 
Os pastores orariam na Diagonal 73, voltados para oeste, olhando para o interior da nação, onde ataques cruéis foram desfechados contra a população indíge­na, causando muito derramamento de sangue e a extinção de algu­mas das tribos.

3. Contra o Espírito de Feitiçaria. 
Os pastores orariam na Diagonal 74, voltados para o norte, na direção do Brasil, de onde veio o baixo espiritismo afro-brasileiro da macumba.

4. Contra o Espírito da Morte em Vida. 
Os pastores orariam na Diagonal 74, de rostos voltados para o sul, na direção do cemitério, símbolo da morte.

5. Contra o Espírito da Rainha do Céu. 
Os pastores orariam de frente para a Catedral Católica-Romana, representante do culto à adoração à Virgem Maria, ou melhor, à Rainha do Céu.

6. Contra a divindade maçônica Jah-Baal-On. 
Os pastores orariam de pé sobre a pedra fundamental da cidade, contra esse espí­rito que era o valente que predominava sobre a cidade.

Começamos a orar às seis horas da tarde, acreditando que o nú­mero seis é importante, e oramos na ordem dada acima. 
Sentimos que Deus nos deu alguns sinais significativos enquanto estivemos ali. 
Para exemplificar, quando começamos a orar contra o espírito da violência e da destruição, os sinos da prefeitura ficaram tocando, sem qualquer motivo aparente. 
Tínhamos visto fenômeno idêntico tanto em Mar del Plata quanto em Resistência, pelo que interpretamos que isso seria um sinal divino. 
Mais tarde fomos informados que, naquele exato momento, em que estávamos amarrando o espírito da violência, mani­festaram-se demônios em um rapaz que praticava as artes marciais
Ele deu um salto de 2,70m no ar, chocou a cabeça contra uma parede e começou a quebrar mesas e cadeiras. 
Os crentes que assistiram à cena oraram por ele, rogando a Deus que o livrasse, e o jovem foi libertado daquele ataque satânico.
Mais tarde, estando de pé sobre a pedra fundamental da cidade, no centro da praça Moreno, voltamo-nos contra o espírito da maçona­ria, e sentimos liberdade, no Espírito Santo, para quebrar as maldições postas sobre as linhas diagonais no traçado da cidade. 
Proclamamos que haveria uma nova cidade, tendo a Jesus Cristo como a pedra fundamental da cidade de La Plata. 
Então nos arrumamos de modo a formar uma cruz, no centro da praça, por sobre a pedra fundamental da cidade, elevando Jesus sobre a cidade e restaurando a cruz, não de cabeça para baixo, mas que servisse de símbolo de salvação para a cidade de La Plata.


CONCLUSÃO


Ainda dispomos de muitos meses em nosso esforço evangelístico em favor da cidade de La Plata. Acreditamos que os resultados ainda serão maiores do que em Resistência. Enquanto concluo este capítu­lo, estamos em meio a uma cruzada evangelizadora pela cidade intei­ra, em companhia de Carlos Annacondia, um dos mais poderosos evangelistas de Deus. Mui significativamente, a cruzada está sendo efetuada no quartel-general do exército, exatamente ao pé da cruz invertida (naquilo que seria o topo da cruz posta na sua posição corre­ta). Regozijo-me diante daquilo que está acontecendo e diante daquilo que continuará acontecendo, bem como devido ao privilégio de estar­mos fazendo uma pequena contribuição para a ampliação do Reino de Deus, mediante o mapeamento espiritual.
Fonte: Destruindo as Fortalezas, Cap. 7 – C. Peter Wganer

sexta-feira, 4 de junho de 2010

MAPEANDO A CIDADE DE RESISTÊNCIA


Compreendi que Deus queria que eu fizesse pesquisas quanto à cida­de de Resistência, e também eu estava dolorosamente consciente de que me faltava treinamento ou experiência para fazer tais pesquisas.
Minha única ferramenta era aquele livro de John Dawson, Taking Our Cities for God.1
Armei-me com as perguntas feitas por Dawson e dirigi-me à biblioteca da cidade.
Depois de ter examinado, durante quatro dias, centenas de páginas, eu estava totalmente frustrado.
E tive de admitir que embora agora eu dispusesse de muitas informações exatas, eu não havia ainda descoberto uma única coisa que pare­cesse importante para a tarefa que tínhamos à frente.
Humilhado por essa experiência, dediquei-me novamente à ora­ção. Implorei que o Espírito Santo me desse novas revelações, mos­trando-me o caminho à minha frente.
Quando cheguei de volta à mi­nha casa, minha esposa, que não tinha conhecimento dos detalhes daquilo que eu estava fazendo, sugeriu que eu visitasse uma exposi­ção local de arte nativa; e, embora eu não tivesse entendido direito por qual motivo deveria ir, eu sentia que, se seguisse a sugestão dela, eu encontraria algumas respostas.
Foi dito e feito. Quando fui ver a exposição, encontrei cinco pro­fessores universitários que se mostraram mais do que dispostos a com­partilharem de suas informações comigo.
Eles concordaram que era importante compreender a identidade espiritual da cidade de Resis­tência.
Deram-me uma informação que constituía total novidade para mim. Durante dez dias, e de uma maneira absolutamente incrível, aque­les cinco eruditos confiaram a mim tudo o de que eu precisava.
Eu estava admirado da poderosa mão de Deus, que estava agindo quanto a tudo aquilo. Era difícil de acreditar que aqueles cinco homens, bem conhecidos e respeitados por toda a cidade, estivessem realmente tra­balhando para mim!

OS PODERES QUE DOMINAVAM A CIDADE

Mediante as informações que recebi através do folclore da cidade, fui capaz de identificar quatro potestades espirituais, a saber: San La Muerte (espírito de morte), Pombero (espírito de medo), Curupí (es­pírito de perversão sexual) e Pitón (espírito de feitiçaria e bruxaria).
Munido desses informes, mas não sabendo exatamente o que fa­zer com eles, pedi ao Senhor, uma vez mais, que me mostrasse o caminho.
Dessa vez, a resposta do Senhor foi: "Espera".
Esperei por um mês e meio.
E, então, Cindy Jacobs visitou a Argentina pela pri­meira vez.
A Harvest Evangelism a estava enviando para ajudar a instruir líderes evangélicos e intercessores quanto à guerra espiritual.
Acompanhada por Dóris Wagner, Cindy ministrou em Buenos Aires com extraordinário poder, e então chegou a Resistência para dirigir um seminário de dois dias. Logo no primeiro dia compartilhei com ela das informações que havia recolhido.
Falei-lhe sobre quatro grandes murais pintados em arte moderna na praça central da cida­de, que eu pensava poderia apresentar-nos um tipo de mapa espiri­tual da cidade.

O mapeamento espiritual combina pesquisas, revela­ções divinas e evidências confirmatórias, provendo-nos informes completos e exatos acerca da identida­de, das estratégias e dos métodos empregados pelas forças espirituais das trevas, a fim de influenciarem os habitantes e as igrejas de uma dada região.

Quando Cindy examinou os painéis, naquela tarde, o Senhor, atra­vés do dom de discernimento de espíritos que havia dado a ela, mos­trou-lhe claramente o que era invisível por detrás do que era visível, conforme Peter Wagner discute no segundo capítulo deste livro.
Ela confirmou a presença dos quatro principados sobre Resistência, e tam­bém discerniu a presença de mais dois principados.
Eram principados de elevada patente que ela havia encontrado primeiramente em Buenos Aires, e acerca dos quais ela suspeitava que exerceriam jurisdição nacional - o espírito da Maçonaria e a Rainha do Céu.
Durante o seminário, Cindy, que foi habilidosamente interpretada por Marfa Cabrera, compartilhou de profundos e reveladores discernimentos.
Ela conduziu-nos a uma compreensão muito mais ampla sobre a guerra espiritual, ao mesmo tempo que orientava os líderes das igrejas quanto a maneiras práticas de conquistar territó­rios, em nome de Jesus.

A BATALHA NA PRAÇA

No dia seguinte, nossa equipe foi até à praça, na companhia dos pas­tores das igrejas evangélicas de Resistência, um grupo de intercessores treinados e Cindy Jacobs.
Lutamos ferozmente contra os poderes in­visíveis que dominavam a cidade, pelo espaço de quatro horas.
Atacamo-los naquilo que sentíamos ser a ordem hierárquica deles, de baixo para cima.
Primeiro desfechamos um ataque contra Pombero, e então contra o Curupí, em seguida contra San La Muerte, então o espírito de Maçonaria, e, então a Rainha do Céu, e, finalmente contra Pitón, o qual, conforme suspeitávamos, atuava como coordenador de todas as forças malignas da cidade.
Ao terminarmos, descera sobre todos nós, que tínhamos participado, um senso quase tangível de paz e liberdade.
Tínhamos a confiança de que essa primeira batalha havia sido ganha e que a cidade agora podia ser reivindicada para o Senhor.
Depois disso, a igreja em Resistência estava preparada para iniciar uma campanha de evangelização em plena escala.
Os incrédulos co­meçaram a corresponder ao evangelho como nunca antes tinham feito.
E em resultado de nossa campanha de evangelização de três anos, a freqüência à nossa igreja aumentou em 102%.
O efeito foi sentido em todas as camadas sociais da cidade. Agora podíamos realizar projetos comunitários como prover água potável para os pobres.
A imagem pú­blica das igrejas evangélicas melhorou sensivelmente, obtendo elas res­peito e aprovação da parte de líderes políticos e sociais.
Fomos convida­dos a usar os meios de comunicação para propalar a nossa mensagem.
A guerra e o mapeamento espirituais que pudemos realizar abriram, na cidade de Resistência, novas portas para o evangelismo, para a melhoria social e para a colheita espiritual de almas.

 Fonte: Destruindo as Fortalezas, Cap. 7 – C. Peter Wagner
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Aborto diga não!

Aborto diga não!
1999 - Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal.

Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX).

Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença".

Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias.

Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

Fonte:www.apocalink.blogspot.com